Archive for agosto \23\UTC 2010

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Necessitamos desse tipo de jovem

agosto 23, 2010


“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.

Mas um caráter tal não é obra do acaso; nem se deve a favores e concessões especiais da Providência. Um caráter nobre é o resultado da disciplina própria, da sujeição da natureza inferior pela superior – a renúncia do eu para o serviço de amor a Deus e ao homem. ” Educação, pág. 57

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A analogia do Casamento

agosto 17, 2010

1 Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida?
2 Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal.
3 De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias.
4 Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus.
5 Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.
6 Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.
Com base nessa leitura e lendo até aqui, qual papel da lei? O que você acha sobre isso? Será que o que você pensa está errado? Façam seus comentários!
Franzé Jr.
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Deus e a Ironia

agosto 6, 2010

Figuras de linguagem. Sem dúvida, grandes invenções. Considero que, por meio delas, podemos escrever e repassar melhor nossos sentimentos e sensações. Por exemplo: como não notar o exagero de uma hipérbole (“Já falei mil vezes isso!”)? Como negar o sarcasmo no eufemismo dos políticos em discussões no congresso (“Vossa Excelência falta com a verdade!”)?

Minha figura de linguagem preferida é a Ironia. Não é para qualquer um conseguir passar uma mensagem usando o sentido contrário nas palavras. E o melhor é que essa mensagem geralmente é engraçada, diverte. É também interessante o quanto nosso Deus permite que situações adversas aconteçam, e da aparente destruição vem uma grande benção. Grandes ironias assim estão na Bíblia, e é um grande prazer notar como Deus nos dá grandes lições e ensinamentos dessa forma.

José, o mais amado de seu pai é vendido como servo pelos seus irmãos. Depois ainda é preso, esquecido por todos. E é do fundo do poço que Deus o chama para ser vice-governador do Egito! Do ódio dos irmãos; de um condenado surgiu salvação da fome para egípcios e para a sua própria família. Não é preciso muito esforço para imaginar o quanto ele e seus familiares devem ter se alegrado lembrando a grande ironia dessa história.

O Deus Criador, com toda sua majestade e glória, veio a este mundo nascer numa manjedoura e ser um simples carpinteiro. O ser mais limpo e justo tomou todos os pecados do mundo e foi tratado como um criminoso. E quando o inimigo achou que iria gargalhar com a sua morte, Jesus ressuscita e nos convida à alegria, por toda eternidade. Que bela ironia! Deixar de se martirizar na própria vida e ver as coisas ao nosso redor como grandes ironias, nos ajudam a suportar e superar problemas.

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Apenas uma múmia

agosto 6, 2010

    

Recentemente li um artigo na revista Veja, sobre a múmia de Tutancâmon, encontrada após aproximadamente 3300 anos depois, no Egito, segundo dados repassados por cientistas. Lendo o artigo, comecei a pensar um pouco na vida de Moisés. A múmia de Tutancâmon foi encontrada em uma câmara, onde objetos de ouro valiosíssimos foram encontrados, símbolos da realeza egípcia.

Assim como Tutancâmon, Moisés foi criado pela corte egípcia, recebendo o mais alto nível de instrução, tanto na ciência, como na filosofia e também nas artes. Moisés fora criado para ser um faraó, um líder egípcio, porém o propósito de Deus muitas vezes é diferente dos desejos do coração do homem. Após estar preparado para ser faraó, Moisés foi mandado por Deus para o deserto. Imagino que, naquele momento, ele se questionou, até mesmo duvidou, mas permaneceu fiel. Fora preparado pelos homens, mas Deus o estava preparando para algo muito maior. Por 40 anos Moisés esteve no deserto, onde passou por momentos de angústia, momentos de dificuldade, momentos onde quase perdeu sua fé, porém permaneceu fiel. Moisés poderia estar no palácio, onde seria reverenciado, onde teria toda a pompa que qualquer egípcio um dia desejaria, mas lá estava ele, no deserto, guiando os israelitas à terra prometida.

Muitas vezes nos encontramos no lugar de Moisés. Temos uma vida tão fácil, tão planejada, por que seguir a Deus, por que deixar a vida tão difícil, tão complicada? Nessa hora, quando a dúvida insiste em entrar, deixe Deus atuar em sua vida, pois nem sempre o seu desejo é a vontade dEle. Tutancâmon morreu com toda a pompa e prestígio aqui nesta terra, mas hoje, não passa de uma múmia e uma história mais especulada do que realmente conhecida. Moisés teve a mesma oportunidade, mas preferiu estar ao lado dAquele que tudo guiou desde o começo. Sofreu, batalhou, morreu, mas por sua fé, foi levado ao Céu.

E aí, o que você prefere? Ser apenas uma múmia ou ressuscitar naquele dia final, quando Jesus virá para buscar aqueles que escolheram ficar ao Seu lado? Como diz a tão conhecida canção, “eu já fiz minha escolha, sou de Jesus”.

Priscila Serbim

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Diretor da Rede Adventista Silvestre concede entrevista para a Globo

agosto 5, 2010