Archive for janeiro \19\-03:00 2008

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Qual o seu intuito quando você louva?

janeiro 19, 2008

Antes de escrever hoje para o blog, estava ouvindo a música Sacrifício. Confesso que não tinha em mente idéia do que escrever. Tinha decidido que o tema ao qual eu iria refletir no AçãoJA seria Música. Mas a minha primeira postagem no blog sobre o assunto ficou grande demais! Entendam que nele estava expresso um pouco de frustração acumulada. Foi então que escutei o trecho daquela música que diz assim: “o que farei para que tudo o que Ele fez não seja em vão, mas transforme o coração”. E fiquei pensando o que temos feito com nossa Música, para que com a ajuda dela “transforme o coração” não só o meu, mas dos que estão ao meu redor. Muitas vezes estamos querendo aparecer mais do que a mensagem que cantamos ou tocamos. Seja na nossa aparência, solos desnecessários, ou mesmo o excesso de melismas. Qual o seu intuito quando você louva?

Davi nos conclama, no seu último verso escrito nos Salmos, para que “todo ser que respira, louve ao Senhor. Aleluia!” (Salmos 150:6). Ele não falou para todos os que cantam bem, nem todos os sopranos nem mesmo os que fizeram aulas de canto. Mas TODOS louvem ao nosso Deus! Tem sido sincero e humilde o seu louvor para que haja alegria nos céus?

Foi então que me lembrei do livro Música: sua influência na vida do cristão

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(CPB 2005), que é uma compilação de textos escritos por Ellen White sobre musicalidade. Nele, na página 68, há um brilhante exemplo do que eu estava me referindo. Deleite-se nessas sábias palavras que expressam os meus sentimentos em relação a isso. Você pode até esquecer do que leu anteriormente, mas não esqueça dessa história.

Sentimentos Não tocados, Corações Não Subjugados

“O senhor ‘U‘ não está ciente de quantas pessoas ele tem desviado de assuntos sérios, e outras tantas a quem tem desgostado. Ao ver seus movimentos rudes no cantar, alguns não conseguem reprimir pensamentos não santificados e sentimentos de leviandade. O irmão ‘U’ gosta de exibir-se. Seu canto não exerce uma influência que enternece o coração e comove os sentimentos. Muitos têm assistido às reuniões e ouvido as palavras da verdade proferidas no púlpito; muitas vezes, porém, a maneira pela qual o canto é conduzido não aprofunda a impressão causada. As exibições e contorções, e a desagradável aparência do esforço exagerado, têm estado tão fora de lugar na casa de Deus e sido tão cômicas que as impressões sérias causadas sobre as mentes são apagadas. O canto produzido dessa maneira é desestimulador para aqueles que estão crendo na verdade”.

“Louvar-Te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as Tuas maravilhas”. (Salmos 9:1) Porém louve-o, exalte-o de coração para única e exclusiva glória dEle. Suas atitudes revelam aos outros muito mais de você do que quando cantas. A responsabilidade é grande demais para ser tratada com desleixo. A salvação de muitos pode depender disso. Louve com o intuito de que você e os que estão lhe escutando adorem ao Senhor

Até a próxima,

um abraço,

Guilherme Hugo

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Um jogo de bola na praia

janeiro 18, 2008

MaragogiEstava em Maragogi, uma praia linda localizada na fronteira entre Alagoas e Pernambuco cujas águas cristalinas permitem ver os peixes indo e vindo. Lá passei alguns dias de férias. E em um deles fomos jogar bola à beira do mar.

Éramos quatro e começamos a jogar com uma bola novinha que meu primo tinha ganhado recentemente e que não possuía outra igual. Dava muito valor a ela.Bola Azul

Paramos para descansar um pouco. Sentamos na areia, começamos a conversar e a bola ficou a uma certa distância de nós.

Conversa vai e conversa vem, acabamos nos distraindo.Paramos para ver onde estava a bola e não a encontramos mais. Não estava onde deixamos. Suspeitamos de um rapaz, que vendia coco. Um dos quatro, notou que ele havia parado no local da bola e depois prosseguido Binoculorápido.

Notamos: e agora?! Ele vai chorar quando souber que não estamos com a bola dele!

Depois do acontecimento me veio a mente a história em que Jesus disse para vigiar e orar (Mateus 26:36-46). Jesus estava se aproximando do momento em que decidiria o destino do mundo. Estava em agonia, depressão e desânimo no Getsemani. “Sentira Ele o anseio da companhia, de algumas palavras dos discípulos, que trouxessem alívio e quebrassem o encanto das trevas que quase O venciam.” ¹

Mandou os discípulos orarem e vigiarem, mas quando vTravesseirooltava os encontrava dormindo. “Assim, quando o Salvador Se encontrava em mais necessidade das simpatias e orações deles, foram achados dormindo” ²

Assim somos nós. Às vezes dormimos como os discípulos. Jesus está voltando e como temos administrado nosso tempo e os dons que Ele tem nos dado? Quantas vezes perdemos até o privilégio de conversar com o Deus Criador de bilhões de galáxias? Quantas vezes deixamos de ler a Palavra de Deus?

É interessante que mesmo não obedecendo o Mestre, Ele “não os reprovou, mas disse ‘Vigiai e Orai, pra que não entreis em tentação.’”³ Mesmo naquele momento de muita agonia, “A fraqueza dos discípulos despertou a simpatia de Jesus. Temia que não fossem capazes de resistir à prova que lhes sobreviria em Sua entrega e morte.”4

Cristo não queria apenas, que orassem por Seu Mestre, mas que vigiassem e orassem por causa deles mesmos. Sabe por que Pedro negou Jesus três vezes?

Fora por dormir quando Jesus lhe recomendara vigiar e orar, que Pedro preparara o caminho para seu grande pecado. Todos os discípulos, dormindo na hora crítica, sofreram grande dano. Cristo sabia a cruel prova por que eles haviam de passar. Sabia como Satanás havia de agir para lhes paralisar os sentidos, a fim de se acharem desapercebidos para a prova. Fora por isso que lhes dera aviso. Houvessem aquelas horas no horto sido passadas em vigília e oração, e Pedro não teria ficado dependente de suas débeis forças. Não teria negado a seu Senhor. Houvessem os discípulos velado com Cristo em Sua agonia, e estariam preparados para Lhe contemplar os sofrimentos na cruz. Teriam compreendido, até certo ponto, a natureza de Sua avassaladora angústia. Teriam podido recordar-Lhe as palavras predizendo os sofrimentos, a morte e a ressurreição. Entre as sombras da mais probante hora, alguns raios de esperança teriam aclarado as trevas e lhes sustido a fé.” 5

Outro dia encontramos a bola. Estava com um garoto que disse ter encontrado.

Não sabemos nem importa o que foi que aconteceu com a bola. É só um objeto. O que importa é que temos que VIGIAR mais. ORAR mais.

Um abraço,

Felipe Scipião

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1 DTN*, pág. 690 2 DTN, págs. 689 3 DTN, págs. 689 4 DTN, págs.6895DTN, págs. 713 e 714

*Desejado de Todas as Nações

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O poder da Palavra – 1

janeiro 16, 2008

“Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.” Mateus 13:44

Séculos passados, os reinos ao redor do antigo Sião enviavam exércitos e bandos de assaltantes para a parte sul do país, decididos a saquear os tesouros do templo e raptar as belas mulheres siamesas para serem suas esposas.

Os siameses, na ânsia de proteger seus tesouros cobriam as mais valiosas imagens de Buda com argamassa barata. Quando as tropas saqueadoras viam esses ídolos de aparência barata, não os roubavam por julgá-los sem valor.

Por muitos anos, uma destas imagens de Buda adornou uma escola paroquial em Bangcok. Os sacerdotes do templo queriam tirar do lugar a feia imagem, sobre a qual subiam os meninos da escola, em suas brincadeiras. Ela, porém era muito pesada.

Contudo, os sacerdotes finalmente decidiram quebrar a incômoda imagem, para que fosse removida aos pedaços. Removida a argamassa que a recobria, os trabalhadores, pasmados, viram uma figura de ouro maciço! Uma investigação posterior revelou cinco toneladas de ouro, noventa por cento puro, avaliadas em sete milhões de dólares! Por muitos anos, aquela escola paroquial tinha, em seu recinto, uma grande fortuna sem saber que a tinha.

Agora tomemos esta história e coloquemo-la ao lado de outra, da Bíblia. É a história do homem que encontrou um rico tesouro no campo.

Na parábola, o campo que encerra o tesouro, representa as Sagradas Escrituras. E o evangelho é o tesouro. A própria terra não está tão premiada de veios auríferos nem tão cheia de preciosidades como a Palavra de Deus” – PJ, pág. 104.

Debaixo daquele exterior barato, o ídolo siamês, continha um tesouro de ouro maciço que valia milhões de dólares. Da mesma forma, por baixo da inexpressiva capa da sua Bíblia, há um rico tesouro que vale muito mais do que os milhões de dólares do ídolo da escola paroquial. Dentro das páginas desse Livro abençoado a pessoa encontra a vida eterna, e tudo o que significa!

Jorge Cortês vivia na Colômbia, América do Sul. E estava cumprindo sua sétima condenação, na cadeia. As drogas e o crime lhe pareciam ser o caminho da vida. Seu último raspão com a lei envolveu assalto a um lojista.

A permanência atrás das grades meses a fio, numa ocasião, não o curou de cometer crimes. Quando via algo que queria apanhava-o não raro sofrendo conseqüências.

A vida na prisão era muito monótona. Coisas para ler eram escassas, e assim certo dia em que viu um Novo Testamento na mesinha da cela de outro prisioneiro, apoderou-se dele, com o objetivo de lê-lo para passar o tempo.

Embora a mente de Jorge estivesse enevoada pelas drogas, ao começar a ler o Livro o poder do evangelho começou a penetrar em seu cérebro confuso. Quanto mais lia, mas queria ler. Aquele Livro era diferente dos romances e revistas baratas que costumava ler. Tinha um poder em si, um estranho poder que Jorge jamais sentira antes na vida, e isto produziu-lhe um tremendo impacto.

Descobriu que aquele Livro falava de um Homem, não de um homem comum, mas de alguém cujo nome é Jesus – um Homem que realizava milagres e entrava na vida das pessoas. E logo Jorge sentiu que esse Homem entrara em sua vida também.

Quando o jovem transgressor da lei foi libertado, foi morar com um parente. Ali ele encontrou mais livros sobre a Bíblia um deles de modo especial, despertou-lhe o interesse, era sobre a segunda vinda de Jesus. O livro declarava que esse Homem maravilhoso logo viria de novo a este mundo.

O pastor Santader Iglesia estava justamente começando uma série de conferências na região, e o moço as assistia regularmente. No final das reuniões, Jorge foi batizado e a seguir entrou na obra da colportagem, partilhando com outros sua nova fé.

Querido jovem: Na verdade “A Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes” (Hebreus 4:12). Ela transformou a vida de Jorge Cortês; Ela fará a obra necessária na sua e na minha vida, se apenas permitirmos que ela a faça, estudando-a diariamente.

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Pr. Jeú Caetano

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Seja cristão, seja diferente.

janeiro 14, 2008

Desde que eu comecei a postar aqui no Ação, sempre tive o desejo de escrever sobre o assunto de hoje. Mas, precisava antes de tudo, saber o “terreno em que estava pisando” para não dar bronca logo nos primeiros posts, né?! Contudo, cheguei à conclusão que não há “o momento” porque o bom exemplo que o cristão deve dar não tem hora certa. Na verdade, todo segundo é o momento para você mostrar ao mundo que você é diferente.

Toda vez que alguém comenta este assunto, sempre surge a questão: “E eu vou ser Jesus? Tenho que ser santo?”. Não, você não tem que ser santo. Afinal, estamos em um mundo pecaminoso e não vamos conseguir chegar ao céu sem cometer pecados. Porém, também nem vá se alegrando para cometer estripulias por aí. Vamos lembrar que tudo tem limites e nós, cristãos, devemos ter consciência dos nossos. O ideal é que tenhamos Cristo como modelo. Vejamos em João 13:15: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”. Primeiro, acreditamos na Bíblia, não é isso? Pois bem, temos que seguir o que Cristo nos ensina e em João Ele mostra claramente que devemos dar o bom exemplo, assim como Ele nos fez.

Nós costumamos falar bastantes frases do tipo “eu não estou nem aí, podem falar de mim que eu não ligo para a opinião dos outros”. Um cristão correto não deve agir deste modo. A Bíblia também fala claramente que não podemos escandalizar o nosso irmão. “Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno” Mateus 5:29.

 

 

Enquanto isso, há pessoas que se dizem cristãs e estão bebendo, quebrando o sábado, dançando, filando nas provas da escola ou faculdade, mentindo, adulterando, fumando, mantendo relações sexuais antes do casamento… são tantos pecados que não podemos listar. O pecado é bom, não vamos ser hipócritas e negar. Afinal de contas, se não fosse prazeroso, ninguém faria, não é? Mas toda “diversão” listada acima é passageira. Apenas a vida futura que Deus nos promete é eterna. Outra coisa também, de que adianta você ficar dizendo que é um cristão, que é diferente e fica realizando as mesmas atitudes do mundo secular? Esse é um dos questionamentos de muitas pessoas que ainda não se converteram, sabiam? Que fique claro que não estou julgando ninguém, até porque também faço parte deste mundo em pecado, todavia, o meu objetivo ao postar é mostrar que tudo isso ocorre por falta de confiança em Deus, de leitura da Bíblia. Se você vai a um ambiente indevido para um Cristão, não vá. Se está percebendo que o filme não possui a filosofia de vida que você leva, não assista-o. Se seus amigos te convidam para sair e você acha que não vai resistir à qualquer tentação, recuse tal saída, mas não faça parecer que você é anti-social, de outro mundo. Mostre que você pertence a Deus e que essa vida de pecados não é a que Ele quer para você, nem para nenhum de nós. É melhor você dar um bom exemplo a perder a sua salvação.

Sabemos que isso são artimanhas do inimigo que faz de tudo para nos distanciar de Deus. Porém, tenho certeza que se nós estivermos em comunhão com Deus, Ele não nos dará dificuldades que não possamos suportar. Deus conhece os nossos limites mais do que nós mesmos. Em oração, revele a Deus as suas tentações e as suas fraquezas. Conte também o seu desejo de mudar, de ser um cristão, de ser diferente. Peça a Ele agora mesmo para que você confie mais nEle, para que Ele ajude-o a assemelhar-se ao caráter de Jesus. “Confia nEle, e Ele o fará”. Salmos 37:5.

Até segunda!

Taty.

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Tenor, Baixo, Contralto, Soprano e… PLAY-BACK!

janeiro 12, 2008

Olá pessoal! Estarei escrevendo a partir de hoje aos sábados. Tentarei não ser mais nômade e me fixar nesse dia!

Gosto muito de instrumentos musicais e vou nesse primeiro post “puxar a sardinha” para o meu lado. Se você SÓ gosta de música à capela (somente com vozes), pode parar de ler esse texto. Mas se você gosta de teclado, guitarra, violão, sax, clarinete e afins; me responda: temos quantos conjuntos adventistas bem conhecidos? Refrescando sua memória: Novotom, Prisma, Expressão Vocal, Art’Trio… A lista segue sem maiores dificuldades. Quartetos, então: Arautos do Rei, Communion, Ministry… Agora, pacientemente após tantas perguntas, a última indagação: qual grupo adventista, com um instrumental participativo (não pense nas bandas que acompanham grupos ou só as que gravam no estúdio), que você conhece? Difícil? Pois é, desculpe-me a possível ignorância, mas lembrei-me apenas do Ministério de Louvor Está Escrito. Essa escassez se reflete na grande quantidade de grupos vocais que temos espalhados em nossas igrejas, mas que não têm instrumentos em sua formação: são escravos do play-back.

Nunca escondi minha recusa aos play-backs. Penso que Deus nos dá dons em variadas áreas, e temos que desenvolvê-los. Então, se temos um piano em nossa congregação e pessoas que o tocam, para que CDs tocados de hinário, do ministério jovem e os demais louvores congregacionais? A equação é simples: quanto menos usamos os dons para louvar a Deus, menos os teremos. Logicamente que é difícil lidar com pessoas, e quanto mais integrantes num grupo as complicações de reunir todos e ensaiar aumentam. Para harmonizar as vozes com os instrumentos então nem se fala. Até achar pessoas disponíveis para tocar já é difícil. Mesmo assim o esforço vale a pena, pois a emoção e a expressão passada em um louvor sincero por quem está cantando é similar aos que os instrumentistas também podem passar. Uma simples inovação tocada ao vivo de uma canção já conhecida estimula nossa criatividade, dá vida e sentimento em contrapartida da mesmice robotizada do play-back!

Cada religião tem suas características próprias que a distingue das demais, e na musicalidade também é assim. A qualidade vocal dos cantores e grupos adventistas é notável (até amigos de outras denominações já comentaram isso comigo), chegando ao ponto de alguns acharem que não há comparações com a música adventista. Mas repito que ficamos devendo na instrumentalidade. Temos igrejas que chegam a não permitirem o uso de guitarras ou baixos. Dizem ter medo da possibilidade dos guitarristas e baixistas usarem mal seus dons. Outros citam que guitarra é coisa de roqueiro, e o rock é do inimigo. Mas se pensarmos assim, até o mais aceito piano (e há pesquisadores os quais dizem que o seu uso se popularizou nos cabarets e “clubes sociais” europeus) está sujeito a mau uso. Então abandonaremos tudo e cantaremos sem nenhum acompanhamento musical?

Creio que tudo isso atrapalha o desejo de nosso Deus, de usarmos em plenitude TODAS as nossas capacidades para abreviar a volta de Cristo. Um novo ano está começando. Por que não aproveitá-lo para quebrar preconceitos musicais, descobrir, usar e aprimorar seus talentos instrumentais?

Até a próxima,

Guilherme Hugo

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Achando a Palavra

janeiro 9, 2008

“Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos.” Jeremias 15:16

O povo de Judá, quando Josias iniciou o seu reinado, vivia um período de grave crise espiritual. Por muitos anos o livro da lei havia sido ignorado, ficando o povo privado de sua orientação e ensinos. Sem a santificadora influência da revelação escrita, Judá se apartou de Deus, seguindo os ínpios e tortuosos caminhos da idolatria.

Uma das primeiras realizações de Josias, inaugurando o seu reinado foi a reparação e limpeza do templo abandonado. Hilquias, o sumo sacerdote, administrando as obras de restauração do santuário, por acaso, encontrou em uma das dependências do vistoso edifício, o livro da lei, que até então estava perdido. Aquele precioso achado revolucionou surpreendentemente a vida nacional.

Tomando em suas mãos esta copia do livro da lei, o piedoso rei de Judá, com o coração comovido, “subiu à casa do Senhor, e com eles todos os homens de Judá… e leu aos ouvidos deles todas as palavras do livro. … E o rei se pôs em pé junto à coluna, e fez o concerto perante o Senhor, para… “guardarem os Seus Mandamentos, com todo o coração e toda alma”, confirmando as palavras deste concerto, que estavam escritas naquele livro” – II Reis 23:2 e 3.

Com efeito, o rei tomou o livro e o leu perante o povo e a influência transformadora da Palavra Inspirada se fez sentir em forma admirável na vida de Judá. Houve um expurgo completo de tudo quanto desagradava ao Senhor. Feiticeiros e adivinhos; ídolos e terafins; e todas as práticas abomináveis do paganismo foram proscritos, porque não se harmonizavam com as instruções contidas no manuscrito providencialmente encontrado por Hilquias.

Eis aí o poder maravilhoso do Livro de Deus na vida de um povo. Distanciados da revelação escrita, os homens se corrompem e se desviam da justiça. Tomando o livro e assimilando os seus ensinos, os homens se arrependem de suas rebeliões e voltam-se com humildade ao Senhor em busca de perdão.

Falamos com insistência sobre a necessidade de um grande reavivamento espiritual em nossos dias. Mas assim como nos dias de Josias o despertamento que tanto anelamos só ocorrerá quando regressarmos à Bíblia.

Como o homem faminto busca afanosamente o alimento para calar o clamor da fome, assim devemos buscar a Palavra. Disse o profeta: “Achando-se as Tuas palavras, logo as comi, e a Tua Palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração” (Jeremias 15:16). E outra vez sentenciou Davi: “Oh! Quão doce são as Tuas Palavras ao meu paladar! Mais doce do que o mel à minha boca” (Salmo 119:103).

A laboriosa abelha se aproxima da flor e, com os seus instrumentos naturais, dela extrai os elementos indispensáveis para a produção do mel. Assim, a leitura constante e atenta das Escrituras produzirá doçura para nossos lábios, gozo e alegria para os nossos corações.

Se soubéssemos que um cheque ao portador, de apreciável valor, se encontra escondido entre as páginas de nossa Bíblia, por certo haveríamos de folheá-la, página por página, até achá-lo. Porém algo de mais elevado valor se encontra escondido entre suas páginas. A vida eterna em Cristo Jesus.

De acordo com uma pesquisa conduzida em um país cristão, de cada cem pessoas entrevistadas, somente dez confessaram ler sistematicamente a Bíblia. E apenas cinco por cento afirmaram estar lendo a Bíblia mais freqüentemente do que o faziam no passado.

Como podemos nós descuidar de tal tesouro, quando sabemos que a nossa salvação se assenta em suas preciosas promessas?

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Pr. Jeú Caetano

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Ao Vivo: 3° Simpósio Criacionismo e Mídia

janeiro 9, 2008
O Blog Éoqhá traz para você a cobertura de todas as palestras, ao vivo, do 3º Simpósio Criacionismo e Mídia que acontecerá do dia 10 ao dia 13 de janeiro no UNASP campus Engenheiro Coelho.
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