Archive for 17 de dezembro de 2007

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Verdades que doem

dezembro 17, 2007

 

Olá! Como foi Taty que me apresentou semana passada, achei por bem não falar de mim de novo. Prefiro ir direto ao assunto: verdades que doem.

Certa vez uma amiga comentou comigo a seguinte frase: “prefiro que me machuquem com a pior verdade do que me enganem com a melhor mentira”. Como cristãos, até aí tudo bem. Se Jesus “é o caminho, a verdade e a vida”, nós como seguidores dEle também devemos optar por sermos verdadeiros sempre. Mas que tipo de verdade você está transmitindo?

Há maneiras bem distintas de falar alguma coisa para alguém. Os resultados, porém, são basicamente dois: ou construímos ou destruímos. Quem dera se toda vez que falamos de alguma coisa errada feita por alguém o fizéssemos para alertar a pessoa do erro, para resgatá-la do mal. Contudo, em grande parte apenas contribuímos para deixar o errante com ainda mais culpa, atirando verdades doloridas e que ferem.

Para que “machucar com a pior verdade”? Falemos como Jesus falava: com amor. Quando falou ao jovem rico que vendesse tudo, ou alertando Judas que este o trairia ou ainda com Pedro e suas negações… Em todos esses casos Ele falou com o mesmo amor demonstrado em cada gota salvadora de sangue derramada na cruz, mesmo sabendo que tanto o jovem quanto Judas e Pedro o rejeitariam. Oremos a Deus para que – através de sua graça – compreensão e tolerância sejam qualidades freqüentes em nossa vida; pois são fundamentais para sermos melhores cristãos.

Guilherme Hugo.

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“…Cale-se diante dEle TODA a terra”

dezembro 17, 2007

Na segunda-feira, dia 10 de dezembro, fui a um culto de gratidão no Fórum do Recife, pois fui convidada a cantar no programa. Já era a 3ª vez em dois anos em que apareço por lá. Foi muito bom poder rever conhecidos!

Depois de alguns louvores e orações, o pastor se levanta e começa a pregar sobre a multiplicação dos pães e peixes, que está escrito na Palavra de Deus em João 6:1-13 (foi este o texto que todos leram juntos).

Enquanto o pastor pregava, [quase]* todas as pessoas presentes estavam gritando frases como: “Amém, Jesus! Que bênção!”, “Eita, Senhor, isso é verdade!”, “Glória, glória, glória!”, “Deus seja louvado!”, entre outras, num volume ensurdecedor. Em meio a tanto barulho, tentei prestar atenção ao que o pastor falava, mas não conseguia ouví-lo nitidamente, pois a “bagunça” era tanta que quase encobria a voz do pregador ao microfone.Enquanto o pastor falava que devemos sempre ter em nós o sentimento de gratidão por tudo que o Senhor nos dá a cada momento, eu falei para mim mesma: “Por que será que Deus não habita num lugar com barulho?”

    Depois desse culto, confesso que me senti pior do que antes. Com isso, fiquei inquieta por quase 3 dias, até que então decidi consultar a fonte de toda a sabedoria, a Bíblia.

    Quando abri o livro, achei o texto de Habacuque 2:20 (ARA), que diz: “O Senhor, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dEle toda a terra.”. Logo em seguida, procurei o Salmo 46:10 e 11, onde está escrito: “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é nosso refúgio.”.
Parei um pouco para pensar. Lembrei-me da letra do hino 574 do HA (Hinário Adventista), que diz no final: “Vamos, pois Lhe prestar culto reverente. Deus está presente.” Quanto à pergunta que tinha feito a alguns dias antes, acabei entendendo, mas com outra dúvida: Se Deus quer reverência em adoração ao Seu nome, por que nas nossas igrejas as pessoas ficam conversando na hora do culto, tirando a atenção de quem quer ouvir a mensagem?
Deus não está presente em lugares barulhentos porque, simplesmente, é uma questão chamada REVERÊNCIA. Deveríamos refletir melhor sobre isso e ter um zelo maior pelo Seu nome.Ele é Deus de ordem e respeito.
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* Porque somente eu e mais 5 pessoas (meu pai, minha irmã, uma prima minha que trabalha lá e duas mulheres da Igreja Batista) não falavam nada a um volume tão alto quanto o restante.

Contribuição: Rebeca Menezes, jovem adventista – Recife, PE

 

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