Archive for junho \26\UTC 2013

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O Primeiro Beijo

junho 26, 2013

Memorias do meu Avô

“Éramos três
Eu, você e o luar,
Olhava-se nesta hora o que era o amor
Vi então que o amor não vinha sem um beijo.

Apertava-me meigamente as mãos
Num arrulhar feliz entre carinhos
Seus lábios murmuravam em paixão
Frases intermináveis bem baixinho.

Depois numa volúpia louco
Vencida afinal pelo desejo
Nossas bocas fromavam uma só boca
Numa só ilusão sublime de um só beijo”

Oséas Florêncio de Moura

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Tenha misericórdia!

junho 21, 2013
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Quando tu ris

junho 19, 2013

Memorias do meu Avô

“Quanto tu ris, meu amor
eu tenho a vaga impressão
de contemplar uma flor
desabrochando o botão”

Oséas Florêncio de Moura

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O Amor

junho 12, 2013

Memorias do meu Avô

“O amor é o único bem que não se pede. O Amor não se pede, dá-se.
Não há quem o faça brotar no coração mais sensível.
Ele brota e jorra, murmura e ruge, chora e canta no mais espantoso movimento de eclosão.
Não é a palavra, nem o gesto, nem a dedicação, nem o sacrifício que acendem no peito a chama sagrada do amor.
E basta um olhar, muitas vezes um olhar de cobiça ou de curiosidade para transformá-lo em labaredas.”

Oséas Florêncio de Moura

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Memórias do meu avô

junho 12, 2013

Memorias do meu Avô

“Entre as mulheres bonitas,
és a única perfeita,
Pois Deus te fez e, sorrindo,
rasgou depois a receita”

Oséas Florêncio de Moura

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A Flor e o Colibri

junho 5, 2013

Memorias do meu Avô

“Era uma vez uma rosa meiga, linda, perfumosa
a mais pura do jardim…
E um colibri delicado
inda não tinha encontrado
uma flor bonita assim.

Foi até que um belo dia
o colibri morreria
se não beijasse essa flor…
Não a baijou – que queixume!
Mas respirou seu perfume
E ficou tonto de amor.

A Flor ficou irritada
com raiva, rubra, zangada
chegou tremer de rubor…
Mas, que culpa teve, em si,
o galante colibri
que acha tão linda essa flor?!”

Oséas Florêncio de Moura