Posts Tagged ‘memorias’

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Paciência

março 12, 2014

Memorias do meu Avô

“Paciência é talento para resistir e vencer.”

Oséas Florêncio de Moura

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Falando pouco 2

março 5, 2014

Memorias do meu Avô

“Junto a ti, sou mais feliz,
Quando te vejo calada…
Porque, no amor, quem mais diz
É aquele que não diz nada.”

Oséas Florêncio de Moura

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Falando pouco

fevereiro 26, 2014

Memorias do meu Avô

“Se os lábios estão calados,
os olhos tudo propalam.
Por isto é que os namorados
Olham-se mais do que falam.”

Oséas Florêncio de Moura

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Considerações

fevereiro 19, 2014

Memorias do meu Avô

“As pequenas considerações são o túmulo das grandes coisas”

Oséas Florêncio de Moura

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Teus olhos 2

fevereiro 12, 2014

Memorias do meu Avô

“A borboleta travessa,
Vive de sol e de flores:
Eu quero o sol – sol de teus olhos,
O néctar de teus amores.”

Oséas Florêncio de Moura

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Teus olhos

fevereiro 5, 2014

Memorias do meu Avô

“Teus olhos são mais escuroso
do que a noite mais fechada,
E, apesar de tanto escuros,
Sem eles não vejo nada!”

Oséas Florêncio de Moura

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Alegria

janeiro 29, 2014

Memorias do meu Avô

“A alegria é um raio de sol na vida”

Oséas Florêncio de Moura

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Sonhos de ventura

janeiro 22, 2014

Memorias do meu Avô

“Os meus sonhos de ventura
Se resumem, veja bem:
entre roseiras, um lar,
eu, você e mais ninguém…”

Oséas Florêncio de Moura

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Amor sem igual

janeiro 15, 2014

Memorias do meu Avô

“Perguntei ao sol se viu,
À lua se conheceu
Às estrelas se encontraram
Um amor igual ao meu.”

Oséas Florêncio de Moura

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Sonho de Natal

dezembro 25, 2013

Memorias do meu Avô

“Mamã, diz o garoto despertando,
Eu tive agora um sonho tão bonito!
E nos maternos braços se atirando:
Era um gato… um chachorro… um cabrito.

Esse então!… Oh, se o visses!… Que beleza!
E fazendo com as mãos: era assimzinho!
Mas é tudo mentira, com certeza
Se eu não tenho seque um chinelinho

Mas tu choras, mamâ! Oh, que tolice
Entriisteceu-te então o que te disse?!
O teu rosto a sorrir é tão bonito!

Ao tal Papá Noel direi, querida,
que a troco de te ver entristecida,
Eu não desejo ter o cavalito!”

Oséas Florêncio de Moura