Archive for the ‘Cotidiano’ Category

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Documento: Estilo de Vida e Conduta Cristã

fevereiro 8, 2013
estilopt
Uma comissão de líderes adventistas de oito países sul-americanos votou, no fim de 2012, documento intitulado “Estilo de Vida e Conduta Cristã”. O objetivo é reafirmar a crença bíblica defendida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia quanto ao comportamento de um cristão diante de diferentes situações da sua vida cotidiana como recreação, mídia, vestuário, sexualidade, joias, ornamentos e saúde. A ideia do documento não é substituir a Bíblia nem criar novas normas. A intenção foi resumir, em linguagem simples, mas clara e objetiva, o que Deus estabeleceu em Sua Palavra sobre esses temas, no contexto da misericórdia e da graça cristãs. Trata-se de um material que reúne em um só lugar várias declarações que refletem o pensamento adventista sobre o assunto. Como o próprio documento diz, “as recomendações apresentadas neste documento não devem ser usadas como elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal”. [Leia aqui o documento na íntegra.]
Retirado de Criacionismo
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Felicidade

maio 23, 2012

“Lembrai-vos, porém, de que não encontrareis a felicidade encerrando-vos em vós mesmos, satisfeitos com entornar toda a vossa afeição um sobre o outro. Aproveitai toda oportunidade de contribuir para a felicidade dos que vos rodeiam. Lembrai-vos de que a verdadeira alegria só se encontra no serviço desinteressado. A longanimidade e a abnegação assinalam as palavras e atos de todos quantos vivem vida nova em Cristo. Ao procurardes viver Sua vida, lutando por vencer o próprio eu e o egoísmo, e ajudar os outros em suas necessidades, alcançareis uma vitória após outra. Assim, vossa influência abençoará o mundo. Homens e mulheres podem atingir o ideal de Deus a seu respeito, se tomarem a Cristo como seu ajudador. O que a sabedoria humana não pode fazer, Sua graça realizará pelos que a Ele se entregarem em amorosa confiança. Sua providência pode unir corações com laços de origem celestial. O amor não será mera troca de suaves e lisonjeiras palavras. O tear do Céu tece com trama e urdidura mais fina, porém mais firme, do que se pode tecer nos teares da Terra. O resultado não é um tecido débil, mas sim capaz de resistir a fadigas e provas. Coração unir-se-á a coração nos áureos vínculos de um amor que é perdurável. ” A Ciência do Bom Viver, Pág. 382.

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Por que Deus diz não?

março 4, 2010

Conhecer a vontade de Deus é uma das maiores buscas humanas. Alguns a procuram pela reflexão, outros pelo sofrimento, outros ainda através de sua visão pessoal e muitos a buscam na Revelação. Exatamente por se apresentarem tantos caminhos para chegar a um mesmo destino é que este se tornou um tema muito controvertido e incompreendido.

O maior risco da busca pela verdade, é trocar a revelação bíblica pelas opiniões ou interesses pessoais. Usar os próprios argumentos para definir o que é certo ou errado, o que Deus quer e o que Ele não quer. Se pudéssemos conhecer a vontade de Deus por argumentos, os mais habilidosos com a palavra ou com a escrita sempre teriam a posição final sobre ela.

Aliás, isso é o que está acontecendo no mundo religioso de hoje. As religiões que mais crescem são aquelas que tem líderes e oradores carismáticos, que sabem trabalhar bem as palavras e argumentos. Acabam convencendo as pessoas de que aquilo que falam é a verdade, e arrastam muita gente consigo.

Muitas vezes o risco do “achismo”, a confiança na verdade baseada em opiniões pessoais, aparece entre nós Adventistas. Muitas pessoas, seguras de sua maneira de ver as coisas, dispensam as palavras inspiradas, colocando-as na moldura da desatualização, e confiantes na sua própria argumentação acham que muitas coisas devem ser diferentes do que são.

Muitos destes defendem que precisamos nos tornar mais contemporâneos. Temos que nos adaptar a uma nova época. Em meio a toda esta discussão, uma palavrinha tem sido o centro das atenções. De acordo com a maneira que ela é vista, pode ser definida a solução do problema. Esta palavrinha mágica, pequena mas forte é “NÃO”.

Qual deve ser a nossa posição quanto ao seu uso? Abolir e adaptar nossos hábitos e crenças? Ou ser ainda mais criteriosos? Vamos voltar um pouco no tempo e chegar à época de Jesus. Assim podemos entender como Ele se relacionou com esta palavra. Segundo Paulo, Cristo veio quando havia chegado a “plenitude dos tempos” (Gálatas 4:4). Em outras palavras, o mundo e a religião estavam tão longe do plano de Deus, que Cristo não poderia esperar mais para consertar a situação.

Se Ele demorasse um pouco mais para vir, possivelmente os homens não teriam mais condições de compreendê-lo. A vida religiosa precisava ser redirecionada. Cristo precisava preparar um povo que O representasse corretamente. Precisava de um movimento que falasse a verdade ao coração do povo.

Não é difícil notar que a realidade daquela época é muito parecida com a de hoje -religião confusa, e um povo precisando ser alcançado com a verdade. Sendo que os contextos são semelhantes, é importante observar como Cristo tratou o uso do “NÃO” naquela época.

Entendendo Sua postura, poderemos definir melhor a nossa. Dentro do sermão do monte, o discurso de fundação da Igreja Cristã, e o mais abrangente dentre os que estão relatados na Bíblia, Cristo tratou o assunto do “NÃO” (Mateus 5:21-37). É interessante notar que Ele, ao invés de anular ou diminuir, ampliou os limites conhecidos pelo povo. Ele saiu do “NÃO” visível e foi mais longe, entrando no mundo do “NÃO” invisível.
Ele foi além do “NÃO” ato, e chegou até o “NÃO” pensamento. Ele terminou essa seção do sermão deixando sua posição clara: “cuidado com a tentativa de encontrar um meio termo para a verdade. Sejam suas posições SIM, SIM e NÃO, NÃO”.

A medida que estivermos mais perto da volta de Cristo, Satanás vai criar novas e sutis maneiras de afastar o povo de Deus de Sua vontade. Por isso, mais claras e definidas devem ser nossas posições e crenças. Diante disso, precisamos entender claramente porque Deus diz “NÃO”.

Os motivos porque Ele apresenta Sua vontade de maneira tão objetiva e sem aberturas. Esta compreensão vai nos ajudar a aceitar Sua vontade não como imposição, mas como proteção.

Existem pelo menos quatro motivos:Para não brincar com o fogo Deus sabe que muitas coisas aparentemente inofensivas escondem um grande perigo por trás de si. Quando Ele diz “NÃO” para algumas coisas que muitas vezes achamos simples, pequenas ou até desnecessárias, Ele sabe o que mais elas envolvem.

Nem sempre conseguimos enxergar isso. Quem brinca com fogo, corre o risco de se queimar.Deus sabe, por exemplo, que um pouco de bebida alcoólica tem um efeito pequeno sobre a mente e o corpo. Por que, então, ela é proibida? Por que não permitir um pouco? Existem várias pesquisas que analisam o risco de quem bebe socialmente se tornar um alcoólatra.

A maioria delas indica que 12% vai chegar lá. Parece um percentual pequeno, mas ele representa um sério risco. Deus conhece cada pessoa. Ele sabe que alguns só querem brincar com a bebida, mas poderão cair mais fundo. Outros, quem sabe, podem acabar se tornando viciados em “beber socialmente” porque não conseguem abandonar este hábito.Deus conhece os riscos, por isso diz não.

Satanás sempre tenta uma pessoa em seu ponto fraco. Por isso, quando alguém quer adaptar, ou fazer alguma abertura na vontade de Deus, já esta demonstrando que este é seu ponto fraco. Sinal de perigo. A história de Eva se repete. Sempre que alguém quiser enfrentar a tentação do seu jeito, se achando forte para lhe controlar, vai acabar muito mais envolvido do que imaginava. Brincar com o ponto fraco, ou com o fogo, é pedir para se queimar.

Me lembro sempre de uma frase que aprendi na escola: “Pequenas oportunidades são o princípio de grandes acontecimentos”. Evitar limites humanos Quando você decide criar sua própria verdade, e faz concessões, qual é o limite delas? As explicações que sempre são ouvidas são: “Um pouco só não tem problema”, “Só vou para ver filmes bons”, “Não vejo problemas com um anelzinho ou uma correntinha discretos”.

A pergunta, porém, continua: Até onde vai este “só um pouco”? Quais são os bons filmes que não tem problemas? Qual é o tamanho do anelzinho, ou da correntinha discretos? Se a verdade deixa de ser absoluta, e começam a ser feitas concessões ou aberturas, surgem duas realidades:

1. Cada pessoa cuida de sua vida e estabelece seus próprios limites. A verdade deixa de ser única, e passa a ser pessoal. Cada um tem a sua. Uns mais rígidos e outros mais liberais.

2. A igreja cria regras para definir até onde vão as aberturas, e quais serão os limites. Ai a verdade passa a ter contornos humanos. Alguém vai definir o que será a verdade, e todos deverão segui-la. Perigo! Não podemos correr o risco de nos tornarmos como os fariseus, com regrinhas e mais regrinhas criadas por homens, nem tornar a religião uma questão apenas pessoal, pois assim colocamos o homem no lugar de Deus.

Por isso, Deus diz não. A verdade absoluta é mais segura. Evitar confundir um cristão, somos a única demonstração da vontade de Deus aqui na terra. As pessoas precisam conhecer a Deus olhando para nós. Somos Suas testemunhas. Se não formos exemplos claros, o cristianismo perde sua força.

Se no trabalho um jovem Adventista é exatamente igual a todos os outros colegas, que diferença faz ser cristão? Poderá ser reconhecido? Se no Sábado a noite uma garota sai, e sua aparência é igual a das outras que não tem nenhum interesse na vontade de Deus, como Ele pode ser reconhecido nela? Se um garoto está em uma mesa de bar, com uma latinha de cerveja na mão, junto com seus amigos, será possível identifica-lo com um cristão?

É preciso sempre lembrar que a transformação operada por Cristo nos torna testemunhas silenciosas. Os outros podem ver Cristo em nós pela maneira como nos apresentamos. Deus não pode correr o risco de fazer concessões para nos parecermos com as pessoas que não se entregaram a Ele, pois somos as únicas testemunhas dEle neste mundo. Estas testemunhas precisam estar cada dia mais visíveis e fáceis de reconhecer. Para vencer as sutis tentações de satanás Quanto mais perto do fim, mais discretas e sutis serão as tentações de Satanás. Precisamos ser claros e definidos, quanto à verdade, para que ele não tenha espaço.

Quando o “NÃO” é substituído pelo “mais ou menos” , ou “um pouco não tem problema”, ou mesmo “não vejo mal nenhum”, fica difícil reconhecer o caminho de Deus, e satanás se aproveita. Quanto menos relativismo, adaptações ou “achismos” houver na verdade, mais eficiente e poderosa ela será.

Abraços,
Vinicius A. Miranda

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Recreação ou diversão?

abril 8, 2008

Qual Dessas duas palavras se encaixam nas atividades físicas e sociais que os jovens devem fazer? Qual sentido delas?
Na verdade as palavras são muito parecidas porém, existe uma diferença notável entre elas, que nos ajudam à entender o porque e como devemos agir.
Vamos procurar definir cada uma delas? No dicionário a palavra “diversão” significa entre outras coisas: “divertimento, entretenimento, distração:” não no sentido educativo, construtivo, e sim, passar o tempo, gastar o tempo, abusar do tempo. Isto sem falar de que tipo de diversão, que pode ser as mais diversas possíveis, sem oferecer contudo, algo valioso para quem se diverte.

Não que deixamos de usar a palavra, algo pode ser divertido no sentido de ser alegre e engraçado mas, sempre deve ser construtivo e nunca leviano, hilariante, uma chacota. Como disse o sábio Salomão: “para o insensato, praticar a maldade é divertimento.” Prov.10:23. E falando em bíblia, existem mais três textos referindo-se a diversão:

1. Êxodo. 32:6,7 – Pôr ocasião da adoração ao bezerro de ouro, ele “beberam, comeram, e se divertiram.” No verso 7, a Bíblia classifica essa atividade de corrupção;
2. Juizes. 16: 25,27 – três vezes aparece a palavra neste versos. Como pode ver, numa situação de humilhação, deboche. Você gostaria de estar numa festa dessa? De uma forma ou de outra, este tipo de festa acaba sempre em desastre, como realmente acabou;
3. l.Corintios. 10: 7 – O apóstolo neste verso exprime numa palavra e de forma profunda, aqueles que procuram estas atividades vazias em si mesmas como uma “idolatrias”. A idolatria da auto-satisfação, o desejo egoísta do coração.

“Quem se diverte sempre, nunca se diverte.” Pietro Caracciolo. “Que não devemos viver neste mundo simplesmente para nosso próprio divertimento, para nos agradar a nós mesmos.” Ellen G. White. (T.S. Vol.1, pg. 283). “Devemos encaminhar o espírito em sentido diverso daquilo que é superficial e sem importância, que não tem solidez.” Idem. Alguns conselhos de Ellen G. White para que evitemos algumas formas de diversões tais como:

• Jogos nos quais acaba sendo envolvido dinheiro. M.J. 392;
• Jogos de cartas e outros jogos de azar. M.J. 379,380,392;
• Freqüência ao teatro e a ópera. P.P. 459,460;
• Danças. M.J. 392,390;
• Eventos esportivos e competições comercializadas. M.J. 213;
• Televisão e vídeo com apresentações teatrais ou produções que não estejam diacordo com os padrões cristãos. P.P. 459, 460.

As vezes, pôr não se falar tanto no que não deve ser feito, esquecemos de dizer o que deve ser feito. Em muitas igrejas que conheço há uma verdadeira repressão na juventude apenas dizendo “não faça isto, ou aquilo,” em muitos casos não dando a orientação devida à juventude. Se não temos condições de ajudar, estar presente, participar das recreações dos jovens, não temos o direito moral e cristão de criticar o que o jovens fazem.
 
Vejam o que Ellen G. White fala a esse respeito. Existe o perigo de dois extremos. O primeiro considerar toda recreação um pecado. Segundo extremo é depender da recreação constantemente como um entase de excitação. “Essas pessoas estão continuamente lamentado sua desaprovação, e gemendo pôr um suposto mal. Não há amor em seu coração; têm sempre um semblante carregado.

Ficam frios ao inocente riso da juventude ou de quem quer que seja. Consideram toda recreação ou diversão um pecado, e pensam que a mente deve estar constantemente trabalhando no mesmo grau de severa tensão. Isto é um extremo. Outros acham que a mente deve estar de contínuo em tensão para inventar entretenimento e diversões a fim de obter saúde. Aprendem a depender da excitação, e ficam desassossegadas quando sem isso. Tais pessoas não são verdadeiros  cristãos.” Lar Adventista, p. 79.

Em outro lugar Ellen G. White fala da falta de compreensão quanto as condições físicas e biológicas da juventude, que exige atividade. “Mão se pode fazer os moços tão quietos e graves como as pessoas de idade, a criança tão séria como o pai. Conquanto as diversões pecaminosas sejam condenadas, como devem ser, provejam os pais, os mestres u pessoas delas carregadas, no lugar das mesmas, prazeres inocentes, que não mancham nem corrompem a moral. Não cinjais os jovens as rígidas exigências que os induzam a sentir-se oprimidos, e a infringi-las, precipitando-se em caminhos de loucura e destruição.” C.P.P.E. pg.355.

Assim, a palavra recreação tem um sentido muito importante e poderoso no contexto da juventude, como também, de suma importância para as pessoas de maior idade. Sabe-se hoje que é fundamental para a saúde de qualquer pessoa a atividade física ou recreação. Vejam que o dicionário define recreação como: “De recrear mais ação”, quer dizer:

Colocar em atividade, ação, em momento de folga, lazer, ou brincadeiras. Este é o sentido importante. O sentido profundo, poderoso que define recreação é com “recriação”. Pôr esta razão é que devemos buscar atividades construtivas físicas e sociais que produza efeitos positivos ao caráter, quanto a nossa espiritualidade. Na Bíblia encontrei três textos que falam de recreação.
 
Os três encerram lições muitos profundas para nossa discussão e aprimoramento espiritual. Vamos ver?

1. Eclesiástes. 11:9 – O sábio Salomão insta a juventude à recreação. Responda estas perguntas!
a) Pôr que ele fez isto? b) será que Salomão não tinha conhecimento das necessidades físicas dos jovens? c) Quem o inspirou para dar esta recomendação para a juventude? d) Qual é a advertência dada quanto a escolha da recreação e porque?
2. corintios.7:13 – Qual o sentido da recreação neste verso? Espiritual, trabalho, companheirismo, gratidão e alegria, atividade física. Qual o contexto do capítulo?
3. Romanos.15:32 – Qual o sentido da recreação neste verso? Será que o apóstolo não estava preocupado com a recreação? Em 1.Coríntios 9:25 e 2. Timóteo. 2:5, o apóstolo compara o cristão como um atleta. Você vê alguma relação de importância entre o cristão, o atleta e a recreação?

Mais do que eu responder a estas perguntas, gostaria que você refletisse e desse suas respostas. “Existe diferença entre recreação e divertimento. Recreação, quando fiel ao seu nome – Recriação, tende a fortalecer e erguer…….A diversão, pôr outro lado, é procurada como fonte de prazer e, muitas vezes é levada a excesso; absorve as energias que seriam necessárias ao trabalho útil e assim representa um obstáculo ao verdadeiro sucesso na vida. Ellen G. White. Educação, pág. 207.

Você pode fazer um teste para saber se a recreação está dentro dos princípios ou não. Veja: “Julgai todas as coisas, retendo o que é bom”(I Tes 5:21). Será você capaz de suplicar a benção de Deus sobre a recreação que irá praticar? (Veja conselhos aos professores, pais e estudantes, p. 337; Mensagens aos Jovens, p. 386)

• Ela lhe aproxima de Deus ou lhe rouba o desejo de orar? (Mensagens aos Jovens, p. 407 e 408)
• Promove integridade e auto controle? (Mensagens aos Jovens, p. 412, 425 e 416)
• Facilita a resistência à tentação? (Parábola de Jesus p. 49 e 50)
• Que influência terá sobre a saúde física e mental? (Mensagens aos jovens p. 379)
• Prepara melhor para os deveres diários? Tem a tendência de refinar, purificar, nos tornar virtuosos ou contribui para o orgulho no vestuário, com vulgaridade? (Mensagens aos Jovens, p. 382; Patriarcas e Profetas, p. 460 e 461; Conselho aos Professores e estudantes 366-368)
• Vale a pena gastar o tempo que requer? (Mensagens aos Jovens, p. 373 e 379)
• Desenvolve a cortesia, a generosidade e mais respeito pelos outro ou fere o autorespeito das pessoas? Estimula a bondade ou conduz ao uso de força e brutalidade? (Educação, p. 210)

“Procurar Meios de Recreação Instrutiva e Inocente. – Há modos de recreação que são latamente benéficos tanto à mente como ao corpo. Um espírito esclarecido e discernidor encontrará abundantes meios de entretenimento e diversão em fontes não apenas inocentes, mas instrutivas. Recreação ao ar livre, a contemplação das obras de Deus na Natureza, será do mais alto benefício.

Creio, porém que ao passo que estamos buscando refrigerar nosso espírito e revigorar o corpo, é-nos exigido por Deus que empreguemos todas as nossas faculdades em todo tempo para os melhores fins. Podemos associar-nos como estamos fazendo hoje* aqui e fazer tudo para glória de Deus. Podemos e devemos dirigir nossas recreações de tal maneira que  sejamos habilitados a cumpri melhor nossos de veres, e que nossa influência seja mais benéfica sobre aqueles com quem nos associamos.

Isto se aplicaria especialmente a um ocasião como esta, que deve ser animação para todos nós. Podemos voltar a nosso lares com a mente revigorada e refrigerado o corpo, preparados para reencetar o trabalho com mais esperança e ânimo”. Ellen G. White. “O Lar Adventista”. Pg. 496.

Abraços
Vinicius A. Miranda

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O verdadeiro Líder JA

março 5, 2008

Qual a característica principal do verdadeiro líder JA? Montanhas de livros sobre liderança nos últimos anos – tanto seculares quanto “evangélicos” – oferecem muitas sugestões: o líder eficaz administra bem; tem personalidade e convicções fatores; é dinâmico, eloqüente, automotivado e comprometido; aproveita bem o seu tempo; serve seus liderados; prevê e supera obstáculos; sabe ouvir… E agir; e talvez acima de tudo, ele é seguido.

Fico exausto só de pensar nesta lista. Só falta acrescentar que o líder é mais rápido que uma bala veloz e capaz de pula sobre prédios altos com um único salto. Certamente muitas destas características são desejáveis no líder – algumas, indispensáveis, mas será que o líder cristão tem de ser um verdadeiro “super-homem?” Será que, como Marta nos tempos bíblicos, temos nos “preocupado com muitas coisas”, quando “somente uma coisa é necessária” (Lc. 10:41, 42)?  Será que nos esquecemos da característica fundamental do líder cristão, aquele que alicerça todas as outras? Creio que a resposta seja “Sim!”.

Gostaria de sugerir que a marca do verdadeiro líder cristão, que o torna digno de ser seguido, é o fato de que ele anda com Deus.

Sr. Walter não era homem eloqüente. Também não era brilhante. Se não me engano, sua educação formal não passou da terceira série. Embora tivesse sido atleta de destaque na sua juventude, uma doença o deixara com uma perna 5 cm mais curta que a outra. Humanamente falando, ele não possuía quase nenhuma das características de um “Líder” nato. Por que, então, nossa classe de juvenis o seguia como se ele fosse Michael Jordan da época? De que maneira ele foi capaz de deixar uma marca tão profunda em minha vida que hoje, trinta anos depois, considero-o meu primeiro “mentor espiritual”?  A resposta é simples: Tio Walter andava com Deus. Sua humildade e paciência, seu espírito de servo, sua alegria contagiosa, eram frutos de momentos preciosos que ele investia na presença de Deus.

O que significa andar com Deus

O Velho Testamento destaca três indivíduos que “andavam com Deus”: Enoque, Noé e Abraão. O termo “andar” usado para os três aparece numa forma especial no hebraico, língua original daquela parte das nossas Bíblias. Significa que estes homens andam “para cá e para lá” com Deus. Em outras palavras, vivam na presença de Deus. O líder que quer deixar um impacto para eternidade na vida daqueles que vivem ao seu redor “pratica a presença de Deus”. Este líder não arquiva sua fé numa gaveta chamada “Sábado”. Deus não fica numa prateleira no canto do porão de sua vida, sempre perto (caso aconteça uma “emergência”), mas pouco presente, certamente não relevante para seu dia-a-dia. Andar com Deus significa viver ciente de Sua presença em toda a vida. Implica uma comunhão e dependência constante em Deus, uma desconfiança do “eu” e uma profunda confiança nEle (Pv. 3:5,6). Este líder está tão ciente da sua própria incapacidade que vive a realidade das palavras de Jesus: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jô 15:5).

Por coincidência, foi um outro “Valter” que conheci muito bem que também influenciou minha vida profundamente. Foi meu avô. Baixinho e gordinho, também não era um homem muito impressionante. Nunca terminou a oitava série. Trabalhou 50 anos na mesma fábrica martelando e moldando cobre. Mas era um homem de Deus. Acordava toda manhã às 4:00 horas para gastar no mínimo uma hora com o Senhor antes de ir para o serviço. Orava diariamente por todos os seus netos para que chegassem a conhecer a Jesus. Uma vez chegou a ser preso por pregar Jesus ao ar livre. Nos anos de aposentadoria dele, eu o acompanhava quando coletava jornais velhos para vender. Vovô dava todo o dinheiro conseguido para missões. Nunca vou me esquecer do dia num shopping center, em que eu, sentado em seu colo, escutava de boca aberta enquanto ele contava a história inteira do livro de Jô. Como ele conhecia as Escrituras! Como ele conhecia a Deus! 

Quais são suas motivações para orar e ler a Bíblia?

Como, então, andaremos com Deus? Muitos dariam à resposta que geralmente serve para qualquer pergunta feita na classe infantil da Escola Sabatina: “Lendo a Bíblia e orando”. Mas esta resposta pode ser simplista demais. Podemos transformar estas “disciplinas da vida cristã” em obras da carne. Não são “fórmulas mágicas” para fabricar uma vida verdadeiramente cristã, ou uma lâmpada mágica, onde habita nosso “Gênio-Deus” e que podemos “esfregar” para satisfazer nosso desejo de ser líderes bem-sucedidos. Como um pastor amigo certa vez afirmou: “Não precisamos de mais oração – precisamos mais de Deus!” A pergunta para o líder cristão, não deve ser se ele orar ou não, mas por que ele ora. Não deve ser por que ele se vê tão carente, tão necessitado de Deus que não consegue não orar. Ele sente tanta fome de uma Palavra do Senhor para alimentar sua própria vida e a vida do seu pequeno rebanho que não consegue não ler a Bíblia. Ele se vê como uma criança recém-nascida que chora desesperadamente pelo leite genuíno da Palavra de Deus (Pe. 2:2). Leitura bíblica e oração não são questões de colocar um “X” na nossa agenda espiritual, como se Deus ficasse impressionado com nossa dedicação e disciplina. Bebês não gritam pelo leite materno para cumprir um dever na sua lista de afazeres, mas por uma questão de sobrevivência. Assim o líder cristão anda com Deus não para fabricar espiritualidade, mas por que não consegue viver sem Deus e Sua graça. Deus está em todos os seus pensamentos.

Reconhecendo nossa dependência em Deus

Em termos práticos o que faremos? Primeiro, pedir que Deus nos mostre a nossa carência, revelando-nos o verdadeiro estado do nosso coração. Mas tomemos cuidado, pois esta oração poder ser perigosa para nossa auto-imagem inflada! Somente quando abrigamos a cortina do nosso coração para revelar o egoísmo, a sujeira, a ambição, a inveja, e o orgulho, quando nos vemos como homens e mulheres necessitados, carentes da graça e da misericórdia de Deus é que vamos ter fome e sede dEle.

Em segundo lugar, firmemo-nos na graça de Deus que nos amou mesmo sabendo tudo isso sobre nós. Uma vez que reconhecemos quem somos sem Cristo é que podemos valorizar o que somo em Cristo – aceitos, amados, filhos adotados na família de Deus.

Finalmente, precisamos cultivar o hábito de desconfiar de nós mesmos e depender completamente de Jesus, vivendo na presença dEle  o dia todo, em comunhão e conversa constante com Ele sobre tudo que passa em nossas vidas. Esta, de fato, é a essência da vida cristã e da liderança cristã: aprender um pouco mais a cada dia que passa, “não eu, mas Cristo”. “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. E este viver que agora tenho vivo pela fé no filho de Deus, que me amou, e a si mesmo se entregou por mim” (Gl. 2:20). Em outras palavras, a vida cristã não é difícil para mim – é impossível. Somente Cristo é capaz de viver a vida cristã. E Ele quer faze-lo – através de mim. Somente a vida dEle vivida através de mim fará um impacto para eternidade na vida daqueles ao meu redor. O líder cristão pode ser um “Clark Kent” com todas as habilidades de um “super-homem”, mas se ele não anda com Jesus Cristo, não adianta nada.

Infelizmente, meu nome não é “Valter”. Talvez por isso tenha tanta dificuldade em praticar a presença de Deus… Mas Deus tem muita paciência comigo, ensinando-me a cada dia pelo próprio fracasso que não é “por força, nem poder, mas pelo Seu Espírito” que a obra dEle se realiza (Zc. 4:6). Sei que, pela Sua graça, um dia chegarei lá, pois “aquele que começou boa obra em mim, há de completa-lá até o dia de Cristo Jesus” (Fp. 1:6). Mas até então, vou deixar de lado alguns daqueles livros sobre “Liderança Cristã” e focalizar um pouco mais no “Cristo” do líder. E se isso não funcionar, ainda posso mudar meu nome para “Walter”!

Abraços,

Vinicius A. Miranda

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Enganados pela Nova Era

fevereiro 25, 2008

Gostaria de analisar três pensamentos da Nova Era à luz da Bíblia:
– ela não é uma religião;
– é uma evolução das religiões e
– ajuda os cristãos a serem melhores cristãos.

Será que isto é verdade? Vamos analisar ponto a ponto:

Primeiro: os propagadores do movimento Nova Era em suas propagandas insinuam que este movimento não é uma  religião; é um movimento que unirá todas as religiões (vem daqui o pressuposto muito comum entre o povo de que todas as religiões são boas, porque todas levam a Deus); Para analisarmos isto, lembremos que a palavra religião vem de re-ligar; toda filosofia que tende a aproximar o homem da divindade – religar – mesmo que se suponha esta divindade dentro do próprio homem, como falam algumas correntes, é, sim, uma religião.

Segundo: Outra idéia de que discordamos é a de que a Nova Era é uma evolução das religiões, do pensamento humano; Atribuem a quem não comunga com seus pensamentos o rótulo de conservadores retrógrados; Na verdade, a Nova Era não é uma evolução de filosofias ou estado espiritual do homem. A sua filosofia básica: a de que podemos evoluir  constantemente, até chegarmos a ser divindades foi apresentada pelo inimigo, no Jardim do Éden a Eva: “Sereis como Deus” e “certamente não morrereis”;

Terceiro: Outra afirmação falsa: a de que a Nova Era ajuda as pessoas de cada religião a viver melhor as suas religiões; Ajudaria melhor os cristãos a viver o seu cristianismo. Não existe comunhão possível entre o cristianismo puro e a Nova Era. Isto pode ser demonstrado:
1) pela diferença entre as fontes de suas doutrinas;
2) sobre o que cada linha de pensamento fala sobre Jesus e;
3) as próprias palavras de Jesus, principalmente sobre o futuro próximo do Mundo.
4) Fonte Das Doutrinas

A Nova Era não tem líderes, porém o seu pensamento é uniforme em todo o mundo, porque a inspiração de sua filosofia é a mesma em todas as correntes espiritualistas, seja ela descrita como sendo espíritos iluminados com maior evolução, ou espírito dos mortos; O cristianismo tem sua base de sustentação na Bíblia; Esta se estudada, séria e objetivamente, mostrará que os mortos não tem consciência, que o povo de Deus não deve consultar necromantes (espíritas), videntes, astrólogos e que as únicas entidades espirituais que poderiam assumir o papel de espíritos desencarnados seriam os anjos caídos, em sua vontade de enganar e desencaminhar as pessoas do relacionamento puro e verdadeiro com Deus.

As pesquisas teológicas sérias tem mostrado a unidade da inspiração – divina – da Bíblia e como ela não teve alterações significativas nestes milhares de anos desde sua escrita original. Isto está sendo corroborado agora pelas pesquisas nos Manuscritos do Mar Morto onde livros inteiros do Velho Testamento – transcritos aproximadamente na época em que Jesus viveu entre nós – estão sendo recuperados e constatados serem o que nós temos nas nossas Bíblias. Deus conservou a Bíblia mesmo na Idade Média e na Idade da Razão (revolução francesa,…), quando ela foi deliberada e extensivamente
atacada.

Outros fatores de prova da inspiração divina da Bíblia são as predições de acontecimentos que viriam a acontecer e  realmente aconteceram como a Bíblia registrou: O período quando Jesus – o Messias – deveria nascer e a forma de sua vida e morte, a sucessão dos reinos na estátua de Daniel, a queda e levantamento dos reinos preditos por Ezequiel, a morte dos filhos do reconstrutor de Jericó, a queda e assolação de Jerusalém pelos exércitos romanos e muitas outras.

A maior prova, entretanto, da inspiração divina da Bíblia está no poder que suas palavras tem de transformar vidas  humanas. 2) Quem É Jesus Nos ensinos da Nova Era, a palavra Cristo quer dizer “iluminado”. Assim equiparam Jesus Cristo a Buda, a Maomé e a outros, chegando mesmo a falar que Jesus Cristo teria sido um espírito iluminado de escala menor, que foi conduzido por um espírito iluminado de escala maior, Maitreya. Após Ter a pessoa ter se interessado – através da adaptação de algumas das palavras de Jesus – pelos ensinos da Nova Era, ele é levado a fundamentar a sua filosofia nos gurus da Nova Era, espíritos ou médiuns: Helena Blavatski, Alice Bailey, Saint-Germain, e outros.
 
A partir deste ponto as palavras de Jesus Cristo passam a valer cada vez menos. Principalmente as advertências [Isto me foi comunicado por alguém que pertenceu ao movimento]. Na verdade, o significado bíblico da palavra Cristo é “o ungido” [e não “o iluminado”]. Como eram os reis e sacerdotes da época bíblica. Indica que Jesus Cristo é o único rei e sumo-sacerdote; poderoso e único intercessor entre o homem e a divindade.

As Palavras De Jesus/O destino do Mundo Todas as filosofias e religiões englobadas pela Nova Era são unânimes em prever um futuro brilhante para o Mundo, cada vez melhor, contínua e progressivamente. Atos de unificação e concórdia mundial já estão sendo creditados ao novo líder, Maitreya, que está sendo esperado como o líder da Era de Aquário, numa clara indicação de continuidade (veja www.ddnet.es/share_ediciones). Nosso Senhor Jesus Cristo declarou em Seu sermão profético, em São Mateus 24 e 25 e em São Lucas 21 que no período do fim do mundo aconteceria: O aparecimento de falsos profetas (Mat. 24:24); Que estes falsos profetas dizendo ser Cristo, enganariam quase todo mundo (Mat. 24: 4, 5, 11 e 24);

Que muitos que “professavam” ser seguidores de Jesus, na verdade não o eram e seriam rejeitados por Ele, quando do Seu retorno à Terra. Que os falsos cristos apareceriam em vários lugares – Mat. 24:26 – (podemos ter certeza de que hoje seria também em cadeia global de rádio e TV), mas que somente o verdadeiro apareceria no Céu visível como um relâmpago para todos ao mesmo tempo, na Terra (Mat. 24:27; Luc. 21:27) – e este será o maior sinal de diferenciação entre o falso e o Verdadeiro. Uma ruptura/descontinuidade da história do mundo; os justos serão levados para o Céu com Jesus (Mat. 24:31). Os mortos bons ressuscitarão, como diz São Paulo nos lindíssimos versos de II Tessalonicenses, cap. 4. Portanto não poderão estar desencarnados, nem Ter reencarnado.

CONCLUSÃO
Estas ocorrências nos devem levar a Ter uma postura séria sobre os fatos que estão a ocorrer e a importância de: separar o erro da verdade; nos preocuparmos agora com nosso destino de conseqüências eternas (que poderá estar muito próximo, pois a morte, infelizmente, pode estar na próxima esquina); ajudar outros a terem uma visão mais aberta e esclarecida sobre os movimentos místicos de final de milênio. Um dos conselhos mais significativos de Nosso Senhor Jesus Cristo para quando virmos estes fatos começarem a ocorrer está registrado em Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças,porque a vossa redenção está próxima”.

O apóstolo São Paulo em II Coríntios descreve que não podemos nem ao menos imaginar as coisas que Deus preparou para nós, no futuro, de tão boas que são. Esta afirmativa deveria nos fazer refletir seriamente sobre a importância de conhecermos realmente a Deus – como só a Bíblia pode fazê-lo – através de Jesus e estabelecermos uma relação de companheirismo e comunhão com Ele através da oração. Se hoje aparecesse alguém em cadeia mundial de rádio e TV, dizendo ser o novo cristo, você acreditaria? (São Paulo escreveu que Satanás tem poder para se transformar num anjo de luz…).

Você conhece suficientemente bem o Deus da Bíblia para diferenciá-Lo de imitações? Temos tudo a ganhar ou a perder. E o que ganharemos começa com uma nova vida, mais feliz, logo aqui, agora, com Jesus.Espero, sinceramente, ter enriquecido o seu ponto de vista e ter ajudado você a fazer a sua melhor escolha.

Enganado pelo Nova EraRecomendo a leitura do livro “Enganado pela Nova Era” pois nos mostra como a Nova Era esta entrando aos poucos em nossas vidas.

Vinicius A. Miranda

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Cabelo Comprido

junho 8, 2007

CabeloTenho sérias dúvidas a respeito de poder deixar meu cabelo crescer, não para ficar comprido como de mulher, mas na altura da orelha ou ombro.

Quero destacar que não há nenhum tipo de influência por parte de pessoas mundanas e/ou famosas nessa minha decisão. Apenas por já ter visto alguns raros Adventistas fazendo tal uso, fiquei a refletir que não seria coisa errada. Qual é a posição certa?

MINHA RESPOSTA PARA VOCÊ:

Quanto ao uso do cabelo comprido para homem, algumas considerações, e um texto Bíblico. Gostaria que você entendesse essas considerações como motivos para não deixar seu cabelo crescer.

1. O cabelo comprido para o homem (ainda) cria comentários maliciosos, o que não fica bem para um cristão. Se algum hábito escandaliza outra pessoa, ele deve ser deixado, porque devemos servir sempre de inspiração e nunca de motivo de escândalo.

2. O cabelo comprido é uma característica distintiva feminina. O tradicional para o homem é o cabelo curto. Como cristãos, somos moderados e tradicionais em nossos hábitos, pela santidade de nossa vida e mensagem. Além disso, defendemos a idéia de diferença entre homem e mulher. A sociedade hoje defende a idéia de que quanto mais parecido melhor, mas não é nossa visão.

3. O cabelo comprido no homem é sinal de vaidade. Na mulher é normal, mas também pode se transformar em vaidade. Por isso, como homem é melhor ficar fora disso.

Estas são algumas questões para pensar. O mais importante porém é o conselho bíblico:

I Coríntios 11:14 – “Não vos ensina a própria natureza que se o homem tiver cabelo comprido, é para ele uma desonra;”

Pense nisso, e decida se manter ao lado do que é certo, pela graça de Deus.

Pr.Erton Köhler, Presidente da divisão Sul-Americana da IASD.