Posts Tagged ‘davi’

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Como o mundo…

outubro 28, 2010

“Depois Davi se casou com Abigail. Isso não estava de acordo com o plano original de Deus; estava em oposição direta ao Seu desígnio, que um homem tivesse mais de uma esposa. Davi já era marido de Ainoã. O evangelho condena a prática de poligamia. O costume das nações do tempo de Davi havia pervertido seu julgamento e influenciado suas ações. Grandes homens têm errado grandemente ao seguir as práticas do mundo. O estudo de todos deve ser para conhecer a vontade de Deus e o que diz a Palavra do Senhor. O triste resultado dessa prática de ter muitas esposas foi tolerado para que pudesse ser sentido severamente por toda a vida de Davi.” Sign of the Times, 26 de outubro de 1888

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Davi

maio 31, 2010


“Quem pode medir os resultados daqueles anos de labuta e vaguear entre as solitárias colinas? A comunhão com a Natureza e com Deus, o cuidado de seus rebanhos, os perigos e os livramentos, os pesares e as alegrias, coisas que eram próprias à sua humilde condição, não somente deviam modelar o caráter de Davi, e influenciar na sua vida futura, mas também deveriam, mediante os salmos do suave cantor de Israel, e em todas as eras vindouras, acender o amor e a fé nos corações do povo de Deus, levando-os mais perto do coração sempre amante dAquele em quem vivem todas as Suas criaturas.

Davi, na beleza e vigor de sua jovem varonilidade, estava se preparando para assumir uma elevada posição, entre os mais nobres da Terra. Seus talentos, como dons preciosos de Deus, eram empregados para exaltar a glória do Doador divino. Suas oportunidades para a contemplação e meditação serviam para enriquecê-lo daquela sabedoria e piedade, que o tornavam amado de Deus e dos anjos. Contemplando ele as perfeições de seu Criador, mais claras concepções de Deus desvendavam-se perante sua alma. Eram iluminados assuntos obscuros, dificuldades eram explanadas, harmonizadas perplexidades, e cada raio de nova luz provocava novas expansões de transportes, e mais suaves antífonas de devoção, para a glória de Deus e do Redentor.

O amor que o movia, as tristezas que o assediavam, os triunfos que o acompanhavam, tudo eram assuntos para o seu ativo pensamento; e, ao ver o amor de Deus em todas as providências de sua vida, seu coração palpitava com mais fervorosa adoração e gratidão, sua voz soava com mais magnificente melodia, sua harpa era dedilhada com alegria mais exultante; e o moço pastor ia de força em força, de conhecimento em conhecimento; pois o Espírito do Senhor estava sobre ele.” Patriarcas e Profetas, pág. 642.

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Filisteus e Filhos Teus

janeiro 15, 2010

O povo teve medo. O que estava acontecendo? O exército forte e destemido não podia acreditar no tamanho do seu desafio. Eles sempre estiveram à frente dos filisteus, mas agora os inimigos tinham um monstruoso aliado que, com sua enorme estatura e força, gargalhava enquanto os israelitas se tremiam de medo.

Dentre todos os homens ali presentes, nenhum se candidatava para enfrentar o gigante do time adversário. E numa esperança mútua eles começavam a olhar uns para os outros buscando quem entre eles poderia se disponibilizar e seria corajoso o suficiente para por sua vida em risco naquele jogo. Mas ao mesmo tempo, sem dúvida alguma, o que mais passava pela cabeça dos israelitas era um questionamento indignado para com Deus. “Por que ele não vence logo aquele gigante e nos tira de uma vez por todas dessa enrascada?”

Porque para Deus não basta vencer. Para Deus as coisas vão além do imaginável, do compreensível, do tangível. E assim como Deus não se contentou em criar um mundo inteiro apenas para si, Ele também não se contentaria em vencer aquilo de uma outra forma que não fosse através da iniciativa dos seus filhos! Será que os israelitas não entendiam? Deus abriu um mar! Deus alimentou o povo por 40 anos com um pão que caía do céu! Um gigante de três metros alcançaria o céu? Ele nem conseguia se mexer de tão gordo!

Os israelitas sabiam o Deus que tinham, mas eles não tinham coragem de mostrar esse Deus atuando de forma viva dentro deles. A salvação do povo foi que um menino, um pequeno e ruivo pastor de ovelhas, conseguia ver um Deus muito maior do que aquele gigante! E foi com uma funda, uma pequena pedra, mas protegido pela graça de Cristo e munido pelo poder do Senhor que ele derrotou o seu gigante na terra.

Qual é o seu gigante? O que te faz roer as unhas? Temos olhado para os lados procurando livramentos ou estamos girado com sabedoria as nossas fundas? A nossa iniciativa e os nossos testemunho são determinantes de qual lado ocupamos nessa batalha rumo à Canaã Celestial. Filisteus ou filhos do Deus Altíssimo? Deus quer que você gire a funda…

(Rebbeca Ricarte)