Archive for setembro \29\UTC 2009

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Vecendo o Desânimo

setembro 29, 2009

desanimo“Importantes lições nos são apresentadas na vida de Elias. Quando, no monte Carmelo, fez oração por chuva, sua fé foi provada; porém, ele perseverou em expor a Deus sua petição. Seis vezes orou ele fervorosamente, e todavia não houve indício de que sua súplica fosse atendida, mas com fé vigorosa insistiu em seu pedido perante o trono da graça. Se, da sexta vez, ele tivesse desistido em desânimo, sua súplica não haveria sido atendida; mas ele perseverou até que veio a resposta. Temos um Deus cujo ouvido não está cerrado às nossas petições; e se Lhe provarmos a palavra, Ele honrará a nossa fé. Ele quer que todos os nossos interesses se entrelacem com os Seus, e então nos pode com segurança abençoar; porque assim não tomaremos glória para nós mesmos quando a bênção nos é dada, mas renderemos a Deus todo o louvor. Ele não nos ouve sempre as orações da primeira vez que a Ele clamamos; pois se assim fizesse, julgaríamos ter direito a todas as bênçãos e favores que nos concede. – Review and Herald, 27 de maio de 1913.

O servo observava enquanto Elias orava. … À medida que esquadrinhava o coração, parecia-lhe ser pequeno, tanto em seu próprio conceito como aos olhos de Deus. Parecia-lhe que ele não era nada, e Deus era tudo e, ao chegar ao ponto de renunciar ao próprio eu, ao mesmo tempo que se apegava ao Salvador como sua única força e justiça, veio a resposta. O servo apareceu e disse: “Eis que se levanta do mar uma nuvem pequena como a palma da mão do homem.” I Reis 18:44. – Review and Herald, 26 de maior de 1891.

Por mais corajoso e bem-sucedido que um homem seja no cumprimento de uma obra especial, a menos que olhe constantemente para Deus quando as circunstâncias se levantam para provar-lhe a fé, ele perderá a coragem. Mesmo depois de Deus lhe dar assinaladas provas de Seu poder, depois de haver ele sido fortalecido para efetuar a obra do Senhor, falhará, a menos que confie impliciramente na Onipotência. – Review and Herald, 16 de outubro de 1913.” Filhos e Filhas de Deus, pág. 206

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Os pecados são iguais?

setembro 25, 2009

Todos os pecados são iguais aos olhos de Deus?

Por Alberto R. Timm

Fundamental para entendermos o problema do pecado é a distinção entre pecado (condição) e pecados (atos pecaminosos). O pecado é uma condição humana de alienação de Deus e um princípio interior propulsor para o mal (ver Is 59:2; Ef 2:1-3 e 5). Esse princípio se manifesta exteriormente através de atos pecaminosos. Cristo declara que “de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura” (Mc 7:21 e 22).

Embora a essência de todos os pecados seja sempre a mesma (alienação de Deus), existem algumas realidades que nos impedem de aceitar a teoria de que todos os pecados são iguais aos olhos de Deus. Uma delas é o processo pelo qual a tentação se transforma em pecado. Esse processo é geralmente composto pelos seguintes estágios: atenção, consideração, desejo, decisão, planejamento e ação. Uma vez que o grau de envolvimento nesse processo pode variar de intensidade, não podemos afirmar que o pecado de alguém que teve apenas um desejo pecaminoso momentâneo, seja tão ofensivo a Deus como o pecado premeditado de Davi com Bate-Seba (ver 2Sm 11).

Que Deus não considera todos os pecados iguais é evidente também no fato de o próprio Deus haver prescrito diferentes sacrifícios no Antigo Testamento para a expiação dos diferentes pecados (ver Lv 1 a 7). Além disso, se todos os pecados fossem iguais, como querem alguns, por que deveriam os ímpios ser punidos no juízo final, “segundo as suas obras” (Ap 20:11-13)? Por que alguns haveriam de ser castigados, naquele juízo, “com muitos açoites” e outros com “poucos açoites” (Lc 12:47-48)? Se os pecados fossem iguais, não receberiam todos o mesmo castigo?

Mas a despeito dos pecados serem distintos entre si, todos eles refletem a mesma essência maligna da alienação de Deus. Isso significa que, por mais insignificante que determinado pecado possa parecer, ele é suficientemente ofensivo para excluir o pecador do reino de Deus.

Fonte: Sinais dos Tempos, março/abril de 2000. p. 21 (usado com permissão

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Folder apresenta sugestões para jovens adventistas no ENEM

setembro 23, 2009

“[ASN] Já circula no estado de São Paulo, através dos departamentos de Liberdade Religiosa e Educação da União Central Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia (UCB), um guia com orientações a respeito da realização da prova do ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio), em outubro, que cairá em um sábado. A Divisão Sul-Americana (DSA) tomou providências, junto ao Ministério da Educação, para que houvesse a possibilidade dos alunos adventistas participarem da prova sem prejuízo a sua fé. A cartilha, elaborada pela Associação Paulista Leste da Igreja Adventista e apoiada pela UCB, contém sugestões úteis para os jovens que estarão isolados, durante o sábado, enquanto aguardam o momento do pôr-do-sol para realizar a prova. “O material é interessante porque apresenta essa concessão aos adventistas como uma oportunidade de testemunho”, explica o pastor Edson Rosa, líder de Comunicação e Liberdade Religiosa da DSA. [Equipe ASN, Felipe Lemos]”

Clique nas imagens para visualizar em tamanho original

(Retirado do site Portal Adventista)

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Viva em Mim

setembro 16, 2009
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Contatos Físicos são Importantes para o Desenvolvimento do Amor?

setembro 7, 2009

enamorados

O grupo de jovens da Igreja local estava planejando apresentar um filme sábado à noite no salão dos jovens. A turma não ia perder de jeito nenhum. Talvez o interesse pelo filme não fosse tão grande quanto o interesse de estarem juntos durante o filme.

Já fazia algum tempo que Rute vinha trocando olhares prolongados com Alberto, e ela realmente ficou bastante eufórica quando ele lhe sorriu, momentos antes de entrarem no salão. Sentiu o coração sair pela boca quando Alberto, inesperadamente, sentou-se ao seu lado, disse oi, e comentou que esperava que o filme fosse bom.

Deram algumas risadas, bastante ansiosas… Apagaram-se as luzes. O filme começou. Alguns minutos depois, Alberto estava segurando a mão de Rute e concluiu que ela estava gostando tanto quanto ele, mesmo sem abrirem a boca. No meio do filme já estavam abraçados. O filme acabou e Alberto foi levar Rute até a sua casa. Na esquina, parou o carro e passaram alguns momentos envolvendo-se em beijos, abraços e algumas carícias não muito pesadas.

Ao entrar em casa, uma pequena dúvida começou a martelar na mente de Rute. Ela mesma não entendia muito bem o porquê de estar um tanto desconfortável. Se realmente fosse certo e bom abraçar e beijar Alberto, por que não poderia entrar correndo em casa e contar aos pais sobre os momentos maravilhosos que passara com ele?

Rute não foi a única pessoa do mundo a ter dúvidas e se preocupar com esse aspecto do relacionamento humano entre pessoas do sexo oposto. Mas, de alguma forma, Rute e Alberto conseguiram atravessar a salvo os anos seguintes e chegar seguros ao matrimônio, embora com um pouco de medo dos deslizes dos anos de namoro e noivado.

Infelizmente, a maioria das histórias não acabam assim. Muitos têm fracassado nesse aspecto das relações humanas. É algo muito importante, mas raramente discutido.

O relacionamento físico entre as pessoas do sexo oposto poderia ser resumido no seguinte esquema:

1- Olhares
2- Aperto de Mão
3- Constante Aperto de Mão
4- Abraços Leves
5- Carícias Leves
6- Beijo Intenso
7- Carícias nos Seios
8- Carícias nos Órgãos Sexuais
9- Relação Sexual

contatofisico_amor

O contato físico mais simples que pode ocorrer entre duas pessoas está representado no primeiro item. Este é um contato físico bem inocente. No sexto item encontra-se algo que é belíssimo, criado e reservado por Deus, apenas para o casamento.

Mas, onde traçar a linha divisória durante o namoro e noivado? Até onde eu deveria ir? Quando? Onde por a linha divisória? Como evitar o perigo do limite máximo? Este é o grande problema.

Contato físico é comunicação

A expressão física do amor é uma forma de dizer, de comunicar algo. Não é forma legítima de se receber algo, de se obter coisas como sensações excitantes ou segurança. Toda pessoa que se envolve em contatos físicos com outra pessoa deve considerar esse aspecto.

Os elementos do relacionamento físico, mencionados no esquema anterior, são todos bons, legítimos e certos, mas apenas no tempo certo, no lugar certo e com o propósito certo, para cumprir o objetivo certo para o qual existem – comunicar.

O objetivo do contato físico é tão facilmente invertido que, de repente, ambos estão envolvidos em contatos físicos, simplesmente porque é “tão gostoso!” Quando isso ocorre, já não está havendo mais comunicação sadia e sim exploração. E a exploração está tão longe da comunicação quanto o egoísmo está longe do amor.

No momento apropriado, quando a vida e o coração de duas pessoas se tocam, é maravilhoso e belo estender a mão e tocar a mão do outro. Isso pode comunicar mais do que meras palavras e ambos percebem isso muito bem. Eles também podem perceber quando um está sendo usado para provocar sensações excitantes no outro. E quanto maior a sensação envolvida, mais grotesca estará sendo a exploração.

Observe a RPB

Todos sabemos que a mente afeta o corpo. Os desejos e imaginações podem rapidamente preparar o corpo para uma ação sexual mais completa. O inverso também é verdade. Um corpo excitado desperta ainda mais as imaginações e desejos. A mente e o corpo se alimentam mutuamente na busca de uma satisfação completa. Essa relação é chamada de Relação Psico-Biológica. Podemos chamá-la como quisermos, desde que a reconheçamos como poderosa.

No início da escala de contato físico a Relação Psico-Biológica é lenta e facilmente controlável. Mas, à medida que a pessoa se aproxima do item 7, a influência da RPB aumenta em proporção geométrica. Chega-se a um ponto na escala – em geral só descoberto tarde demais – quando a RPB simplesmente desativa todos os controles da razão. Muita gente bem intencionada tem sido traída por essa força. Não pretendiam fazer, mas “de repente, sem querer, simplesmente aconteceu”, dizem. E é verdade.

Traídos pela Relação Psico-Biológica, vão além dos limites, fazem coisas que não pretendiam e acabam decepcionados, tristes e cheios de problemas para resolver por não terem observado a importância da RPB, que deve, na verdade, ser mantida dentro de uma ampla margem de segurança.

Não aumente o fogo

O jovem cristão que decidiu manter-se puro e seguir o plano de Deus, reservando as intimidades sexuais apenas para o casamento, não tomou uma decisão fácil, ainda mais no atual mundo em que vivemos. Os instintos sexuais são fortes, reais e não desaparecem apertando-se um botão. A mídia e a sociedade moderna estimulam a atividade sexual em pessoas de todas as idades, com muitas pessoas, sem compromisso e em qualquer situação.

Nossa sugestão é esta: não aumente o fogo. Não complique o problema colocando-se em situações nas quais seja necessário constantemente aplicar os freios, controlar-se para não passar dos limites. É prejudicial para suas emoções e para o seu corpo colocar-se em situações nas quais você precisa constantemente acalmar emoções e instintos.

Do que exatamente estou falando? Estou dizendo que os jovens cristãos que não desejam chegar ao extremo da intimidade sexual antes do casamento deveriam evitar algumas situações de risco. Aqui estão algumas delas, todas conhecidas como resultado de pesquisas científicas:

1. Conversas sobre assuntos sexuais – Isso é um forte elemento de excitação. São as piadas e frases insinuantes, os comentários sobre sexo e seus detalhes e, naturalmente, os devaneios sobre o assunto. Há outros temas sobre os quais se pode e se deve conversar durante o namoro.

2. Carícias abaixo dos ombros – Vários estudos têm revelado que carícias abaixo dos ombros rapidamente levam ao ponto de não-retorno. Parece que elas imediatamente predispõem a pessoa a ser controlada pela RPB em vez de controlada pela razão.

3. Estar a sós por muito tempo – Já se sabe que a privacidade e o tempo em grande quantidade são indispensáveis para que duas pessoas tenham intimidades físicas intensas chegando à relação sexual. Portanto, rapazes e moças que não pretendem chegar a esse extremo antes do casamento, deveriam evitar estarem completamente sozinhos por longo tempo.

4. Efeito de bebidas alcoólicas – O efeito das bebidas alcoólicas sobre os excessos nos contatos físicos é um fato que nem seria necessário mencionar, pois toda pessoa com um mínimo de informação sabe dos malefícios das bebidas alcoólicas. Aqui está mais uma razão para a abstenção de bebidas alcoólicas. Como afeta o funcionamento da consciência, sob seu efeito uma pessoa pode se envolver em intimidades físicas excessivas, ou até mesmo dormir com um estranho sob o efeito do álcool, porque este bloqueia as defesas da mente, levando a pessoa a fazer coisas que não faria se estivesse normal. Filmes reproduzem esse tipo de experiência, e até a lei age diferente diante de um sujeito que cometeu algum crime sob o efeito do álcool, alegando que alguém não pode ser responsável pelo que faz nesse estado, por aquilo que faz alcoolizado.

5. Automóvel em local escuro – Kanin iniciou um estudo em 1957, e publicou os resultados sobre os efeitos do automóvel em lugar escuro. Segundo ele, o carro predispõe o casal de namorados a excessos nas intimidades físicas. Hoje, quando é muito comum os namorados saírem para passear à noite e de carro, essa informação se torna ainda mais relevante.
6. Ambientes em que estão à sós – O famoso relatório Kinsey, preparado para o Senado Norte Americano há vários anos, procurou determinar em que local ocorrem intimidades sexuais entre jovens não casados com maior freqüência. Você seria capaz de imaginar? Talvez já tenha até pensado nisso. O relatório Kinsey apontou o lar da moça como o local no qual ocorrem intimidades sexuais entre jovens namorados ou noivos com maior freqüência. Em segundo lugar vem o lar do rapaz e depois o automóvel. Esses são os locais mais propícios para o relacionamento sexual entre namorados e noivos, e é bom saber disso para evitar tais situações.

Creio que os pais cristãos têm boas razões para não deixarem os filhos namorando em casa quando todos saem; razões até “científicas”, pois isto está comprovado. Não é atraso mental, mente pequena. Esses pais não são quadrados nem redondos. Também não são super desconfiados. Isso não é desconfiar dos filhos, mas de algo que deve mesmo ser visto com desconfiança – a natureza humana. Ela pode trair.

Já consideramos os efeitos da RPB. Quando colocados em condições adequadas, podemos facilmente ser controlados por ela. Os namorados cristãos não deveriam reclamar dos pais, ou ficar zangados com eles por não os deixarem sozinhos por muito tempo.

Sou o filho mais novo. Durante a adolescência “segurei vela” muitas vezes para minha irmã. Era obrigado a fazer companhia a ela e o namorado. Quem já fez isso sabe o quanto é chato. Na época, eu ficava aborrecido, mas hoje posso entender melhor. De alguma forma, muitos de nós podemos ajudar alguns a evitar situações que os predisponham a intimidades físicas excessivas que ocasionariam problemas sérios para os dois, e talvez até mesmo destruíssem o namoro.
Há outras formas de comunicação

A expressão física de afeto, carinho e amor é uma das formas de comunicação, não a única. A propósito, esta é uma das formas mais arriscadas de comunicação. Poderosa, sim, mas muito perigosa.

Talvez você tenha algum amigo que quando começou a namorar a turma toda ficou feliz e empolgada com a felicidade dos dois que demonstravam harmonia de pensamentos e ideais quando estavam todos juntos. Então, aos pouquinhos, a turma foi perdendo a amizade do novo casal, que se afastou do grupo, isolando-se da sociedade. Passaram a precisar unicamente da companhia um do outro, e terceiros se tornaram incômodos. Isso aconteceu porque o casal permitiu que o namoro se fixasse puramente no contato físico. Todo crescimento no nível intelectual e social é interrompido quando isso ocorre. Tocar o corpo um do outro se torna a atividade principal em cada encontro, e a verdadeira amizade morre.

Existem outras formas de comunicação além de contato físico. Muitos pensam que por estarem namorando têm o direito de estarem fisicamente próximos o tempo todo. Quando a preocupação do namoro está excessivamente voltada para esse aspecto, normalmente a amizade diminui quando deveria crescer.

A verdadeira amizade, seja no namoro, noivado ou casamento, é a que se desenvolve em vários aspectos. No aspecto social, espiritual, emocional, e não apenas físico. Um namoro sadio e realmente maduro se desenvolve nesses aspectos. Os dois crescem socialmente, fazem novas amizades juntos, e ampliam as atividades no meio em que se encontram, discutem assuntos espirituais e preocupam-se em como crescer espiritualmente. Eles falam sobre suas emoções e os próprios sentimentos, procurando crescer na expressão adequada de tais sentimentos. Falam também sobre idéias e planos para o futuro, a nível intelectual. Um verdadeiro namoro é tudo isso, e não apenas contato físico. E a pessoa madura é aquela que pode construir um verdadeiro companheirismo e amizade em todos os níveis. Muito cuidado, portanto, com quem pensa que o nível físico é o único ponto digno de atenção em um namoro.

PR. JOSÉ CARLOS EBLING
Doutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP – campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Coordenadora da Extensão Universitária do Unasp – Campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados pela CPB.

Fonte: www.nistocremos.net