Na vida, o homem não segue apenas uma trajetória, ele também passa por seqüências. Quando se é bebê a alimentação é constituída apenas de leite materno, aos poucos outros alimentos vão sendo introduzidos, e daqui a algum tempo o leite já foi completamente substituído e nem sentimos sua falta. A mesma coisa acontece com o engatiar; depois que a criança começa a dar os primeiros passos, engatiar já não é mais preciso. E daí por diante, o critério de importância das coisas passa obrigatoriamente pelas seqüências de nossa vida, e aquilo que possui menos, ou até não possui mais utilidade, é deixado para trás.
O interessante, é que o critério seqüencial não existe apenas nas nossas ações, ele também é constante nos nossos sonhos e metas. É impossível encontrar alguém que sonhe com coisas menores do que aquelas que possui. Tanto nos estudos, como no trabalho, quem anseia crescer quer sempre alcançar patamares maiores do que aquele em que se encontra. Isso faz parte da natureza do homem, e o seu produto é uma corrida incessante pelo sucesso na vida.
Mas, e na vida religiosa, será que também estamos passando por seqüências? Com tantas ocupações na vida, temo que com o tempo, deixemos de acreditar em Deus como as crianças acreditam. Tenho medo que a ciência aliada ao conhecimento humano faça com que o mesmo acredite em tantos outros motivos para sua existência, se não através da Criatura Divina. Temo, por que mesmo sendo academicamente mais evoluídos, em tantas noites oramos com palavras bonitas, mas sem coração; diferentemente daquelas simples, mas tão sinceras palavras que dizíamos a Papai do Céu antes de dormir.
Quando era criança, acreditava na lenda que dizia que atrás do arco-íris existia um pote de ouro. E para minha surpresa, verdadeiramente existe! Pois como diz o Senhor, “Onde estiver o teu tesouro, aí estará o teu coração.” O meu coração de menina buscava após dias de chuva o final do arco-íris, onde estava depositado aquilo em que acreditava. Hoje aquele pote de ouro tem um valor muito maior do que poderia imaginar, pois hoje sei que o arco-íris foi um presente de Deus para que eu não me esquecesse do imenso amor que tem por mim, a ponto de ter dado Seu filho pra morrer em meu lugar!
(Rebbeca Ricarte)


dizer que você nunca sentiu aquele frio na barriga quando o Clark Kent – com sua capa vermelha com super “S” estampado – impedia que uma represa explodisse e inundasse Metrópolis? Nem quando o Peter Parker, vestido de aracnídeo, salvava a Mary Jane de uma queda entre os prédios de Manhattan? Ou nunca sentiu o sangue ferver em ver o Rock Balboa subir as escadarias da Filadélfia disparando jabs no ar? Não poderíamos deixar de lado o mais amado X-Men, o Wolverine – também conhecido como Logan – fatiando paredes de puro aço como se fossem folhas de papel. E ainda se surpreender como o Bruce Wayne, que sempre tem um brinquedinho tecnológico para fugir quando o Coringa lhe aplica um xeque-mate com cartas marcadas.
Quem sou eu? Quem nós somos? Essa pergunta é constante na vida daqueles que buscam respostas para as situações que os perseguem. Pessoas que precisam saber primeiramente o que são para puder saber o que querem e aonde irão. No entanto, nós cristãos, seguimos uma relação não-cronológica desse entendimento. Primeiramente sabemos o que queremos, logo, sabemos aonde iremos e por tudo isso é que sabemos quem somos.
tratado? José não era querido por os seus irmãos, pois eles tinham inveja porque seu pai demonstrava mais amor a Jose do que a todos os outros irmãos. O texto também fala que Jose ganhou uma túnica de presente do seu pai, ela era bonita, colorida. O que mais José podia querer? Ele era o filho querido do seu pai, ganhava presentes exclusivos, será que ele podia querer mais alguma coisa?
“Rapazes e moças, procurem crescer no conhecimento. Não esperem que algum teste comprove que vocês são competentes, mas saiam em todas as direções e comecem a trabalhar para Deus. Usem sabiamente os conhecimentos adquiridos. Exercitem suas habilidades com fervor, generosamente distribuam a luz que Deus lhes deu. Estudem a melhor maneira de dar aos outros a paz, a luz, a verdade, e muitas outras ricas bênçãos dos Céus. Aperfeiçoem-se constantemente. Procurem alcançar cada vez mais alto. É a habilidade de sujeitar os poderes da mente e do corpo, conservando sempre em vista as realidades eternas, que tem valor presentemente. Com toda a sinceridade, busquem o Senhor, para que se tornem cada vez mais refinados, mais preparados espiritualmente. E então, receberão o melhor diploma que alguém possa ter, a aprovação de Deus“


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