Archive for the ‘Notícias’ Category

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Ator de “Two and a Half Men” torna-se adventista

novembro 27, 2012

Depois de enfrentar “o furacão” Charlie Sheen, os produtores da série “Two and a Half Men” podem estar prestes a ter que resolver um novo problema. O ator Angus T. Jones, que na série interpreta Jake, filho de Alan, gravou um vídeo para uma comunidade religiosa em que pede para o público deixar de assistir a sitcom. Classificando-a como imoral, o ator declara que deseja deixar o elenco da série, a qual ele gostaria de ver cancelada por baixa audiência. “Se você assiste a ‘Two and a Half Men’, por favor, pare de ver ‘Two and a Half Men’”, diz Angus no depoimento. “Por favor, pare de assistir e encher sua cabeça com imundícies. As pessoas dizem que é apenas entretenimento, mas faça uma pesquisa sobre os efeitos da TV na sua mente e eu lhe garanto que você terá uma decisão a tomar quando se trata de televisão, especialmente com aquilo que você assiste”, completa o ator.

Para Angus, a série faz parte do plano “do inimigo”. No depoimento ele diz: “Eu não quero contribuir com o plano do inimigo… não dá para ser uma pessoa temente a Deus e fazer parte desse tipo de série. Eu sei que não posso.”
Segundo o Hollywood Reporter, o ator, atualmente com 19 anos, gravou o depoimento em outubro para o Voice of Prophecy, em Los Angeles, comunidade religiosa que ele frequenta. […] [Na verdade, A Voz da Profecia pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia.]
(Veja)
Nota: Clique aqui (e aqui) e assista ao vídeo (em inglês) no qual Angus fala de seus estudos bíblicos com os adventistas do sétimo dia. Hollywood perdeu um astro, mas muita gente tem um argumento a mais para deixar de assistir bobagens na TV.[MB]
Retirado do Site Criacionismo
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Abelhas Resolvem Dilema da Computação

novembro 8, 2010


Problema do Caixeiro-viajante

Imagine uma cena que acontece todos os dias: um vendedor deve percorrer várias cidades e gostaria de saber o caminho mais curto que lhe permita visitar todas.

O problema é velho conhecido dos matemáticos e dos cientistas da computação, tão conhecido que é chamado de Problema do Caixeiro-viajante – caixeiros-viajantes eram pessoas que antigamente saíam vendendo badulaques pelas cidadezinhas do interior.

O fato é que não existe um algoritmo eficiente para resolver o problema. Mesmo os grandes supercomputadores podem ficar ocupados por dias tentando achar a solução para um número relativamente pequeno de cidades – isto porque ele precisa comparar todas as combinações possíveis de rotas.

Circuito neural mínimo

Mas a equipe do professor Lars Chittka, da Universidade de Londres, na Inglaterra, descobriu que as abelhas encontram a solução para o problema sem precisar de supercomputadores – e tendo um cérebro pouco maior do que a cabeça de um alfinete.

Abelhas não vendem badulaques por aí, mas elas precisam achar a rota mais eficiente para visitar diversas flores.

“As abelhas têm que associar centenas de flores de uma maneira que minimize a distância da viagem e, em seguida, encontrar de forma confiável o caminho de casa – não é uma façanha trivial se você tiver um cérebro do tamanho de uma cabeça de alfinete,” diz Chittka.

Ao estudar como as abelhas fazem, os cientistas conseguiram identificar o circuito neural mínimo necessário para a solução de problemas complexos.

Da Internet ao trânsito

Chittka e seus colegas usaram flores artificiais controladas pelo computador para verificar se as abelhas iriam seguir uma rota definida pela ordem em que elas descobriram as flores ou se iriam procurar a rota mais curta.

Eles se espantaram ao ver que, depois de explorar a localização das diversas flores, as abelhas aprenderam rapidamente a fazer o percurso mais curto possível. A parte mais difícil da pesquisa foi ficar esperando o computador calcular o menor caminho possível, para checar se as abelhas estavam certas.

A descoberta tem uma ampla gama de aplicações – da entrega de pacotes de dados na Internet e de pacotes reais pelos Correios, até a eliminação de engarrafamentos nas cidades, apenas para citar alguns.

E, compreendendo como as abelhas podem resolver um problema que para os humanos se tornou um dilema, mesmo tendo um cérebro tão pequeno, poderemos melhorar nossas capacidades de administração de nossas necessidades diárias sem depender de computadores superpoderosos o tempo todo.

Retirado de: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=abelhas-resolvem-problema-caixeiro-viajante

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Mais sobre o Problema

Onde será que elas aprenderam isso?

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A teoria do design inteligente é científica

julho 19, 2010

O Dr. Stephen C. Meyer tem 52 anos, é autor do best-seller Signature in the Cell e é diretor do Centro Para Ciência e Cultura do Instituto Discovery, em Seattle. Atualmente, é um dos principais porta-vozes do Design Inteligente (DI). Enquanto participava do Simpósio Darwinismo Hoje, na Universidade Mackenzie, concedeu esta entrevista à aluna de Jornalismo do Unasp, Allana Ferreira, que a cedeu com exclusividade a este blog.

Partindo do pressuposto de que existe uma inteligência criadora de informação, a partir daí, pode-se considerar um processo evolutivo?

Sabemos que há processos evolutivos que têm efeitos verdadeiros. A seleção natural é um deles. Mas a questão é: Quanta mudança a seleção pode produzir? Mais e mais os pesquisadores vêm percebendo que a seleção natural pode produzir mudanças limitadas.

O Design Inteligente (DI) admite a macroevolução?

Alguns membros do DI pensam que isso é possível. Eu, particularmente, sou cético em relação à macroevolução

Quanto de criacionismo e evolucionismo haveria na teoria do DI? Elas podem se complementar ou são completamente diferentes?

A questão sobre quanta mudança a seleção natural pode ocasionar é algo a ser estudado um pouco mais. Sabemos que ela pode produzir algumas mudanças, mas também sabemos que há limites para essas mudanças. A questão é: Quão amplos são esses limites? Quanto de mudança é possível? No nosso entendimento da história da vida, existe evidência de design inteligente na origem de formas fundamentalmente novas e algumas mudanças dento de certo limite, depois disso.

O DI é diferente do criacionismo bíblico no sentido de que este esta fundamentado em sua visão a partir da Bíblia, enquanto o DI é uma inferência que provem da evidência científica. É possível que aquilo que aprendemos da ciência e o que a Bíblia revela sejam conceitos compatíveis.

O que o DI diz a respeito da explosão cambriana?

Achamos que a explosão cambriana oferece provas convincentes a favor do DI. Para produzir uma nova estrutura nos animais se exige nova informação genética, e o que sabemos a partir de experiência é que informação sempre vem de uma fonte inteligente, como diz o cientista Henry Quastler: “A criação de nova informação é comumente associada com atividade consciente.” Essa grande introdução de informação para formar todos os seres vivos do período cambriano é evidencia de atividade inteligente.

Quais seriam as principais críticas em relação ao DI?

A crítica mais comum ao DI é que ele não é científico. Existem muitas razões para os refutadores da teoria falarem isso, mas essa é mais uma maneira de tentar desvalorizar o DI. O que precisamos saber sobre qualquer teoria não é como classificá-la se é ciência, religião ou filosofia; essa não é a pergunta importante. O que importa é se ela é verdadeira ou não. Argumentamos que há boas evidências para que o DI seja considerado verdadeiro. Podemos concluir que o DI é uma teoria científica, pois é uma inferência baseada em evidências científicas, e a própria argumentação do DI é baseada nos argumentos que Darwin usou para a investigação científica. Os críticos não querem dizer que o DI é ciência porque tem implicações religiosas, mas a teoria é baseada na ciência, mesmo que haja implicações religiosas.

Por que a objeção dos evolucionistas é tão enfática, principalmente nos EUA, como é mostrado no documentário “Expelled: No Intelligence Allowed”, lançado em 2008?

Para muitos biólogos darwinistas a teoria de Darwin não é simplesmente uma teoria e sim o fundamento para uma cosmovisão que é materialista. Então, quando desafiamos a teoria darwiniana, estamos desafiando o que para muitos cientistas é uma crença muito pessoal. E quando desafiamos essa teoria com argumentos que eles não conseguem responder, eles manifestam uma reação humana muito natural ficando bravos e muito passionais, e muitas vezes usam o poder que está à disposição deles para suprimir as ideias que são contrárias às deles. Esse documentário lançado nos EUA registra uma série de sanções que foram tomadas contra professores que defendiam o DI.

Como está a discussão sobre o DI tanto nos Estados Unidos como no cenário mundial?

O apoio ao DI tem crescido no mundo todo de forma impactante, principalmente com a nova geração de estudantes e professores de ciência. As pessoas mais jovens estão assistindo aos debates e percebem que os proponentes do DI argumentam a partir de evidências, já os proponentes do evolucionismo argumentam a partir de autoridades. Acostumados a recusar responder aos verdadeiros problemas que apresentamos em relação à teoria deles – como as que refutam o poder criativo da seleção natural e a capacidade de mutação -, eles, em sua maioria, insistem em questionar os possíveis motivos religiosos por trás do DI.

Já que o argumento mais enfatizado contra o DI é em relação à origem dessa inteligência, os proponentes do DI teriam alguma definição para essa questão?

A teoria do DI simplesmente apresenta evidências para uma causa inteligente, mas é claro que os defensores do DI têm ideias referentes a quem se deve essa inteligência. Eu sou um teísta cristão e acho que as evidências acabam apontando para Deus como o projetista de tudo isso, mas outros cientistas que defendem o DI podem ter outras ideias, ou podem ser até agnósticos.

Retirado do Site Criacionismo

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Justiça autoriza horário alternativo para adventista

julho 11, 2010

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso confirmou nesta quinta-feira (24) a decisão proferida em 16 de junho que autoriza um candidato adventista a fazer o vestibular para o curso de medicina na Universidade de Cuiabá (UNIC), em horário alternativo, após as 17h30, neste sábado (26). Os demais alunos farão a prova a partir das 14h. O aluno entrou na Justiça com pedido de liminar na comarca de Cuiabá no dia 10 de junho. A decisão favorável em primeira instância veio em 16 junho, porém a UNIC recorreu. Com a decisão desta quinta, não cabe mais recurso e o aluno poderá fazer o exame no horário estipulado. O juiz determinou que o candidato seja mantido incomunicável a partir das 14h até o início de sua prova, sob vigilância de pessoas da universidade. Ele terá quatro horas para finalizar o exame – o mesmo tempo dos demais candidatos.

Os religiosos da Igreja Adventista do Sétimo Dia têm como regra resguardar o sábado.

A assessoria de imprensa da universidade afirmou que não terá dificuldades para aplicar a prova ao estudante. Segundo a universidade, a tentativa de reverter a decisão teve o objetivo de tornar o processo seletivo mais seguro.

(G1 Notícias)

Nota: A verdade é que nenhum adventista gosta de recorrer à Justiça para ter resguardados seus direitos de cidadão. Tudo o que se quer é a garantia de que a consciência e o senso de dever para com Deus não serão violados pelas leis dos homens. Claro que quando esse conflito for realmente inevitável, o fiel ficará do lado da lei de Deus. O que chama atenção na matéria acima são as palavras da assesoria de imprensa da universidade, segundo a qual não há dificuldades para aplicar a prova ao adventista. Se não havia dificuldades, por que complicar a vida do vestibulando? Por que dificultar o ingresso dele na vida acadêmica, quando o que ele quer é ter garantido seu direito à liberdade de crença e consciência, ao mesmo tempo em que também não quer ter violados seus direitos de cidadão? No afã de tornar “o processo seletivo mais seguro”, o ser humano foi colocado em segundo plano. Atualmente, há muitos centros acadêmicos que respeitam os direitos das minorias. Que esses sirvam de exemplo. Não custa nada.[MB]

Retirado do site Criacionismo

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Adventistas fazem a diferença no Haiti

janeiro 25, 2010
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A religião do Jovem Brasileiro

junho 20, 2009
Deu na revista Época desta semana: “Cultos voltados para os jovens, como a igreja da Bola de Neve, revelam um fenômeno: mostram que o jovem brasileiro busca formas inovadoras de expressar sua religiosidade. Em 1882, o filósofo alemão Friedrich Nietzsche assinou a certidão de óbito divina com a célebre afirmativa: ‘Deus está morto.’ Para ele, os homens não precisariam mais viver a ilusão do sobrenatural. Nietzsche não foi o único. O anacronismo da fé religiosa era uma premissa do socialismo. ‘A religião é o ópio do povo’ está entre as frases mais conhecidas de Karl Marx. Para Sigmund Freud, a necessidade que o homem tem de religião decorreria de incapacidade de conceber um mundo sem pais – daí a invenção de um Deus. A influência de Marx e de Freud no pensamento do século XX afastou gerações de jovens da fé. Mas a derrocada do socialismo e as críticas à psicanálise freudiana parecem ter deixado espaço para a religiosidade se manifestar, sobretudo entre os jovens. ‘Aquilo que muitos acreditavam que destruiria a religião – a tecnologia, a ciência, a democracia, a razão e os mercados –, tudo isso está se combinando para fazê-la ficar mais forte’, escreveram John Micklethwait e Adrian Wooldridge, ambos jornalistas da revista britânica The Economist, no livro God is back. Para os jovens, como diz o título do livro, Deus está de volta. … Uma pesquisa inédita do instituto alemão Bertelsmann Stifung, realizada em 21 países, revela que esse renascimento da religião está mais presente no Brasil que na maioria dos países. O estudo mostra que o jovem brasileiro é o terceiro mais religioso do mundo, atrás apenas dos nigerianos e dos guatemaltecos. Segundo a pesquisa, 95% dos brasileiros entre 18 e 29 anos se dizem religiosos e 65% afirmam que são ‘profundamente religiosos’. Noventa por cento afirmam acreditar em Deus. Milhões de jovens recorrem à internet para resolver seus problemas espirituais. Na rede de computadores, a diversidade de crenças se propaga como vírus. ‘Na minha geração só sabia o que era budismo quem viajava para o exterior’, diz a antropóloga Regina Novaes, da Universidade de São Paulo e ex-presidente do Conselho Nacional de Juventude. ‘Hoje, com a internet, o jovem conversa com todo o mundo e conhece novas religiões. A internet virou um templo.’ Mais talvez do que isso, ela se converteu no veículo ideal de uma religião contemporânea e desregulada, que pode ser exercida coletivamente sem sair de casa e sem submeter-se a qualquer disciplina.”



Nota: Analisando as informações da matéria e os quadros acima, dá pra chegar a algumas conclusões: (1) os países campeões de descrença ou são herdeiros do Iluminismo ou do comunismo ateu; (2) o jovem brasileiro até pode ser religioso, mas não sabe exatamente no que crê, basta verificar que, apesar de a maioria ser católica, essa mesma maioria acredita em reencarnação, conceito incompatível com o Deus das Escrituras; (3) a capa da revista não deveria trazer a imagem de Jesus, já que outro quadro informa que a maioria dos brasileiros crê que Deus é uma “força maior”; como não levam a Bíblia em consideração como regra de fé (talvez apenas um livro inspiracional), possivelmente não acreditem num Deus pessoal personificado em Jesus Cristo; (4) esses jovens são bons representantes da religiosidade pós-moderna, segundo a qual não existe verdade absoluta – o que conta, mesmo, é a experiência pessoal e não os princípios/doutrinas. Assim, embora alguns comemorem esses dados, é bom levar em conta que essa religiosidade moderna está longe de ser o “culto racional” pregado pelo apóstolo Paulo. Detalhe: a matéria mostra também o quão útil a internet pode ser na pregação do evangelho.

Retirado de Michelson Borges
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Palavras de Esperança

abril 2, 2009

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