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Talento: o seu melhor

janeiro 28, 2008

 

Já falamos em alguns textos anteriores sobre o nosso anseio em ver Cristo voltar. Mas não adianta nada ficarmos de braços cruzados apenas esperando, esperando e esperando. Se assim o fizermos, vamos morrer esperando. Literalmente.

 

A Palavra diz que podemos ser salvos pela nossa fé. Porém, fé sem obras é morta. “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta”. Tiago 2:26. A Bíblia deixa claro que devemos usar os nossos talentos.

 

Você não tem talento? Impossível! Pelo menos um, tenho certeza que você tem. Música, comunicação, liderança, amizade, simpatia, honestidade, amor… a lista é enorme. Se você ainda não reconhece o talento que você possui, ore a Deus e peça que Ele te oriente a descobrir e aperfeiçoá-lo. Após saber do seu dom, tenha em mente em devolvê-lo para Deus.

 

 

O poder do Pai é tão grande que Ele pode desenvolver até outros talentos em você. Imagine que benção! Além de você já ter o privilégio de nascer com um, Deus ainda pode te ajudar a desenvolver outro. Peça de coração e deixe claro que o talento desejado tem o objetivo de louvar o nome dEle. Nunca esqueça que o talento que Deus te dá é para glorificá-lo. Use seu dom de forma a enaltecer o nome de Deus e abreviar a volta dEle. Acredito que se cada um fizesse a sua parte, usufruindo dos seus talentos, Jesus já teria voltado.

 

Neste dia, agradeça pelo(s) talento(s) que Deus já te deu e àqueles que Ele ainda vai te dar. Depois disto, dê o seu melhor para honrá-lo e vermos Jesus em breve (muito em breve).

 

Abração,

Taty.

 

 

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Dom de Línguas

fevereiro 16, 2007

*PERGUNTA
O que é o dom de línguas que aparece na Bíblia? Seria o mesmo que muitas igrejas apresentam hoje em dia??.

*RESPOSTA
Vamos analisar cada uma das vezes em que o dom de línguas foi manifestado na Bíblia, e confrontá-lo com as atuais manifestações. Creio que assim responderei sua pergunta.

A língua de Éfeso (Atos 19)
Primeiramente é preciso saber que Éfeso era a capital da Ásia Menor. Uma cidade pagã (Atos 19:27) e portuária e, por isso, muito carente da mensagem cristã. Mas como uma igreja tão fraca, despreparada e pequena (uns doze homens, Atos 19:7) poderia pregar em uma cidade na qual se falavam tantas línguas? Além de tudo, esses poucos homens haviam apenas sido batizados no batismo de João (Atos 19:3), e nunca ouviram a respeito do Espírito Santo (Atos 19:2). Era um desafio e tanto!
A primeira imediata providência seria o rebatismo em nome da Trindade para poderem receber o poder celestial, e o receberam: “E, impondo-lhe Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam” (Atos 19:6).
Paulo impôs as mãos, mas os irmãos não se contorceram, nem abriram a boca numa vozeria inconseqüente, emitindo ruídos incompreensíveis. Não. Eles, pelo poder do Espírito Santo, passaram a possuir o dom de línguas (verdadeiro) e o dom de profecia para edificar a Igreja. Estavam, portanto, estes doze homens capacitados para a implantação do Evangelho na pagã Éfeso.
Deus não os capacitou para satisfazer caprichos ou vaidades, ou porque queriam o dom a qualquer custo, mas para uma obra definida, necessária e urgente. Ninguém deve se valer deste texto para afirmar que existe a doutrina do falar línguas como um sinal do recebimento do Espírito Santo. Além do Pentecostes (comentaremos sobre isso mais à frente), que foi uma situação muito especial, e de Cornélio em Cesaréia, só há este texto de Efésios em que ocorreu a posse imediata deste dom através do poder do Espírito Santo.
A posse do dom de línguas em Éfeso foi semelhante a de Pentecostes, pois a situação era praticamente a mesma: uma cidade com pessoas de várias nacionalidades e línguas precisando ser evangelizada. E Deus os capacitou para a missão.

A língua de Cesaréia (atos 10 e 11)
“E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, todos quanto tinham vindo com Pedro, maravilharam-se que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. Porque se ouviam falar línguas e magnificar a Deus. Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não sejam batizados estes, que também receberam como nós, o Espírito Santo?” (Atos 10:44-47).
A enfática “também receberam como nós” é uma expressão afirmativa, bem como comparativa (Pedro está se reportando à descida do Espírito Santo em Jerusalém, sete anos antes – Atos 2). O Pentecostes repetiu-se com Cornélio, romano que sofria a discriminação dos judeus “da circuncisão”. Assim, a concessão do dom aos gentios cumpriu um duplo propósito: a demonstração clara de que Deus não faz acepção de pessoas e a pregação do Evangelho em uma cidade que, também, abrigava pessoas de muitas nacionalidades por ser residência de procuradores romanos (Atos 10:1). Em Cesaréia, deu-se a repetição do Pentecostes.

A língua dos anjos (I Cor. 13:1)
A “língua dos anjos” é mencionada uma única vez no Novo Testamento (I Coríntios 13:1) e é uma comparação de idiomas feita por Paulo, entre o Céu e a Terra, para enfatizar o fato de que o amor a tudo supera. Não há, tampouco, nenhuma conotação com o pseudo “fenômeno ” descrito em I Coríntios 14:2. E, de passagem, deve ficar claro que Paulo também não falava a tal língua do anjos, pois afirmou: “Ainda que eu falasse (…) a língua dos anjos” (I Cor. 13:1). Essa concessiva “ainda que” traduz uma negação. E Paulo diz mais: “Conheço um homem em Cristo que (…) foi arrebatado até o terceiro céu (…) e ouviu PALAVRAS inefáveis, de que ao homem, não é lícito falar” (II Cor. 12:2-4). Embora não lhe fosse lícito falar, Paulo identifica palavras e não sons totalmente estranhos.

I Coríntios 14:2
“Porque o que fala língua estranha não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala de mistérios” (I Cor. 14:2).
Os pentecostais fazem deste texto a principal “prova” de que têm o verdadeiro dom de línguas. O vocábulo “estranha” aqui, adquire para eles uma aura de mistério, impenetrável, ininteligível. Dizem, por isso, ser a língua dos anjos ou celestial.
Primeiramente, é importante notar que a palavra “estranha” não aparece em todas as versões bíblicas e, nas que aparece, vem grifada no texto, indicando que a palavra não existe no original grego da Bíblia. Foi uma adição especial dos tradutores para dar a idéia de algo desconhecido ou estrangeiro. Por exemplo: o fato de uma pessoa ser estranha não quer dizer que seja misteriosa, anormal ou extraordinária. Ela é, na verdade, desconhecida. Além do mais, este verso (I Cor. 14:2) não pode ser isolado de seu contexto geral, o qual analisaremos mais detidamente no final.
Veja o que diz Isaías sobre as línguas estranhas: “Não verás mais aquele povo cruel (…) de língua estranha que não se pode entender” (Isaías 33:19). Se se pudesse entender deixaria de ser estranha, ou estrangeira.
Portanto, língua estranha “que não se pode entender” é o idioma de uma outra nação, o qual é desconhecido para nós. Contudo, ele deixa de ser estranho quando o aprendemos
Mas aqui há outro problema, se ninguém entende, senão Deus, então os pentecostais erram ao dizer que se trata de língua dos anjos. Se só Deus entende, e ninguém mais, como pode ser “língua dos anjos”? E o pior é que alguns escritores pentecostais como Emílio Conde (O Testemunho dos Séculos, págs. 50, 51, 115, 139, 140, 152 e 156) e Brumback (Que Quer Isto Dizer, págs. 102 e 103) dizem que, algumas vezes, foram faladas línguas estranhas que alguém entendeu! Tremenda contradição.
No contexto de I Coríntios 14, fica claro o que o texto quer dizer: “Ninguém – NA IGREJA – entende”. É como se um japonês chegasse a uma igreja onde todos falam português e resolvesse orar em voz alta. Nenhum dos presentes vai entender palavra alguma, somente Deus, pois foi Ele Quem criou os idiomas. Para os de fala portuguesa, portanto, o japonês “fala de mistérios” enquanto ouvem sem nada entender, embora o japonês não seja uma língua misteriosa para os que a conhecem.

A língua de Corinto (I Cor. 14)
É sabido que a Igreja de Corinto se caracterizava pela presença de problemas. Lendo esta carta de Paulo aos coríntios percebemos situações desconcertantes como: dissenção (I Cor. 1:11; 11:18); demandas (I Cor. 6:6,7); adultério (I Cor. 5:1); carnalidade (I Cor. 3:1,3); e outros problemas como prostituição (II Cor. 12:19-21); uso do véu (I Cor. 11:5,6); cabelo (I Cor. 11:15,16); usura (II Cor. 11:8,9); desvirtuação da Santa Ceia (I Cor. 11:20-34). Obviamente não era o melhor dos lugares para a descida do Espírito Santo e não é de se admirar que, justamente em Corinto, Paulo tenha enfrentado o problema do falso dom de línguas. Paulo estava convencido de que aqueles cristãos estavam, também, desvirtuando o dom de línguas, pois procediam de forma contrária ao que determinava o Espírito Santo. Desejavam o dom a qualquer custo, ainda que despreparados. Esqueciam-se de que o doador dos dons é Deus, e Ele os dá a quem Ele desejar (I Cor. 12:11).
“Quando chegamos à condição espiritual d igreja de Corinto, e quando procuramos interpretar a natureza do dom de línguas, defrontamo-nos com o fato de que algo está radicalmente errado. Pela primeira vez na cristã o falar em línguas tornou-se um problema. Isto levanta a pergunta: se a manifestação era genuíno dom do Espírito, ou era uma farsa – uma manifestação demoníaca, ou uma forma de histeria. Se bem que Paulo não denuncie essa manifestação, procura reprimi-la. Ela se havia tornado causa de embaraço. Devemos crer que no meio de desordem e confusão da igreja eles eram guiados pelo Espírito Santo?” (Dr. Eduard Heppenstall, professor de Teologia e Filosofia cristã da Universidade de Loma Linda, EUA. Atalaia, 03/76, pág. 12 – CPB).
Por isso são tão interessantes as restrições feitas por Paulo ao “dom” de línguas dos coríntios. Pena que os faladores de línguas atuais não dêem atenção a elas.
Mas, afinal, que restrições são essas? Como distinguir entre o falso e o verdadeiro dom de línguas? Existem pelo menos sete princípios para verificá-lo:

1. Deve ser um idioma conhecido ou “idioma das nações”, conforme o do Pentecostes, onde cada um ouvia falar na sua própria língua materna: “…e começaram a falar em outras línguas (…) e os ouvimos, cada um na nossa própria língua em que nascemos” (Atos 2:4,8);
2. Que seja para a edificação, isto é, que haja quem entenda o que se fala. “Assim também vós: se a vossa linguagem não se exprime em palavras inteligíveis, como se há de compreender o que dizeis? Estareis falando ao vento” (I Cor. 14:9);
3. É um sinal para os ímpios, ou para a pregação do evangelho: “Por conseguinte, as línguas são um sinal não para os que crêem, mas para os que não crêem” (I Cor.14:22);
4. Que falem dois ou, no máximo, três a cada reunião da igreja: “Se há quem fale em línguas, falem dois ou, no máximo, três…” (I Cor.14:27);
5. Estes dois ou três não devem falar juntos, ao mesmo tempo, mas sim um por vez: “…falem dois ou, no máximo, três, um após o outro” (I Cor.14:27);
6. Além de falar “um após o outro”, deve-se ter um intérprete ao lado para que traduza tudo para a fala comum da congregação: “…e que alguém as interprete” (I Cor.14:27);
7. Se não há tradutor, não se deve falar línguas na igreja, mas sim ficar calados: “Se não há intérprete, cale-se o irmão na assembléia; fale a si mesmo e a Deus” (I Cor.14:28).
8. Se se usa I Coríntios 14 para se fundamentar o dom de línguas (o falso), é preciso que se dê atenção, também à instrução de Paulo, dada nos versos 34 a 35. No entanto, não é o que se vê hoje nas igrejas pentecostais (a maioria, pelo menos), pois perece que são justamente as mulheres que mais falam línguas. É lógico que Paulo não é machista pois ele mesmo diz, em Romanos 2:11 e Efésios 6:9, que Deus não faz acepção de pessoas. A questão aqui era outra.
O Dom de Línguas numa igreja onde todos falam a mesma língua e ainda por cima não havendo intérprete, é como o dom de curas onde não haja nenhum doente. O Espírito não desperdiça dons.
Para os pentecostais o dom de línguas é um aspecto fundamental na vida cristã. Mas o que dizer dos: samaritanos (Atos 8:15-17), de João Batista (Lucas 1:15), da Virgem Maria (Lucas 1:35), de Isabel, prima de Maria (Lucas 1:41), de Zacarias, pai de João Batista (Lucas 1:67), de Jesus Cristo (Lucas 3:22), dos sete diáconos da Igreja apostólica (Atos 6:1-7) e de Estêvão (Atos 6:5; 7:55)? Todos estes foram inegavelmente cheios do Espírito Santo, mas não falaram línguas. Os próprios apóstolos, em outra ocasião em que o Dom de Línguas não se fez necessário, mas indubitavelmente cheios do Espírito, não falaram línguas (veja Atos 4:31). “Paulo falava mais idiomas do que os membros da igreja de Corinto. Entretanto, ele diz ser o Dom de Profecia superior, pois os seus resultados atravessam os séculos, tais como as profecias de Daniel, enquanto a facilidade de falar outros idiomas, como os apóstolos em Atos, teve uma aplicação limitada a uns poucos anos de vida da pessoa” (Segue-Me, pág.232 – CPB).
“A razão pela qual Paulo tratou da questão dos dons espirituais em I Coríntios 12 a 14 era que a igreja de Corinto fazia do ato de falar em línguas uma das provas de maturidade espiritual. Ele combateu essa prática incorreta dizendo que o Pai, o Filho e Espírito Santo, conquanto estejam envolvidos em aspectos diferentes de ministério, ainda mantêm Sua unidade (I Coríntios 12:4-6). O apóstolo reforçou esse argumento declarando que o ‘corpo é uma unidade, embora se componha de muitas partes’ (verso 12, NIV). Assim, ele demonstrou que o ideal de Deus não é uniformidade, mas unidade na diversidade (…) Paulo escreveu à igreja de Corinto sobre os dons do Espírito Santo para que eles não concentrassem a atenção num só dom, em detrimento dos outros. Deus age de muitas maneiras, por meio de instrumentos diferentes mas unidos, para a edificação do corpo de Cristo” (Lição da Escola Sabatina, Jan.-Março. 1994, págs.120-121).

A língua do Pentecostes (Atos 2)
Basta ler Atos 2:1-11 para perceber a enorme diferença entre o verdadeiro dom de línguas manifestado entre os discípulos de Jesus e o falso dom de línguas defendido pelos pentecostais de hoje.
A concessão do dom de línguas em Atos 2 foi a maravilhosa capacitação dos discípulos para cumprirem a ordem de ir e pregar o Evangelho a todo o mundo (Mat. 28:19). O grande desafio era: como homens simples – os discípulos – poderiam pregar o Evangelho para pessoas de tão diferentes nacionalidades, reunidas para a festa do Pentecostes? A promessa de Cristo: “Ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder”, cumpriu-se perfeitamente no momento em que “todos [os discípulos] foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4).
Note que essas “outras línguas” não eram estranhas, pois os povos (16 idiomas) presentes entendiam o que os discípulos diziam: “Todos os temos ouvido em nossas próprias línguas…” (Atos 2:11). Este é o verdadeiro dom de línguas. Tudo o que se afaste disso, é tudo, menos bíblico.
“Sons e enunciações ininteligíveis sempre foram características do paganismo, e hoje são comuns nas reuniões espíritas, nos candomblés e centros umbandistas. Ali são faladas também línguas estranhas” (Assim Diz o Senhor, pág. 156).
É uma pena que muitas pessoas sinceras sejam levadas ao desespero pelo fato de buscarem uma “experiência” que consideram a presença do Espírito Santo. Acham que, por não falarem “línguas estranhas” não têm o Espírito de Deus. Mas como se sabe, então, que alguém tem ou não o Espírito Santo?
Jesus disse: “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mat. 7:16) e Paulo diz que “o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gál. 5:22-23). Falar línguas e não apresentar esses atributos é, no mínimo, contraditório.
É interessante que muitos dos que afirmam possuir o Espírito Santo ignoram uma de Suas funções: “Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8). E a Bíblia diz que “pecado é a transgressão da lei” (I João 3:4). Sabemos que existem muitos que violam conscientemente os dez mandamentos, além de poluir o “templo do Espírito Santo” [o corpo] com alimentos proibidos pela Bíblia (ver Levítico 11) e drogas como a cafeína. E mesmo assim falam “línguas estranhas”!
Para se ter uma compreensão correta do que é o verdadeiro dom de línguas, além de se ler Atos 2, é preciso ler os capítulos 12, 13 e 14 de I Coríntios. Qualquer leitor sincero, sem idéias preconcebidas, perceberá o seguinte:

  • Verdadeiro dom de línguas: capacidade de falar outros idiomas sem os haver estudado. Recurso divino para facilitar a pregação do Evangelho aos estrangeiros.
  • Falso dom de línguas: “palavras” complicadas, esquisitas, incompreensíveis, proferidas por alguém em delírio, em transe, ou mesmo em estado normal (neste caso por pura vaidade, condicionamento da mente ou exibicionismo).

O Espírito Santo só atua assim:

1. No silêncio absoluto (Hab. 2:20)
2. Sem confusão (I Cor. 14:33)
3. Com decência e ordem (I Cor. 14:40)
4. Com reverência (Heb. 12:28)
5. Sem gritaria (Efés. 4:31)
Respondido por: MICHELSON BORGES