Archive for março \31\UTC 2010

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Testemunho de um Maestro

março 31, 2010
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Grandes Personalidades

março 29, 2010

Iniciamos uma nova série às segundas-feiras sobre grandes personalidades da antiguidade:

Enoque

“Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus. Heb. 11:5.

Enoque foi um ensinador público da verdade na época em que viveu. Ele ensinava a verdade; vivia a verdade; e o caráter do ensinador que andava com Deus era, em todos os aspectos, harmonioso com a grandeza e santidade de sua missão. Enoque era um profeta que falava, movido pelo Espírito Santo. Ele foi uma luz em meio à escuridão moral, um homem-modelo, um homem que andava com Deus, sendo obediente à lei de Deus – essa lei que Satanás havia se recusado a obedecer, que Adão havia transgredido, a que Abel havia obedecido e por cuja obediência foi assassinado.

E agora, Deus iria demonstrar ao Universo a falsidade da acusação de Satanás, de que o homem não pode guardar a lei de Deus. Ele demonstraria que embora o homem houvesse pecado, podia relacionar-se de tal modo com Deus que adotaria Sua mente e caráter, e seria um símbolo representativo de Cristo. Esse santo homem foi escolhido por Deus para denunciar a impiedade do mundo e evidenciar-lhe que é possível aos homens observarem toda a lei de Deus. …

Enoque não somente meditava e orava, e revestia-se com a armadura da vigilância, mas retirava-se de suas petições a Deus para pleitear com seus semelhantes. Ele não disfarçou a verdade para achar favor entre os descrentes, negligenciando assim suas almas. Esta íntima ligação com Deus deu-lhe coragem para realizar as obras de Deus. Enoque andou com Deus e “teve o testemunho de que suas obras agradavam a Deus”. Heb. 11:5.

Este é o privilégio de todo crente hoje. É Deus habitando com o homem, e Deus fazendo Sua morada no homem. “Eu neles, e Tu em Mim” (João 17:23), disse Jesus. Caminhar com Deus e ter o testemunho de que suas obras O agradam é uma experiência que não deve restringir-se a Enoque, a Elias, aos patriarcas, aos profetas, aos apóstolos e aos mártires. Não é somente o privilégio, mas o dever de todo seguidor de Cristo ter Jesus entesourado no coração para levá-Lo consigo em sua vida; e eles serão verdadeiramente árvores que produzem frutos.”

Olhando Para o Alto, pág. 222.

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O Sábado e os Seres Humanos

março 26, 2010

Jesus disse: “E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” João 8:32.

A verdade acerca da adoração do sábado nos libera do fardo incessante do trabalho contínuo. Todos os sábados, somos lembrados por um Deus todo poderoso e Criador amoroso que nosso valor intrínseco não depende do quanto realizamos. Somos chamados para a adoração.

Milhões de pessoas encontram sua identidade naquilo que fazem. Seu trabalho as define. O sábado nos convida a encontrar nosso valor próprio não naquilo que fazemos, mas naquilo que somos. O sábado constitui uma lembrança semanal que aponta para nosso valor eterno aos olhos de Deus.

Durante a Revolução Francesa ateísta, com o início da chamada Era da Razão, os franceses adotaram o que denominaram de “calendário republicano” francês, ou “calendário revolucionário”. Esse calendário foi usado durante doze anos na França: de 1793 a 1805. Ele erradicou o ciclo semanal de sete dias, aboliu o dia de culto e criou uma semana de dez dias. Todas as pessoas trabalhavam durante nove dias e tinham um dia de descanso e diversão no décimo.

Napoleão Bonaparte aboliu esse calendário revolucionário com sua semana de dez dias e exigiu que a França retornasse ao ciclo semanal de sete dias. Os trabalhadores franceses não estavam se adaptando bem a esse novo calendário com nove dias de trabalho e um de descanso. Existe um ritmo natural no ciclo semanal de sete dias que leva à adoração de nosso Criador. Ignorar o ciclo semanal edénico(que vem do Éden), dado na criação, torna-nos  vulneráveis a colapsos físicos, mentais e emocionais. Deus nos criou para Ele mesmo. O compromisso de santificar o sábado faz uma diferença enorme em nossa vida.

Para Jesus, o sábado era um dia de adoração e comunhão com Deus. Ele deixava Suas ferramentas na carpintaria de José em Nazaré todos os sábados para ir ao culto na sinagoga. A adoração no sábado era importante para o Salvador. Seu costume era adorar o Pai celestial, absorver Sua Palavra e comungar com Seu povo todos os sábados.

Os Cristãos do Novo Testamento se reuniam a cada sábado para renovar sua força espiritual. Eles se encontravam para encorajar uns aos outros.

Todos os sábados, Deus nos convida a encontrar a mais profunda satisfação na adoração. O sábado é um pedacinho do Céu. Em Seu plano celestial, Deus nos permite vivenciar a eternidade a cada semana, enquanto desfrutamos da alegria da adoração no sábado. Durante esse dia, colocamos nossa prioridade na adoração, e não no trabalho. O sábado nos libera da dureza da labuta diária. Nesse dia, somos libertos do fardo de ganhar a vida para desfrutar do melhor do melhor da existência.

O quarto mandamento é claro demais para ser incompreendido. Deus sabia que, se Ele nos desse apenas um bom conselho, muitos de nós o ignoraríamos. Portanto, deu-nos um mandamento: “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum.” Êxodo 20:8-10. Deus diz “lembra-te”, mas a maior parte do mundo se esqueceu. Nenhum outro dia pode substituir o sábado, porque ele é o único dia que Deus santificou. Priorizar o trabalho em vez da adoração constitui uma corrupção do dia que Deus santificou. É uma desonra a Deus.

(Retirado de Tempo de Esperança páginas 79 e 80, Mark Finley)

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Décimo mandamento

março 15, 2010


“Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.” Êxo. 20:17.

“O décimo mandamento fere a própria raiz de todos os pecados, proibindo o desejo egoísta, do qual nasce o ato pecaminoso. Aquele que em obediência à lei de Deus se abstém de condescender mesmo com um desejo pecaminoso daquilo que pertence a outrem, não será culpado de um ato mau para com seus semelhantes.”

Patriarcas e profetas, pág. 309

Terminamos nossa série sobre os dez mandamentos com a seguinte citação:

“Tais foram os sagrados preceitos do Decálogo, proferidos entre trovões e chamas, e com maravilhosa manifestação de poder e majestade do grande Legislador. Deus acompanhou a proclamação de Sua lei com mostras de Seu poder e glória, para que Seu povo nunca se esquecesse daquela cena, e tivesse a impressão de uma profunda veneração pelo Autor da lei, o Criador do Céu e da Terra. Desejava mostrar também a todos os homens a santidade, a importância e a permanência de Sua lei.”

Patriarcas e profetas, pág. 309

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Empurradores de Pedra

março 12, 2010

Após assistir à pregação do líder mundial de jovens, Pr. Baraka Muganda, no 3º campori de desbravadores da União Nordeste, em Natal – RN, pude refletir de uma forma mais aprofundada nas passagens bíblicas que relatam a história de Lázaro. Em 44 versos, João nos fala sobre o milagre da ressurreição de Lázaro, a quem Jesus muito estimava. Ao chegarem em Betânia, Jesus e seus discípulos, Lázaro jazia no sepulcro há 4 dias. Mas por que isso aconteceu? Por que Jesus permitiu que Lázaro, seu amigo, fosse levado pela morte?

Jesus queria mostrar com esse acontecimento que Ele é a ressurreição e a vida, Jesus queria mostrar que Ele estava no comando, Ele queria mostrar o que acontece quando permitimos que Ele trabalhe em nossa vida. Ao chegar no lugar do sepulcro, Jesus ordena que a pedra seja retirada, ao passo que Marta, irmã de Lázaro, questiona tal atitude, pois o corpo, após 4 dias, já cheirava mal. Refleti nesses versos por um momento, e me perguntei: Por que Jesus não retirou Ele mesmo a pedra? O que Jesus queria ensinar com tal ordem?

Nosso limitado entendimento não nos deixa ver além de uma simples ordem. Jesus, ao ordenar que a pedra seja retirada, deixa claro que, para o milagre ser feito, precisamos fazer a nossa parte. A pedra poderia ser retirada por mãos humanas, nós mesmos podemos empurrar a pedra de nossa vida. Marta questiona sobre o mal cheiro causado pela decomposição do corpo. Mais uma vez, podemos ver simbolismos na história de Lázaro. Muitas vezes nossa própria história cheira mal, por vezes nos sentimos envergonhados, nos achando indignos de ir à presença do Mestre, por achar que não merecemos seu amor, não merecemos sua misericórdia. Jesus não queria saber se o corpo cheirava mal, Ele apenas queria que a parte que competia aos homens fosse feita, pra que a parte que competia a Ele fosse realizada.

A pedra precisava ser retirada para que o milagre acontecesse. Muitas vezes parece impossível ir à presença de Jesus, pedir perdão, por vezes o passado nos persegue, o mal espreita à porta, mas nesse momento, precisamos nos lembrar dos ensinamentos do Mestre.

Precisamos ser fortes, Ele apenas quer que façamos a nossa parte, não importando como vamos à Sua presença, não importando a nossa história, não importando quem fomos. Ele pede que empurremos a pedra de nosso duro coração, para que possa entrar e fazer morada em nós, realizando milagres em nossa vida. É só isso que precisamos fazer, a parte difícil, certamente, podemos contar com o poder de Jesus.

Que tal começarmos esse exercício, de retirar as pedras de nosso coração, um dia de cada vez?

Priscila Serbim

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Nono mandamento

março 8, 2010

Aqui se inclui todo o falar que seja falso a respeito de qualquer assunto, toda a tentativa ou intuito de enganar nosso próximo. A intenção de enganar é o que constitui a falsidade. Por um relance de olhos, por um movimento da mão, uma expressão do rosto, pode-se dizer falsidade tão eficazmente como por palavras. Todo o exagero intencional, toda a sugestão ou insinuação calculada a transmitir uma impressão errônea ou desproporcionada, mesmo a declaração de fatos feita de tal maneira que iluda, é falsidade. Este preceito proíbe todo esforço no sentido de prejudicar a reputação de nosso próximo, pela difamação ou suspeitas ruins, pela calúnia ou intrigas. Mesmo a supressão intencional da verdade, pela qual pode resultar o agravo a outrem, é uma violação do nono mandamento.

Patriarcas e Profetas, pág. 309

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Impacto Esperança 2010

março 7, 2010