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Adventista é 1ª colocada em Medicina na Universidade Federal

março 7, 2012

Aracaju, SE … [ASN] “Foi um dia de recepção dos novos alunos, no qual pudemos conhecer um pouco do que veremos em nosso curso”, conta a estudante de medicina, Ellen Carvalho, referindo-se ao seu primeiro dia de aula na Universidade Federal de Sergipe (UFS). “Foi muito bom estar no primeiro dia de aula da faculdade, olhar para trás e ver que estou o

nde antes sonhei estar. E o melhor é saber que minha vida foi conduzida por Deus e que estou na faculdade agora porque Ele aprovou que assim fosse. Naquele dia, lembrei-me dos muitos colegas que ainda estão fora, lutando para passar e agradeci a Deus porque eu estava lá. Essa experiência só reforça a certeza que tenho de que Deus sempre honra seus filhos”, afirma.

Ellen passou em primeiro lugar em medicina no campus de Lagarto, SE, depois de três tentativas. Segundo ela, esses três anos serviram de aprendizagem. “No primeiro ano, eu era muito insegura; pressionava-me bastante e tinha medo de decepcionar todos os que acreditavam em mim. No segundo ano, passei a me importar menos com o que os outros diziam, ou com o que pensariam caso eu não passasse de novo. Mas eu orava a Deus pedindo a Ele que me fizesse passar naquele ano e não conseguia dizer um “seja feita a Tua vontade”, pois não aceitava ter de tentar outro ano. No terceiro ano, consegui deixar Deus guiar minha vida de verdade. A confiança nEle me deu segurança de que, no momento certo,eu seria aprovada e que minha parte era dar o meu melhor sem me preocupar com o que não cabia a mim: a vontade de Deus”, relembra.

Hoje, a felicidade permanece estampada no sorriso de Ellen. Mas para alcançar essa conquista, passou por dificuldades. Morou longe da escola, longe da família, conviveu diariamente com pessoas sem princípios cristãos, “mas a maior dificuldade que enfrentei foi a perda de minha avó”, conta ela, “perdi a vontade de estudar. Passei mais de um mês desanimada, sem conseguir me concentrar direito nas aulas, nem no estudo individual em casa. Deus, no entanto, deu-me forças para não parar de estudar mesmo faltando o ânimo. Estudei, mas foi um mês de estudo deficiente. Ter conseguido recuperar o ânimo, ter sido aprovada, e ainda em 1º lugar, mesmo com um período grande de problemas no aprendizado, são para mim uma prova muito grande da atuação de Deus”.

Testemunho – Ellen estudou a vida inteira em escolas adventistas. Mas nos últimos dois anos, mudou-se para Aracaju, SE, e precisou fazer pré-vestibular numa instituição que não pertence à denominação. “Todo mundo na sala sabia que eu era adventista do sétimo dia”, diz Ellen, “um dia a menos de estudo para quem quer um curso tão concorrido faz muita diferença. Via sempre meus colegas reclamando de falta de tempo. Mas eles não compreendiam que ‘não ter tempo para Deus é viver perdendo tempo’. Eu não perdia um dia; eu ganhava seis ao descansar no sábado”. Ellen conta que certa vez um colega lhe perguntou como ela conseguia estudar todos os assuntos com o desfalque de um dia. “Eu disse a ele que reservar o sábado para Deus não fazia falta nos estudos, pois era um tempo separado para Ele e Ele mesmo era quem me capacitava para aprender todo o necessário nos demais dias. Este ano fiquei sabendo pelo coordenador que esse mesmo colega tinha plena certeza que seria o primeiro colocado no vestibular da universidade, mas quando saiu o resultado, eu tinha sido a primeira colocada geral. Depois ele disse para o coordenador que eu era demais. Na verdade, ele viu a atuação de Deus. O meu Deus é mesmo demais”.

“Estudar é um grande privilégio que Deus nos deu. Ellen White diz que devemos fazer de nossa vida estudantil a mais perfeita possível, pois passaremos por esse caminho apenas uma vez. Não é querer ser melhor do que os outros, mas buscar sempre se superar e ser o melhor que se pode em cada nível de estudo, desde o Ensino Primário. Não estamos sozinhos na jornada estudantil, e sim temos Aquele que tudo sabe ao nosso lado”, afirma como um recado aos jovens. [Equipe ASN, Rafaella Oliveira]

Retirado de ASN

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Experiência de amor

setembro 22, 2007

Estive viajando a São Paulo com meu pai em virtude de um congresso e houve um dia que Deus me deu uma lição.

Acordamos um pouco tarde, saímos de casa e decidimos ir ao Shopping do bairro do Morumbi para almoçar (as próximas palestras no congresso só começavam 15h).

Não sabíamos onde se localizava especificamente o shopping. Chegamos ao bairro e perguntamos se onde ficava. Seguimos as instruções e chegamos a frente do estádio de futebol do Morumbi. Paramos em um pequeno engarrafamento, quando um motoqueiro passou e bateu no visor direito do carro e o quebrou.

Comecei a pensar o porquê aquilo aconteceu. Por que não foi em outro carro? Por que justo naquele momento em que estávamos com um carro que não é nosso?

Descobri………

Continuamos a procurar o caminho mesmo sem o visor, até que encontramos o shopping. Almoçamos, passeamos um pouco e depois fomos ao congresso.

Lá entrei para assistir uma programação e fiquei observando. Os cardiologistas falavam sobre tratamentos, sobre diferentes modos de conduzir um paciente, sobre assuntos polêmicos, sobre se deve fazer isso ou aquilo. E notei que eles falavam… falavam… e falavam sobre essas coisas e não estavam muito preocupados realmente no paciente, mas na maneira de proceder.

Depois do congresso fui a um jantar com um colega do meu pai que o está orientando num doutorado. Esse colega é doutor em fisiologia, adivinha em que universidade? A famosa Harvard! Falava e falava sobre artigos científicos, sobre pesquisas, publicações e esse tipo de coisa. O telefone tocou e adivinha com que ele falava? Dra. Sonia Lopes. Você que fez Ensino Médio recentemente deve saber quem é ela. Ela que é a autora de um livro de biologia muito utilizado.

Nós jantamos e ficamos um bom tempo ali. Depois, saímos e fomos para casa. Nesse caminho fiquei pensando sobre essas coisas, que são muito boas para o currículo.

Chegando ao apartamento em que estávamos hospedados, saímos do carro e ouvimos uma voz preocupada mais ou menos assim: “Ai meu Deus, ai meu Deus!” Eram duas senhoras. Observei de longe e tinha uma senhora caída no chão perto do carro e outra que tropeçou.

Naquele momento eu e meu pai corremos para socorrer elas. Meu pai correu para a mais idosa e eu para a mais nova. A mais nova só bateu a perna. Já a idosa meu pai tentou levantá-la para o carro até que conseguiu. Ele analisou se tinha alguma fratura e viu o seu pé inchado. Ela tinha caído no seu apartamento e o pé sofreu uma entorse grave. E naquele momento a mais nova (suponho que seja sua filha) ia levá-la para o hospital.

Elas estavam nervosas. Meu pai conversou um pouco. Explicou certas coisas para não acontecer esse tipo de queda. Elas se acalmaram e eu percebi um alívio e gratidão no rostos delas. Elas agradeciam pela ajuda.

Analisando todo esse dia eu percebi o verdadeiro amor. Naquele momento da quebra do visor do motoqueiro, talvez agente tivesse uma raiva muito grande, talvez tivesse até desejos ruins e é nessas horas que se prova realmente um cristão. Mostrando amor numa situação como essas. Mostrando mansidão.

Experimentei ver muitos médicos centralizados na conduta e não realmente no paciente. Vi o desempenho de projetos e projetos científicos. Mas só no final do dia que encontrei realmente porque quero ser médico. Por causa do amor. É tão gratificante, é tão feliz ver uma pessoa necessitada sendo ajudada. É tão bom ver uma pessoa calma por uma simples ajuda. É maravilhoso ajudar uma pessoa.

Que agente possa amar mais! Mais a Deus! Mais ao próximo! Inclusive aquele que parece ser difícil de ser amado. Ou aquele a quem desprezamos. Ou aquele que está bem do nosso lado e não tratamos bem. Ame mais!

“Cristo ama os seres celestiais, que Lhe circundam o trono; mas quem explicará o grande amor com que nos tem amado? Não o podemos compreender, mas podemos sabê-lo real em nossa própria vida. E se mantemos para com Ele relações de parentesco, com que ternura devemos olhar os que são irmãos e irmãs de nosso Senhor! Não devemos estar prontos a reconhecer as responsabilidades de nosso divino parentesco? Adotados na família de Deus, não devemos honrar a nosso Pai e nossos parentes?” O Desejado de Todas as Nações, pág. 189