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O bom combate

setembro 22, 2008

No último sábado, lá estava eu assistindo a mais uma mensagem do pastor Elmar Borges, líder de Jovens Adventistas para o Nordeste. Durante o sermão, mais uma vez um verso me chamou atenção. “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé”, II Timóteo 4:7. O pastor falou sobre Paulo, que em diversos momentos da vida sofreu, mas sempre se manteve fiel aos princípios divinos. Este verso torna clara a situação, uma vez que o término da carreira revela a vida plena de comunhão e fé em Cristo Jesus.

Realmente é muito interessante notar como Paulo sofreu, mas ainda é fundamental perceber que ele reconheceu que valeu à pena ter sofrido por Jesus. Valeu à pena porque o amor de Cristo nos consola. Valeu à pena porque Ele é caminho, verdade e vida. Valeu à pena porque a salvação é a uma das maiores recompensas na vida de qualquer ser humano. Valeu a pena porque a vida eterna pode ser encontrada apenas em Jesus.

Ser cristão não é fácil. Em qualquer etapa da vida. Lembro que quando criança pensava que se manter fiel a Deus seria difícil em cada fase. Hoje, tenho a plena convicção que isto não importa. Em qualquer circunstância vai haver dificuldades. Em qualquer momento a nossa fé será questionada, e vamos ter escolher se realmente é a Deus que queremos seguir. Podemos até deixar de lado objetivos terrenos, que planejamos ao longo da nossa trajetória, mas nada é melhor do que Cristo tem reservado para nós. Nada é mais gratificante do que os sonhos que Ele tem para cada um que O teme e O guarda.

Portanto, ESCOLHA a Jesus. Na sua vida vão existir constantes provações, você vai cair e chorar. Mas nenhuma lágrima será mais valiosa do que aquela que teremos ao vermos na manhã gloriosa. Que Ele possa te ajudar a combater o bom combate e ser fiel até a eternidade. Tenha certeza, vale à pena.

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Viver para os outros!

setembro 5, 2008


Semanas atrás estava voltando da faculdade para casa, quando parei num congestionamento. O trânsito ia lento, os motoristas buzinando; estavam ao redor de mim caminhões e ônibus; até que mais à frente vi policiais, um carro, e uma moto no chão.

Era um acidente. Os policias mandaram passar rápido. Quando o fiz, vi uma pessoa no chão não se sentindo muito bem. E havia outras acidentadas.

Orei por aquelas pessoas. Sabe, eu não sabia como elas estavam. Será que era grave? Será que alguém havia morrido?

Sabemos que essa cena não é rara. Infelizmente, diariamente, vemos acidentes como esse. Mas fico refletindo: todos os dias a porta graça se fecha para alguém. E o que temos feito para essas pessoas? Será que conheciam a Jesus? Será que vão estar no Céu?

Às vezes vivemos uma vida egoísta. Acordamos, vamos ao trabalho, estudamos, nos divertimos, voltamos para casa. E por nos preocupar tanto com nossos próprios afazeres, acabamos por esquecer quem está ao nosso lado ou até do nosso Deus que está sempre conosco.

Olha o que diz esse texto do livro “O Desejado de Todas as Nações”, pág.825:

”O amor divino moveu-se a suas insondáveis profundidades em favor dos homens, e os anjos maravilham-se de ver nos objetos de tão grande amor uma gratidão meramente superficial. Os anjos pasmam de quão limitada é a apreciação que o homem tem do amor de Deus. O Céu se indigna ante a negligência manifestada para com a alma dos homens.

Precisamos nos envolver mais a cada dia em “viver para os outros”. Isso envolve não apenas um relacionamento com uma pessoa, mas tentar compreender o que ela sente. É mais do que isso, é se por no lugar dela, e fazer o que eu gostaria que fizesse comigo se eu estivesse no seu lugar. “Viver para os outros” é não querer só a minha felicidade, mas fazer os outros felizes. É não objetivar só o meu sucesso, mas também desejar o sucesso dos outros. É tão simples: é só ser como Jesus. Fazer o que Ele faria se Ele estivesse em nosso lugar.

“Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” Mateus 20:28

Admiro Jesus, porque aquelas mãos que nunca fizeram mal algum, aqueles pés que tantas vezes se fadigaram em prol dos seres humanos foram machucados por aqueles pra quem Ele vivera. Admiro-O, porque mesmo naqueles momentos de tanta dor disse: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34); porque dizia “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44); e não bastava simplesmente tolerar os inimigos, mas realmente amá-los e Ele fazia isso.

“O Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: vem.” Apoc. 22:17. Todo aquele que ouve deve repetir o convite. Seja qual for a vocação de uma pessoa na vida, seu primeiro interesse deve ser ganhar almas para Cristo. Talvez ela não seja capaz de falar às congregações; pode, no entanto, trabalhar em favor dos indivíduos. Pode comunicar-lhes as instruções recebidas do Senhor. O ministério não consiste apenas em pregar. Exercem-no os que aliviam os doentes e os sofredores, ajudam os necessitados, dirigem palavras de conforto aos desanimados e aos de pouca fé. Por perto e por longe encontram-se almas vergadas ao peso de um sentimento de culpa. Não são as penas, as labutas, a pobreza que degradam a humanidade. É a culpa, o mau proceder. Isso traz desassossego e descontentamento. Cristo quer que Seus servos ajudem as almas enfermas de pecado.“ DTN, pág. 822:3

“Deus Se serve muitas vezes dos mais simples meios para produzir maiores resultados” Patriarca e Profetas, pág. 823

Temos que para de egoísmo e “viver para os outros”. Só através de Jesus podemos fazê-lo.