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Ligados e Receptivos

agosto 4, 2007

Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em  vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar; se não permanecerdes em Mim.”  João 15:4

Bom, é neste versículo que quero meditar um pouco com vocês. Com a ajuda de Jim Hohnberger, autor do livro Vida Plena de Poder, do qual irei tirar algumas partes dessa obra para poder transmitir melhor pra vocês o que pensei ao ler esse capítulo.

“Viver uma vida guiada pelo Espírito requer que abramos mão de controlarmos a nossa vida. Requer que, em cada situação da vida, lancemos nossa dependência sobre a liderança da graça de Deus e que nos acheguemos a Cristo, não importando o quão difíceis as circunstâncias pareçam à nossa sabedoria humana. Uma vez feita a travessia e experimentada a graça, a grande dificuldade da vida cristã é manter essa experiência de maneira coerente e duradoura.”  Página* 56

“O verdadeiro cristianismo é mais do que uma mera conversa, mais do que conhecimento intelectual; é uma conexão verdadeira e viva com Deus. Esse tipo de cristianismo verdadeiro é raro, muito mais raro do que você possa pensar” Página* 58

“Pode ser que nunca venhamos a entender totalmente por que Deus pede de nós algumas coisas ou por que permite certos problemas e provações. Podemos, contudo, depender dEle como um pai amoroso e confiar em Seu julgamento e sabedoria. Não temos que saber a razão. Temos apenas que praticar nossa crença em Sua guia, render-nos à Sua vontade – mesmo quando o caminho parece acidentado, mesmo quando Sua escolha para nós é a última coisa que queiramos fazer – e colocar nossa inteira dependência nEle para que Ele resolva os problemas que nos assolam.”Página* 59

“Todos os que já tentamos viver a vida cristã descobrimos em primeira mão  que a dependência, enquanto verdade intelectual, é algo muito mais fácil de aceitar do que o próprio exercício da dependência como uma realidade vital durante uma crise. Muitos pedem que Deus os ajude a lidar com os problemas da vida, mas isso não é dependência. Para dizer a verdade, muitos de nós raramente experimentamos a dependência de Deus. Digo isso porque, com milhões professando o cristianismo, temos menor poder do que tínhamos do que tinham os doze discípulos. Se tivéssemos aprendido o segredo da dependência, não nos encontraríamos nessa condição miserável.

A transição da velha vida dirigida pelo eu para a vida dirigida pelo Espírito nunca é fácil, não porque Deus, de maneira arbitrária, decidiu dificultar as coisas. É por causa dos nossos próprios desejos de nos autogovernarmos e dos nossos clamorosos apetites, paixões e desejos que o jugo cristão parece tão pesado. A menos que escolhamos deixar essas coisas totalmente sob o controle de um Pai sábio, poderemos achar a vida uma miséria ao tentarmos viver como genuínos cristãos. Intelectualmente, nossa mente desejará prosseguir nos caminhos de Deus,  enquanto cada fibra do nosso ser estará se esticando para voltar à antiga vida.

É aquilo que almejamos que verdadeiramente mostra onde está nossa afeição. A menos que o foco de nossas afeições mude das coisas terrenas para as coisas celestiais, nossa vida espiritual será como um ioiô, sempre se movimentando para cima e para baixo, mas nunca se separando das mãos de Satanás, onde está atado. Nunca é fácil escapar de suas garras, pois, quando desejamos ser resgatados e queremos ser dependentes, ele se levanta para resistir. Satanás aprecia qualquer prática religiosa que deixe o eu viver, pois, de nós mesmos, carecemos de poder, mas se começarmos a depender de Deus e prosseguirmos para diante ao Ele abrir o caminho, então ele é um inimigo derrotado e ele sabe que é o perdedor nesse conflito.

Por isso, devemos entender que, nas provações da vida, não é a crise exterior que pode nos derrotar; é ceder lugar ao eu que traz derrota para a alma. Uma das lições mais difíceis de aprender é tornar-se totalmente destituído de confiança no eu. Podemos ser sinceros, mas muitas vezes seguramos as rédeas do controle em nossas mãos enquanto honestamente desejamos a direção de Deus. ”Página* 60

“Longe de Deus, realmente somos pessoas desprezíveis, mas Deus é fiel. Mesmo sendo fracos e predispostos a pecar, Deus estava conosco e havia providenciado uma saída inesperada.”Página* 65

É, realmente, temos que entender cada dia mais que não podemos viver sem Jesus e ter certeza disso. Não adianta irmos para igreja, escutar a pregação e não sentir o que o pregador está falando. Como pode ser isso? Já aconteceu comigo e com certeza deve ter acontecido com você. Não sentir a mensagem, ou seja, não sentir o Espírito santo. Mas, como deixar Ele agir em nossa vida?  Só com uma íntima comunhão com Deus.

Deus quer nos sustentar em cada problema, cada tentação e cada crise de nossa vida. Por que será então que tão poucos permitem que Ele fique no controle? É porque queremos Deus como uma forma de conveniência, alguém a quem recorrer quando as coisas ficam fora de controle, uma entidade que não interfere quando tudo está bem. Realmente, não temos noção do que estamos perdendo. Deus não é uma pessoa que fica no céu fazendo acepção de pessoas, distinguindo que ler a Bíblia ou não. Ele Se associa até com os membros mais humildes da sociedade. Hoje, ele quer – e deseja muito – que você experimente Sua amizade também. Deus cuida de nós com um amor profundo e apaixonado. Olha além da degradação que o pecado nos causou e nos vê da maneira como podemos nos tornar através da união e comunhão com Ele.

“Às vezes, quando a vida é dura e temos dificuldades, ficamos anelando por um amigo importante ou rico, um amigo que possa nos ajudar em nossas lutas. Esquecemos que o mais sábio, o mais rico e mais poderoso Monarca que já existiu nos oferece uma amizade melhor do que qualquer outra que o mundo possa oferecer – melhor do que conhecer o presidente, melhor do que ser amigo do homem mais rico do mundo ou mesmo do maior herói esportivo. Por incrível que pareça, muitos de nós ignoramos ou rejeitamos a oferta de Deus.

Muitas vezes a rejeição não é intencional. Algumas vezes, até aqueles que dizem ser cristão negligenciam a amizade com Aquele cujo nome uma vez ostentaram. Isso é muito triste, porque as amizades acrescentam muito à vida de uma pessoa, não apenas aumentando nossa satisfação, mas também enriquecendo nosso intelecto.” Página* 70

*Vida Plena de Poder [CPB 1ª edição – 2006]

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