Arquivo da categoria ‘Vinicius’

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Àgua X Coca-Cola

Maio 13, 2008

75% dos Americanos estão cronicamente desidratados (Assim como metade da população mundial.). 

Em 37% dos Americanos, o mecanismo da sede é tão fraco que é muitas vezes confundido com fome. Mesmo uma desidratação LEVE irá desacelerar o metabolismo de uma pessoa em até 3%.

Um copo de água desfez acessos noturnos de fome para quase 100% das pessoas em dieta de um grupo de estudo da Universidade de Washington. Falta de água é o gatilho número 1 da fadiga diurna.

Pesquisas preliminares indicam que 8 a 10 copos de água por dia podem diminuir significativamente as dores nas costas e juntas para aproximadamente 80% das vítimas desses males.

Uma simples queda de 2% no volume de água no corpo pode disparar efeitos de”nebulosidade” na memória, dificuldades com matemática básica, e dificuldade em focar a visão em telas de computador e páginas de texto impresso.

Beber 5 copos de água diariamente diminui o risco de câncer no cólon em 45%, e pode reduzir o risco de câncer de mama em 79% e deixar a pessoa com 50% menos risco de desenvolver câncer na bexiga.

Você tem bebido a quantidade de água ideal para o seu organismo todo dia? Coca-Cola é isso aí! Em muitos estados Americanos, patrulheiros rodoviários carregam dois galões de Coke na viatura para remover sangue do asfalto depois de um acidente de carro…

Você pode pôr um bife em uma vasilha com Coca-Cola e ele desaparecerá em dois dias. Para limpar uma privada: Despeje uma lata de Coca-Cola no vaso sanitário e deixe por uma hora, depois dê descarga. O ácido cítrico contido na Coca-Cola remove manchas em porcelana.

Para remover manchas em pára-choques cromados de carros antigos: Esfregue a peça com um pedaço de papel alumínio amassado embebido em Coca-Cola.

Para remover a corrosão nos terminais da bateria do carro: Derrame uma lata de Coke sobre os terminais e veja a sujeira desaparecer em meio às “borbulhas”…

Para soltar um pino enferrujado: Aplique um pano esopado de Coca-Cola ao pino por vários minutos. Para assar rapidamente um presunto: Esvazie uma lata de Coca-Cola na assadeira, embrulhe o presunto em alumínio e asse. Trinta minutos para retirar. Deixe a gordura que se soltou do presunto se misturar com a Coca para um delicioso (e mortal) molho.

Para remover gordura das roupas: Esvazie uma lata de Coca em um monte de roupas sujas, adicione detergente e deixe lavar em um ciclo normal da máquina. A Coca-Cola soltará as manchas de gordura. Coca também remove aquela sujeira que gruda no pára-brisa do seu carro depois de uma viajem.

Para sua informação: O ingrediente ativo da Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é de 2.8. O suficiente para dissolver um prego em 4 dias. Para carregar o xarope da Coca-Cola (o concentrado que é dissolvido em água gaseificada para produzir o refrigerante) o caminhão de carga deve usar a sinalização de “Material Perigoso” reservada a materiais altamente corrosivos.

Os distribuidores de Coca-Cola têm usado o produto para limpar os motores de seus caminhões por mais ou menos 20 anos! Ainda quer curtir o sabor? “Beba Coca-Cola!”

Abraços
Vinicius A. Miranda

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Domando a telinha

Maio 7, 2008

Plim plim! Do início ao fim de cada dia, quantas pessoas não gastam uma boa parte do seu tempo ligadas neste som e conectadas às suas imagens? Sem fugir a esta realidade, às  vezes eu paro para pensar no tamanho da influência que esse tempo passado na frente da TV vai ter na vida, principalmente dos jovens.

Se a gente parar para analisar, a programação diária, de ponta a ponta, por melhores que sejam alguns programas, a quantia de lixo mascarado que é jogada sobre a mente é grande demais. E a maior parte de nós, ligados nas emoções dos programas que assistimos, não damos bola para o impacto que estamos recebendo. Imagem/divulgaçãoNão esqueça: “uma imagem, vale mais do que mil palavras” principalmente para influenciar o subconsciente, o  comportamento e em conseqüência a vida. Por isso, quero deixar para você refletir, e depois agir, nove motivos porque  compensa domar a telinha, ou seja, ter critérios definidos e fortes para com os programas de televisão.

 
1. A TV estimula o isolamento e reduz a sociabilidade; inibe a criatividade o envolvimento e a curiosidade.
2. A TV limita o crescimento da capacidade cerebral, pois a maioria dos programas não exigem participação ativa do telespectador. 
3. A TV apresenta programas que criam falsas idéias, alienando a pessoa da realidade.
4. A TV expõe excessivamente o telespectador à violência e à pornografia.
5. A TV rouba o envolvimento com leituras, estudo, esportes, e outras formas de lazer,pois prende a pessoa por horas a fio.
6. A TV ocasiona a fadiga ocular.
7. A TV produz programas com mensagens dúbias, que a personalidade tem dificuldade de discriminar e selecionar.
8. A TV induz a comportamentos inadequados que se tornam aceitos, pelas circunstâncias como são apresentadas.
9. A TV é um grande estímulo à moda, aos vícios e ao consumismo.
 
Diante dessa situação, é hora de parar para pensar, e tomar algumas atitudes. A primeira delas é a de domar, e não ser domado pela telinha. Ao invés de se assentar na frente da TV e deixar o tempo passar, você precisa começar a escolher os programas que valem a pena ser assistidos, assisti-los com senso crítico, e o melhor, começar a ocupar o seu tempo vago com coisas mais construtivas.
 
Diante disso, o conselho de Paulo, cai muito bem. Ele diz, inspirado por Deus: “Quanto ao mais irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto…(veja as outras características) que isto ocupe o vosso pensamento.” (Filip. 4:8). Se você mudar para melhor o tipo de influência que age sobre seus pensamentos, todas as outras mudanças que você busca para sua vida se tornarão mais fáceis, porque a sua ligação com Deus vai ser desobstruída.
 
A escolha é sua! É difícil? Sem dúvida que sim, mas se você buscar o poder de Deus, Ele vai lhe ajudar a quebrar todas as barreiras, e o impossível vai se tornar real. Este é só um empurrãozinho, mas vá a luta, quem vai ganhar será você!

Abraços
Vinicius A. Miranda
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Adoração jovem No Contexto do Culto Racional

Abril 23, 2008

A clara compreensão do conceito de adoração e seu verdadeiro significado é essencial ao ministério jovem. A organização de jovens da Igreja deve ajudar os membros, em geral, e a juventude, em particular, a compreenderem essa importante faceta de sua experiência cristã.

Reuniões de companheirismo, de louvor e sociais, de forma nenhuma deverão substituir o verdadeiro culto, que é, ao mesmo tempo, contemplação, admiração e reconhecimento da grandeza de Deus.

Adorar a Deus é algo que requer o preparo da pessoa antes que ela compareça ao local de culto, e os passos essenciais para esse preparo são o arrependimento e a confissão. Isto abre o coração à influência do Espírito Santo, ajudando o adorador a tomar mais clara consciência da presença de Deus.

A reconciliação de nossas diferenças tornará a adoração uma experiência viva, estimulando o espírito de amor, paz e harmonia. O Senhor deixou, através da inspiração, luz suficiente para que, a despeito de idade ou cultura, a genuína adoração possa ser reconhecida e praticada.

Note o que diz o livro Testemunhos Seletos, vol. II, págs. 251 e 252: “Nossas reuniões devem oferecer o maior interesse possível. Deve imperar ali a própria atmosfera do Céu. As orações e discursos não devem ser prolixos e enfadonhos, apenas para encher o tempo.

“Todos devem, espontaneamente e com pontualidade, contribuir com sua parte e, esgotada a hora, a reunião deve ser pontualmente encerrada. Deste modo será conservado vivo o interesse. Nisto está o culto agradável a Deus. Seu culto deve ser interessante e atraente, não se permitindo que degenere em formalidade insípida. Devemos dia a dia, hora a hora, minuto a minuto viver para Cristo; então Ele habitará em nosso coração e, ao nos reunirmos, Seu amor em nós será como uma fonte no deserto, que a todos refrigera, incutindo nas almas esmorecidas um desejo ardente de sorver da água da vida.”

Igreja unida

Contrariando a crença popular, não existe uma igreja de ontem, e nem uma de amanhã; somente a igreja de hoje, onde jovens e idosos comparecem juntos para adorar e servir ao Senhor. Essa junção de todos apresenta a chave da adoração.

Ordem e informação: são essenciais. Todos os que se envolvem no encontro JA devem estar conscientes daquilo que está ocorrendo, para que a reunião transcorra sem sobressaltos.

Jovens participando de todas as reuniões: é de responsabilidade do líder de jovens ajudá-los a compreender que sempre que as portas da igreja se abrem, há a oportunidade de adoração; Escola Sabatina, Culto Divino, encontros evangelísticos, reuniões de oração, etc.

Adorar = Doar. Acima de quaisquer ofertas que possamos trazer, coisa alguma é mais importante que a doação de nós mesmos. Nosso amor por nosso Deus fará com que nos doemos a Ele, em verdadeira adoração, permitindo-Lhe assumir o controle do nosso ser.

Aspectos-chave da adoração

1. Atitude – Existe uma idéia errônea na filosofia que muitas vezes ouvimos ser pronunciada por líderes de jovens, especialmente na área da música, de que devemos dar aos jovens aquilo que eles desejam. Nosso objetivo deveria ser sempre o de erguer os jovens a um estilo de vida mais elevado e a gostos mais aperfeiçoados. A verdadeira adoração não deverá ser algo casual, mas considerada um privilégio especial, que demanda raciocínio, planejamento e esforço.

2. Ação – A adoração é uma atitude que se expressa por meio de ação, que demanda alguma espécie de resposta. E um reconhecimento de se estar na presença de Alguém maior que o adorador. A verdadeira adoração será, portanto, uma atividade! É uma ação, e você deve desempenhá-la.

3. Investimento – A adoração requer o investimento do próprio eu, de energia, de tempo e de concentração. É mantida às custas de muito pensamento, sentimento, oração e envolvimento.

4. Posse – Como a adoração é um evento de comunicação com Deus, há a necessidade de responsabilidade pessoal pelo evento. Esse deve ser “possuído”, assumido. Ninguém pode adorar “por procuração”, apenas observando outros orarem, cantarem, ou estudarem a Palavra de Deus.

Adorando com música

A música afeta o humor, o ambiente, e tem muito a ver com a adoração. Utilizamos a música para o louvor, para a arrecadação das ofertas, e para o final das reuniões. Mas, muitas vezes falhamos em usá-la para aperfeiçoar significativamente nossa adoração.

Talvez esteja faltando música suave durante a oração, a leitura da Bíblia, ou nos cultos JA. Peça, então, a participação de alguém que demonstre sensibilidade musical em relação a cada momento em particular. Na hora dos cânticos é importante cuidar da ordem. Comece sempre com um hino suave de louvor e, em seguida, com músicas crescentemente — exuberantes. Finalize a etapa de cânticos com um hino alegre.

Então, cante um número bem calmo, que favoreça a meditação e, a seguir, profira a oração, sem anunciá-la. Você verá que seu grupo estará em silêncio e disposto a prosseguir adorando a Deus.

Os jovens gostam de cantar e esse gosto musical pode ser desenvolvido e utilizado no serviço do Senhor se os jovens tiverem oportunidade de cantar e participar na área musical em geral. Como em todas as atividades que são realizadas na igreja, também a música deve ter alguns objetivos.

Objetivos da música na Sociedade JA

Para que o espaço de cânticos seja um momento de culto agradável e bem organizado, é necessário nomear um regente. É desnecessário dizer que esses momentos são muito importantes.

Muitas vezes descuidamos dessa parte pensando que serve apenas para preencher o espaço enquanto os presentes esperam o começo da reunião. Esse é um equívoco muito grande.

Ao pensarmos que o espaço de cânticos serve para preparar o espírito do público para aproveitar melhor o programa JA, então perceberemos que devemos ser muito cuidadosos ao planejá-lo.

A música desempenha um papel importante na vida dos seres humanos, por isso as igrejas a usam como adoração e aproximação de Deus: essa é a razão pela qual temos um espaço de cânticos antes do Culto JA.

Levando em conta que o momento de cânticos é parte do programa, é preciso conseguir que:
1. Seja dirigido com entusiasmo e reverência.
2. Todos participando.
3. Hinos Novos.
4. Seguir a preferência do público.

Estes são os ingredientes vitais para oferecermos a Deus um Culto Racional. Como vimos, podemos variar nos detalhes e ser criativos na execução; no entanto, não devemos jamais esquecer que Deus merece e espera o melhor de cada um de nós.

Abraços
Vinicius A. Miranda

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Recreação ou diversão?

Abril 8, 2008

Qual Dessas duas palavras se encaixam nas atividades físicas e sociais que os jovens devem fazer? Qual sentido delas?
Na verdade as palavras são muito parecidas porém, existe uma diferença notável entre elas, que nos ajudam à entender o porque e como devemos agir.
Vamos procurar definir cada uma delas? No dicionário a palavra “diversão” significa entre outras coisas: “divertimento, entretenimento, distração:” não no sentido educativo, construtivo, e sim, passar o tempo, gastar o tempo, abusar do tempo. Isto sem falar de que tipo de diversão, que pode ser as mais diversas possíveis, sem oferecer contudo, algo valioso para quem se diverte.

Não que deixamos de usar a palavra, algo pode ser divertido no sentido de ser alegre e engraçado mas, sempre deve ser construtivo e nunca leviano, hilariante, uma chacota. Como disse o sábio Salomão: “para o insensato, praticar a maldade é divertimento.” Prov.10:23. E falando em bíblia, existem mais três textos referindo-se a diversão:

1. Êxodo. 32:6,7 – Pôr ocasião da adoração ao bezerro de ouro, ele “beberam, comeram, e se divertiram.” No verso 7, a Bíblia classifica essa atividade de corrupção;
2. Juizes. 16: 25,27 – três vezes aparece a palavra neste versos. Como pode ver, numa situação de humilhação, deboche. Você gostaria de estar numa festa dessa? De uma forma ou de outra, este tipo de festa acaba sempre em desastre, como realmente acabou;
3. l.Corintios. 10: 7 – O apóstolo neste verso exprime numa palavra e de forma profunda, aqueles que procuram estas atividades vazias em si mesmas como uma “idolatrias”. A idolatria da auto-satisfação, o desejo egoísta do coração.

“Quem se diverte sempre, nunca se diverte.” Pietro Caracciolo. “Que não devemos viver neste mundo simplesmente para nosso próprio divertimento, para nos agradar a nós mesmos.” Ellen G. White. (T.S. Vol.1, pg. 283). “Devemos encaminhar o espírito em sentido diverso daquilo que é superficial e sem importância, que não tem solidez.” Idem. Alguns conselhos de Ellen G. White para que evitemos algumas formas de diversões tais como:

• Jogos nos quais acaba sendo envolvido dinheiro. M.J. 392;
• Jogos de cartas e outros jogos de azar. M.J. 379,380,392;
• Freqüência ao teatro e a ópera. P.P. 459,460;
• Danças. M.J. 392,390;
• Eventos esportivos e competições comercializadas. M.J. 213;
• Televisão e vídeo com apresentações teatrais ou produções que não estejam diacordo com os padrões cristãos. P.P. 459, 460.

As vezes, pôr não se falar tanto no que não deve ser feito, esquecemos de dizer o que deve ser feito. Em muitas igrejas que conheço há uma verdadeira repressão na juventude apenas dizendo “não faça isto, ou aquilo,” em muitos casos não dando a orientação devida à juventude. Se não temos condições de ajudar, estar presente, participar das recreações dos jovens, não temos o direito moral e cristão de criticar o que o jovens fazem.
 
Vejam o que Ellen G. White fala a esse respeito. Existe o perigo de dois extremos. O primeiro considerar toda recreação um pecado. Segundo extremo é depender da recreação constantemente como um entase de excitação. “Essas pessoas estão continuamente lamentado sua desaprovação, e gemendo pôr um suposto mal. Não há amor em seu coração; têm sempre um semblante carregado.

Ficam frios ao inocente riso da juventude ou de quem quer que seja. Consideram toda recreação ou diversão um pecado, e pensam que a mente deve estar constantemente trabalhando no mesmo grau de severa tensão. Isto é um extremo. Outros acham que a mente deve estar de contínuo em tensão para inventar entretenimento e diversões a fim de obter saúde. Aprendem a depender da excitação, e ficam desassossegadas quando sem isso. Tais pessoas não são verdadeiros  cristãos.” Lar Adventista, p. 79.

Em outro lugar Ellen G. White fala da falta de compreensão quanto as condições físicas e biológicas da juventude, que exige atividade. “Mão se pode fazer os moços tão quietos e graves como as pessoas de idade, a criança tão séria como o pai. Conquanto as diversões pecaminosas sejam condenadas, como devem ser, provejam os pais, os mestres u pessoas delas carregadas, no lugar das mesmas, prazeres inocentes, que não mancham nem corrompem a moral. Não cinjais os jovens as rígidas exigências que os induzam a sentir-se oprimidos, e a infringi-las, precipitando-se em caminhos de loucura e destruição.” C.P.P.E. pg.355.

Assim, a palavra recreação tem um sentido muito importante e poderoso no contexto da juventude, como também, de suma importância para as pessoas de maior idade. Sabe-se hoje que é fundamental para a saúde de qualquer pessoa a atividade física ou recreação. Vejam que o dicionário define recreação como: “De recrear mais ação”, quer dizer:

Colocar em atividade, ação, em momento de folga, lazer, ou brincadeiras. Este é o sentido importante. O sentido profundo, poderoso que define recreação é com “recriação”. Pôr esta razão é que devemos buscar atividades construtivas físicas e sociais que produza efeitos positivos ao caráter, quanto a nossa espiritualidade. Na Bíblia encontrei três textos que falam de recreação.
 
Os três encerram lições muitos profundas para nossa discussão e aprimoramento espiritual. Vamos ver?

1. Eclesiástes. 11:9 – O sábio Salomão insta a juventude à recreação. Responda estas perguntas!
a) Pôr que ele fez isto? b) será que Salomão não tinha conhecimento das necessidades físicas dos jovens? c) Quem o inspirou para dar esta recomendação para a juventude? d) Qual é a advertência dada quanto a escolha da recreação e porque?
2. corintios.7:13 – Qual o sentido da recreação neste verso? Espiritual, trabalho, companheirismo, gratidão e alegria, atividade física. Qual o contexto do capítulo?
3. Romanos.15:32 – Qual o sentido da recreação neste verso? Será que o apóstolo não estava preocupado com a recreação? Em 1.Coríntios 9:25 e 2. Timóteo. 2:5, o apóstolo compara o cristão como um atleta. Você vê alguma relação de importância entre o cristão, o atleta e a recreação?

Mais do que eu responder a estas perguntas, gostaria que você refletisse e desse suas respostas. “Existe diferença entre recreação e divertimento. Recreação, quando fiel ao seu nome – Recriação, tende a fortalecer e erguer…….A diversão, pôr outro lado, é procurada como fonte de prazer e, muitas vezes é levada a excesso; absorve as energias que seriam necessárias ao trabalho útil e assim representa um obstáculo ao verdadeiro sucesso na vida. Ellen G. White. Educação, pág. 207.

Você pode fazer um teste para saber se a recreação está dentro dos princípios ou não. Veja: “Julgai todas as coisas, retendo o que é bom”(I Tes 5:21). Será você capaz de suplicar a benção de Deus sobre a recreação que irá praticar? (Veja conselhos aos professores, pais e estudantes, p. 337; Mensagens aos Jovens, p. 386)

• Ela lhe aproxima de Deus ou lhe rouba o desejo de orar? (Mensagens aos Jovens, p. 407 e 408)
• Promove integridade e auto controle? (Mensagens aos Jovens, p. 412, 425 e 416)
• Facilita a resistência à tentação? (Parábola de Jesus p. 49 e 50)
• Que influência terá sobre a saúde física e mental? (Mensagens aos jovens p. 379)
• Prepara melhor para os deveres diários? Tem a tendência de refinar, purificar, nos tornar virtuosos ou contribui para o orgulho no vestuário, com vulgaridade? (Mensagens aos Jovens, p. 382; Patriarcas e Profetas, p. 460 e 461; Conselho aos Professores e estudantes 366-368)
• Vale a pena gastar o tempo que requer? (Mensagens aos Jovens, p. 373 e 379)
• Desenvolve a cortesia, a generosidade e mais respeito pelos outro ou fere o autorespeito das pessoas? Estimula a bondade ou conduz ao uso de força e brutalidade? (Educação, p. 210)

“Procurar Meios de Recreação Instrutiva e Inocente. – Há modos de recreação que são latamente benéficos tanto à mente como ao corpo. Um espírito esclarecido e discernidor encontrará abundantes meios de entretenimento e diversão em fontes não apenas inocentes, mas instrutivas. Recreação ao ar livre, a contemplação das obras de Deus na Natureza, será do mais alto benefício.

Creio, porém que ao passo que estamos buscando refrigerar nosso espírito e revigorar o corpo, é-nos exigido por Deus que empreguemos todas as nossas faculdades em todo tempo para os melhores fins. Podemos associar-nos como estamos fazendo hoje* aqui e fazer tudo para glória de Deus. Podemos e devemos dirigir nossas recreações de tal maneira que  sejamos habilitados a cumpri melhor nossos de veres, e que nossa influência seja mais benéfica sobre aqueles com quem nos associamos.

Isto se aplicaria especialmente a um ocasião como esta, que deve ser animação para todos nós. Podemos voltar a nosso lares com a mente revigorada e refrigerado o corpo, preparados para reencetar o trabalho com mais esperança e ânimo”. Ellen G. White. “O Lar Adventista”. Pg. 496.

Abraços
Vinicius A. Miranda

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Arquivo Secreto

Março 26, 2008

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”. Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”.Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”. Em outros não havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”. Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “Músicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado. Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!”Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo. Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”Puxei o arquivo – 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível.
Pensei: “Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”Quando enxugava as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não falou. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “Não!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “Não!” “Não!”. Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos…

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” João 3.16-17

Se você se sente da mesma maneira, busque a Jesus Cristo ainda hoje!

Abraços
Vinicius A. Miranda

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Não volte agora, Jesus!

Março 17, 2008

Há muito cristão por aí que sabe que Jesus vai voltar e, se pudesse teria coragem e escreveria uma carta para o céu dizendo mais ou menos assim:

Senhor! Estou preocupado com tua volta. Alguns dos sinais que tu indicaste já estão aparecendo. Por isso, ó Mestre, apresso-me em escrever-te para suplicar: NÃO VENHAS AGORA! Estou metido em muitos negócios que não podem ser interrompidos no pé em que estão; deixa que primeiro eu solucione alguns problemas e depois podes voltar. Mas não chega num dia chuvoso e frio, pois em dias assim, eu gosto de ficar em casa dormindo ou simplesmente vendo televisão.

Peço-te também que não venhas num dia de muito calor, porque será muito difícil para mim sair da minha sala com ar condicionado ou da frente do ventilador. Por favor, Mestre, não volta quando eu estiver em férias, para não interromper minhas alegrias. Se chegares num domingo à tarde, é certo que estarei vendo televisão. Durante a semana, pelo menos duas vezes gosto de sair, e ficaria frustrado se chegasses, quando eu estiver num destes programas.

Se não estou sendo inoportuno, Senhor, peço-te que não voltes à noite, porque durmo um sono tão pesado, que, quase sempre, não consigo acordar em tempo de ir à igreja.

Por favor, bom Mestre, avisa-me uns dias antes da Tua vinda, para que eu tenha tempo de procurar o tesoureiro da minha igreja, a fim de colocar em dia as minhas ofertas para a proclamação do teu Evangelho.

Senhor! Eu insisto para que me avise com antecedência pois também gostaria de fazer as pazes com várias pessoas, pelas coisas erradas que fiz para elas. Se puderes avisar com alguns meses de antecedência, ficaria muito contente, porque poderia, além de por tudo em ordem, terminar a leitura do Evangelho de Lucas, iniciada já faz alguns anos, mas eu estou sempre tão ocupado, tu entendes, não é verdade?

Avisa-me com antecedência pois eu gostaria de trazer algumas crianças bem pobres para almoçar ou jantar aqui em casa na hora do teu regresso, pois assim poderia ouvir de ti aquelas palavras: “Tive fome e me destes de comer…”

Se vieres de surpresa, que seja no momento quando eu estiver fazendo uma oração, na Igreja… Sugiro ainda que avises o pastor com bastante antecedência, para que ele anuncie na Igreja ou coloque no Boletim Informativo, pois sei de muita gente, que assim como eu, também precisa se preparar para a Tua volta ou para o nosso encontro.

Certo de que me atenderás, cordialmente, um que se diz cooperador e seguidor teu…

 

Eu espero, sinceramente, que essa não seja a sua carta. Mas que no fundo do coração você tenha o desejo de que Jesus volte logo para viver com Ele um novo tempo para sempre.

Pense nisso!

Vinicius A. Miranda

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O verdadeiro Líder JA

Março 5, 2008

Qual a característica principal do verdadeiro líder JA? Montanhas de livros sobre liderança nos últimos anos – tanto seculares quanto “evangélicos” – oferecem muitas sugestões: o líder eficaz administra bem; tem personalidade e convicções fatores; é dinâmico, eloqüente, automotivado e comprometido; aproveita bem o seu tempo; serve seus liderados; prevê e supera obstáculos; sabe ouvir… E agir; e talvez acima de tudo, ele é seguido.

Fico exausto só de pensar nesta lista. Só falta acrescentar que o líder é mais rápido que uma bala veloz e capaz de pula sobre prédios altos com um único salto. Certamente muitas destas características são desejáveis no líder – algumas, indispensáveis, mas será que o líder cristão tem de ser um verdadeiro “super-homem?” Será que, como Marta nos tempos bíblicos, temos nos “preocupado com muitas coisas”, quando “somente uma coisa é necessária” (Lc. 10:41, 42)?  Será que nos esquecemos da característica fundamental do líder cristão, aquele que alicerça todas as outras? Creio que a resposta seja “Sim!”.

Gostaria de sugerir que a marca do verdadeiro líder cristão, que o torna digno de ser seguido, é o fato de que ele anda com Deus.

Sr. Walter não era homem eloqüente. Também não era brilhante. Se não me engano, sua educação formal não passou da terceira série. Embora tivesse sido atleta de destaque na sua juventude, uma doença o deixara com uma perna 5 cm mais curta que a outra. Humanamente falando, ele não possuía quase nenhuma das características de um “Líder” nato. Por que, então, nossa classe de juvenis o seguia como se ele fosse Michael Jordan da época? De que maneira ele foi capaz de deixar uma marca tão profunda em minha vida que hoje, trinta anos depois, considero-o meu primeiro “mentor espiritual”?  A resposta é simples: Tio Walter andava com Deus. Sua humildade e paciência, seu espírito de servo, sua alegria contagiosa, eram frutos de momentos preciosos que ele investia na presença de Deus.

O que significa andar com Deus

O Velho Testamento destaca três indivíduos que “andavam com Deus”: Enoque, Noé e Abraão. O termo “andar” usado para os três aparece numa forma especial no hebraico, língua original daquela parte das nossas Bíblias. Significa que estes homens andam “para cá e para lá” com Deus. Em outras palavras, vivam na presença de Deus. O líder que quer deixar um impacto para eternidade na vida daqueles que vivem ao seu redor “pratica a presença de Deus”. Este líder não arquiva sua fé numa gaveta chamada “Sábado”. Deus não fica numa prateleira no canto do porão de sua vida, sempre perto (caso aconteça uma “emergência”), mas pouco presente, certamente não relevante para seu dia-a-dia. Andar com Deus significa viver ciente de Sua presença em toda a vida. Implica uma comunhão e dependência constante em Deus, uma desconfiança do “eu” e uma profunda confiança nEle (Pv. 3:5,6). Este líder está tão ciente da sua própria incapacidade que vive a realidade das palavras de Jesus: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jô 15:5).

Por coincidência, foi um outro “Valter” que conheci muito bem que também influenciou minha vida profundamente. Foi meu avô. Baixinho e gordinho, também não era um homem muito impressionante. Nunca terminou a oitava série. Trabalhou 50 anos na mesma fábrica martelando e moldando cobre. Mas era um homem de Deus. Acordava toda manhã às 4:00 horas para gastar no mínimo uma hora com o Senhor antes de ir para o serviço. Orava diariamente por todos os seus netos para que chegassem a conhecer a Jesus. Uma vez chegou a ser preso por pregar Jesus ao ar livre. Nos anos de aposentadoria dele, eu o acompanhava quando coletava jornais velhos para vender. Vovô dava todo o dinheiro conseguido para missões. Nunca vou me esquecer do dia num shopping center, em que eu, sentado em seu colo, escutava de boca aberta enquanto ele contava a história inteira do livro de Jô. Como ele conhecia as Escrituras! Como ele conhecia a Deus! 

Quais são suas motivações para orar e ler a Bíblia?

Como, então, andaremos com Deus? Muitos dariam à resposta que geralmente serve para qualquer pergunta feita na classe infantil da Escola Sabatina: “Lendo a Bíblia e orando”. Mas esta resposta pode ser simplista demais. Podemos transformar estas “disciplinas da vida cristã” em obras da carne. Não são “fórmulas mágicas” para fabricar uma vida verdadeiramente cristã, ou uma lâmpada mágica, onde habita nosso “Gênio-Deus” e que podemos “esfregar” para satisfazer nosso desejo de ser líderes bem-sucedidos. Como um pastor amigo certa vez afirmou: “Não precisamos de mais oração – precisamos mais de Deus!” A pergunta para o líder cristão, não deve ser se ele orar ou não, mas por que ele ora. Não deve ser por que ele se vê tão carente, tão necessitado de Deus que não consegue não orar. Ele sente tanta fome de uma Palavra do Senhor para alimentar sua própria vida e a vida do seu pequeno rebanho que não consegue não ler a Bíblia. Ele se vê como uma criança recém-nascida que chora desesperadamente pelo leite genuíno da Palavra de Deus (Pe. 2:2). Leitura bíblica e oração não são questões de colocar um “X” na nossa agenda espiritual, como se Deus ficasse impressionado com nossa dedicação e disciplina. Bebês não gritam pelo leite materno para cumprir um dever na sua lista de afazeres, mas por uma questão de sobrevivência. Assim o líder cristão anda com Deus não para fabricar espiritualidade, mas por que não consegue viver sem Deus e Sua graça. Deus está em todos os seus pensamentos.

Reconhecendo nossa dependência em Deus

Em termos práticos o que faremos? Primeiro, pedir que Deus nos mostre a nossa carência, revelando-nos o verdadeiro estado do nosso coração. Mas tomemos cuidado, pois esta oração poder ser perigosa para nossa auto-imagem inflada! Somente quando abrigamos a cortina do nosso coração para revelar o egoísmo, a sujeira, a ambição, a inveja, e o orgulho, quando nos vemos como homens e mulheres necessitados, carentes da graça e da misericórdia de Deus é que vamos ter fome e sede dEle.

Em segundo lugar, firmemo-nos na graça de Deus que nos amou mesmo sabendo tudo isso sobre nós. Uma vez que reconhecemos quem somos sem Cristo é que podemos valorizar o que somo em Cristo – aceitos, amados, filhos adotados na família de Deus.

Finalmente, precisamos cultivar o hábito de desconfiar de nós mesmos e depender completamente de Jesus, vivendo na presença dEle  o dia todo, em comunhão e conversa constante com Ele sobre tudo que passa em nossas vidas. Esta, de fato, é a essência da vida cristã e da liderança cristã: aprender um pouco mais a cada dia que passa, “não eu, mas Cristo”. “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E este viver que agora tenho vivo pela fé no filho de Deus, que me amou, e a si mesmo se entregou por mim” (Gl. 2:20). Em outras palavras, a vida cristã não é difícil para mim – é impossível. Somente Cristo é capaz de viver a vida cristã. E Ele quer faze-lo – através de mim. Somente a vida dEle vivida através de mim fará um impacto para eternidade na vida daqueles ao meu redor. O líder cristão pode ser um “Clark Kent” com todas as habilidades de um “super-homem”, mas se ele não anda com Jesus Cristo, não adianta nada.

Infelizmente, meu nome não é “Valter”. Talvez por isso tenha tanta dificuldade em praticar a presença de Deus… Mas Deus tem muita paciência comigo, ensinando-me a cada dia pelo próprio fracasso que não é “por força, nem poder, mas pelo Seu Espírito” que a obra dEle se realiza (Zc. 4:6). Sei que, pela Sua graça, um dia chegarei lá, pois “aquele que começou boa obra em mim, há de completa-lá até o dia de Cristo Jesus” (Fp. 1:6). Mas até então, vou deixar de lado alguns daqueles livros sobre “Liderança Cristã” e focalizar um pouco mais no “Cristo” do líder. E se isso não funcionar, ainda posso mudar meu nome para “Walter”!

Abraços,

Vinicius A. Miranda

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Enganados pela Nova Era

Fevereiro 25, 2008

Gostaria de analisar três pensamentos da Nova Era à luz da Bíblia:
- ela não é uma religião;
- é uma evolução das religiões e
- ajuda os cristãos a serem melhores cristãos.

Será que isto é verdade? Vamos analisar ponto a ponto:

Primeiro: os propagadores do movimento Nova Era em suas propagandas insinuam que este movimento não é uma  religião; é um movimento que unirá todas as religiões (vem daqui o pressuposto muito comum entre o povo de que todas as religiões são boas, porque todas levam a Deus); Para analisarmos isto, lembremos que a palavra religião vem de re-ligar; toda filosofia que tende a aproximar o homem da divindade – religar – mesmo que se suponha esta divindade dentro do próprio homem, como falam algumas correntes, é, sim, uma religião.

Segundo: Outra idéia de que discordamos é a de que a Nova Era é uma evolução das religiões, do pensamento humano; Atribuem a quem não comunga com seus pensamentos o rótulo de conservadores retrógrados; Na verdade, a Nova Era não é uma evolução de filosofias ou estado espiritual do homem. A sua filosofia básica: a de que podemos evoluir  constantemente, até chegarmos a ser divindades foi apresentada pelo inimigo, no Jardim do Éden a Eva: “Sereis como Deus” e “certamente não morrereis”;

Terceiro: Outra afirmação falsa: a de que a Nova Era ajuda as pessoas de cada religião a viver melhor as suas religiões; Ajudaria melhor os cristãos a viver o seu cristianismo. Não existe comunhão possível entre o cristianismo puro e a Nova Era. Isto pode ser demonstrado:
1) pela diferença entre as fontes de suas doutrinas;
2) sobre o que cada linha de pensamento fala sobre Jesus e;
3) as próprias palavras de Jesus, principalmente sobre o futuro próximo do Mundo.
4) Fonte Das Doutrinas

A Nova Era não tem líderes, porém o seu pensamento é uniforme em todo o mundo, porque a inspiração de sua filosofia é a mesma em todas as correntes espiritualistas, seja ela descrita como sendo espíritos iluminados com maior evolução, ou espírito dos mortos; O cristianismo tem sua base de sustentação na Bíblia; Esta se estudada, séria e objetivamente, mostrará que os mortos não tem consciência, que o povo de Deus não deve consultar necromantes (espíritas), videntes, astrólogos e que as únicas entidades espirituais que poderiam assumir o papel de espíritos desencarnados seriam os anjos caídos, em sua vontade de enganar e desencaminhar as pessoas do relacionamento puro e verdadeiro com Deus.

As pesquisas teológicas sérias tem mostrado a unidade da inspiração – divina – da Bíblia e como ela não teve alterações significativas nestes milhares de anos desde sua escrita original. Isto está sendo corroborado agora pelas pesquisas nos Manuscritos do Mar Morto onde livros inteiros do Velho Testamento – transcritos aproximadamente na época em que Jesus viveu entre nós – estão sendo recuperados e constatados serem o que nós temos nas nossas Bíblias. Deus conservou a Bíblia mesmo na Idade Média e na Idade da Razão (revolução francesa,…), quando ela foi deliberada e extensivamente
atacada.

Outros fatores de prova da inspiração divina da Bíblia são as predições de acontecimentos que viriam a acontecer e  realmente aconteceram como a Bíblia registrou: O período quando Jesus – o Messias – deveria nascer e a forma de sua vida e morte, a sucessão dos reinos na estátua de Daniel, a queda e levantamento dos reinos preditos por Ezequiel, a morte dos filhos do reconstrutor de Jericó, a queda e assolação de Jerusalém pelos exércitos romanos e muitas outras.

A maior prova, entretanto, da inspiração divina da Bíblia está no poder que suas palavras tem de transformar vidas  humanas. 2) Quem É Jesus Nos ensinos da Nova Era, a palavra Cristo quer dizer “iluminado”. Assim equiparam Jesus Cristo a Buda, a Maomé e a outros, chegando mesmo a falar que Jesus Cristo teria sido um espírito iluminado de escala menor, que foi conduzido por um espírito iluminado de escala maior, Maitreya. Após Ter a pessoa ter se interessado – através da adaptação de algumas das palavras de Jesus – pelos ensinos da Nova Era, ele é levado a fundamentar a sua filosofia nos gurus da Nova Era, espíritos ou médiuns: Helena Blavatski, Alice Bailey, Saint-Germain, e outros.
 
A partir deste ponto as palavras de Jesus Cristo passam a valer cada vez menos. Principalmente as advertências [Isto me foi comunicado por alguém que pertenceu ao movimento]. Na verdade, o significado bíblico da palavra Cristo é “o ungido” [e não "o iluminado"]. Como eram os reis e sacerdotes da época bíblica. Indica que Jesus Cristo é o único rei e sumo-sacerdote; poderoso e único intercessor entre o homem e a divindade.

As Palavras De Jesus/O destino do Mundo Todas as filosofias e religiões englobadas pela Nova Era são unânimes em prever um futuro brilhante para o Mundo, cada vez melhor, contínua e progressivamente. Atos de unificação e concórdia mundial já estão sendo creditados ao novo líder, Maitreya, que está sendo esperado como o líder da Era de Aquário, numa clara indicação de continuidade (veja www.ddnet.es/share_ediciones). Nosso Senhor Jesus Cristo declarou em Seu sermão profético, em São Mateus 24 e 25 e em São Lucas 21 que no período do fim do mundo aconteceria: O aparecimento de falsos profetas (Mat. 24:24); Que estes falsos profetas dizendo ser Cristo, enganariam quase todo mundo (Mat. 24: 4, 5, 11 e 24);

Que muitos que “professavam” ser seguidores de Jesus, na verdade não o eram e seriam rejeitados por Ele, quando do Seu retorno à Terra. Que os falsos cristos apareceriam em vários lugares – Mat. 24:26 – (podemos ter certeza de que hoje seria também em cadeia global de rádio e TV), mas que somente o verdadeiro apareceria no Céu visível como um relâmpago para todos ao mesmo tempo, na Terra (Mat. 24:27; Luc. 21:27) – e este será o maior sinal de diferenciação entre o falso e o Verdadeiro. Uma ruptura/descontinuidade da história do mundo; os justos serão levados para o Céu com Jesus (Mat. 24:31). Os mortos bons ressuscitarão, como diz São Paulo nos lindíssimos versos de II Tessalonicenses, cap. 4. Portanto não poderão estar desencarnados, nem Ter reencarnado.

CONCLUSÃO
Estas ocorrências nos devem levar a Ter uma postura séria sobre os fatos que estão a ocorrer e a importância de: separar o erro da verdade; nos preocuparmos agora com nosso destino de conseqüências eternas (que poderá estar muito próximo, pois a morte, infelizmente, pode estar na próxima esquina); ajudar outros a terem uma visão mais aberta e esclarecida sobre os movimentos místicos de final de milênio. Um dos conselhos mais significativos de Nosso Senhor Jesus Cristo para quando virmos estes fatos começarem a ocorrer está registrado em Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças,porque a vossa redenção está próxima”.

O apóstolo São Paulo em II Coríntios descreve que não podemos nem ao menos imaginar as coisas que Deus preparou para nós, no futuro, de tão boas que são. Esta afirmativa deveria nos fazer refletir seriamente sobre a importância de conhecermos realmente a Deus – como só a Bíblia pode fazê-lo – através de Jesus e estabelecermos uma relação de companheirismo e comunhão com Ele através da oração. Se hoje aparecesse alguém em cadeia mundial de rádio e TV, dizendo ser o novo cristo, você acreditaria? (São Paulo escreveu que Satanás tem poder para se transformar num anjo de luz…).

Você conhece suficientemente bem o Deus da Bíblia para diferenciá-Lo de imitações? Temos tudo a ganhar ou a perder. E o que ganharemos começa com uma nova vida, mais feliz, logo aqui, agora, com Jesus.Espero, sinceramente, ter enriquecido o seu ponto de vista e ter ajudado você a fazer a sua melhor escolha.

Enganado pelo Nova EraRecomendo a leitura do livro “Enganado pela Nova Era” pois nos mostra como a Nova Era esta entrando aos poucos em nossas vidas.

Vinicius A. Miranda

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Cinco razões porque não vou ao cinema

Fevereiro 8, 2008

Me chamo Vinicius A. Miranda tenho 22 anos e fui convidado pelo Franzé Jr. para postar alguns artigos aqui no Ação JA. Também sou colunista do IASD em Foco.

Ajudo a cuidar de alguns sites, mandando materiais, etc, sendo eles a Central de Diretores J.A., Portal J.A. e Tinguiteen. Sou Lider J.A. investido e medalha de dedicação. Freqüento a IASD Tingui em Curitiba – PR.

Como um adventista que nasceu na igreja, vejo estampado no rosto dos nossos jovens hoje,o mesmo drama e conflito que vivi. É pecado ir ao cinema ou não? A igreja parece impotente para dar respostas convincentes, e os nossos jovens exigem uma que esteja escrita na Bíblia ou no Espírito de Profecia. No tempo de Ellen White não havia cinema, mas havia teatro e ela foi claramente contra.

A igreja, no intuito de preservar os nossos jovens da influência do mundanismo, estabeleceu o estigma de que ir ao cinema é pecado. O cinema em si pode não ser ruim, contudo, a tradição religiosa da igreja diz que isso é pecado (tanto no Brasil, como nos Estados Unidos, para minha surpresa). Na realidade, o motivo da proibição , era impedir os nossos jovens de assistir aos filmes, e não de ir ao cinema em si. Com o advento do viodeocassete, a igreja foi traída pela sua proibição, e agora todo mundo assiste em casa, e a polêmica definitivamente se estabeleceu. Ir ou não ir? Pode ou não pode? Em primeiro lugar, temos que lembrar que para a pessoa que está realmente determinada a ir ao cinema, nada vai convencê-la do contrário.

Contudo, as cinco razões que apresento aqui pode ajudar aqueles que são sinceros, e que, na dúvida, estão orando a Deus, querendo fazer a Sua vontade.

A Primeira Razão: Vou usar como primeiro argumento aquilo que muitos jovens acham elementar. Se hoje você vai ao cinema e alguém o vê indo, essa pessoa pode ficar escandalizada, e isso é pecado.

Se o seu comportamento escandaliza o seu irmão, o princípio é claro ao dizer que é melhor não fazer. A Bíblia fala fortemente sobre esse princípio em I Coríntios 8. Paulo fala que alguns, não tendo conhecimento profundo da verdade, têm uma consciência fraca. No verso 9, Paulo estabelece o princípio quando diz: “vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos.” Em I Coríntios 10:23 3 32, Paulo diz que “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm”. “não vos torneis causa de tropeço…para a igreja de Deus.

” E o que mais me impressiona é a declaração do capítulo 8:12 quando Paulo diz: “E deste modo (referindo-se ao pecado do escândalo), pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais.” Se ao ir ao cinema, escandalizo a minha igreja ou o meu irmão, estou pecando contra Cristo, diz a Bíblia.

Segunda Razão: Um princípio elementar, mas que não deixa de ser uma razão, é que ali é a “roda dos escarnecedores”. Bem, você pode dizer que a “roda dos escarnecedores” está em todo lugar, no metrô, no ônibus, etc.

Contudo, a “roda dos escarnecedores” do cinema é específica. O grupo que ali está, não está por uma necessidade, mas porque querem ir espontaneamente para satisfazer a si próprios e entreter o seu ego. Vão lá porque gostam e querem assistir ao filme, mas existe algo mais que o filme: como o ambiente, o escurinho, o silêncio, o som e o tamanho da tela. Tudo isso é planejado de uma maneira, não para fazer você assistir ao filme, mas para você entrar no filme.

Concordo com o salmista no Salmo 1:1, quando ele diz: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. Creio que o cinema é uma roda específica de escarnecedores, que estão buscando um tipo de prazer que só lá dentro alcançarão.

Será que ao ir ao cinema não estou me detendo no caminho dos pecadores?

Terceira Razão: A escuridão do ambiente afeta tremendamente o ouvinte. Engraçado é que ninguém percebe e acha normal. E é aí que a gente vê como o diabo é sutil. O ambiente escuro é para ninguém ver ninguém, e para tentar colocar na sua cabeça que aquela imagem é uma realidade só sua, feita para você; ainda que seja só naquele momento. Seu subconsciente consegue captar mensagens que podem afetar profundamente sua maneira de ver, pensar e agir, baseado em imagens que muitas vezes nem sequer fazem parte do nosso mundo real. normalmente, não gostamos da escuridão. Temos medo.

E tão logo entramos em um ambiente escuro, procuramos uma luz para acender. Entretanto, no cinema, as trevas têm por objetivo captar a sua mente, levando você a uma fantasia que não é a sua realidade. Pode parecer que não, mas ver o filme no escuro do cinema, e ver no claro na sala de estar da sua casa, faz uma grande diferença quanto à influência que você recebe. E às vezes, essa influência é involuntária, você nem a percebe, mas ela está lá. Ao escrever esta declaração, não estou defendendo a liberação de qualquer filme em casa, mas tentando mostrar que, definitivamente, o cinema não é um lugar para cristãos.

Quarta Razão: O tamanho da tela gera uma imagem muito realística, que associada com o escuro, exerce um poder fascinante, transportando você da sua realidade para dentro de um mundo imaginário no filme. Como todo mundo nesta vida de pecado tem sonhos, os filmes não são outra coisa senão os sonhos dos seres humanos se tornando realidade. Daí porque o mundo está fascinado com Hollywood. Jamais a tela de um televisor, por maior que seja, vai exercer sobre você um poder tão fascinante como dentro do cinema. Se fizermos uma pesquisa com duas pessoas, sendo que uma assiste a dez filmes em casa, e depois dermos um questionário para elas responderem, buscando ver o efeito dos filmes no subconsciente, compreenderemos o poder do cinema, e por que a igreja está certa em dizer que ele é pecado.

Quinta Razão: O último motivo pelo qual o cristão não deve ir ao cinema é simples. Eu até diria elementar, mas de uma sabedoria fantástica: “Na dúvida, não ultrapasse.” Por que correr o risco, se o assunto é polêmico? Será que Jesus entraria com você no cinema? A mesma pergunta pode ser feita quanto à escolha que você faz dos seus filmes. Será que ele sentaria com você na poltrona da sua casa e assistiria aos filmes que você está assistindo? acho que, na dúvida, não é bom ultrapassar. Que sabe esse último princípio, ainda que simples, possa salvar jovens que ainda não têm fé suficiente para compreender os quatro princípios anteriores.

Talvez você não esteja convencido de que não deve ir, mas se a dúvida está no seu coração, é mais seguro não ir. Para aqueles que não têm dúvida, e que se sentem confortáveis em ir, achando que não há nada de mais, eu diria que a sua consciência não é um guia seguro. Você pode até estar sendo sincero no que faz, mas se caminhar na direção errada, perderá o jogo da vida eterna.

Uma coisa que devemos nos lembrar, é que antes de ser aceito como membro da igreja, é feito uma entrevista com o candidato ao batismo, e nela se pergunta “há quanto tempo você não freqüenta: Teatros, bailes, CINEMAS, etc”, e após essa entrevista, o candidato assina, assumindo a responsabilidade que deixou as praticas para trás. Porque após sermos batizados ainda nos restam duvidas? Se quando aceitamos a Jesus declaramos que não faremos mais as coisas que fazíamos antes!

Certa vez, li uma história em que a Coca-Cola resolveu fazer um teste de marketing para testar o poder da imagem sobre o subconsciente das pessoas. Na produção de um filme para o cinema, eles incluíram várias vezes, no meio da projeção, rápidas imagens de uma garrafa de Coca-Cola . Os flashes eram rápidos como um relâmpago e, embora as pessoas vissem aquele rápido flash na tela, elas não conseguiam identificar a imagem. Na saída do cinema, eles colocaram bancas de Coca-Cola para vender e, à porta ,eles perguntavam às pessoas se elas podiam dizer o que viram na imagem dos flashes.

Ninguém conseguiu dizer o que tinha visto na imagem, mas todos perceberam o flash rápido. Apesar de não terem notado a imagem da garrafa de Coca-Cola, 70% daqueles que assistiram ao filme, compraram uma garrafa de Coca-Cola para beber, na saída do cinema. Os outros 30% não compraram, mas confessaram que estavam com vontade de beber. Essa experiência mostra que o poder do subconsciente de captar as imagens é muito grande. Somos afetados sem perceber, e aí reside o perigo.

Em minha opinião, a igreja está certa quanto a não ir ao cinema. Se bem que também devemos cuidar muito com o que assistimos em casa. Hollywood está determinando o comportamento da sociedade moderna e criando filmes que, em lugar de entreter as pessoas, as levam a ficarem insatisfeitas com a sua vida, porque elas vêem nos filmes um mundo de sonhos e cores. A comparação é uma arma de Satanás para nos conduzir ao pecado. Ele fez isso no Éden, tentando comparar o homem a Deus.

E hoje ele usa os meios mais sofisticados para levá-lo a comparar a realidade da sua vida com a imagem fantasiosa dos filmes. Se a sociedade pudesse imaginar o que existe por trás dessas produções, e como se situa o mundo artístico, talvez nem assistisse aos filmes que por eles são produzidos. O critério para provar se um filme é bom ou não?

Faça a pergunta: Poderia Jesus assistir comigo? Sim ou não? Lembre-se de que lá no Céu não existe o mundo imaginário dos filmes e das superproduções. Lá, sim, nos encontraremos com a verdadeira realidade dos nossos sonhos, e a tela, seja do cinema ou da TV, já não terá mais poder sobre nós, e nem existirá, porque Aquele que é real, nos transformará para as realidades eternas.

Vinicius A. Miranda