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Empolgação de Lutero

maio 17, 2009

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“Enquanto, um dia, examinava os livros da biblioteca da universidade, Lutero descobriu uma Bíblia latina. Tinha ouvido porções dos evangelhos e epístolas, que se liam ao povo no culto público, e supunha que isso fosse a Escritura toda. Agora, pela primeira vez, olhava para o todo da Palavra de Deus. Com um misto de reverência e admiração, folheava as páginas sagradas; com o pulso acelerado e o coração palpitante, lia por si mesmo as palavras de vida, detendo-se aqui e acolá para exclamar: “Oh! quem dera Deus me desse tal livro!” Anjos celestiais estavam a seu lado, e raios de luz procedentes do trono de Deus traziam-lhe à compreensão os tesouros da verdade. Sempre temera ofender a Deus, mas agora a profunda convicção de seu estado pecaminoso apoderou-se dele como nunca dantes. ” História da Redenção, pág. 340

Que empolgação tinha Lutero ao ler as Escrituras Sagradas!! Isso me faz pensar em como temos lido a Palavra de Deus hoje. Será com a mesma empolgação e interesse?!

Naquele tempo era difícil conseguir uma Bíblia. Mesmo assim Lutero se esforçou por consegui-la.  Hoje temos fácil acesso a ela, mas muita vezes perdemos o privilégio de receber os raios de luz vindos de Deus.

Que possamos ler a Bíblia com a empolgação e interesse de Lutero!

Um abraço,

Felipe Scipião

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O poder da Palavra – 2

janeiro 23, 2008

Todos nós já ouvimos falar de um homem chamado Lutero. Alicerçado em um profundo amor à Palavra de Deus, fez da mesma uma poderosa espada que reprimia erros, superstições e intolerância na sua época.

Como campeão da verdade, Lutero ousadamente tomou o Livro olvidado, que por séculos permaneceu confinado no recesso dos mosteiros e catedrais, e, proclamando ao povo os seus luminosos ensinos, dissipou as trevas do erro, tornando vitoriosa a causa da Reforma.

Quando intimado a se retratar de seus ensinos perante o Imperador Carlos V, na dieta de Worms, mostrou-se disposto a submeter-se às decisões de um concilio geral, sob a condição de que todas as decisões se harmonizassem com as Escrituras. Quando ameaçado de ser condenado à morte, respondeu com ousadia: “Coloco minha pessoa e minha vida nas mãos do imperador; mas a Palavra de Deus nunca!”

Tendo em suas mãos o Livro negligenciado — “a espada do Espírito” — o reformador foi mais forte que o papa e os cardeais, o imperador dos príncipes, a Dieta e os concílios, os Estados e Continentes.

Há muitos anos passados um pregador concluiu que o seu pequeno exemplar do Novo Testamento, que ele grandemente amava como a um tesouro, necessitava receber uma nova encadernação. Assim, enviou-o a um encadernador. Este, ao concluir o trabalho, verificou existir um espaço limitado ao longo do dorso do livro para imprimir em letras de ouro as palavras em inglês: “The New Testamet.” Decidiu, então gravar apenas as três iniciais daquele título TNT. Isto parece ter sido inspirado, porque a Bíblia foi no passado e pela graça de Deus, o será no presente e no futuro, como “TNT” uma substância de reconhecida capacidade explosiva.

Quem poderá medir o extraordinário poder explosivo deste venerado Livro, na árdua batalha contra a apostasia e as forças confederadas do mal? Este poder é facilmente visualizado quando lembramos do que ocorreu em 1787 quando o rei Jorge III, da Inglaterra, enviou o navio Bounty à ilha de Taiti, no sul do pacifico, para trazer de lá mudas de fruta-pão. As plantas deveriam ser levadas para a Jamaica e ali plantadas, a fim de aumentar o suprimento de alimentos de seus habitantes.

À altura porém do arquipélago de Tonga, os tripulantes da embarcação se amotinaram e seu comandante William Bliger, juntamente com os marinheiros que lhe permaneceram fiéis, foram abandonados em um pequeno barco a vagar no oceano.

Tomando 9 mulheres taitianas, e uma jovem de 15 anos, os amotinados buscaram esconderijos num lugar perdido em meio ao oceano — a ilha de Pitcairn . E ali, naquele remoto recanto, viveram um drama cruel e emocionante, escrito com álcool e sangue.

Um dos marinheiros que havia trabalhado em uma destilaria na Escócia, conseguiu produzir álcool de uma planta nativa e, não tardou para que a ilha se transformasse num cenário de sangrenta disputas. O vicio, a degradação e o ódio precipitaram uma luta de extermínio entre os polinésios e o brancos amotinados. Decorridos 5 anos, todos os homens, exceto dois estavam mortos. Mas um dos sobreviventes veio a falecer, vítima de uma crise asmática. Restaram dez mulheres, vinte e três crianças, e Smit, o último dos amotinados.

Pensando na vida pecaminosa que viviam e no futuro daquelas crianças, Smith lembrou-se de que num dos baús de Bounty havia uma Bíblia. Lendo-a diariamente, Smith começou a experimentar em sua vida uma surpreendente transformação. Arrependido de suas transgressões, decidiu ensinar os demais habitantes da ilha a ler. Ensinou-lhes também as
lições preciosas do evangelho, e a mesma transformação miraculosa sentida por Smith passou a se fazer sentir em todos os habitantes da ilha.

Anos mais tarde, o navio Topaz visitou Pitcairn e encontrou uma próspera comunidade sem bebidas alcoólicas, sem criminosos e conseqüentemente, sem cadeias. A Bíblia havia mudado radicalmente o estilo de vida daquela comunidade. “A exposição das Tuas palavras dá luz; dá entendimento aos símplices” ( Salmos 119:130).

Hoje os quase cem habitantes da ilha professam a fé adventista. O precioso exemplar do Livro de Deus que transformou a ilha em um paraíso está agora guardado dentro de um cofre de madeira, na capela adventista, o único edifício religioso ali existente.

Quão extraordinário é o poder da Palavra.!

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Pr. Jeú Caetano