Archive for março \30\UTC 2008

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A lógica de Einstein

março 30, 2008

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao
menino:
– Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
– Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
– Pode nos dizer como?
– É simples, respondeu o Einstein.
– Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.


‘Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos’.
Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança.
(Albert Einstein)


Conclusão:
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

Fiquem com Deus!

 

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A outra lagartixa

março 28, 2008

História interessante da lição dos jovens dessa semana:

De um livro japonês contemplativo vem a seguinte história: Havia um homem que estava reformando sua casa. Quando ele desmanchou uma das paredes, descobriu uma lagartixa que estava “vivendo” atrás dela. Contudo, a patinha da lagartixa estava presa por uma carta que, de alguma forma, também tinha ido parar dentro da parede. Isso impedia que a lagartixa se movesse. Ainda mais impressionante era o fato de que a data da carta indicava que ela estava na parede havia dez anos.

Que estranho! Pensou o homem. O que está acontecendo? Como esta lagartixa pôde permanecer viva todo esse tempo?

O homem parou a reforma por algum tempo para observar a lagartixa e ver como ela estava conseguindo se manter viva. Finalmente, um dia o mistério foi resolvido. O homem observou outra lagartixa com comida na boca se aproximar da lagartixa presa. Essa segunda lagartixa estava trazendo alimento para a lagartixa presa comer.1

Pensar que por dez anos uma lagartixa traria comida para outra lagartixa presa na parede! Pensar que mesmo no reino animal, tal devoção – e poderíamos até especular chamando-a de amor – possa ocorrer!Quantas pessoas na Terra são como a lagartixa presa na parede? Por quaisquer que sejam as razões, elas estão morrendo de fome por falta do amor de Cristo. De que forma pode o amor de Deus estar em nós se não vamos em auxílio delas? Na verdade, o fato de lhes oferecermos ajuda é prova de nosso discipulado. Primeiro João 3:17-19 diz: “Se alguém tiver recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade. Assim saberemos que somos da verdade” (NVI). (Leia também Isaías 58.)

“Raras vezes os crentes serão chamados a experimentar o martírio em favor de outros. Contudo, cada dia encontrarão pessoas necessitadas a quem devem estar dispostos a ajudar se têm os recursos para fazê-lo; a maioria das pessoas tem mais do que precisa. Isso encontra paralelo no ensino de Tiago (Tg 2:14-17): os crentes devem estar dispostos a ajudar um irmão ou irmã em necessidade. Os crentes devem responder ao amor de Deus por eles amando os outros, colocando as necessidades deles acima de sua posse de bens deste mundo.”2

1. Chandra Suwondo, 50 Renungan yang Membawa Berka (50 Devotionals Which Bring Blessings), p. 171-173.
2. Grant Osborne, editor, Life Application Bible Commentary: 1, 2 and 3 John (Wheaton, Ill.: Tyndale House Publishers, Inc.), p. 76, 77.

Eko Tulistyawati Ricky | Bandung, Indonésia

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Arquivo Secreto

março 26, 2008

No estado em que me achava, meio acordado, meio dormindo, me vi dentro de uma sala. Não existia nada de interessante nela, exceto uma parede cheia de gavetas para cartões. Aqueles cartões que existem em bibliotecas públicas, de arquivo de livros, etc.
Mas estes arquivos, além de irem do chão ao teto, pareciam não ter fim e tinham também títulos bem diferentes. Quando me aproximei destes arquivos, o primeiro título a me chamar atenção foi “Garotas de quem eu gostei”. Abri-o e comecei a ver os cartões um por um, para logo fechar a gaveta, surpreso em reconhecer os nomes ali escritos. De repente, sem ninguém precisar me dizer, descobri onde estava.
Esta sala sem vida, era, na realidade, o catálogo da minha vida.
Aqui estava tudo organizado por ações, todos os meus momentos, grandes e pequenos, em detalhes que minha mente não podia acompanhar. Um senso de curiosidade e espanto, misturado com horror surgia dentro de mim ao abrir cada gaveta para descobrir seu conteúdo. Algumas me traziam belas alegrias e contentamento, saudade e memórias. Outras me traziam vergonha, tão grande que olhei por detrás de mim para ver se havia alguém me espiando. O arquivo intitulado “Amigos” estava ao lado do arquivo “Amigos que traí”.Os títulos iam do mero mundano à extrema loucura: “Livros que li”, “Mentiras que contei”, “Conselhos que dei”, “Piadas das quais ri”. Alguns eram hilariantes devido à sua exatidão: “Coisas que gritei aos meus irmãos”. Em outros não havia a menor graça: “Coisas que fiz quando estava com raiva”, “Palavras que proferi contra meus pais por trás deles”. Eu não parava de me surpreender com cada conteúdo que se apresentava. Alguns arquivos tinham normalmente mais cartões do que eu esperava. E outras vezes, menos do que eu sonhava.
Eu estava estupefato com o volume de coisas que fiz durante minha curta vida. Como eu pude ter tido o tempo necessário para escrever esses milhões e milhões de cartões, cada um em sua exatidão?!? Mas cada cartão confirmava uma verdade. Cada um deles eu havia escrito com meu próprio punho e constava a minha assinatura em todos. Quando puxei o arquivo “Músicas que escutei”, vi que o arquivo crescia para conter todo o seu conteúdo. Depois de puxar uns 4 ou 5 metros resolvi fechá-lo envergonhado. Não somente pela qualidade depravada das músicas, mas também pelo vasto tempo perdido que todo aquele arquivo representava.
Cheguei então num arquivo intitulado “Pensamentos sensuais”. Senti um calafrio percorrer todo o meu corpo. Abri a gaveta somente um pouquinho, pois não estava a fim de testar o tamanho, e tirei um dos cartões. Fiquei todo arrepiado com o conteúdo. Senti-me mal em saber que este momento havia sido gravado. Uma raiva animal tomou posse de mim. Um pensamento tomou conta de mim: “Ninguém deve saber da existência desses cartões! Ninguém deve entrar nesta sala! Tenho que destruir tudo!”Em frenéticos e loucos movimentos puxei uma das gavetas, estendendo metros e metros de conteúdo infinito. O tamanho do arquivo não importava. Nem o tempo que eu levaria para destrui-lo. Quando a gaveta saiu, joguei-a no chão, de cabeça para baixo, e descobri que todos os cartões estavam grudados! Fiquei desesperado e peguei um bolo de cartões para rasgá-los. Não consegui. Peguei um. Era duro como aço quando tentei rasgá-lo. Derrotado e cansado, retornei a gaveta de volta ao seu lugar e encostando minha cabeça contra a parede, deixei um triste suspiro sair de mim. Foi então que eu vi: um arquivo novo, como se nunca tivesse sido usado. A argolinha pra puxar brilhando de limpa debaixo do título “Pessoas com quem falei de Cristo.”Puxei o arquivo – 5 centímetros de comprimento. Eu podia conter os cartõezinhos em minha mão. Aí, então, as lágrimas vieram. Comecei a chorar. Soluços tão profundos que machucavam meu estômago e me faziam tremer todo. Caí de joelhos e chorei mais e mais. Chorei de vergonha, de pura vergonha. A infinita parede de arquivos, já embaçada pelas minhas lágrimas olhava de volta para mim, imóvel, insensível.
Pensei: “Ninguém pode entrar aqui. Tenho que trancar esta sala e destruir ou esconder a chave.”Quando enxugava as lágrimas eu O vi. Não! Ele não! Não aqui! Todo mundo, menos Jesus!
Olhei-O, sem poder fazer nada, enquanto ele aproximou-se das gavetas e começou a abri-las, uma por uma, lendo os seus conteúdos. Eu não podia ver a Sua reação. Nos momentos em que tomava coragem suficiente para olhar em Seu rosto, eu via um tristeza bem mais profunda do que a minha. E parece que Ele ia exatamente nos piores títulos. E Ele tinha que ler cartão por cartão? Finalmente, Ele virou-se e ficou me olhando, desde o outro lado da sala onde estava. Olhou-me com dó em Seus olhos. Não havia nenhuma raiva. Abaixei a cabeça e comecei a chorar, cobrindo minha face com as mãos. Ele andou até mim, abraçou-me, mas não me disse nada. Ah! Ele poderia ter dito tantas coisas! Mas não falou. Simplesmente chorou comigo. Depois, levantou-se e dirigiu-se para a primeira fila de arquivos. Abriu a primeira gaveta, numa altura que eu não alcançava, tirou o primeiro cartão e assinou o Seu nome. E assim começou a fazer com todos os cartões. Quando percebi o que Ele estava fazendo gritei “Não!” bem alto, correndo em Sua direção. Tudo o que eu podia dizer era: “Não!” “Não!”. Seu nome não deveria estar nestes cartões. Mas ali estava, escrito num vermelho tão rico, tão escuro e tão vívido. O nome de Jesus cobriu o meu. Estava escrito com Seu próprio sangue. Ele olhou para mim um tanto triste e continuou a assinar. Nunca entenderei como Ele assinou todos os cartões tão depressa, pois quando me dei conta, Ele já estava ao meu lado. Colocou a mão no meu ombro e disse: “Está consumado.” Levantei-me e Ele levou-me para fora daquela sala. Não existia fechadura na porta, e ainda existem muitos cartões a serem escritos…

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” João 3.16-17

Se você se sente da mesma maneira, busque a Jesus Cristo ainda hoje!

Abraços
Vinicius A. Miranda

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Antes que o galo cante

março 24, 2008

Jesus“Replicou-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. Disse-lhe Pedro: Ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim. Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo.

Logo depois, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente, és também um deles, porque o teu modo de falar o denuncia. Então, começou ele a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem! E imediatamente cantou o galo. Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente”.

Mateus 26:33-35,73-75

Pedro não conseguia acreditar, mas ele negou a Jesus três vezes. Acredito que naquele momento em que o medo falou mais alto do que a sua fé, ele devia ficar frustrado consigo mesmo ao lembrar do que Jesus dissera. O discípulo devia ficar pensando como estava ele negando a Cristo? Aquele Homem que ele seguiu, que ele amava e acreditava ser o Filho de Deus.

Interessante que o ocorrido com Pedro serve de exemplo para a gente. Vez por outra julgamos a atitude do apóstolo e tomamos o mesmo caminho: negamos a Jesus. Até soa estranho “negar a Cristo”. Mas é isso que fazemos, quase diariamente, seja por vergonha, medo ou até mesmo falta de amor. Por isso, aceite a Jesus como o seu Salvador e não tenha medo de falar que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Mantenha acesa a sua comunhão com Cristo e mostre àqueles que ainda não O conhecem que Ele é a única esperança para este mundo. Tome essa decisão na sua vida HOJE. Não deixe para buscá-Lo amanhã. Naquele dia, Pedro O negou três vezez antes que o galo cantasse. E você? Vai negá-Lo até quando?

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Feliz páscoa!

março 22, 2008

Um dia Ele ressuscitou, e que alegria! Sabermos que estamos salvo do pecado! Por um homem o pecado entrou e por um homem deveria ‘sair’. E foi Jesus que morreu e hoje vive para que tenhamos a vida eterna! Qual alegria saber disso! E nesse dia comemorativo da páscoa meditemos na letra da música abaixo:

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Não volte agora, Jesus!

março 17, 2008

Há muito cristão por aí que sabe que Jesus vai voltar e, se pudesse teria coragem e escreveria uma carta para o céu dizendo mais ou menos assim:

Senhor! Estou preocupado com tua volta. Alguns dos sinais que tu indicaste já estão aparecendo. Por isso, ó Mestre, apresso-me em escrever-te para suplicar: NÃO VENHAS AGORA! Estou metido em muitos negócios que não podem ser interrompidos no pé em que estão; deixa que primeiro eu solucione alguns problemas e depois podes voltar. Mas não chega num dia chuvoso e frio, pois em dias assim, eu gosto de ficar em casa dormindo ou simplesmente vendo televisão.

Peço-te também que não venhas num dia de muito calor, porque será muito difícil para mim sair da minha sala com ar condicionado ou da frente do ventilador. Por favor, Mestre, não volta quando eu estiver em férias, para não interromper minhas alegrias. Se chegares num domingo à tarde, é certo que estarei vendo televisão. Durante a semana, pelo menos duas vezes gosto de sair, e ficaria frustrado se chegasses, quando eu estiver num destes programas.

Se não estou sendo inoportuno, Senhor, peço-te que não voltes à noite, porque durmo um sono tão pesado, que, quase sempre, não consigo acordar em tempo de ir à igreja.

Por favor, bom Mestre, avisa-me uns dias antes da Tua vinda, para que eu tenha tempo de procurar o tesoureiro da minha igreja, a fim de colocar em dia as minhas ofertas para a proclamação do teu Evangelho.

Senhor! Eu insisto para que me avise com antecedência pois também gostaria de fazer as pazes com várias pessoas, pelas coisas erradas que fiz para elas. Se puderes avisar com alguns meses de antecedência, ficaria muito contente, porque poderia, além de por tudo em ordem, terminar a leitura do Evangelho de Lucas, iniciada já faz alguns anos, mas eu estou sempre tão ocupado, tu entendes, não é verdade?

Avisa-me com antecedência pois eu gostaria de trazer algumas crianças bem pobres para almoçar ou jantar aqui em casa na hora do teu regresso, pois assim poderia ouvir de ti aquelas palavras: “Tive fome e me destes de comer…”

Se vieres de surpresa, que seja no momento quando eu estiver fazendo uma oração, na Igreja… Sugiro ainda que avises o pastor com bastante antecedência, para que ele anuncie na Igreja ou coloque no Boletim Informativo, pois sei de muita gente, que assim como eu, também precisa se preparar para a Tua volta ou para o nosso encontro.

Certo de que me atenderás, cordialmente, um que se diz cooperador e seguidor teu…

 

Eu espero, sinceramente, que essa não seja a sua carta. Mas que no fundo do coração você tenha o desejo de que Jesus volte logo para viver com Ele um novo tempo para sempre.

Pense nisso!

Vinicius A. Miranda

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Bem aventurado o que lê

março 12, 2008

Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apocalipse 1:3
 

Um certo nobre, nos dias de João Wesley, edificou com o seus recursos uma capela em um terreno que ele mesmo doou para a igreja. Era um entusiasta dos cultos públicos. Gostava de ouvir o coro cantar  e até  mesmo do sermão, quando este não era demasiado longo. Um dia veio para a sua igreja um novo ministro pregando uma clara mensagem de arrependimento, confissão e obediência a Deus. Aquele homem nobre então se retirou, dizendo a alguém que se encontrava à porta: “Ora, este pregador tem a audácia de aplicar a religião à vida privada dos homens!”

 Ora, a verdadeira religião não se limita a uma Bíblia fechada. Ela implica na leitura da Palavra e a prática de seus ensinos. Bem-aventurado o que lê, o que ouve e o que guarda as coisas que nela estão escritas.

“Como o mineiro descobre veios do precioso metal sob a superfície da terra, assim aquele que buscar perseverantemente a Palavra de Deus como tesouro escondidos encontrará verdades do mais alto valor, as quais se acham ocultas da vista do investigador descuidado.” CC, pág. 9.

 

O grande missionário Hudson Taylor tinha o costume de passar uma hora com Deus antes do alvorecer. Fosse qual fosse o lugar ou as circunstâncias que o rodeavam na China, ele aproveitava esta hora para esquadrinhar a Bíblia. Aos 71 anos, leu a Bíblia inteira, completando assim 40 vezes em 40 anos. Eis a sua declaração: “A coisa mais difícil na vida de um homem é perseverar em estudar a Bíblia com regularidade e oração. Satanás sempre apresenta outra coisa a fazer exatamente quando nos dispomos a ler o Livro de Deus.”

 

Outro exemplo de uma vida poderosa no serviço do Senhor é o de Jorge Müller. Este homem foi inspirado por Deus a desenvolver um grande ministério de ajuda a órfãos. Muitas vezes chegou até a ter sob seus completos cuidados cerca de 2.000 órfãos. Conta-se que várias vezes ele se deitou à noite sem ter nada em casa para os órfãos comerem no dia seguinte. Quando lhe perguntavam se conseguia dormir, respondia: “todas as noites e o melhor, ao acordar o Senhor já tinha providenciado o que precisávamos”.

Quando um amigo interrogou sobre o segredo dessa fé, Jorge Müller levantou sua Bíblia e sentenciou: “Tenho lido este Livro inteiro cem vezes. Conheço o Livro e o Deus do Livro”. Abeberando sua alma sedenta no inicio de cada dia e todos os dias, na fonte de toda fortaleza e verdade, a palavra de Deus, Müller dava testemunho de confiança e felicidade plena como servo do Senhor.

 

A Palavra profética nos assegura: “Bem-aventurado aquele que lê…” (Apocalípse. 1:3). Esta felicidade não se apóia em ausência de problemas, e sim em uma confiança baseada no relacionamento que o Santo Livro promove entre o leitor e seu poderoso autor.

Pr. Jeú Caetano