Archive for 31 de agosto de 2007

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Terceira e quarta geração

agosto 31, 2007

O Senhor é tardio em irar-se, e grande em misericórdia; perdoa a iniqüidade e a transgressão; ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração.

Números 14:18

DNA de ex-fumante carrega marca do vício

Estudo canadense mostra alterações permanentes em alguns genes de quem já fumou. Material genético pode estar ligado à formação de cânceres.

Fumar deixa marcas nos genes que persistem por anos, mesmo quando a pessoa abandona o hábito. Um grupo de cientistas canadenses identificou 124 genes que são alterados pelo cigarro e não voltam mais a se expressar (ou seja, a funcionar) normalmente, como mostra a revista especializada “BMC Genomics” (www.biomedcentral.com/bmcgenomics).O cigarro provoca uma série de alterações moleculares que parecem variar de pessoa para pessoa. Algumas delas podem desencadear a formação do câncer, como quando permitem que uma célula danificada continue a se multiplicar no corpo.Nesse estudo, pesquisadores do Centro de Pesquisa do Câncer da Colúmbia Britânica viram que proteínas produzidas pelos genes alterados estão associadas a doenças pulmonares. Eles analisaram amostras de tecido dos brônquios de 24 pessoas: 8 fumantes, 12 ex-fumantes (que haviam parado de 1 até 32 anos atrás) e 4 não-fumantes.Vários dos genes estudados pelos pesquisadores estão ligados ao controle do ciclo celular, ou seja, à forma como as células se dividem e reproduzem no organismo. Problemas no ciclo celular estão entre os principais fatores para o início do câncer — uma ocorrência muito comum entre fumantes e ex-fumantes. Os tumores de pulmão são os mais comuns do mundo hoje.

(G1)

O que quero fazer a comparação aqui??? Qual a comparação entre o versículo acima e a reportagem do G1?

Você pode pensar que não tenha muito a ver. O Senhor demora para se irar, tem grande misericórdia, perdoa a iniqüidade e a transgressão, ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade até a terceira e quarta geração. Indo para ao lado do fumo, a maldade(fumar) que a pessoa fez para ela ficou no seu DNA… Passando pro seus filhos, da mesma forma são com as coisas de Deus. Os pecados que cometemos podem ter progressões até para os nossos filhos? E aí sacou agora a comparação?

Que possamos meditar nisso…

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O que se pode comer?

agosto 31, 2007

Qual o significado da declaração “tudo o que se move, e vive, ser-vos-á para alimento”? (Gn 9:3)
Por Alberto R. Timm
Algumas pessoas encaram essa declaração divina a Noé, após o dilúvio, como autorização ao consumo, sem quaisquer restrições, de toda espécie de animais limpos e imundos. Mas essa interpretação  não  é  sancionada  pelas normas e práticas alimentares encontradas nas Escrituras.
A distinção entre animais “limpos” e “imundos” já era conhecida por Noé antes do Dilúvio,  pois o próprio Deus havia feito essa distinção ao mencionar os animais a  serem  preservados na Arca (ver Gn 7:2 e 8). Após sair da Arca, Noé ofereceu holocaustos ao Senhor exclusivamente “de animais limpos e de aves limpas” (Gn 8:20). Embora animais limpos fossem sacrificados ao Senhor desde a queda dos nossos primeiros pais (Gn 3:21 e 44), foi somente após o Dilúvio que o consumo de alimentos cárneos foi permitido, pois grande parte dos vegetais havia sido destruída (ver Gn 1:29; 9:1-6).
Se  a  intenção  em  Gênesis 9:3 fosse eliminar toda e qualquer distinção entre animais limpos e imundos, isso certamente apareceria  nas  discussões  bíblicas posteriores sobre o assunto.  Isso, porém, não ocorre.  Mesmo se Gênesis 9:3 houvesse liberado temporariamente o consumo  de  animais  imundos,  o  que  não é  o  caso,  essa  hipotética   permissão  acabaria  sendo  desfeita  eventualmente  pelas  leis  de  saúde registradas em Levítico 11:1-31,  Deuteronômio 14:3-21  e outros textos bíblicos.
A própria determinação divina de preservar na Arca “sete pares” de  cada  espécie  de  animais limpos e apenas “um par” dos animais imundos (Gn 7:2) sugere que somente os animais limpos haveriam de ser oferecidos em sacrifício e consumidos como alimento. Como dos animais imundos foi preservado apenas um casal de cada espécie, bastaria que Noé imolasse  o  macho  ou  a  fêmea  de  um  casal que ainda  não  havia  se  reproduzido  para  acabar extinguindo definitivamente a respectiva espécie.
Devemos ser cautelosos na interpretação de “tudo o que se move, e vive”, para não acabarmos incluindo o próprio homem entre os alimentos cárneos divinamente sancionados, pois este também “se move, e vive”.  Portanto, a expressão é uma mera generalização (semelhante à expressão “todo o mundo”, usada em português), que não desfez a distinção entre animais limpos e imundos já conhecida naquela época. Assim, após o dilúvio o homem poderia se alimentar também de animais limpos, em acréscimo aos vegetais que já vinham sendo consumidos desde a Criação (Gn 1:29).

Fonte: Sinais dos Tempos, novembro/dezembro de 1999. p. 29 (usado com permissão)