Archive for março \28\UTC 2012

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Deus e a motivação

março 28, 2012

Tenho encontrado algumas pessoas que desanimam ao longo da jornada cristã. Fico pensando… Quais seriam os motivos? Pressão? Depressão? Quem sabe? Ainda bem que temos a Bíblia.

No texto Sagrado existe um livro muito bonito, que às vezes passamos por alto. Estou falando do livro de Zacarias. Você já leu Zacarias? Ainda não? Então está na hora. No livro há o registro de oito visões. Elas são lindas. Elas são motivadoras. Deixe-me explicar o pano de fundo, para entendermos as visões.

Vamos lá… No ano de 538 AC, alguns Judeus voltaram para Jerusalém, deveriam restaurar a cidade…o templo e os muros. Começaram com alegria. O Templo era o orgulho da nação. Uma referência para a vida cristã. Os judeus eram estritamente religiosos, e o trabalho ia de vento em poupa. Mas, o Inesperado aconteceu alguns inimigos começaram a dizer e fazer coisas para impedir o trabalho. Eles desanimaram…pararam a restauração.

Nesse contexto é que surge Zacarias, 18 anos após o início da restauração (520 AC), Deus envia através do profeta mensagens de motivação e esperança. A segunda visão é muito linda “Levantei os olhos e vi, e eis quatro chifres. Perguntei ao anjo que falava comigo: que é isto? Ele me respondeu: São os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém. O Senhor me mostrou quatro ferreiros. Então, perguntei: que vêm fazer estes? Ele respondeu: Aqueles são os cifres que dispersaram a Judá, de maneira que ninguém pode levantar a cabeça; estes ferreiros, pois, vieram para os amedrontar, para derribar os chifres das nações que levantaram o seu poder contra a terra de Judá, para a espalhar.”Zacarias 1: 18-21. Buscando auxilio das Escrituras podemos descobrir quais eram as quatro nações-chifre. Em 2 Reis 24:2 elas são identificadas: os Caudeus, Siros, Moabitas e Amonitas. Estas humilharam o povo de Deus, fazendo com que andassem de cabeça baixa. Só a lembrança das suas ações, causavam pavor.

Você já sentiu medo de alguma lembrança do passado? Sim. Quando olho para os acontecimentos da atualidade e observo a reação do ser humano, constato que hoje ainda os “chifres” atuam para a separação entre nós e Deus. Os “chifres”ainda nos humilham. Como? Simples. Os chifres são identificados por algumas características. Quando pensamos na Caudéia (Babilônia)…sempre lembramos de confusão religiosa. Aquela do tipo, onde as pessoas misturam o santo com o profano. Moabe e Amon; lembra da história deles?…ambos eram filhos de Ló com suas filhas. Que bagunça. Que pecado! Que loucura. Total imoralidade.

Tenho percebido que Satanás tem utilizado muito a “confusão”religiosa e a imoralidade, na tentativa de nos afastar de Deus. Quando não temos a certeza do caminho do Senhor; quando a Palavra de Cristo parece não fazer sentido; quando esquecemos das práticas da piedade e não conseguimos ver a diferença entre o certo e o errado, aí estamos em perigo. É Babilônia agindo em nós.

Por outro lado, Moabe e Amon também agem. Você já percebeu que a imoralidade invadiu todos os setores, todos os relacionamentos e práticas? Realmente vivemos num mundo imoral. Só que tal situação é vista como normal; alguns chegam ao cúmulo de atribuir a Deus algumas situações imorais. A imoralidade nos afasta de Deus. Quer fazer um teste?

Depois de assistir todas as novelas e de ver cenas fortes, será que você conseguirá se relacionar com Deus? Acho que não. Entretanto, Deus da mesma forma que prometeu derribar os chifres no passado, age no presente para desfazer a obras destes chifres.

Não precisamos andar humilhados, o Senhor nos dará a vitória. Ao povo de Israel Deus enviou uma mensagem de motivação. A nós envia a mesma mensagem. Porque Ele não muda. Ele continua sendo o Deus que motiva seus filhos a viverem com Ele. O Deus que destrói os chifres da confusão religiosa e da imoralidade. Creia nisso.

Pr. Argemiro Andrade

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A IASD é Morna?

março 17, 2012

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Adventista é 1ª colocada em Medicina na Universidade Federal

março 7, 2012

Aracaju, SE … [ASN] “Foi um dia de recepção dos novos alunos, no qual pudemos conhecer um pouco do que veremos em nosso curso”, conta a estudante de medicina, Ellen Carvalho, referindo-se ao seu primeiro dia de aula na Universidade Federal de Sergipe (UFS). “Foi muito bom estar no primeiro dia de aula da faculdade, olhar para trás e ver que estou o

nde antes sonhei estar. E o melhor é saber que minha vida foi conduzida por Deus e que estou na faculdade agora porque Ele aprovou que assim fosse. Naquele dia, lembrei-me dos muitos colegas que ainda estão fora, lutando para passar e agradeci a Deus porque eu estava lá. Essa experiência só reforça a certeza que tenho de que Deus sempre honra seus filhos”, afirma.

Ellen passou em primeiro lugar em medicina no campus de Lagarto, SE, depois de três tentativas. Segundo ela, esses três anos serviram de aprendizagem. “No primeiro ano, eu era muito insegura; pressionava-me bastante e tinha medo de decepcionar todos os que acreditavam em mim. No segundo ano, passei a me importar menos com o que os outros diziam, ou com o que pensariam caso eu não passasse de novo. Mas eu orava a Deus pedindo a Ele que me fizesse passar naquele ano e não conseguia dizer um “seja feita a Tua vontade”, pois não aceitava ter de tentar outro ano. No terceiro ano, consegui deixar Deus guiar minha vida de verdade. A confiança nEle me deu segurança de que, no momento certo,eu seria aprovada e que minha parte era dar o meu melhor sem me preocupar com o que não cabia a mim: a vontade de Deus”, relembra.

Hoje, a felicidade permanece estampada no sorriso de Ellen. Mas para alcançar essa conquista, passou por dificuldades. Morou longe da escola, longe da família, conviveu diariamente com pessoas sem princípios cristãos, “mas a maior dificuldade que enfrentei foi a perda de minha avó”, conta ela, “perdi a vontade de estudar. Passei mais de um mês desanimada, sem conseguir me concentrar direito nas aulas, nem no estudo individual em casa. Deus, no entanto, deu-me forças para não parar de estudar mesmo faltando o ânimo. Estudei, mas foi um mês de estudo deficiente. Ter conseguido recuperar o ânimo, ter sido aprovada, e ainda em 1º lugar, mesmo com um período grande de problemas no aprendizado, são para mim uma prova muito grande da atuação de Deus”.

Testemunho – Ellen estudou a vida inteira em escolas adventistas. Mas nos últimos dois anos, mudou-se para Aracaju, SE, e precisou fazer pré-vestibular numa instituição que não pertence à denominação. “Todo mundo na sala sabia que eu era adventista do sétimo dia”, diz Ellen, “um dia a menos de estudo para quem quer um curso tão concorrido faz muita diferença. Via sempre meus colegas reclamando de falta de tempo. Mas eles não compreendiam que ‘não ter tempo para Deus é viver perdendo tempo’. Eu não perdia um dia; eu ganhava seis ao descansar no sábado”. Ellen conta que certa vez um colega lhe perguntou como ela conseguia estudar todos os assuntos com o desfalque de um dia. “Eu disse a ele que reservar o sábado para Deus não fazia falta nos estudos, pois era um tempo separado para Ele e Ele mesmo era quem me capacitava para aprender todo o necessário nos demais dias. Este ano fiquei sabendo pelo coordenador que esse mesmo colega tinha plena certeza que seria o primeiro colocado no vestibular da universidade, mas quando saiu o resultado, eu tinha sido a primeira colocada geral. Depois ele disse para o coordenador que eu era demais. Na verdade, ele viu a atuação de Deus. O meu Deus é mesmo demais”.

“Estudar é um grande privilégio que Deus nos deu. Ellen White diz que devemos fazer de nossa vida estudantil a mais perfeita possível, pois passaremos por esse caminho apenas uma vez. Não é querer ser melhor do que os outros, mas buscar sempre se superar e ser o melhor que se pode em cada nível de estudo, desde o Ensino Primário. Não estamos sozinhos na jornada estudantil, e sim temos Aquele que tudo sabe ao nosso lado”, afirma como um recado aos jovens. [Equipe ASN, Rafaella Oliveira]

Retirado de ASN