Archive for 23 de julho de 2007

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O jovem atual, ativo ou alienado?

julho 23, 2007

A cada dia, a geração jovem vai envelhecendo e se deparando com “novidades” que na maioria das vezes não colaboram no crescimento espiritual, intelectual e psicológico dos jovens.

Um descanso infinito, que pode receber o nome de preguiça, é o que alguns deles querem. Esquecem os deveres e obrigações que deveriam ser realizados, esse desleixo faz com que a mente do jovem atrofie e deixe para último plano o que deve estar em primeiro lugar na vida de quem quer alcançar o sucesso: Deus.

São ativos para as festas, momentos que consideram alegres e prazeres que satisfazem carne e coração, mas são alienados para com Deus e as responsabilidades mais importantes. A geração atual deve buscar desenvolver o intelecto e enriquecer o espírito para contagiar a todos com alegria e a paz que só Deus pode proporcionar.

Como podemos classificar o estado em que os jovens se encontram? Estão eles ativos? Ou alienados? A resposta cada um pode descobrir se fizer uma auto-análise e assumir a responsabilidade de acordar pra vida e buscar o sucesso em tudo o que for fazer. Se tiver Deus como guia e conselheiro e cumprir seus deveres esse é um jovem ativo, pois está funcionando perfeitamente, aquilo que está desativado não funciona, não tem utilidade e provavelmente não tem um futuro definido a não ser o de ser eternamente alienado. Os jovens devem ser o reflexo da coragem, do animo, da felicidade tanto para os outros como para si mesmo.

Os jovens [alienados¹] se cansarão e se fatigarão, e os mancebos certamente cairão, Mas os que esperam no Senhor subirão com asas como águia: correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão.
Isaías 40: 30-31.

¹Ênfase minha

Contribuição: Márcio Matos, Jovem Adventista – Fortaleza, CE

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Punção e gratidão

julho 23, 2007

Estou cursando Medicina e tive uma matéria chamada bioquímica. Estávamos aprendendo sobre como tirar sangue. A Professora ensinou como deveríamos fazê-lo. Em várias aulas seguintes teríamos que usar esse procedimento.

A sala era divida em 5 grupos e em cada aula um de cada grupo iria fazer a punção.

Na primeira aula que nós iríamos praticar, eu fui o escolhido!! Não para fazer a punção, mas para ser cobaia… rsrsrsrs

Tive que ir e logo fiz uma oração mais ou menos assim: “Senhor, por favor, ajuda a dar tudo certo”. A pessoa que ia tirar estava tremendo… E a agulha perto do meu braço! Aí que eu orava pra Deus me ajudar.

Eu sei que mesmo ela tremendo, graças a Deus, deu tudo certo.

Na aula seguinte eu tive que fazer a punção na pessoa que fez em mim. Coloquei as luvas, fiquei esperando a professora chegar para realizar os procedimentos e orei pra que o Senhor me ajudasse naquela hora e pra que tudo ocorresse normalmente e que eu não tremesse na hora de tirar o sangue.

A Professora chegou, o garrote foi colocado (aquele negócio que se coloca pra apertar o braço), o álcool foi passado, a ponta da agulha foi colocada e só faltava inserir a agulha na veia para tirar o sangue.

Só que quando chegava perto eu tremia! E eu tentava colocar mais perto ainda mais eu tremia mais ainda!! Aí que orei, meus amigos!!

Nessa hora a professora ficou falando algumas coisas (eu acho que era pra eu me acalmar rsrsrs). Quando ela terminou, deu as instruções para eu tentar de novo. Tentei de novo, mas eu continuava tremendo. Mesmo assim enfiei a agulha! E aí comecei a puxar pra ver se vinha sangue… E veio (acertei a veia :D). Tirei o sangue, depois tirei a agulha, e agradeci a Deus por ter me ajudado. Mas não agradeci com gratidão verdadeira, mas agradeci só por agradecer mesmo; eu não estava contente por ter tremido e ter acontecido aquilo; eu queria mais.

Depois fui ver as pessoas dos outros grupos. Alguns não tremiam, mas não acertavam a veia. Teve um caso que uma pessoa teve que levar duas picadas no braço, foi dolorido e, mesmo assim, a pessoa que tava fazendo a punção não conseguiu tirar o sangue. Teve outra pessoa que foi tirar, não tremeu, mas quando foi preparar a agulha, ela não apertou direito na seringa e quando foi realizar a punção, ela tirava sangue e o sangue caía na mesa.

Depois disso eu agradeci realmente a Deus por ter me concedido aquela bênção e pedi perdão porque só queria mais e não tinha realmente um coração grato.

Dessa história eu tirei uma lição. Às vezes, a benção de Deus nem sempre é como agente pede e deseja. Mas pode ter certeza de uma coisa: ela vem na medida certa e na hora certa!!

Pense quantas vezes temos ido à igreja, não pra louvar a Deus pelas bênçãos concedidas, mas só pelo costume, ou pelos amigos. E que agente possa ir mais pra igreja com o objetivo de louvar e adorar esse Deus maravilhoso e Todo-Poderoso merecedor de toda honra e toda glória.

I Tessalonicenses 5:16 Regozijai-vos sempre.

I Tessalonicenses 5:17 Orai sem cessar.

I Tessalonicenses 5:18 Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.