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Os valores é que moldam a cultura [parte 1]

dezembro 10, 2007

Quando você está em algum local e as circunstância fazem você tender a pecar…O que você faz? Você passa por cima de seus princípios, destro seus valores para ir atrás de uma cultura que você nem sabe se tem bons valores?

É sobre esse tema que quero falar nos meus próximos posts:

Os valores é que moldam a cultura

Essa é frase-chave. Todo os textos irão se basear nela.

Quero dizer que ao escrever isso me tive como base a pregação do Pr. Iván Goes que houve no “Simpósio Mundo em Agonia” no UNASP. A pregação pode ser baixada aqui.

Espero conseguir escrever tudo o que quero dizer em tempo rápido e poder postar logo aqui.

Até outro post,

Franzé Jr.

[Click aqui para ler o restante, se você estiver na inicial do blog]

 

 

Introdução

Você já sentiu como um ET? Que pergunta né! Nunca se sentiu como um ET? Já?!?

Você é normal? Como você sabe que você é normal?

A grande pergunta é: “Nós somos normais?”

Você já percebeu que somos opostos a toda uma cultura daí de fora, e de vez em quando nos sentimos como um ET. Nos sentimos meio fora desse planeta.

Agora, sabe por que nós somos normais? Sabe porque achamos que nós somos normais?

Por conta dos anormais.Num é? Claro que é! Você só sabe se é normal porque existe o anormal. Se não como você iria saber que é normal? Num é assim?

E no fundo, ou seja, nós precisamos dos anormais para provar a nossa normalidade. O que isso tem a ver? Iremos fazer reflexão. Vamos pensar um pouquinho. Vamos pensar como gente normal. Que às vezes tem coisas e situações que a gente parece meio anormal.

Em algumas situações da vida, criamos paradigmas para dizer o que é uma pessoa normal, uma mulher bonita, um homem bonito, alguém inteligente. Por exemplo, atualmente, a visão de uma mulher bonita é uma mulher magra(apesar desse conceito estar mudando um pouco), loira, dos olhos verdes e branca(para muitos essa é a mulher perfeita).Para outros pode mudar, mas para muitos é preciso sair no sábado à noite. Beber leite só com Nescau, nunca leite puro. Para outros estudar só antes das provas. Alguns pensam em ir à igreja somente para um encontro de amigos, e não com o intuito de adorar a Deus.E outros inúmeros paradigmas que se criam pensando em normalidade.

O que devemos fazer:

Entretanto, o que nós, jovens cristão devemos fazer no meio de um mundo cheio de paradigmas e aparentes normalidades?

Devemos baixar nosso nível por gosto de outras pessoas? Será que realmente valerá a pena?

É melhor ser um “ET adventista” a ficar por aí desfrutando dos incontáveis prazeres desse mundo?

Início do problema:

Talvez o problema seja ter um Jesus de fachada, no qual nós ficamos tão “pensando em Deus”, sendo esse Deus será que conhecemos?

Desde 1500 nos ensinaram a ouvir sobre o humor de Deus. Mas não falam no amor de Deus.Quando os portugueses chegaram aqui e fizeram o que quiseram com os índios, trouxeram imigrantes, e outras pessoas. Nascemos assim dentro de uma cultura formada. Mas o evangelho tem que quebrar essa cultura.

“Não faça isso que Jesus não gosta…”

Que Jesus é esse que não gosta de nada? Por isso desde criancinha aprendemos a respeito do humor de Deus. Mas, quando conheço esse Jesus, o que Ele faz mudar a história aí fora?

O mundo é ali fora, não é aqui nesse blog. Aqui tudo é bonitinho e certinho.

 

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