Posts Tagged ‘Guilherme’

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Comunhão Restabelecida

abril 19, 2008

(pedindo licença a Taty e falando sobre o seu tema)

 

                Quarta-feira. 7h00. Tudo parecia normal em mais uma manhã sonolenta e nublada. A solidão e a calma daquele momento seriam propícias para ficar em oração com Deus, mas o estado da minha comunhão naquela semana não era dos melhores. Após os cultos (Adoração e Jovem) do sábado, o domingo, a segunda e a terça-feira passaram sem eu nem mesmo notar. Nesses dias, levantei, saí, voltei e não reservei um pouco do meu tempo para o Senhor do dele. Em meio ao meu cotidiano corrido de estágio – aula – aula e pesquisa e esgotamento mental e cansaço físico por volta das 22h. Mas aquela quarta-feira não seria igual às outras. Retomando o pensamento, a solidão e a calma daquele momento seriam propícias para ficar em oração com Deus… E Ele nos ama tanto que às vezes permite que algo (nem sempre bom) aconteça e nos alerte do perigo que corremos ao nos distanciar-nos dEle.

                Responda rápido: Quando estamos grelhando algo numa churrasqueira, ficamos perto (virando a carne, etc.) ou longe? Mais dormindo do que acordado, eu estava me preparando para grelhar numa churrasqueira elétrica (utensílio muito útil aos que estão de dieta) um steak de frango. Como de praxe, enchi de água a bandeja para amparar a gordura. Mas ela escorregou e assim encharquei a cozinha. Peguei o pano para começar a secar, mas antes fui até a geladeira para pegar o frasco de queijo-ralado. O que aconteceu? Exato, também o derrubei no chão. Confesso que alguns palavrões vieram até a ponta da língua, mas voltaram e só o que saiu foi “Culpa do sono. ACORDA!!!”. Agora o chão da cozinha era água e queijo. E então, um estrondo.

                Ao olhar para a churrasqueira, FOGO. A resistência superaqueceu e entrou em curto-circuito. A força foi tão grande que partiu os dois lados (de metal!) da resistência que se ligavam ao restante objeto. Fiquei como espectador vendo aquela cena e sem saber o que fazer. Foram mais ou menos 5 segundos de expectativa: o que aconteceria? O disjuntor disparou, cortou a corrente elétrica e tudo parou. Não tinha nada inflamável por perto, como óleo de cozinha, pano de prato, guardanapo, plástico e, incluindo nessa lista, EU. Deus permitiu que esse desastre acontecesse, mas usou minha desastrada desatenção para me proteger de um acidente que com certeza me vitimaria em maior ou menor escala. Várias perguntas rondavam meu pensamento, enquanto limpava a bagunça. Se eu não tivesse derrubado nada no chão, estaria bem próximo da churrasqueira na hora do estrago.

                Naquele momento eu estava totalmente atrasado para minha rotina, ou como muitos definem: sem tempo. Mas isso não importava porque estava conversando com o Senhor dele. Não deixe Deus de lado, perdendo seu dia. Antes de dormir, um vazio de que algo esta faltando será o que você vai sentir; mas reserve uns momentos com Deus e sinta-se completo.

 

“Everything must change
There’s a mirror showing me the ugly truth
These bones they ache with holy fire
But I’ve got nothing to give, just a life to live
If your world is without colour
I will carry you, if you carry me”

Every Little Thing

 

Até mais,

Guilherme Hugo

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Cristãos-Estilos Musicais

fevereiro 16, 2008

Faz tempo! Com a correria desse período de carnaval ficou complicado escrever. Mas inspirado na folia (dos outros!!), pensei em algumas classificações de cristãos.

Grande parte, dos que gostam de axé, também acham uma boa coisa ficar – nas micaretas e nos blocos – olhando pra cima o tempo todo atrás das “estrelas” que tocam, cantam e dançam nos trios-elétricos. A festa passa e o que fica é o corpo e a mente cada vez mais cansados e vazios. Isso também está presente no Cristão-axé: vai aonde tem “agito”. Não perde um acampamento, uma Campal e muito menos um Campori. Admira os cantores e pregadores que ele vê nesses eventos. Com isso sua chama até se acende ao se sentir tocado pelas mensagens, mas – como no dia seguinte do fã de axé – por falta de comunhão a chama se apaga. Tal qual a parábola do semeador, sua semente germina mas morre entre as pedras.

Podemos falar muita coisa dos fãs de heavy metal, mas uma coisa é verdade: na maioria, eles são fiéis ao som que gostam. Talvez, após tantas críticas ouvidas de que seu estilo(?) é puro barulho, eles se apegam cada vez mais aos berros e distorções pesadas. Extravasam balançando a cabeça repetindo os gestos dos músicos. Outra característica é sua indumentária sempre escura e cheia de adereços (brincos, pulseiras, colares…). Costumeiramente se fecham aos outros estilos musicais, inferiorizando-os. Não é necessário ao Cristão-heavy metal trajar preto, ter botas de cano longo e muito menos usar calças de couro… Mas similar aos metaleiros, ele se apega muito a algo, e no seu caso é a Igreja (como prédio). Chega sempre meia hora antes dos cultos começarem, briga com as crianças pelo barulho que elas fazem, reclama que está faltando isso ou aquilo no templo… Endurece cada vez mais as relações com os outros membros, e chega a pensar que só obras são suficientes para seguimento do evangelho. Em comparação com os fãs de heavy metal e suas aversões aos outros estilos, rejeita as idéias dos outros, se isolando ao achar que sempre está certo. Assemelha-se aos fariseus dos tempos de Jesus, importando mais parecer do que ser.

A Bossa-Nova é um gênero musical surgido no Brasil, na segunda metade do século passado, que uniu influências principalmente do jazz, do samba-canção e do choro. A simplicidade na quantidade de instrumentos (muitas vezes só voz e violão) e na divisão rítmica contrasta com a grande elaboração dos arranjos e das letras. Nas canções calmas, entretanto, muito bem compassadas o estilo de vida dos interpretes muitas vezes se reflete; e a inspiração dos temas quase sempre gira em sentimentos e um tom melancólico se faz presente. O Brasil já teve até um presidente dito bossa-nova – Juscelino Kubitschek. Essas características se refletem no Cristão-Bossa nova em relação as sua formação: como o ritmo, não deixa para trás definitivamente as influências passadas. Ele é foi oriundo de uma junção de coisas mundanas e espirituais, mas que ele não está disposto a separar para “ser nova criatura”. Por isso, ele deixa com muita naturalidade de ir ao culto de quarta feira para jogar sua partida de futebol com os amigos. Em vez de dormir mais cedo para acordar bem e ler a bíblia, o 24 Horas de 1h00 da manhã é imperdível! Tenta servir aos dois senhores, e cada vez que ele aceita as influências mundanas – em detrimento das espirituais – ele se entristece. Fica melancólico como um “Chega de Saudade” de Vinícius de Moraes!!!

Cuidemos para que não nos tornemos como esses tipos acima descritos. Vamos nos apegar a Cristo cada dia mais, para que sejamos Cristãos-Temas CD dos Jovens: “Vivo por Jesus”, pois “Sou de Jesus” e graças a Ele sou um “Vencedor Cada Dia”.

Até mais

Guilherme Hugo

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Música e Publicidade

janeiro 27, 2008

Olá amigo internauta. Meu post entra atrasado em um dia, pela minha falta de tempo de uma última semana de aula!

Mas você já parou para pensar quantos ritmos musicais existem em nossa volta? Rock, Frevo, Pop, Bossa Nova, MPB, Samba, Gospel, Sertanejo, Forró, Funk, Sacra, Clássica… Tem para todos os gostos, uma pluralidade de estilos para uma pluralidade de grupos sociais que os adotam. E também geram preconceitos musicais. Muitos dizem que odeiam axé-music, abominam pagode e simplesmente não suportam brega. Saem logo do recinto quando algo parecido com esses gêneros musicais(?) começam a tocar. Mas digo logo: mesmo fazendo isso, você não está ‘blindado’ contra eles. Experimente ligar a TV ou o rádio. Já reparou nos comerciais? O que os mais velhos ou pesquisadores sobre o assunto lembram como Jingles (muito usado nos anos 80, é uma música composta especialmente para a propaganda de um produto) estão de volta, cada vez com mais força.

Quem não se lembra de Ivete Sangalo e as suas duas canções(?)-temas para propagandas de cerveja? “Sabe a sensação quando alguém lhe beija? Ou seja: cerveja”; “Pega leve, pede assim. Pega leve, Nova S…” E de uma vodca recém lançada? “Limão, laranja (combina). Uva, morango (combina). Vodca B… é só combinar”. Ainda lembro a de uma aguardente daqui de Pernambuco, essa mais para quem escuta rádio: “Tem que ter pra mim, tem que ter pra tu. Tem que ter P…”.

Há vários pontos em comum entre os três Jingles. Todos eles são de bebidas alcoólicas. Todos têm um ritmo considerado por muitos como vulgar: axé. E todos “COLAM” na sua cabeça depois de ouvir pelo menos uma vez. Seria coincidência?

Definitivamente NÃO! Por que vocês acham que vários professores nos trazem versões de músicas conhecidas, com as letras modificadas para incluir os assuntos do vestibular? A música (letra + melodia) tem a propriedade de ser lembrada mais facilmente pelo nosso cérebro do que, por exemplo, ao lermos um texto ou ouvirmos alguém falar. As empresas de publicidade usam essa mesma ferramenta para fazer gravar em nossas mentes o produto que elas querem vender. E a própria escolha dos estilos também tem a ver com isso. O que é mais fácil de assimilar: um pagode de cinco, seis frases repetidas à exaustão ou uma obra com inúmeros instrumentos musicais diferentes de uma música clássica? Além disso, axé e pagode são ritmos musicais(?) que atraem milhões no nosso país; o que amplia ainda mais o grupo de pessoas que poderão gostar do comercial e consequentemente pensarão em comprar a bebida.

Você, cristão ou não, fique atento a esses detalhes. Muitos criticam o cristianismo por pregar que “já não vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Mas ficam inertes perante uma mídia publicitária (que movimenta milhões em dinheiro) que, através da música, tenta manipular as nossas vontades e desejos.

“Os homens maus não entendem o que é justo, mas os que buscam o SENHOR entendem tudo”. Provérbio 28:5.

Até mais

Guilherme Hugo

 

Ps.: Achei na rede a equação gerada por parte da mídia, que piora ainda mais nossa sociedade.

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Qual o seu intuito quando você louva?

janeiro 19, 2008

Antes de escrever hoje para o blog, estava ouvindo a música Sacrifício. Confesso que não tinha em mente idéia do que escrever. Tinha decidido que o tema ao qual eu iria refletir no AçãoJA seria Música. Mas a minha primeira postagem no blog sobre o assunto ficou grande demais! Entendam que nele estava expresso um pouco de frustração acumulada. Foi então que escutei o trecho daquela música que diz assim: “o que farei para que tudo o que Ele fez não seja em vão, mas transforme o coração”. E fiquei pensando o que temos feito com nossa Música, para que com a ajuda dela “transforme o coração” não só o meu, mas dos que estão ao meu redor. Muitas vezes estamos querendo aparecer mais do que a mensagem que cantamos ou tocamos. Seja na nossa aparência, solos desnecessários, ou mesmo o excesso de melismas. Qual o seu intuito quando você louva?

Davi nos conclama, no seu último verso escrito nos Salmos, para que “todo ser que respira, louve ao Senhor. Aleluia!” (Salmos 150:6). Ele não falou para todos os que cantam bem, nem todos os sopranos nem mesmo os que fizeram aulas de canto. Mas TODOS louvem ao nosso Deus! Tem sido sincero e humilde o seu louvor para que haja alegria nos céus?

Foi então que me lembrei do livro Música: sua influência na vida do cristão

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(CPB 2005), que é uma compilação de textos escritos por Ellen White sobre musicalidade. Nele, na página 68, há um brilhante exemplo do que eu estava me referindo. Deleite-se nessas sábias palavras que expressam os meus sentimentos em relação a isso. Você pode até esquecer do que leu anteriormente, mas não esqueça dessa história.

Sentimentos Não tocados, Corações Não Subjugados

“O senhor ‘U‘ não está ciente de quantas pessoas ele tem desviado de assuntos sérios, e outras tantas a quem tem desgostado. Ao ver seus movimentos rudes no cantar, alguns não conseguem reprimir pensamentos não santificados e sentimentos de leviandade. O irmão ‘U’ gosta de exibir-se. Seu canto não exerce uma influência que enternece o coração e comove os sentimentos. Muitos têm assistido às reuniões e ouvido as palavras da verdade proferidas no púlpito; muitas vezes, porém, a maneira pela qual o canto é conduzido não aprofunda a impressão causada. As exibições e contorções, e a desagradável aparência do esforço exagerado, têm estado tão fora de lugar na casa de Deus e sido tão cômicas que as impressões sérias causadas sobre as mentes são apagadas. O canto produzido dessa maneira é desestimulador para aqueles que estão crendo na verdade”.

“Louvar-Te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as Tuas maravilhas”. (Salmos 9:1) Porém louve-o, exalte-o de coração para única e exclusiva glória dEle. Suas atitudes revelam aos outros muito mais de você do que quando cantas. A responsabilidade é grande demais para ser tratada com desleixo. A salvação de muitos pode depender disso. Louve com o intuito de que você e os que estão lhe escutando adorem ao Senhor

Até a próxima,

um abraço,

Guilherme Hugo

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Tenor, Baixo, Contralto, Soprano e… PLAY-BACK!

janeiro 12, 2008

Olá pessoal! Estarei escrevendo a partir de hoje aos sábados. Tentarei não ser mais nômade e me fixar nesse dia!

Gosto muito de instrumentos musicais e vou nesse primeiro post “puxar a sardinha” para o meu lado. Se você SÓ gosta de música à capela (somente com vozes), pode parar de ler esse texto. Mas se você gosta de teclado, guitarra, violão, sax, clarinete e afins; me responda: temos quantos conjuntos adventistas bem conhecidos? Refrescando sua memória: Novotom, Prisma, Expressão Vocal, Art’Trio… A lista segue sem maiores dificuldades. Quartetos, então: Arautos do Rei, Communion, Ministry… Agora, pacientemente após tantas perguntas, a última indagação: qual grupo adventista, com um instrumental participativo (não pense nas bandas que acompanham grupos ou só as que gravam no estúdio), que você conhece? Difícil? Pois é, desculpe-me a possível ignorância, mas lembrei-me apenas do Ministério de Louvor Está Escrito. Essa escassez se reflete na grande quantidade de grupos vocais que temos espalhados em nossas igrejas, mas que não têm instrumentos em sua formação: são escravos do play-back.

Nunca escondi minha recusa aos play-backs. Penso que Deus nos dá dons em variadas áreas, e temos que desenvolvê-los. Então, se temos um piano em nossa congregação e pessoas que o tocam, para que CDs tocados de hinário, do ministério jovem e os demais louvores congregacionais? A equação é simples: quanto menos usamos os dons para louvar a Deus, menos os teremos. Logicamente que é difícil lidar com pessoas, e quanto mais integrantes num grupo as complicações de reunir todos e ensaiar aumentam. Para harmonizar as vozes com os instrumentos então nem se fala. Até achar pessoas disponíveis para tocar já é difícil. Mesmo assim o esforço vale a pena, pois a emoção e a expressão passada em um louvor sincero por quem está cantando é similar aos que os instrumentistas também podem passar. Uma simples inovação tocada ao vivo de uma canção já conhecida estimula nossa criatividade, dá vida e sentimento em contrapartida da mesmice robotizada do play-back!

Cada religião tem suas características próprias que a distingue das demais, e na musicalidade também é assim. A qualidade vocal dos cantores e grupos adventistas é notável (até amigos de outras denominações já comentaram isso comigo), chegando ao ponto de alguns acharem que não há comparações com a música adventista. Mas repito que ficamos devendo na instrumentalidade. Temos igrejas que chegam a não permitirem o uso de guitarras ou baixos. Dizem ter medo da possibilidade dos guitarristas e baixistas usarem mal seus dons. Outros citam que guitarra é coisa de roqueiro, e o rock é do inimigo. Mas se pensarmos assim, até o mais aceito piano (e há pesquisadores os quais dizem que o seu uso se popularizou nos cabarets e “clubes sociais” europeus) está sujeito a mau uso. Então abandonaremos tudo e cantaremos sem nenhum acompanhamento musical?

Creio que tudo isso atrapalha o desejo de nosso Deus, de usarmos em plenitude TODAS as nossas capacidades para abreviar a volta de Cristo. Um novo ano está começando. Por que não aproveitá-lo para quebrar preconceitos musicais, descobrir, usar e aprimorar seus talentos instrumentais?

Até a próxima,

Guilherme Hugo

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Que

dezembro 3, 2007

Olá!

 

Desculpem-me, mas semana passada já cheguei falando e nem me apresentei, nem nada. Ainda bem que durante a semana, após meu post, Franzé me apresentou. Mas ficou faltando uma coisinha, esquecemos de falar que ficarei revezando os posts da segunda com o Guilherme sobre o mesmo tema: comunhão e vida do Cristão. Guilherme estuda História e gosta bastante de escrever também. Então, hoje estou postando um texto que ele escreveu, ok?

 

Desde já, muito obrigada pelos comentários do post passado. Espero mesmo a contribuição de vocês para que possamos compartilhar testemunhos, experiências e conhecimento sobre a nossa vida ao lado de Deus.

Abração,

Tatyanne.

Alguma vez você já parou para pensar na utilidade do QUE? Sobre QUE?! Sim, QUE! Usamos essa minúscula palavrinha de várias maneiras em nossa vida. Desde que nascemos, procuramos saber: – “Será QUE vão me dar algo?” – seja atenção, carinho, mamadeira ou mesmo o novo brinquedo tão sonhado. Porém sempre parece faltar algo. Vamos crescendo e também aumenta o sentimento da falta de alguma coisa, de um QUE a mais. Na adolescência pensamos ter achado esse QUE quando exclamamos: – QUE garota (o)!! E assim quebra-se a inocência infantil e entramos numa fase de perguntas. Começamos então a usar o ‘por QUE’. “Por QUE sou rejeitado?” “Por QUE o mundo é assim?” “Por QUE tenho de ter respeito para com os meus pais?” “Por QUE tenho de seguir a Deus?”.

O tempo continua a fluir e essa fase cheia de questões, nem sempre com as respostas achadas, passa. Então outra forma de pensar pode aparecer: QUE desejo mais? Desejo QUE eu tenha mais dinheiro, para QUE eu possa comprar mais coisas e para QUE todos me vejam como um vencedor. E, como nessa frase que passou, sem nem notarmos direito assim também surge o ‘para QUE’. “Para QUE tudo isso?”. E continuaremos com eternas dúvidas da adolescência se não pararmos e deixarmos ‘O QUE’ agir.

O QUE é simples e direto, pois Ele é O QUE precisamos em todos os momentos; Ele é O QUE a mais, talvez ausente até agora. Ele é O QUE nasceu, sofreu e morreu por nós; O QUE ressuscitou no terceiro dia. O QUE advoga junto ao Pai por nós. “O QUE nos confirmará também até ao fim, para sermos irrepreensíveis no dia de nosso Senhor” pois Ele é O QUE “há de vir em glória e luz”. Que possamos sempre lembrar e ter comunhão com O QUE importa: JESUS.

Guilherme Hugo