Arquivo da categoria ‘Testemunho’

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Cineasta adventista fala sobre o sábado com Oprah Winfrey

setembro 3, 2012

Devon Franklin, 34 anos,cresceu na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como parte de sua fé, ele guarda o sábado,sendo assim guardado do pôr-do-sol da sexta-feira ao pôr-do-sol do sábado. Com isso, ele tem que realmente “desconectar seu blackberry”nesse período indo contra os costumes de Holywood. Em uma entrevista com Oprah Winfrey, ele fala de sua fé, de seus princípios e de como conseguiu chegar até onde chegou mesmo seguindo tudo o que acredita.

Franklin lançou um livro entitulado Produced By Faith em que compartilha pensamentos e conselhos de como uma pessoa consegue chegar a ter enorme sucesso sem perder os princípios, a espiritualidade em relação as coisas materiais deste mundo.

Há outros fatos interessantes também sobre Franklin como o seu voto de castidade(celibato) com sua noiva e atual esposa Meagan Good também atriz. Hoje já são casados.

Veja uma parte da entrevista com legendas abaixo:

 

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Adventista é 1ª colocada em Medicina na Universidade Federal

março 7, 2012

Aracaju, SE … [ASN] “Foi um dia de recepção dos novos alunos, no qual pudemos conhecer um pouco do que veremos em nosso curso”, conta a estudante de medicina, Ellen Carvalho, referindo-se ao seu primeiro dia de aula na Universidade Federal de Sergipe (UFS). “Foi muito bom estar no primeiro dia de aula da faculdade, olhar para trás e ver que estou o

nde antes sonhei estar. E o melhor é saber que minha vida foi conduzida por Deus e que estou na faculdade agora porque Ele aprovou que assim fosse. Naquele dia, lembrei-me dos muitos colegas que ainda estão fora, lutando para passar e agradeci a Deus porque eu estava lá. Essa experiência só reforça a certeza que tenho de que Deus sempre honra seus filhos”, afirma.

Ellen passou em primeiro lugar em medicina no campus de Lagarto, SE, depois de três tentativas. Segundo ela, esses três anos serviram de aprendizagem. “No primeiro ano, eu era muito insegura; pressionava-me bastante e tinha medo de decepcionar todos os que acreditavam em mim. No segundo ano, passei a me importar menos com o que os outros diziam, ou com o que pensariam caso eu não passasse de novo. Mas eu orava a Deus pedindo a Ele que me fizesse passar naquele ano e não conseguia dizer um “seja feita a Tua vontade”, pois não aceitava ter de tentar outro ano. No terceiro ano, consegui deixar Deus guiar minha vida de verdade. A confiança nEle me deu segurança de que, no momento certo,eu seria aprovada e que minha parte era dar o meu melhor sem me preocupar com o que não cabia a mim: a vontade de Deus”, relembra.

Hoje, a felicidade permanece estampada no sorriso de Ellen. Mas para alcançar essa conquista, passou por dificuldades. Morou longe da escola, longe da família, conviveu diariamente com pessoas sem princípios cristãos, “mas a maior dificuldade que enfrentei foi a perda de minha avó”, conta ela, “perdi a vontade de estudar. Passei mais de um mês desanimada, sem conseguir me concentrar direito nas aulas, nem no estudo individual em casa. Deus, no entanto, deu-me forças para não parar de estudar mesmo faltando o ânimo. Estudei, mas foi um mês de estudo deficiente. Ter conseguido recuperar o ânimo, ter sido aprovada, e ainda em 1º lugar, mesmo com um período grande de problemas no aprendizado, são para mim uma prova muito grande da atuação de Deus”.

Testemunho - Ellen estudou a vida inteira em escolas adventistas. Mas nos últimos dois anos, mudou-se para Aracaju, SE, e precisou fazer pré-vestibular numa instituição que não pertence à denominação. “Todo mundo na sala sabia que eu era adventista do sétimo dia”, diz Ellen, “um dia a menos de estudo para quem quer um curso tão concorrido faz muita diferença. Via sempre meus colegas reclamando de falta de tempo. Mas eles não compreendiam que ‘não ter tempo para Deus é viver perdendo tempo’. Eu não perdia um dia; eu ganhava seis ao descansar no sábado”. Ellen conta que certa vez um colega lhe perguntou como ela conseguia estudar todos os assuntos com o desfalque de um dia. “Eu disse a ele que reservar o sábado para Deus não fazia falta nos estudos, pois era um tempo separado para Ele e Ele mesmo era quem me capacitava para aprender todo o necessário nos demais dias. Este ano fiquei sabendo pelo coordenador que esse mesmo colega tinha plena certeza que seria o primeiro colocado no vestibular da universidade, mas quando saiu o resultado, eu tinha sido a primeira colocada geral. Depois ele disse para o coordenador que eu era demais. Na verdade, ele viu a atuação de Deus. O meu Deus é mesmo demais”.

“Estudar é um grande privilégio que Deus nos deu. Ellen White diz que devemos fazer de nossa vida estudantil a mais perfeita possível, pois passaremos por esse caminho apenas uma vez. Não é querer ser melhor do que os outros, mas buscar sempre se superar e ser o melhor que se pode em cada nível de estudo, desde o Ensino Primário. Não estamos sozinhos na jornada estudantil, e sim temos Aquele que tudo sabe ao nosso lado”, afirma como um recado aos jovens. [Equipe ASN, Rafaella Oliveira]

Retirado de ASN

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Wasthi – Uma jovem de fé!

agosto 15, 2011

Com o objetivo de guardar o sábado de acordo com um princípio bíblico, a Jovem Wasthi, repórter não deixou que seus objetivos fossem maiores que seus princípios. Terminou a conversa com a Ana dizendo que para Deus tudo é possível!

Vale a pena ver o testemunho!

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Mudando o Estilo de Música

julho 14, 2011

Recentemente passei por uma crise na minha vida espiritual em um aspecto que relevante: a música. Então, eu resolvi dividir isso com as pessoas para que possamos crescer juntos em Cristo. É muito importante para mim dividir com os outros o que o poder de Deus realizou em minha vida, pois da mesma maneira que esse poder realizou coisas maravilhosas na minha vida, também pode realizar na de qualquer cristão.

Eu não nasci na igreja e sempre gostei muito de música. Então,  ouvi músicas seculares durante toda a minha adolescência. Muito antes de entrar na igreja, eu tive contato com música gospel, mas ouvia poucas, a maioria das músicas que eu mais gostava eram seculares.

Então, eu comecei a frequentar a igreja. E conheci muitas músicas que falavam de Deus e Sua Palavra. Nessa época, eu deixei de ouvir músicas seculares realmente danosas e isso me fez muito bem e a maioria das músicas que eu ouvia eram gospel. Como eu escolhia sob um rigoroso critério as músicas seculares que eu ouvia e elas não passavam de 20 músicas, eu achava que elas não me fariam mal nem me separariam de Deus.

Daí começou uma época em que eu tive muitos afazeres. Era final de semestre na faculdade, eu estava com muitos trabalhos e provas; meu pai estava viajando e eu era a única pessoa que dirigia na minha casa, então eu tinha muitas responsabilidades. “Eu preciso de um tempo pra relaxar!”, pensava eu. E em vez de buscar a Deus e pedir que Ele aliviasse meu fardo, eu ia ouvir as músicas seculares. Com o tempo, embora as músicas seculares fossem a minoria, eu as ouvia com muita frequencia e também passei a querer saber mais sobre a vida de quem as cantava.

Então, eu comecei a suspeitar que estava idolatrando aquelas músicas. Eu busquei o pastor da minha igreja e falei sobre isso. Nossa conversa foi longa. Primeiramente, ele me aconselhou buscar músicas gospel que fossem em um estilo parecido. Nesse momento,  eu fale sobre a minha suspeita de idolatria (isso inclusive só foi possível com a atuação do Santo Espírito de Deus). Enquanto eu estava em casa, eu dizia para mim mesma “Eu não tenho certeza se isso tá acontecendo …”, mas naquele momento eu falei sobre a idolatria com uma convicção que surpreendeu a mim mesma. Eu falei “eu acho”, mas o meu tom de voz denunciou uma certeza que eu mesma não tinha aceitado até então. Ele disse que não era aconselhável ouvir aquelas músicas e se a idolatria realmente estivesse acontecendo, quanto mais rápido eu deixasse de ouvir, melhor.

Eu cheguei em casa meio abalada, sem saber muito como eu ia fazer isso. Eu fiz uma oração e refleti, mas, sinceramente, eu não me empenhei muito. Eu ainda não estava muito disposta a deixar as músicas e toda a admiração que eu tinha pelos cantores. Honestamente, eu não achava que fosse capaz de fazer isso ( e, de fato, sozinha, eu nunca conseguiria). Eu passei dois dias sem ouvir músicas seculares, só ouvindo música gospel e clássica. Aproveitei também pra fazer coisas diferentes. Isso surtiu um pouco de efeito, pois nos dias que se seguiram, eu diminui bastante as músicas seculares, deixei de pesquisar sobre a vida dos cantores, mas ainda não tinha deixado completamente minha idolatria.

Passei uma ou duas semanas dessa maneira, até que foi ficando claro para mim, cada vez mais, que não dava pra continuar em cima do muro. A cada dia, meu conflito aumentava e cada vez mais eu me deparava com a minha incapacidade de lidar com minha idolatria sozinha. Eu sabia que eu tinha que escolher, mas não sabia como eu ia viver sem as músicas.

Chegou a hora em que eu não conseguia esquecer meu conflito em lugar nenhum. E aquele convivio estava me deixando cada vez mais angustiada, eu não sabia mais sair daquela situação.

Nesse ponto, minha relação com Deus já estava bem abalada, mas continuava ouvindo músicas gospel.  Eu já não orava mais quando tinha um problema. Só orava na hora das refeições, antes de sair e etc. , mas quase não falava com Deus sobre o que estava acontecendo. Eu pedia só o essencial e depois, em relação ao meu problema, minhas palavras se resumiam a “tem misericórdia, dai-me forças e usa do Teu poder para comigo”. Honestamente, era um pedido de socorro.

Eu pedi a Deus forças para fazer aquela lição. Pode parecer exagero, é dificil estudar uma página? Mas para mim, naquela situação, era. Até porque o assunto era adoração. Até que, na terça-feira, a última frase da lição era essa: “O que quer que acariciemos que tenda a diminuir nosso amor para com Deus, ou seja incompatível com o culto a Ele devido, disso fazermos um deus.” (Patriarcas e Profetas, p 305.)

Quando eu li isso, por fora, eu continuei serena, parada, mas por dentro eu fiquei totalmente transtornada. Eu me senti como se tivesse levado um tapa na cara.

Da terça até sexta eu não conseguia passar muito tempo ouvindo música, mas eu procurava outras coisas pra fazer pra tentar fugir de tudo aquilo.

Chegou a sexta. 17:00. Faltava meia hora para o início do sábado e eu não sabia como eu ia passar aquele sábado. Eu estava realmente angustiada. 17:30. Eu não fiz o por-do-sol.

Daí eu pensei “Bom, eu tenho que fazer alguma coisa. Hoje é sábado e eu vou guardar o sábado, de alguma forma.” E foi nesse momento que Deus começou a mudar minha situação.

Aqui é importante resaltar uma coisa. A minha vitória sobre as músicas seculares só foi possível porque DEUS a realizou. Eu não pedi de maneira insistente para que Ele fizesse isso, eu me resumia a pedidos de socorro e eu sinceramente me perguntava o que Deus estaria achando de tudo aquilo, o que Ele faria. Na minha cabeça, eu não merecia que Ele fizesse alguma coisa por mim, eu havia transgredido tanto! Mas Ele ainda assim fez. ELE agiu e tirou o fardo de cima de mim, mansamente, e ,principalmente, com muito amor e cuidado. Ele, aos poucos, foi me mostrando que eu realmente deveria seguir a Ele. Mesmo depois de tanto errar, Ele ainda agiu ativamente para aliviar meu fardo. Como é grande o Seu amor!

Até que eu achei no youtube algumas entrevistas com cantores adventistas. Pelo menos bons exemplos eu ia ver. Esses videos foram muito importantes para mim. E foram atraves deles que Deus começou a falar comigo.

As entrevistas como um todo foram importantes para mim e é interessante que você as veja por completo, mas aqui eu vou ressaltar só algumas partes.

O primeiro video que eu vi foi este (Perfil Musical, com Rafaela Pinho e Leonardo Gonçalves): http://www.youtube.com/watch?v=s03LOm7ToS0&feature=related

” (…) porque a função do cantor, do pastor, não é só cantar, eles tem que mostrar o caráter de Cristo.”
(trecho de música) “Num mundo carente de amor, onde existe luta e dor, eu quero ser a Tua voz, levando paz aos corações. Entrego a ti a minha vida, Senhor, entrego a Ti tudo o que sou, como viver seu Teu amor? Renova meu ser e faz de mim um vaso novo, quebra e molda meu interior, da-me um novo coração, sei que Tens o melhor pra mim. “

O segundo video foi esse (Perfil Musical com Communion): http://www.youtube.com/watch?v=58K595zk068

Esse segundo video foi muito significativo ( não desmerecendo o primeiro, claro), pois, como foi dito na entrevista, eles já tiveram contato com o mundo secular e retornaram para Deus. É maravilhoso como Deus coloca as coisas certas, as pessoas certas no tempo certo.

Os cantores seculares me ensinaram a admirá-los, mas quem canta para Deus ensina a adorar a Deus e isso foi de fundamental importância para mim.

A lição que Deus estava me dando só estava começando. Na Escola Sabatina que, entre outros assuntos, falava sobre a adoração ao bezerro de ouro (como acreditar em coencidências quando se está sendo tão bem cuidada por Deus?), os ensinamentos continuavam.

Em um dado momento, um irmão falou que Deus nos ensinava pacientemente o caminho a seguir. Eu, que na terça-feira havia sentido como se estivesse levando um tapa na cara pela frase lida na lição, percebi que não era intenção de Deus me fazer sentir um tapa na cara, Ele estava me ensinando e me alertando para aquilo que eu estava fazendo, com amor. E as lições continuaram por toda a Escola Sabatina.

Eu sempre tive vontade de ser ativa na minha igreja de algum modo, mas eu ainda não sabia como e sinceramente ainda vou descobrir. Eu sempre peço a Deus para que Ele me mostre a maneira pela qual eu posso fazer isso. Nesse dia, eu fui escalada para entregar marcas-páginas de boas-vindas para os visitantes. Eu sei que pode parecer bobagem, mas para mim, naquele momento em que eu me sentia tão mal, fazer algo para Deus foi tão importante! Deus me mostrou que ainda havia dentro de mim vontade de servi-lo e de fazer algo pela Sua obra. Isso me animou bastante.

Chagou o momento da pregação. O nome da pregação é “Religião alicerçada na Rocha”. Aqui, através de um irmão, Deus me deu tudo o que eu precisava para deixar minha idolatria.

Aqui novamente vou escrever partes na pregação que foram importantes para mim, mas é interessante que você a esculte por inteiro:http://iasdaldeota.org.br/atualidades/religiao-alicercada-na-rocha-volnei/

Enquanto eu ouvia a pregação, o que eu estava passando ia girando pela minha cabeça e o que o pregador falava ia me fazendo ver o sentido de voltar para Deus.

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” (parte do texto base, Mateus 7:24-27)

“Ficar apenas maravilhado com a pregação de Jesus não transforma ninguém, (…) não resolve o problema do vazio existencial, não leva ninguém para o Céu, cumprir o que Ele diz, sim. Na multidão que ouvia o discurso de Jesus naquele dia, haviam muitos tolos que ficaram boquiabertos, mas se perderam porque apenas admiravam.” Nesse momento, eu vi que eu não estava vivendo a Palavra. Eu me vi distante do Céu, vi a possibilidade de me perder e isso me deixou profundamente triste e muito inquieta. Eu tirei minha primeira conclusão: “Não vale à pena ouvir músicas seculares e deixar de viver com Deus. Não vale à pena trocar o amor de Deus por esses músicas e nem por nada!” E as lições continuavam:

“Na nossa vida, muitas vezes, as tempestades também tem um motivo. E é muito ruim quando a causa para essas tempestades somos nós mesmos. ”

“(…) o segundo alvo dele (Satanás) agora é derrubar a casa (caráter) que você construiu, através de tempestades. E para fazer isso, ele faz uso de três tipos de tempestades: a primeira delas é dor e sofrimento, (…) mas quando o inimigo não consegue destruir o ser humano com o primeiro tipo de tempestade, ele vem com o segundo tipo, que é totalmente o oposto do primeiro, que é uma brisa suave.”
“Como ele não conseguiu destruir José pela dor e sofrimento, ele usou a brisa suave em forma de prazer ilícito.”
As palavras “prazer ilícito” ecoaram na minha cabeça. Eram justamente as músicas seculares, era exatamente o que estava passando. Eu entendi que as músicas seculares que eu dizia gostar tanto eram uma armadilha de Satanás para me destruir e me afastar de Deus. Satanás estava tentando me pegar pela brisa suave e eu estava permitindo. Porém, cada vez mais, eu estava disposta a por um fim nisso. Eu vi como era importante e urgente que eu parasse de ouvir aquelas músicas, não importava como elas fossem. Que obra Deus relaizava no meu coração! ELE me fez ter força para deixar de ouvir aquelas músicas. Eu estava decidida a excluir todas as músicas seculares do meu coração, da minha mente e também de todos os meios que eu possuia para ouvir esse tipo de música.

“Se algum dia Satanás sugerir essa segunda tempestade a você, faça como José, como ele falou para aquela mulher: “Como cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra o meu Deus?””

“Apocalispe 2:10, Deus nos promete algo maravilhoso: “Não temas as coisas que tens de sofrer” e a última parte “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida.””  E ainda:

“Deus honra aqueles que obedecem aos Seus ensinos.”

Quando eu cheguei em casa, exclui todas as músicas seculares que eu tinha no meu computador, inclusive músicas gospel cantadas por cantores seculares(e me comprometi a procurar outras versões delas.).

Então, comecei a estudar o resto da lição, que eu só tinha estudado até a terça-feira, para em seguida começar a escrever esse testemunho. E aí aconteceu que eu comecei a me lembrar de uma das músicas seculares que tinha acabado de excluir e por um momento passou pela minha cabeça que poderia ser dificil esquecê-las, mas eu estava decidida. Não ia mais ouvir as músicas. Então, me ajoelhei e pedi a Deus, que pelo SEU poder, eu deixasse de gostar daquelas músicas. Pedi também que Ele fizesse chegar até a mim músicas gospel que eu iria gostar e que tudo aquilo que chegasse aos meus ouvidos fosse pela Sua permissão. E isso se repetiu por mais algumas vezes durante o resto do sábado e no dia seguinte, mas eu me sentia e me sinto forte porque agora eu estou sob o poder de Deus e eu sei que eu vou esquecer essas músicas tão perigosas.

Eu deixei de querer resolver meu problema por mim mesma e pedi que Deus fizesse isso. Eu encherguei a minha dependência em relação a Ele. Isso fez muita diferença.

Desde que tudo isso aconteceu, eu tenho pedido muito a Deus que me dê forças para continuar nos Seus caminhos para sempre e para continuar firme no meu posicionamento caso eu sofra alguma tentação, mas tudo o que eu já aprendi, coisas ensinadas por Deus, me fazem sentir forte pra encarar isso, sentir uma força que eu sei que vem de Deus. Eu sei que serei muito feliz assim e que estou no caminho correto.

Depois de tudo isso, eu percebi uma enorme diferença entre ouvir músicas seculares e ouvir músicas de Deus. Quando eu me lembro da sensação de ouvir a música mais bonita que eu conhecia, por mais bonita que ela fosse, tinha algo que continuava vazio dentro de mim quando eu ouvia. Isso fazia com que eu ouvisse de maneira repetitiva e eu me sentia ansiosa quando ouvia. Sem contar a tendência que se tem em idolatrar as pessoas que cantam.  Mesmo com meu rigoroso critério, as músicas que eu ouvia ainda tinham coisas que não eram de Deus e ouvir essas coisas me deixava muito desconfortável, mesmo que fosse só um detalhe, sem contar que eu acaba absorvendo essas coisas.

Ouvir uma música de Deus me trouxe uma sensação completamente diferente. Eu sinto que meu coração é preenchido por um amor que eu não sinto com nada deste mundo. Uma sensação que me deixa feliz, tranquila, que me da uma serenidade que eu não encontro em nenhum outro lugar. Eu não troco isso por mais nada. E se eu esculto a música mais de uma vez, não é querendo preencher algo que esta vazio, é para repetir uma sensação que já é plena, sensação essa que é dada por Deus.

Nesse momento se inicia uma nova fase na minha vida. E eu sei que o fato de eu ouvir apenas música gospel vai trazer muitas mudanças significativas para mim. Desde já, sei que minha relação com Deus irá mudar pra melhor e serei uma pessoa muito melhor com isso. Sei que a música, agora mais que nunca, vai ser uma aliada para que eu tenha uma vida melhor.

Da mesma maneira que Deus me deu forças e me fez fazer coisas que achei não ser capaz, Ele pode fazer na vida de qualquer um, basta abrir o coração para Ele.  O caminho de Deus é o que trás mais felicidade, sem sombra de dúvida.  Meu objetivo em escrever esse testemunho foi ajudar outras pessoas no seu caminho em direção a Cristo. Espero realmente ter atingido esse objetivo, pois, como disse Paulo, “vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausentee, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica” (Fp 1:27)

Este testemunho foi enviado ao PortalJA.
Envie o seu também para : portalja@portalja.com.br

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Metamorfose: do darwinismo para o criacionismo

junho 11, 2011

Abandonei a ideia da macroevolução e o naturalismo filosófico quando estudava no curso técnico de química. Sempre fui amante da ciência e, por isso, naturalmente cético. Quando soube que o darwinismo tinha graves insuficiências epistêmicas, passei a estudar o assunto mais a fundo. Deparei-me com o argumento da complexidade irredutível, de Michael Behe, e com a tremenda dificuldade que o darwinismo tem em explicar a origem da informação complexa e específica. De onde surgiu a informação genética necessária para fazer funcionar a primeira célula? De onde proveio o acréscimo de informação necessária para dar origem a novos planos corporais e às melhorias biológicas? O passo seguinte foi buscar um modelo que me fornecesse respostas ao enigma do código sem o codificador, do design sem o designer, da informação sem a fonte de informações. Fiquei aturdido com a complexidade física do Universo e com a complexidade integrada da vida. Nessas pesquisas, descobri que o criacionismo é a cosmovisão que associa coerentemente conhecimento científico e conhecimento bíblico. E me descobri em boa companhia ao saber que grandes cientistas como Galileu, Copérnico, Newton, Pascal, Pasteur e outros não viam contradição significativa entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã. Usei meu ceticismo, fui atrás das evidências – levassem aonde levassem – e me surpreendi com uma interpretação simples e não anticientífica para as origens. Resultado? Tornei-me criacionista.

Michelson Borges, jornalista (UFSC) e mestre em teologia (Unasp)

Assista à palestra “Metamorfose”, na qual conto a história da minha conversão (em duas partes):


Leia o livro A História da Vida. Nele reúno os principais argumentos que me fizeram rever meus conceitos.

Leia também o e-book www.deusnosuniu.com, que conta a história da conversão de Michelson e Débora Borges e a maneira como se conheceram.

 (Michelson Borges, jornalista e mestre em teologia)
Retirado de Criacionismo
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Testemunhando o Vestibular

maio 7, 2010

“Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim com tu queres”. Mat. 26:39

Sempre fiquei impressionado com as explícitas promessas divinas de bênçãos para o ser humano. E quando falo “sempre”, não chego a exagerar, pois fui criado desde pequeno em uma religião cristã. Ouvia histórias de heróis bíblicos como Moisés, José, Davi e outros; sempre com um ar de admiração e com uma pontinha de vontade de, quando crescesse, tornar-me um deles. O tempo passou, tornei-me ativo na igreja. Era professor da Escola Sabatina e Desbravador. Gostava muito de doutrina e acabei me dedicando bastante à leitura e estudo do Espírito de Profecia. Acabei por tornar-me um tanto quanto diferente da maioria dos meus amigos e colegas, em plena adolescência era um árduo estudioso das Escrituras.

Mantinha, nesta época, uma correspondência com um tio em São Paulo, trocávamos cartas nas quais religião era assunto corriqueiro. Sentia-me o próprio Timóteo ao corresponder-se com seu mentor Paulo.

Na minha vida escolar começaram os questionamentos sobre o futuro. Qual seria a minha escolha profissional? Tinha um bom rendimento escolar em uma boa escola. Aparentemente isto me daria substrato para poder almejar altos vôos. À época, o que me atraía mais como atividade eram minhas aventuras como desbravador e, graças a algumas influências externas, acabei por decidir seguir a carreira militar. Almejava formar-me como oficial do exército e aventurar-me pelo Brasil afora. Escalar, mergulhar, saltar de pára-quedas e embrenhar-me nas matas, era isso o que queria para o meu futuro. A idéia amadureceu e, naturalmente, chegou ao conhecimento do meu tio de São Paulo.

Recebo, então, uma carta. Poderia até chamar de carta-bomba. Nela, aquele meu tio expunha a incongruência de um cristão seguir a carreira que eu estava desejando. Incluída na profissão que havia escolhido estava a cultura da guerra, onde pessoas matam e destroem vidas alheias.

Pronto. E agora? O que fazer? Meus planos estavam traçados e de repente os via sumirem como que apagados por uma cruel borracha. Ajoelhei-me e abri meu coração para Deus. Contei para Ele toda a minha angústia e pedi que Ele me mostrasse um caminho.

Poucos dias depois recebi a visita de um primo muito querido. Conversamos por um bom tempo e percebi que Deus havia me respondido. Meu primo é médico e enquanto conversávamos minha mente foi desanuviando-se e um esboço de um novo caminho foi traçado. Apenas um esboço, pois jamais imaginaria a trilha que ainda teria que percorrer.

Para encurtar a história, prestei vestibular logo após terminar o ensino médio (na época chamava-se Segundo Grau). Não passei. Mas como não tinha estudado o suficiente e sempre soube que temos que fazer a nossa parte para que Deus faça a dEle, encarei com naturalidade e comecei a estudar para o próximo concurso, no qual também não passei. Como também o seguinte.

Será que eu tinha entendido errado? O que faltava fazer? Sabia ser inteligente o bastante e não conseguia entender a disparidade entre o meu conhecimento e o resultado das provas. Concluí que as histórias bíblicas não se repetem, pelo menos não comigo.

Comecei a cursar a faculdade de fisioterapia. Fui um péssimo aluno enquanto freqüentei o curso. Nessa época, minha irmã estava em São Paulo, fazendo pós-graduação em Direito. Em uma de nossas conversas ela perguntou se eu estava satisfeito com a faculdade e se me interessaria em tentar o vestibular em São Paulo. Afinal de contas, em São Paulo há muitas faculdades de medicina e, assim sendo, maior chance de aprovação.

Não havia tempo a perder, em poucos dias encerravam-se as inscrições para o vestibular e em menos de uma semana já estava desembarcando no aeroporto de São Paulo.

Logo que cheguei, a surpresa. Com exceção de um vestibular, todos os outros tinham provas no sábado, algo que me impossibilitava de prestá-los. Somente um, o mais disputado e difícil deles, não tinha provas no sábado.

Mais uma vez meus planos mudam. Ao invés de prestar a prova competitivamente, eu faria apenas como experiência e passaria todo o ano seguinte estudando e prestar, aí sim, pra valer. Não era falta de confiança ou algo do gênero; eu não poderia ignorar o fato que passara quase um ano sem pegar em matéria de vestibular e vinha de fracassos em um vestibular com cerca de dez por cento do número de concorrentes do atual.

Freqüentei um cursinho por dois meses para tentar revisar pelo menos parte da matéria. É curioso lembrar que eu era o único candidato de medicina na minha classe. Ninguém seria louco de achar que teria chance estudando por dois meses. Na verdade, eu também. Daí o improvável aconteceu, consegui passar na primeira fase; não podemos dizer que era grande coisa considerando o que ainda faltava. No cursinho, após a primeira fase, quando reuniram todas as salas de alunos concorrendo para medicina, eu tive que parar de freqüentar já no primeiro dia, pois não conseguia acompanhar o nível das aulas e dos colegas. Para se ter uma idéia, na primeira aula, não consegui sequer identificar de qual matéria o professor tratava. Fui para casa e não pisei mais no cursinho.

Realmente, não pisei mais lá. O passo seguinte foi a segundo fase, feita com a tranqüilidade de quem não tem menor chance de aprovação. Apesar de toda improbabilidade, quase impossibilidade, fui aprovado no vestibular de medicina mais concorrido do país!

Lembro-me de que, quando não fui aprovado no vestibular em Fortaleza, senti uma ponta de revolta. Havia desistido de meus planos para seguir os planos de Deus e Ele me virou as costas quando precisei dEle no vestibular. Hoje posso ver que, se não fiz faculdade em Fortaleza foi porque Ele havia reservado algo melhor do que eu poderia imaginar para mim.

Lembro também que quando prestei vestibular pela primeira vez, minha oração foi para que Deus me ajudasse a passar no vestibular; na última vez, pedi para que Ele decidisse o resultado, qualquer que fosse, mas que Ele decidisse. Mais importante que se preparar para passar na prova foi estar pronto para não passar caso Deus assim o desejasse.

Por vezes esquecemos a importância que tem o livre arbítrio. Pedimos que Deus nos ajude em nossa vida, mas a seguramos em nossas mãos querendo escolher nosso próprio destino. Ele não é um tirano, não vai tomar nosso destino de nossas mãos à força, temos que entregar nossa vida a Ele e deixarmos que cuide de nós com Seu infinito amor.

A figura e o exemplo de Jesus me vêm à mente. No Getsêmani, em Sua agonia, apesar de ter Ele todo o poder, abdicou de Sua própria vontade entregando Seu destino ao Pai. Não foi ao pedir alívio que Ele o conseguiu, mas foi ao despojar-Se de Si mesmo. O Pai, então, enviou Seu mensageiro para levar-lhe consolo. E é graças à Sua escolha que temos hoje um Redentor, conhecedor de nossas dores e inseguranças e capaz de nos socorrer sempre que permitirmos que Ele o faça.

Obrigado, Jesus. Obrigado, Pai.

Dr. Christian Ximenes

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Duas coisinhas fundamentais

novembro 21, 2008

Duas coisinhas fundamentaisOntem tive a oportunidade de ir a um hospital com pacientes com câncer. Chegando lá, conversei um bom tempo com uma jovem. Seu nome é Iamara, uma moça de 26 anos, estudante de ciências contábeis, que, infelizmente, tem lutado contra o câncer há dois anos. Ela foi diagnosticada com câncer no intestino grosso. Ano passado, fez uma cirurgia para remoção da parte que estava afetada no intestino grosso e também os ovários, no qual o câncer já havia se alastrado.

Batemos um papo por quase duas horas. Ela se mostrava calma, com um semblante sereno, porém sentindo pequenos tremores e dormência nos pés e mãos devido ao tratamento. Fico imaginando a situação de uma moça como essa: jovem, com toda uma vida pela frente, teve que parar os estudos por causa da doença; agora se encontra numa enfermaria com mais três pessoas, acompanhada de sua mãe e com uma doença que tem o poder se alastrar facilmente por todo o corpo.

Já pensou se você estivesse numa situação como essa?!

Fico meditando no privilégio que temos todos os dias de desfrutar a vida, a saúde e mesmo assim não dar valor a essas duas coisas tão simples, porém tão essenciais. Fico pensando em quantas vezes nos sobrecarregamos de preocupações pessoais e não notamos esses dons que Deus nos dá, em contraste com essas pessoas que batalham pela simples situação de saúde e muitas vezes deixam todos os seus objetivos e conquistas pessoais de lado.

Você já pensou quanto tempo você passa pensando em arranjar uma namorada, ou no tanto de coisa que você tem que estudar ou quem sabe num emprego e quanto tempo você pára pra perceber essas duas coisinhas fundamentais?

Penso muito também sobre quantas vezes temos negligenciado essas pessoas. São crianças, jovens, adultos, idosos que passam por sofrimentos terríveis, e que, às vezes, necessitam apenas de uma palavra de esperança, um sorriso, uma conversa, uma motivação. O pior é pensar que temos essa Palavra, que podemos dar um sorriso, que podemos ajudar essas pessoas e não temos feito.

Está mais do que na hora de seguir o exemplo do Mestre, que passou mais tempo curando e restaurando as necessidades das pessoais do que pregando.

“Os servos de Cristo devem seguir-Lhe o exemplo. Andando de lugar em lugar, consolava Ele os seguidores e curava os enfermos. Apresentado-lhes, então, as grandes verdades concernentes ao Seu reino. Esta é a obra de Seus seguidores” Serviço Cristão, págs. 100 e 101

“O exemplo de Cristo deve ser imitado por quem professa ser filho de Deus. Aliviai as necessidades materiais de vossos semelhantes, e sua gratidão quebrará barreias, permitindo cativar-lhes o coração. Considerai seriamente este assunto.” Serviço Cristão, pág. 101

“Muitas pessoas que não pertencem a nossa fé, estão anelando o próprio auxílio que os cristãos têm o dever de dar. Caso o povo de Deus mostrasse genuíno interesse em seu próximo, muitos seriam alcançados pelas verdades especiais para este tempo.” Serviço Cristão, pág. 103

Um abraço,

FSM

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CREIA! Ele é o Deus do Impossível!

março 1, 2008

Jesus“No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve.E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos.” Mateus 28:1-4

“Lentamente passara a noite do primeiro dia da semana. Havia soado a hora mais escura, exatamente antes do raiar da aurora. Cristo continuava prisioneiro em Seu estreito sepulcro. A grande pedra estava em seu lugar; intato, o selo romano; a guarda, de sentinela.” ¹

Então, chegou o anjo e “O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve. E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos.” Mateus 28:3 e 4

Ali estavam “bravos soldados que nunca se atemorizaram diante do poder humano”¹.Imagino eles como guerreiros fortes e corajosos. Acho que daria medo estar perto de um deles. Mas que “são agora como cativos aprisionados sem espada nem lança” e que “ficaram como se estivessem mortos”.

Pense ai… Se apenas um anjo fez tudo isso, imagine o poder no nosso Deus, Maravilhoso, Grandioso, Eterno, Onipotente, Onipresente, e Criador de todo o Universo.

Esse semestre na faculdade ia ter problemas com uma matéria por causa do sábado, mas o número aumentou para duas: Patologia e Parasitologia. Duas matérias muito importantes e com carga-horária elevada. Não podia simplesmente faltar às aulas, porque há reprovação por falta. Estava preocupado, mas coloquei nas mãos do Senhor. Acredito que é da vontade dEle que eu siga esse curso. Não prometeu que teria problemas, mas que irei conseguir.

Não estava programado de ter aula no sábado de Patologia, mas no primeiro dia de aula, às 7:30 da manhã descobri que a professora dessa disciplina não ia poder dar aula. Assim, dois novos professores assumiram a matéria e iria ter aula no dia do Senhor. Um deles é uma professora com quem já tive aula nos dois semestres passados e que é bastante compreensiva.

Orei muito a Deus, pra que tudo se resolvesse. Falei com ela, e arranjamos uma solução. Ao invés de assistir aula ao sábado vou assistir durante a semana com outra turma.

Mas faltava a parasitologia. E agora?! Tinha ido em outra universidade para ver o preço para fazer só essa disciplina, mas era muito caro e não tinha condições de fazer lá. Depois, fui falar com o meu coordenador e ele falou que esse semestre iria ter uma turma especial de parasitologia, pois muitos alunos reprovaram semestre passado.

Ele falou “por sorte”…. Mas foi esse Deus maravilhoso que fez, tem feito e vai fazer o que for preciso para continuar!!!! Olha que interessante: teve uma turma especial, justamente quando eu ia estar nesse semestre precisando da turma!

“Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível.” Mateus 17:20

Se pedirmos uma coisa e for da vontade de Deus, podemos crer que a oração já está atendida.

Às vezes passamos por dificuldades, aflições, provações, tentações, mas nosso Deus pode tudo fazer. CREIA! ELE É O DEUS DO IMPOSSÍVEL!

¹O Desejado de Todas as Nações, pág. 779

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Um jogo de bola na praia

janeiro 18, 2008

MaragogiEstava em Maragogi, uma praia linda localizada na fronteira entre Alagoas e Pernambuco cujas águas cristalinas permitem ver os peixes indo e vindo. Lá passei alguns dias de férias. E em um deles fomos jogar bola à beira do mar.

Éramos quatro e começamos a jogar com uma bola novinha que meu primo tinha ganhado recentemente e que não possuía outra igual. Dava muito valor a ela.Bola Azul

Paramos para descansar um pouco. Sentamos na areia, começamos a conversar e a bola ficou a uma certa distância de nós.

Conversa vai e conversa vem, acabamos nos distraindo.Paramos para ver onde estava a bola e não a encontramos mais. Não estava onde deixamos. Suspeitamos de um rapaz, que vendia coco. Um dos quatro, notou que ele havia parado no local da bola e depois prosseguido Binoculorápido.

Notamos: e agora?! Ele vai chorar quando souber que não estamos com a bola dele!

Depois do acontecimento me veio a mente a história em que Jesus disse para vigiar e orar (Mateus 26:36-46). Jesus estava se aproximando do momento em que decidiria o destino do mundo. Estava em agonia, depressão e desânimo no Getsemani. “Sentira Ele o anseio da companhia, de algumas palavras dos discípulos, que trouxessem alívio e quebrassem o encanto das trevas que quase O venciam.” ¹

Mandou os discípulos orarem e vigiarem, mas quando vTravesseirooltava os encontrava dormindo. “Assim, quando o Salvador Se encontrava em mais necessidade das simpatias e orações deles, foram achados dormindo” ²

Assim somos nós. Às vezes dormimos como os discípulos. Jesus está voltando e como temos administrado nosso tempo e os dons que Ele tem nos dado? Quantas vezes perdemos até o privilégio de conversar com o Deus Criador de bilhões de galáxias? Quantas vezes deixamos de ler a Palavra de Deus?

É interessante que mesmo não obedecendo o Mestre, Ele “não os reprovou, mas disse ‘Vigiai e Orai, pra que não entreis em tentação.’”³ Mesmo naquele momento de muita agonia, “A fraqueza dos discípulos despertou a simpatia de Jesus. Temia que não fossem capazes de resistir à prova que lhes sobreviria em Sua entrega e morte.”4

Cristo não queria apenas, que orassem por Seu Mestre, mas que vigiassem e orassem por causa deles mesmos. Sabe por que Pedro negou Jesus três vezes?

Fora por dormir quando Jesus lhe recomendara vigiar e orar, que Pedro preparara o caminho para seu grande pecado. Todos os discípulos, dormindo na hora crítica, sofreram grande dano. Cristo sabia a cruel prova por que eles haviam de passar. Sabia como Satanás havia de agir para lhes paralisar os sentidos, a fim de se acharem desapercebidos para a prova. Fora por isso que lhes dera aviso. Houvessem aquelas horas no horto sido passadas em vigília e oração, e Pedro não teria ficado dependente de suas débeis forças. Não teria negado a seu Senhor. Houvessem os discípulos velado com Cristo em Sua agonia, e estariam preparados para Lhe contemplar os sofrimentos na cruz. Teriam compreendido, até certo ponto, a natureza de Sua avassaladora angústia. Teriam podido recordar-Lhe as palavras predizendo os sofrimentos, a morte e a ressurreição. Entre as sombras da mais probante hora, alguns raios de esperança teriam aclarado as trevas e lhes sustido a fé.” 5

Outro dia encontramos a bola. Estava com um garoto que disse ter encontrado.

Não sabemos nem importa o que foi que aconteceu com a bola. É só um objeto. O que importa é que temos que VIGIAR mais. ORAR mais.

Um abraço,

Felipe Scipião

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1 DTN*, pág. 690 2 DTN, págs. 689 3 DTN, págs. 689 4 DTN, págs.6895DTN, págs. 713 e 714

*Desejado de Todas as Nações

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Uma Caneta e uma Grande Lição!

novembro 13, 2007
Caneta e amor Tive uma prova hoje de manhã e fui sem caneta (que irresponsável né? rsrsr). Pedi a alguns amigos uma para usar, mas não tinham, só a que usavam. E eu já estava nervoso, pois a professora já estava distribuindo as provas. Até que pedi a um amigo meu. Ele tinha uma única caneta, também iria fazer a prova, mas fez questão de mesmo assim me dar. Saiu da sala e foi tentar arranjar uma pra ele.Que exemplo!
Pensei nisso depois nisso. Será que se fosse ele me pedindo eu faria a mesma coisa? Talvez não. Fiquei triste ao pensar que talvez faria a mesma coisa que as outras pessoas. Impressionante, como ele que não conhecesse o amor de Jesus como eu e tem defeitos, maus hábitos do mundo, mas teve essa grande atitude.
Isso me fez pensar no quanto temos errado com o próximo. Somos muitos egoístas. Nos preocupamos muito com o eu e esquecemos a pessoa que está do nosso lado. Foi uma lição sobre o amor do nosso Salvador. Deixou todo o Céu, onde não existe choro, angústia, pranto e nenhuma lágrima sequer para vir a esse muito cheio dessas coisas, para dar a Sua própria vida, pra que eu, não merecedor e pecador, um dia recebesse a benção da salvação.

Só o que precisamos é ser mais parecidos com Jesus. Que possamos nos esforçar um pouco mais para ser mais semelhante a nosso maravilhoso Mestre e compartilhar esse amor tão evidente na Sua vida.

Jesus prosseguiu, dizendo: Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto.

Casualmente, descia um sacerdote por aquele mesmo caminho e, vendo-o, passou de largo.

Semelhantemente, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo.

Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele.

E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.

No dia seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar.

Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?

Respondeu-lhe o intérprete da Lei: O que usou de misericórdia para com ele. Então, lhe disse: Vai e procede tu de igual modo“ Lucas 10:30-37

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