Archive for dezembro \31\UTC 2009

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Feliz 2010

dezembro 31, 2009

Final de ano chegando. A família toda se reunindo. Todos se preparando para a “viagem do ano”. Iríamos passar o ano novo em uma cidadezinha praiana. Até que o inesperado ocorre…

Meu avô teve que ser internado no hospital. Estava sentindo cansaço. Minha avó já estava falando que não viajaria mais. Os planos do ano todo por “água abaixo”.

Ainda bem que o vovô só passou três dias no hospital. Ele deixou de tomar um remédio durante três dias e, acabou descompensando a insuficiência cardíaca. Mesmo assim, não iríamos viajar mais.

Mas, é assim mesmo a vida… Me lembrei de Tiago 4:13 e 14:

“Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.”

Somos apenas uma neblina…

Agora, ao invés de termos toda a família unida, uma parte está na Paraíba, outra em Pernambuco e outra aqui, no Piauí.

Mesmo assim, ESTAMOS FELIZES. Sabe por quê?

Porque embora nossos planos não tenha tido sucesso, com certeza o Senhor tem dirigido nossos passos.

“O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.” (Provérbios 16:9)

Estamos felizes pela saúde que o Senhor nos dá, a felicidade, a vida e a família, que embora não reunida nesta época, é um presentão de Deus.

Talvez neste ano que passou, você não tenha atingido todas as metas, sonhos e desejos. Gostaria que soubesse que o Senhor dirige nossos passos. Basta apenas que o permitamos.

Desejo a você um ótimo 2010! Que possamos compreender cada vez mais que somos apenas NEBLINA. E que deixemos que Deus controle cada detalhe das nossas vidas. Dia após dia. Até que, logo, logo. Não lá longe. Mas bem aqui pertinho. Possamos chegar ao Céu.

Porque Deus é quem dirige nossos passos.

Um abraço,

Felipe Scipião

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Feliz 2010 !

dezembro 31, 2009

Final de ano chegando. A família toda se reunindo. Todos se preparando para a “viagem do ano”. Iríamos passar o ano novo em uma cidadezinha praiana. Até que o inesperado ocorre…

Meu avô teve que ser internado no hospital.  Estava sentindo cansaço. Minha avó já  estava falando que não viajaria mais.  Os planos do ano todo por “água abaixo”.

Ainda bem que o vovô só  passou três dias no hospital. Ele deixou de tomar um remédio durante três dias e, acabou descompensando a insuficiência cardíaca. Mesmo assim, não iríamos viajar mais.

Mas, é assim mesmo a vida… Me lembrei de Tiago 4:13 e 14:

“Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa.”

Somos apenas uma neblina…

Agora, ao invés de termos toda a família unida, uma parte está na Paraíba, outra em Pernambuco e outra aqui, no Piauí.

Mesmo assim, ESTAMOS FELIZES. Sabe por quê?

Porque embora nossos planos não tenha tido sucesso, com certeza o Senhor tem dirigido nossos passos.

“O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.” (Provérbios 16:9)

Estamos felizes pela saúde que o Senhor nos dá, a felicidade, a vida e a família, que embora não reunida nesta época, é um presentão de Deus.

Talvez neste ano que passou, você não tenha atingido todas as metas, sonhos e desejos. Gostaria que soubesse que o Senhor dirige nossos passos. Basta apenas que o permitamos.

Desejo a você um ótimo 2010! Que possamos compreender cada vez mais que somos apenas NEBLINA. E que deixemos que Deus controle cada detalhe das nossas vidas. Dia após dia. Até que, logo, logo. Não lá longe. Mas bem aqui pertinho. Possamos chegar ao Céu.

Porque Deus é quem dirige nossos passos.

Um abraço,

Felipe Scipião

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Saudades do tempo que não vivi

dezembro 16, 2009

Já ouvi muitas pessoas dizerem algo como: “Que saudades eu tenho de Jesus.” Isso embora nunca O tenham visto pessoalmente. Um dia desses, após o culto do pôr do sol de sexta-feira, coloquei um CD antigo dos Arautos do Rei e disse para minha esposa: “Interessante… de repente, senti saudades de um tempo que não vivi.”

Enquanto ouvia aquelas músicas tradicionais, comecei a pensar nas histórias de pioneirismo, fé e coragem que levantei para escrever o livro A Chegada do Adventismo ao Brasil (também disponível numa versão compacta aqui). Difíceis viagens missionárias, reuniões campais cujo centro era a pregação da Palavra de Deus, estudos bíblicos nos lares (alguns varando a noite), reverência e senso de urgência – tudo isso era coisa comum naqueles idos.

Não posso dizer que foi mero saudosismo (até porque não tenho idade suficiente para ter vivido naqueles tempos e fui batizado em 1991) e nem estou, com essas palavras, deixando de reconhecer o crescimento e os avanços pelos quais a Igreja Adventista do Sétimo Dia passou nas últimas décadas. Em muitos sentidos, o preconceito que havia contra os “sabatistas” diminuiu bastante, graças ao maior (e respeitoso) diálogo que a igreja vem promovendo com as demais denominações e à ênfase equilibrada no assunto justificação pela fé. No entanto, fazendo um paralelo entre a igreja atual e a de “ontem”, vejo que há aspectos dos quais talvez tenhamos nos esquecido ou relegado a segundo plano e que poderíamos resgatar.

Reparadores de brechas

O profeta Isaías escreveu: “Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas” (58:12). E Ellen White registrou: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades”[1]; “Em visões da noite passaram perante mim representações de um grande movimento reformatório entre o povo de Deus”.[2]

Diversas vezes, nos escritos de Ellen White, é enfatizada a necessidade de um reavivamento e uma reforma entre o povo de Deus. E a palavra “reforma”, de acordo com o Minidicionário Aurélio, significa “corrigir, restaurar, reparar”. Mas corrigir e reparar o quê? E para quê? Vamos responder a segunda pergunta com dois textos:

1. “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Amós 4:12).

2. “Estamos vivendo no período mais solene da história deste mundo… Nosso próprio bem-estar futuro e também a salvação de outras almas dependem do caminho que ora seguimos.”[3]

É preciso melhor motivo para uma reforma de vida? Respondamos agora a primeira pergunta: Reparar ou reformar o quê?

1. Tempo para a Bíblia e o Espírito de Profecia. A Bíblia, de acordo com Romanos 15:4, foi escrita para que tenhamos esperança. O fato de encontrarmos irmãos desanimados e insatisfeitos com sua vida religiosa revela o pouco contato que têm com a Palavra de Deus. É a leitura devocional da Bíblia e não meramente mudanças litúrgicas em nossos cultos, que vai trazer de volta o santo entusiasmo que move o cristão.

Devemos abrir a Bíblia com grande reverência. “Há minas de verdade ainda por descobrir por parte do fervoroso pesquisador. Cristo representou a verdade como sendo um tesouro escondido em um campo. Não está logo na superfície; para encontrá-lo é preciso cavar. Mas o nosso êxito em encontrá-lo não depende tanto de nossa capacidade intelectual como de nossa humildade de coração, e da fé que se apropria da ajuda divina.”[4] “Cave” nesse manancial inesgotável e viva com esperança!

Em Apocalipse 12:17 é dito que Satanás está irado com a igreja (aqui representada por uma mulher virtuosa), dentre outras coisas, por ela ter o Testemunho de Jesus, que é o Espírito de Profecia (ver Ap 19:10). Mas não é a simples posse desse dom e sim a atenção que se dá aos Testemunhos, que preocupa o inimigo. Afinal, “plano de Satanás é enfraquecer a fé do povo de Deus nos Testemunhos”,[5] pois o amor sincero à verdade e a cuidadosa obediência às instruções do Espírito de Profecia serão nossa única proteção contra os enganos do inimigo, os espíritos sedutores as doutrinas de demônios”.

2. Temperança cristã. Temperança é comumente referida como evitar o que faz mal e usar moderadamente e com sabedoria aquilo que faz bem. Embora se dê maior ênfase à alimentação, temperança envolve todas as áreas de nossa vida: trabalho, recreação, estudos, vestuário, etc. Ellen White escreveu: “Cumpre-[nos] praticar temperança no comer, beber e vestir.”[6] “Excessiva condescendência quanto ao comer, beber, dormir ou ver, é pecado.”[7] Interessante ela mencionar aqui a intemperança quanto ao “ver”. Frequentemente pessoas que alegam não dispor de tempo para estudar a Bíblia gastam horas e horas em frente ao televisor ou mesmo navegando na internet…

Fica claro, portanto, que intemperança tem que ver com a satisfação nociva de qualquer apetite ou paixão.[8] Lembre-se: “A saúde deve ser tão fielmente conservada como o caráter.”[9]

Com relação à reforma alimentar, precisamos fazer decididos esforços nesse sentido. Comer somente aquilo que faz bem ao organismo, evitando, por exemplo, a carne, pois, “se a alimentação de carne foi saudável um dia, é perigosa agora“.[10] [Itálicos acrescentados.] Mas é preciso não esquecer que, “à parte do poder divino, nenhuma reforma genuína pode ser efetuada”.[11]

3. Modéstia cristã. Em 2 Timóteo 2:9 e 2 Pedro 3:3 e 4, encontramos claras recomendações com relação ao vestuário adequado ao cristão. O mundo hoje está tão saturado de sensualismo que certas modas inadequadas para os que buscam a pureza são vistas como “normais” e “toleráveis”. Qual deve ser, afinal, o parâmetro?

Uma citação do livro Testemunhos Seletos, v. 1, p. 350, pode nos ajudar: “Trajar-se com simplicidade, e abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie, está em harmonia com nossa fé.” E o Manual da Igreja, às páginas 35 e 174, recomenda: “Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranquilo… É ensinado com clareza nas Escrituras que o uso de joias é contrário à vontade divina… o uso de ornamentos de joias é um esforço para atrair a atenção, está em desacordo com o esquecimento de si mesmo que o cristão deve manifestar.”

Devemos voltar às origens nessa questão (que evidentemente também diz respeito aos homens), deitar fora todo adorno desnecessário e vestir-nos com bom gosto e simplicidade. Isso, sem dúvida, fará muita diferença em nosso testemunho (desde que, é claro, seja a manifestação exterior de um coração genuinamente transformado).

4. Espírito missionário. Uma das facetas que mais me impressionam na igreja adventista de anos atrás é seu fervor missionário. É claro que hoje também podemos ver grandes demonstrações desse espírito entre nós, mas o envolvimento dos membros da igreja poderia ser muito maior, afinal, “todo verdadeiro discípulo nasce no reino de Deus como missionário”.[12] Segundo dados da Divisão Sul-Americana, apenas 25% dos membros se envolvem no trabalho missionário, o que, infelizmente, está de acordo com as palavras de Ellen White, publicadas no livro Testemunhos Seletos, v. 3, p. 202: “Tem havido pouco espírito missionário entre os adventistas observadores do sábado.”

“A igreja é o instrumento apontado por Deus para a salvação dos homens. Foi organizada para servir, e sua missão é levar o evangelho ao mundo”,[13] mas “não estamos, como cristãos, fazendo a vigésima parte do que deveríamos fazer para ganhar almas para Cristo”.[14]

5. Reverência. A tendência atual de se realizar grandes encontros e eventos é uma forma interessante de se evangelizar as grandes cidades. No entanto, as grandes concentrações têm favorecido um fenômeno típico da pós-modernidade: a busca de sensações fortes. E é isso que temos visto em algumas de nossas concentrações: cantores aplaudidos e ovacionados por plateias emocionadas e esquecidas do significado do verdadeiro louvor e do culto racional. “Do palco, é comum alguém sugerir que o público está exagerando. Mas um grupo que canta, ao som de ritmos tropicais, e pede que o público não grite nem assobie, é como dar água a quem tem sede e pedir que não beba”, escreveu Vanderlei Dorneles, na coluna “Entrelinhas”, da Revista Adventista de outubro de 2000. Para ele a pregação da Palavra deve ser o núcleo de todo evento. “Na medida em que a pregação é minimizada, a música assume o papel principal, e pode haver uma tendência para a emotividade vazia.”

Ellen White já havia constatado que “houve uma grande mudança, não para melhor mas para pior, nos hábitos e costumes do povo com relação ao culto religioso”.[15] E, com relação ao comportamento no templo, ela diz: “Quando os crentes entram na igreja, devem guardar a devida compostura e tomar silenciosamente seu lugar… Conversas vulgares, cochichos e risos não devem ser permitidos na igreja, nem antes nem depois das reuniões… Se faltam alguns minutos… os crentes devem entregar-se à devoção e meditação silenciosa.”[16]

Eis outra brecha que precisamos, com muita oração e ação, tapar no muro de nossas práticas religiosas.

6. A observância do sábado. No capítulo 20, verso 20, de seu livro, o profeta Ezequiel afirma que o sábado é um sinal entre Deus e Seu povo. Como tal, deve ser cuidadosa e sabiamente santificado, a fim de que seu sentido não se perca. “Devemos observar cuidadosamente os limites do sábado”[17], diz Ellen White. Minutos antes do início do sábado, toda a família deve se reunir em cânticos e leitura da Bíblia. As crianças devem participar.

Qualquer dúvida quanto a esse assunto, leia Isaías 58:12 e 13.

7. O altar da família. “Uma família bem ordenada, bem disciplinada, fala mais em favor do cristianismo do que todos os sermões que se possam pregar.”[20] Às vezes, nos dedicamos tanto ao trabalho, ou mesmo à igreja, que negligenciamos nosso papel na família. Para Ellen White, o lar deve ser uma pequena igreja que louve e glorifique ao Redentor.[21] Portanto, assim como participamos de cultos na igreja, também devemos realizá-los em nosso lar. Na verdade, a falta de atenção a essa recomendação é o que enfraquece a Igreja.[22]

Conclusão

Eu ainda ouvia as músicas dos Arautos do Rei, naquele sábado, quando me vieram à mente os textos de João 15 e Filipenses 4:13. Reafirmei para mim mesmo a promessa divina de que tudo o que precisa ser reparado na igreja de Deus, vai ser feito por Ele mesmo. “Sem Mim nada podeis fazer” e “tudo posso nAquele que me fortalece.”

Oremos para que logo possamos ver essa querida Igreja reavivada e reformada, e para que possamos ser, cada um de nós, os iniciadores desse processo. Afinal, o verdadeiro reavivamento espiritual no meio do povo de Deus começa hoje, porque começa em mim.

1. Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121.

2. Testemunhos Seletos, v. 3, p. 345.

3. O Grande Conflito, p. 601.

4.Testemunhos Seletos, v. 2, p. 309.

5. Testimonies, v. 5, p. 663.

6. Medicina e Salvação, p. 275.

7. Testimonies, vol. 4, p. 417.

8. Sign of the Times, 17/11/1890.

9. Educação, p. 195.

10. Testemunhos Seletos, v. 3, p. 359 – itálicos supridos.

11. Temperança, p. 109.

12. O Desejado de Todas as Nações, p. 195.

13. Atos dos Apóstolos, p. 9

14. Serviço Cristão, p. 12.

15. Testemunhos Seletos, v. 2, p. 193.

17. Testemunhos Seletos, v. 2, p. 194.

18. Testemunhos Seletos, v. 3, p. 22.

19. O Lar Adventista, p. 32.

20. Ver O Lar Adventista, p. 323.

21. Ibidem, p. 319.

Michelson Borges

Jornalista (formado pela UFSC) e editor da Casa Publicadora Brasileira. É autor dos livros Nos Bastidores da Mídia, Por Que Creio, A História da Vida, entre outros. Mestrando em Teologia pelo Unasp, mantém o blog http://www.criacionismo.com.br

Retirado do site OutraLeitura

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Geração Esperança: Música Tema

dezembro 11, 2009

E ai? O que achou?

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Geração Esperança: Musica do CD Jovem 2010

dezembro 2, 2009

“Pois tu és a minha esperança Senhor Deus, a minha confiança, desde a minha mocidade.”Salmo 71:5.

Todos os anos nós temos um tema jovem motivacional e missionário para toda a América do Sul; e este ano o nosso tema missionário é: “Geração Esperança”. Muito bem, e o que quer dizer e o que significa esse tema de 2010?

1º – O Ministério Jovem está afinadíssimo com o programa geral da Igreja na Divisão Sul-Americana. Por mais de quinze anos a palavra “esperança” tem sido o bálsamo e ao mesmo tempo a força motriz da família de Deus em nosso continente

2º – Isentos de qualquer pretensão e arrogância; nós jovens adventistas do sétimo dia, somos “Geração Esperança” de Deus para um mundo melhor. Para tal realização exitosa, nós iremos nos consagrar totalmente a Deus, através do estudo da Bíblia, da oração e do testemunho pessoal de cada um de nós onde Deus nos enviar.

3º – Nós somos a “Geração Esperança” de Deus, em nosso lar, em nosso bairro, em nossa Igreja, em nosso trabalho e em nossa escola ou universidade. É nossa meta inadiável pela graça de Cristo gerar esperança no coração de cada pessoa que entrarmos em contato cada dia.

4º – A “Geração Esperança” estará sempre de braços abertos para receber com amor e simpatia a todos os que querem ouvir da Palavra de Deus em nossas Igrejas, cujo livro principal estará sempre em nossas mãos, pois a Bíblia é a primeira base da vida dos jovens adventistas do sétimo dia.

5º – Nós estamos no meio da ação, porque nós entendemos que nós somos os agentes da esperança de Deus para transformar o mundo ao nosso redor. E a nossa maior esperança é vermos Jesus voltando em glória e majestade ainda em nossa geração. “Os jovens são nossa esperança para a obra missionária.” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 320.

Pr. Otimar Gonçalves, Ministério Jovem da Divisão Sul-Americana