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Fim do Mundo: 2012?

novembro 14, 2009

Esta história de filmes de ficção científica que passam a ser tratados como se fossem realidade, já passou dos limites. A gente nem bem se recuperou da ressaca que foi ficar respondendo a milhares de pessoas que os próprios criadores do filme “O Código da Vincci” o reconheciam como ficção, e já estamos novamente às voltas com pessoas desesperadas, telefonando até mesmo para a NASA, para saber se o mundo vai terminar em 21 de Dezembro de 2012.

Mais uma vez estamos aceitando ser tratados por Hollywood como “consumidores” e estamos digerindo com nosso cérebro mais uma de suas obras nefastas.

O filme “2012”, que não tem nenhuma base científica, e nem foi exibido ainda, já está alcançando seu “objetivo”. E, qual é mesmo o seu objetivo? Bem, ele já movimenta milhões de dólares em cima de um dos temas mais assustadores para a raça humana: A data do FIM DO MUNDO. Por causa dele, já são centenas de documentários de TV, camisetas, acessórios, artigos em revistas e jornais, discussões religiosas e filosóficas. Tudo girando em torno de uma filosofia tão conturbada e misturada, que até mesmo os Maias, se estivessem vivos hoje, duvidariam de sua veracidade.

Trata-se de uma mistura perigosa de profecias Maias, previsões de falsos profetas, filosofias Egípcias, e, para apimentar ainda mais a receita, uma pitada de distorções da Bíblia, a gosto de quem escreveu o reteiro. Logicamente que o “objetivo” não é esclarecer o assunto, mas fazer dinheiro.

Como se não bastasse tanta ignorância do assunto, por parte do povo em geral, no bojo de tanta “abobrinha filosofal”, aparece também outro tipo de ignorantes: os que pensam que estudaram o assunto e começam a emitir opiniões próprias. Um belo exemplo é o articulista André Petry, que teve seu enorme (e tendencioso) artigo publicado como capa de numa das revistas de maior circulação no pais, no início de Novembro.

Petry, que é um polido ridicularizador do tema do “ Fim do Mundo”, mostra-se avesso à religiosidade e apoia-se em sua pesquisa para levar seus leitores a, como ele, ridicularizarem, não o filme em si, mas quem leva o assunto do “Fim do Mundo” a sério.

Só que Petry se contradiz. Ele escorrega nas palavras.

É lógico que, para se acreditar no Fim, é preciso que se acredite em Deus, ou em algum tipo de Deus. OU seja, é preciso ser religioso. Ser, de certa forma, CRENTE, o que não é, nem de longe, o caso de Petry.

Descrente assumido, ao tentar explicar o porquê de as pessoas ainda procurarem informações sobre o fim do mundo em pleno século 21, Petry se perde, se contradiz ao afirmar coisas como: “Uma das explicações está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é casual e fortuito.”[1]

Em primeiro lugar, se o cérebro foi programado, deve haver um programador, não é mesmo? E, quem seria este “programador”? Deus? O acaso? O caos?

Em segundo, se ele acredita mesmo no acaso, como, num mundo originado do caos, um cérebro, que teria surgido por acaso, poderia ser programado pelo acaso para extrair sentido do que, segundo ele mesmo, não faz sentido?

Desculpem-me! Mas acabei de parar pra pensar, e estou notando que meu artigo pode estar estar parecendo ofensivo demais! Talvez eu esteja fazendo exatamente como o articulista a quem critiquei e esteja caindo no mesmo erro de criticar os outros e não contribuir com nada útil. Mais uma vez, me desculpe! Antes de terminar, deixe com que eu me redima, escrevendo alguma coisa que realmente contribua para o seu conhecimento do assunto.

Vamos por outra linha de raciocínio! Vamos pensar: E se Deus existir mesmo?

Se Deus existe:

1. Então tudo teve um PRINCÍPIO.
2. Nada veio do ACASO, mas do Planejamento de Deus.
3. Então Petry, a quem eu só critiquei até agora, está certo ao afirmar que “o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo”. Sim, porque num mundo planejado por Deus, o cérebro perfeito, criado por Ele, sempre buscará a perfeição, e nunca se acostumará ao CAOS que hoje impera no mundo!
4. Se Deus existe, o mundo foi criado PERFEITO e precisa voltar à perfeição.
5. Se Deus existe, então Jesus veio a este mundo, morreu por quem o aceita. Ele ressuscitou, foi levado ao Céu e voltará para buscar aqueles que acreditam nele.
6. Se Jesus voltará para buscar os Seus, então não existe o FIM DO MUNDO, mas O INÍCIO DE UM NOVO MUNDO, depende apenas “de que lado você está”.
7. Enfim, O FIM DO MUNDO só existe para quem não acredita que Deus existe.

Há uns meses li na Bíblia um texto que me chamou muito a atenção. Está em II Pedro 3: 2 em diante:

“tendo em conta, antes de tudo, que nos últimos dias, virão escarnecedores com seus escárnios… e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Por que, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio… Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrario, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, Senão que todos cheguem ao arrepenimento.”

Como eu tenho certeza de que eu não preciso dizer mais nada, vou terminar deixando apenas com que a Bíblia termine de dizer o que falta. Ela vai apenas confirmar que, para quem está com Deus, não existe O FIM DO MUNDO, mas o NASCER DE UM NOVO MUNDO: “Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita justiça.” II Pedro 3: 13

Pr.Fernando Iglesias
http://www.estaescrito.com.br
(Retirado do site “O Fim do Mundo“)

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Hollywood, Will Smith e o fim do mundo

janeiro 29, 2008
                                    Hollywood já tentou destruir nosso planeta um sem número de vezes. Em pelo menos cinco delas, Will Smith foi chamado para evitar o pior (vide Independence Day, Homens de Preto I e II, e Eu, Robô, por exemplo). A ultima aventura do ator negro mais bem sucedido do mundo foi bastante solitária. Em Eu Sou a Lenda (I Am Legend, EUA, 2008), Smith interage a maior parte do filme apenas com uma cadela pastor alemão chamada Samantha.

O longa é uma adaptação competente do livro homônimo de Richard Matherson, considerado um clássico da ficção científica.

Nele, o vírus do sarampo é manipulado para fornecer a cura do câncer, mas sofre uma mutação e provoca uma doença nos humanos e animais infectados, apresentando sintomas semelhantes aos da raiva, só que bem mais graves. As pessoas perdem suas feições humanas e se tornam animais selvagens.

O tal vírus e suas conseqüências fazem com que a população da terra seja quase toda dizimada, restando apenas o Will Smith, a brasileira Alice Braga e mais um punhado de pessoas.

 

Smith interpreta o doutor Robert Neville, um cientista que pesquisava a cura para a doença causada pelo vírus antes que ele se alastrasse pelo planeta.

Não pretendo entrar nos méritos e desméritos técnicos do longa, porém, alguns detalhes me chamaram a atenção.

Filmes-catástrofe sempre renderam alta bilheteria. Parece que os espectadores possuem um prazer infindável em ver seus pares sendo quase que extintos e seu planeta agonizando, seja nas mãos de E.T.’s, seja pela fúria da natureza ou pela ação destruidora do homem.

Em parte, isso se deve menos a um gosto pela desgraça e mais a uma necessidade de ver como seria uma mudança brusca no nosso mundo, o que se torna não somente possível, mas inevitável, nos filmes catástrofe. A insatisfação das pessoas como o mundo tal como se encontra termina por levá-las ao cinema para ver o que aconteceria se este planeta fosse (quase) destruído e as pessoas começassem do ponto zero a refazer suas vidas.

Curiosamente o que elas querem ver destruído são apenas prédios, governos, cidades e seres humanos e não as estruturas culturais decadentes que regem nossa sociedade.

A mudança, neste tipo de filme, ocorre no ambiente, não nas pessoas.

Outro ponto trazido à discussão em Eu Sou a Lenda é a interminável capacidade humana de provocar a destruição em maior ou menor escala. Enquanto o homem brinca de Deus, a natureza reage para devolvê-lo à sua condição de mero mortal e avisá-lo que a humanidade não tem a inteligência e a sabedoria necessária para avançar em certos aspectos. Estas informações são latentes em filmes como The Day After, clássico do pós-guerra que mostra o que aconteceria se a Terra fosse envolvida num conflito nuclear. Porém, após o 11 de setembro, os filmes-catástrofe se tornaram mais pessimistas e focaram uma nova ameaça. Se, antes dos ataques terroristas, o problema era com guerras e invasões alienígenas (vide o arrasa-quarteirão Independence Day, protagonizado também por Will Smith), depois do evento o inimigo tornou-se o próprio homem, ou as conseqüências de seus atos (como visto em O dia Depois de Amanhã e Filhos da Esperança, por exemplo). O fato é que, todas as vezes que o ser humano invade o campo de atuação do Criador, seus atos se voltam contra ele.

Por fim, ficamos ainda com uma frase intrigante, vista logo no início de Eu Sou a Lenda:Deus ainda nos ama. Nós ainda amamos a Deus?”

Os mais incautos podem achar se tratar de uma mensagem subliminar (esqueça isso) ou mesmo descartar o out-door como algo sem importância. Porém, lá pelo meio do filme, fica claro o sentido dado à pergunta: Dr. Neville tenta esclarecer as dúvidas de Anna (Personagem de Alice Braga) com a seguinte máxima: “Não foi Deus quem fez isso, Anna. Fomos nós.” Poderia ser uma simples frase não fosse pelo fato de que Neville perdeu sua fé em Deus depois de ter visto a tragédia que assolou o planeta. Mais tarde, contudo, ele será forçado a admitir que Deus esteve ali o tempo todo mandando sinais. Os homens é que preferiram ignorar.

Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

Não se trata de um filme pedagógico (como se poderia dizer do brilhante SINAIS, do qual falaremos em breve). No final das contas Eu Sou a Lenda é simplesmente um filme-pipoca, nada mais. Assim, não saia por aí dizendo que estou recomendando o filme. Você dispõe de elementos suficientes nos posts anteriores para decidir por si mesmo se deve ou não assisti-lo.

Porém, qualquer que seja sua decisão, se você não for um alienígena visitando nosso planeta, certamente vai ouvir falar de Eu Sou a Lenda e talvez se depare com as questões que ele suscita. Assim, eis alguns fatos do ponto de vista cristão sobre o assunto: sim, o homem tem uma imensa capacidade para provocar a destruição quando se afasta dos princípios divinos; não, não temos tanta capacidade de nos reerguermos das cinzas que nós mesmos criamos. Muitas vezes precisamos de um herói que nos salve. Pense duas vezes antes de buscar este herói na figura de um outro ser humano, você poderá estar cometendo o mesmo erro.

Por último, Deus nos ama. Ele jamais nos entregará à nossa própria sorte por mais tempo do que o necessário. Ele jamais permitirá que soframos sem um propósito e Ele é o único herói capaz de nos salvar, verdadeiramente, da nossa própria miséria, e não mudar somente concreto e paisagem.

Abração.

Ângelo Bernardes

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Último dia – a série cap. 3!

novembro 28, 2007

Depois de algum tempo de espera, saiu o terceiro capítulo desta série tão abençoada por Deus! Demorou, mas não falhou! Agora só falta o último e tão esperado capítulo.

Ainda digo mais, esperem porque coisas boas virão para essa série…Muitas coisas boas, entre elas um podcast…(Nos próximos dias ou meses).

Para você saber, se ainda não sabe a respeito dessa série ou história com queira chamar clique aqui…

Para fazer o download do tão esperado capítulo:

Em PDF(83kb)

Em DOC (136kb)

Nos próximos posts quem sabe falaremos um pouco mais sobre essa história…

Mas se você está lendo pela primeira vez sobre isso saiba que é uma história feita por Angelo Bernardes com um grupo de adolescentes vivenciando o tempo do fim, tudo baseado na Bíblia e em pesquisas teológicas. Vale a pena ler!