Você esta cansado de ter uma vida espiritual fraca?
Abraços,
Vinicius A. Miranda

Você esta cansado de ter uma vida espiritual fraca?
Abraços,
Vinicius A. Miranda

O interessante do blog é a oportunidade que temos de compartilharmos situações diversas. E ultimamente tenho buscado manter este conceito nas minhas postagens, trazendo um pouco da minha vivência. No último final de semana participei do Congresso Universitário da Associação Pernambucana, no qual tive a chance de aprender e muito.
Uma das palestras que mais me chamou atenção foi realizada pelo Doutor Tadeu Silva. Debatendo sobre verdade, ele disse a seguinte frase: “Verdade não se discute, apenas se vive. E Deus não é democrático, é soberano”. Palavras fortes e sábias. O que tanto me despertou foi o fato de que realmente sempre tentamos dar um “jeitinho” nas nossas atitudes. Fazemos o possível para alterar a verdade, tentando conciliar a nossa maneira de viver.
Tem gente que fala que é adventista, mas não age como tal. Parece que se faz de desentendido e foge das responsabilidades dos dez mandamentos. Deus nos deixou um livro sagrado para que saibamos nos guiar. Diversos livros, capítulos e versos tornam claro o que é correto ou não para um cristão. Pior que muitos sabem disso, mas sempre deixam para depois. Acontece que o depois pode ser tarde demais, quando a sua oportunidade de salvação já tenha passado.
Somos apenas criaturas e não criadores. Não devemos viver de acordo com a nossa vontade. Não devemos ficar questionando porque não podemos fazer isso ou aquilo. Deus instruiu, Ele é o único que sabe o que melhor para a nossa vida. Foi Deus que nos criou, que enviou seu único filho para morrer por nós. Portanto, temos a obrigação de dar o nosso melhor e retribuir esse amor. Que o Espírito Santo toque o seu coração. Que você possa aceitar a ÚNICA verdade do mundo: Deus.

Na Jamaica, minha terra natal, muitas vezes se diz: “Ação! Não boca grande.” Tradução? “Aja! Não fique só nas palavras.” Essa é a mensagem que o apóstolo João passou a vida toda tentando comunicar. Em 1 João 3:18 ele escreveu: “Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações.” Diariamente falamos sobre amor, aprendemos as teorias do amor, ouvimos histórias de amor, assistimos filmes sobre o amor, lemos livros sobre o amor, e até cantamos sobre o amor. Mas deixamos de mostrar amor.
A mensagem de João reforçando as instruções de Cristo para nos amarmos uns aos outros era para a igreja primitiva. Mas continua sendo hoje uma das mais relevantes mensagens para nossa igreja. É tão potente que o apóstolo prosseguiu dizendo, em 1 João 4: “Queridos amigos, amemos uns aos outros porque o amor vem de Deus. Quem ama é filho de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não O conhece, pois Deus é amor” (versos 7 e 8). Portanto, o amor que mostramos ou deixamos de mostrar aos outros é um reflexo direto de nosso relacionamento pessoal com Deus. Tomemos tempo para avaliar a saúde de nossa ligação com o Altíssimo e a saúde de nossa igreja hoje.
“Ação! Não boca grande.” Sim, o amor é ação. É pessoal, portanto se não passarmos a conhecer nossos irmãos e irmãs em Cristo, não conseguiremos amá-los. O amor é uma ligação calorosa. Portanto, se não criarmos um ambiente caloroso em nossa família, comunidade e igreja, não criaremos amor. O amor é uma afeição profunda, tão profunda que Jesus foi ferido, abusado e escarnecido por nós. Tão profunda que Ele chorou e morreu por nós. Seu sacrifício é o supremo exemplo de amor. Não é irônico, então, que uma de nossas maiores falhas está em nos amarmos uns aos outros e demonstrarmos isso?
Nossa igreja é doadora, que sempre procura aliviar as necessidades dos que vivem nos campos missionários, enviando ofertas, alimentos, roupas e missionários. Tudo isso é belo, mas há campos missionários em nossas próprias igrejas e vizinhanças que estão sofrendo porque ali está faltando amor. A boa notícia é que não é tarde demais para começar a agir!
Teka-Ann S. Lawrence | Loma Linda, EUA

O que significa Glória? O que lhe vem ao pensamento ao ler ou ao ouvir essa paroxítona? Segundo o dicionário, temos três alternativas:
Glória: subs. feminino. 1. Celebridade adquirida por virtudes, talentos, feitos, obras; fama. 2. Motivo de orgulho; HONRA. 3. Bem-aventurança do céu; esplendor.
RESUMINDO AS POSSIBILIDADES: aquela pessoa que é reconhecida por seus feitos ou méritos pelos demais, ou um motivo para se orgulhar ou ainda uma característica divina.
Nessa semana assisti ao filme Glory (Dir. Edward Zwick, 1989) e desde então venho refletindo sobre essa o termo Glória. A obra retrata a história do primeiro batalhão composto apenas por negros do exército nas províncias do norte nos Estados Unidos, durante a guerra civil contra os estados do Sul daquele país. O comando do 54º Batalhão de Massachusetts é concedido para um jovem oficial branco sem experiência, mas de uma influente família. Após superar inúmeros obstáculos, tais quais: racismo, preconceito, descrédito, falta de equipamentos, ameaças de escravidão em caso de captura pelo inimigo; enfim eles entraram de fato em combate.
Hoje, somos chamados para a linha de frente num conflito mais antigo do que qualquer um de nós. Mas esse conflito teve uma batalha decisiva há mais de dois mil anos, no Calvário, e desde então já temos O Vencedor. Contudo, o nosso General pede, também desde então, para os seus comandados irem atrás dos que estão sendo usados pelo derrotado inimigo. Não para acabar com eles, mas para anunciar a mensagem de esperança do “Caminho, a Verdade e a Vida” certos. Somente quando essa mensagem chegar a todos, esse conflito doloroso enfim terminará.
VOCÊ está cumprindo as ordens do General? Ou reclama que tem medo de receber o rótulo de ‘crente’, ou que não tem talento ou ainda porque que está muito ocupado para evangelizar? Aquele 54º batalhão estava disposto a dar a vida por muitos de sua nação, mesmo que vários destes de seu próprio país os consideravam como animais. Vença a timidez, o nervosismo, a preguiça, a apatia espiritual para TESTEMUNHAR e EVANGELIZAR, porque essa é nossa GLÓRIA! Está se aproximando o evento que será o causador do maior impacto da História de nossa Igreja. O IMPACTO ESPERANÇA já é uma realidade quase palpável. O que você irá fazer?“Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória dAquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça.” João 7:18.

Na minha igreja temos um Coral Jovem. Entre as músicas que ensaiamos, uma tem grande destaque para mim. O primeiro trecho diz assim: “Se não ti, de quem então? Muitos saberão o quanto Deus os quer. Se não de ti, não saberão de alguém que pode dar a paz e o até os cegos faz ver. Tu és talvez o único Cristo que verão, palavra única de amor dita por alguém. Deixa que vejam em teu viver Jesus o Salvador porque és talvez o único Cristo que verão”.
Após refletir na letra da música, me peguei pensando se realmente nós, cristãos, estamos cumprindo o nosso papel de seguirmos o exemplo de Jesus, de ser representantes aqui na terra. Isso mesmo, representantes porque algumas pessoas não têm a oportunidade de conhecer uma igreja e diversos crentes, mas dependem do nosso bom exemplo para saber que Jesus é Esperança, é Vida e que um dia Ele voltará para nos buscar.
Sendo assim, se a gente não cumpre o nosso papel de testemunhar, como estas pessoas serão salvas? “Ah, outra pessoa pode fazer por mim”, alguém pode pensar. Não, não pode. Se cada pessoa pensar desta forma, a mensagem do evangelho não será levada. Futuramente vamos ser cobrados por não termos usados nossos talentos e por ter desperdiçado “n” chances.
Portanto, você está permitindo que as pessoas vejam Cristo em você? Será que o exemplo que você está dando reflete o caráter de Jesus? Caso contrário, reverta esta situação hoje mesmo. Peça que Cristo molde a sua vida e assemelhe a sua personalidade a dEle. Lembre-se: ÉS talvez o único Cristo que verão.


Deus, em Sua providência, trouxe os hebreus ao aperto das montanhas, diante do mar, para que pudesse manifestar Seu poder no livramento deles, e humilhar de maneira extraordinária o orgulho de seus opressores. Ele os poderia ter salvo de qualquer outro modo, mas escolheu este, a fim de lhes provar a fé e fortalecer a confiança nEle. O povo estava cansado e aterrorizado; todavia, se se tivessem conservado para trás quando Moisés lhes ordenou avançar, Deus nunca lhes haveria aberto o caminho. Foi “pela fé” que “passaram o Mar Vermelho, como por terra seca”. Heb. 11:29. Descendo em marcha para a própria água, mostraram que acreditavam na palavra de Deus, conforme fora proferida por Moisés. Fizeram tudo que estava em seu poder, e então o Poderoso de Israel dividiu o mar a fim de preparar um caminho para os seus pés.
A grande lição ali ensinada é para todos os tempos. Freqüentemente a vida cristã é assediada de perigos, e o dever parece difícil de cumprir-se. A imaginação desenha uma ruína iminente perante nós, e, atrás, o cativeiro ou a morte. Contudo, a voz de Deus fala claramente: “Avante!” Devemos obedecer a esta ordem mesmo que nossos olhares não possam penetrar nas trevas, e sintamos as frias vagas em redor de nossos pés. Os obstáculos que embaraçam o nosso progresso nunca desaparecerão diante de um espírito que se detém ou duvida. Aqueles que adiam a obediência até que toda a sombra da incerteza desapareça, e não fique perigo algum de fracasso ou derrota, nunca absolutamente obedecerão. A incredulidade fala ao nosso ouvido: “Esperemos até que os impedimentos sejam removidos, e possamos ver claramente nosso caminho”; mas a fé corajosamente insiste em avançar, esperando tudo, em tudo crendo.
A nuvem que era uma grande parede de trevas para os egípcios, para os hebreus era uma grande inundação de luz, iluminando o acampamento todo, e derramando todo o brilho no caminho diante deles. Assim, o trato da Providência traz aos incrédulos trevas e desespero, enquanto à alma confiante é repleta de luz e paz. A senda por onde Deus guia, pode estender-se através do deserto ou do mar, mas é um caminho seguro.
Patriarcas e Profetas, pág. 290