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Três tendências perigosas no cinema da atualidade

janeiro 29, 2008

Bom dia amigos. Fazia tempo, né? Ok, ok. Eu sei que deixei muita gente na mão. Peço infinitas desculpas. Mas aqui estamos com os quatro posts atrasados, todos de uma vez, como se eu nunca tivesse deixado de postar (calma, calma, num to querendo enrolar ninguém).

Pois é. Neste post vamos falar de tendências. Se você é observador e freqüenta assiduamente as locadoras, com certeza este post lhe será útil.

Entenda uma coisa: Há os filmes produzidos com enfoque no público e há os filmes produzidos com enfoque na arte. Quando analisamos o primeiro grupo é possível extrair uma lógica simples: se um determinado filme faz sucesso, logo muitos outros virão no mesmo formato e com conteúdo parecido até que o público enjoe daquele tipo de produção e force os diretores a nos entregar algo novo. Assim, é possível estabelecermos alguns padrões que estão em moda agora e que você, como cristão, deve conhecer para se precaver. Aqui vamos nós:

1. Sexologia barata: As comédias românticas são as principais vítimas deste tipo de abordagem. As mulheres talvez discordem de mim, mas fica claro que há uma tendência no cinema em focar a falta de sexo como a raiz de todos os problemas e a volta do mesmo como a solução máxima para todos os relacionamentos. Nada de cumplicidade, arroubos românticos ou desencontros amorosos. As comédias românticas estão sendo apimentadas com traições, homossexualismo, sexo deturpado e mentiras.

2. Fantasia: Filmes-fantasia estão sendo produzidos em série: Harry Potter, O Senhor dos Anéis, A Bússola de Ouro, Ponte Para Teratíbia, dentre muitos outros que vêm por aí. Em que pesem as pregações empolgadas sobre mensagens subliminares, o maior problema desses filmes é a familiarização do público com o ocultismo distorcido, no qual elementos condenados por Deus como feiticeiros, rituais pagãos e adivinhações são apresentados sob um manto de bondade. Cuide do seu “Ponto de Diferenciação.”

3. Violência-pop: Os dois filmes mais aclamados pelo público brasileiro deste filão são nacionais: “Cidade de Deus” e o mais recente “Tropa de Elite”. Interessa mais mostrar cenas demoradas e detalhadas de violência do que o contexto social por trás dela. Alguns filmes, como o suspense de quinta “O Albergue”, valem-se apenas de chocar o telespectador. A violência tornou-se popular e divertida. Na vida real, continua aterrorizante e apocalíptica, mas o público da violência-pop parece separar bem as duas coisas. No conforto de suas salas, tiros e mutilações parecem ser elementos de entretenimento. Paradoxal não? Cuidado com a manipulação dos seus sentidos. Lembre-se da “Teoria da Sopa de Rã”.

Tá avisado. Que Deus os ilumine.

Abração,

Ângelo Bernardes.

 

 

 

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