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Contatos Físicos são Importantes para o Desenvolvimento do Amor?

setembro 7, 2009

enamorados

O grupo de jovens da Igreja local estava planejando apresentar um filme sábado à noite no salão dos jovens. A turma não ia perder de jeito nenhum. Talvez o interesse pelo filme não fosse tão grande quanto o interesse de estarem juntos durante o filme.

Já fazia algum tempo que Rute vinha trocando olhares prolongados com Alberto, e ela realmente ficou bastante eufórica quando ele lhe sorriu, momentos antes de entrarem no salão. Sentiu o coração sair pela boca quando Alberto, inesperadamente, sentou-se ao seu lado, disse oi, e comentou que esperava que o filme fosse bom.

Deram algumas risadas, bastante ansiosas… Apagaram-se as luzes. O filme começou. Alguns minutos depois, Alberto estava segurando a mão de Rute e concluiu que ela estava gostando tanto quanto ele, mesmo sem abrirem a boca. No meio do filme já estavam abraçados. O filme acabou e Alberto foi levar Rute até a sua casa. Na esquina, parou o carro e passaram alguns momentos envolvendo-se em beijos, abraços e algumas carícias não muito pesadas.

Ao entrar em casa, uma pequena dúvida começou a martelar na mente de Rute. Ela mesma não entendia muito bem o porquê de estar um tanto desconfortável. Se realmente fosse certo e bom abraçar e beijar Alberto, por que não poderia entrar correndo em casa e contar aos pais sobre os momentos maravilhosos que passara com ele?

Rute não foi a única pessoa do mundo a ter dúvidas e se preocupar com esse aspecto do relacionamento humano entre pessoas do sexo oposto. Mas, de alguma forma, Rute e Alberto conseguiram atravessar a salvo os anos seguintes e chegar seguros ao matrimônio, embora com um pouco de medo dos deslizes dos anos de namoro e noivado.

Infelizmente, a maioria das histórias não acabam assim. Muitos têm fracassado nesse aspecto das relações humanas. É algo muito importante, mas raramente discutido.

O relacionamento físico entre as pessoas do sexo oposto poderia ser resumido no seguinte esquema:

1- Olhares
2- Aperto de Mão
3- Constante Aperto de Mão
4- Abraços Leves
5- Carícias Leves
6- Beijo Intenso
7- Carícias nos Seios
8- Carícias nos Órgãos Sexuais
9- Relação Sexual

contatofisico_amor

O contato físico mais simples que pode ocorrer entre duas pessoas está representado no primeiro item. Este é um contato físico bem inocente. No sexto item encontra-se algo que é belíssimo, criado e reservado por Deus, apenas para o casamento.

Mas, onde traçar a linha divisória durante o namoro e noivado? Até onde eu deveria ir? Quando? Onde por a linha divisória? Como evitar o perigo do limite máximo? Este é o grande problema.

Contato físico é comunicação

A expressão física do amor é uma forma de dizer, de comunicar algo. Não é forma legítima de se receber algo, de se obter coisas como sensações excitantes ou segurança. Toda pessoa que se envolve em contatos físicos com outra pessoa deve considerar esse aspecto.

Os elementos do relacionamento físico, mencionados no esquema anterior, são todos bons, legítimos e certos, mas apenas no tempo certo, no lugar certo e com o propósito certo, para cumprir o objetivo certo para o qual existem – comunicar.

O objetivo do contato físico é tão facilmente invertido que, de repente, ambos estão envolvidos em contatos físicos, simplesmente porque é “tão gostoso!” Quando isso ocorre, já não está havendo mais comunicação sadia e sim exploração. E a exploração está tão longe da comunicação quanto o egoísmo está longe do amor.

No momento apropriado, quando a vida e o coração de duas pessoas se tocam, é maravilhoso e belo estender a mão e tocar a mão do outro. Isso pode comunicar mais do que meras palavras e ambos percebem isso muito bem. Eles também podem perceber quando um está sendo usado para provocar sensações excitantes no outro. E quanto maior a sensação envolvida, mais grotesca estará sendo a exploração.

Observe a RPB

Todos sabemos que a mente afeta o corpo. Os desejos e imaginações podem rapidamente preparar o corpo para uma ação sexual mais completa. O inverso também é verdade. Um corpo excitado desperta ainda mais as imaginações e desejos. A mente e o corpo se alimentam mutuamente na busca de uma satisfação completa. Essa relação é chamada de Relação Psico-Biológica. Podemos chamá-la como quisermos, desde que a reconheçamos como poderosa.

No início da escala de contato físico a Relação Psico-Biológica é lenta e facilmente controlável. Mas, à medida que a pessoa se aproxima do item 7, a influência da RPB aumenta em proporção geométrica. Chega-se a um ponto na escala – em geral só descoberto tarde demais – quando a RPB simplesmente desativa todos os controles da razão. Muita gente bem intencionada tem sido traída por essa força. Não pretendiam fazer, mas “de repente, sem querer, simplesmente aconteceu”, dizem. E é verdade.

Traídos pela Relação Psico-Biológica, vão além dos limites, fazem coisas que não pretendiam e acabam decepcionados, tristes e cheios de problemas para resolver por não terem observado a importância da RPB, que deve, na verdade, ser mantida dentro de uma ampla margem de segurança.

Não aumente o fogo

O jovem cristão que decidiu manter-se puro e seguir o plano de Deus, reservando as intimidades sexuais apenas para o casamento, não tomou uma decisão fácil, ainda mais no atual mundo em que vivemos. Os instintos sexuais são fortes, reais e não desaparecem apertando-se um botão. A mídia e a sociedade moderna estimulam a atividade sexual em pessoas de todas as idades, com muitas pessoas, sem compromisso e em qualquer situação.

Nossa sugestão é esta: não aumente o fogo. Não complique o problema colocando-se em situações nas quais seja necessário constantemente aplicar os freios, controlar-se para não passar dos limites. É prejudicial para suas emoções e para o seu corpo colocar-se em situações nas quais você precisa constantemente acalmar emoções e instintos.

Do que exatamente estou falando? Estou dizendo que os jovens cristãos que não desejam chegar ao extremo da intimidade sexual antes do casamento deveriam evitar algumas situações de risco. Aqui estão algumas delas, todas conhecidas como resultado de pesquisas científicas:

1. Conversas sobre assuntos sexuais – Isso é um forte elemento de excitação. São as piadas e frases insinuantes, os comentários sobre sexo e seus detalhes e, naturalmente, os devaneios sobre o assunto. Há outros temas sobre os quais se pode e se deve conversar durante o namoro.

2. Carícias abaixo dos ombros – Vários estudos têm revelado que carícias abaixo dos ombros rapidamente levam ao ponto de não-retorno. Parece que elas imediatamente predispõem a pessoa a ser controlada pela RPB em vez de controlada pela razão.

3. Estar a sós por muito tempo – Já se sabe que a privacidade e o tempo em grande quantidade são indispensáveis para que duas pessoas tenham intimidades físicas intensas chegando à relação sexual. Portanto, rapazes e moças que não pretendem chegar a esse extremo antes do casamento, deveriam evitar estarem completamente sozinhos por longo tempo.

4. Efeito de bebidas alcoólicas – O efeito das bebidas alcoólicas sobre os excessos nos contatos físicos é um fato que nem seria necessário mencionar, pois toda pessoa com um mínimo de informação sabe dos malefícios das bebidas alcoólicas. Aqui está mais uma razão para a abstenção de bebidas alcoólicas. Como afeta o funcionamento da consciência, sob seu efeito uma pessoa pode se envolver em intimidades físicas excessivas, ou até mesmo dormir com um estranho sob o efeito do álcool, porque este bloqueia as defesas da mente, levando a pessoa a fazer coisas que não faria se estivesse normal. Filmes reproduzem esse tipo de experiência, e até a lei age diferente diante de um sujeito que cometeu algum crime sob o efeito do álcool, alegando que alguém não pode ser responsável pelo que faz nesse estado, por aquilo que faz alcoolizado.

5. Automóvel em local escuro – Kanin iniciou um estudo em 1957, e publicou os resultados sobre os efeitos do automóvel em lugar escuro. Segundo ele, o carro predispõe o casal de namorados a excessos nas intimidades físicas. Hoje, quando é muito comum os namorados saírem para passear à noite e de carro, essa informação se torna ainda mais relevante.
6. Ambientes em que estão à sós – O famoso relatório Kinsey, preparado para o Senado Norte Americano há vários anos, procurou determinar em que local ocorrem intimidades sexuais entre jovens não casados com maior freqüência. Você seria capaz de imaginar? Talvez já tenha até pensado nisso. O relatório Kinsey apontou o lar da moça como o local no qual ocorrem intimidades sexuais entre jovens namorados ou noivos com maior freqüência. Em segundo lugar vem o lar do rapaz e depois o automóvel. Esses são os locais mais propícios para o relacionamento sexual entre namorados e noivos, e é bom saber disso para evitar tais situações.

Creio que os pais cristãos têm boas razões para não deixarem os filhos namorando em casa quando todos saem; razões até “científicas”, pois isto está comprovado. Não é atraso mental, mente pequena. Esses pais não são quadrados nem redondos. Também não são super desconfiados. Isso não é desconfiar dos filhos, mas de algo que deve mesmo ser visto com desconfiança – a natureza humana. Ela pode trair.

Já consideramos os efeitos da RPB. Quando colocados em condições adequadas, podemos facilmente ser controlados por ela. Os namorados cristãos não deveriam reclamar dos pais, ou ficar zangados com eles por não os deixarem sozinhos por muito tempo.

Sou o filho mais novo. Durante a adolescência “segurei vela” muitas vezes para minha irmã. Era obrigado a fazer companhia a ela e o namorado. Quem já fez isso sabe o quanto é chato. Na época, eu ficava aborrecido, mas hoje posso entender melhor. De alguma forma, muitos de nós podemos ajudar alguns a evitar situações que os predisponham a intimidades físicas excessivas que ocasionariam problemas sérios para os dois, e talvez até mesmo destruíssem o namoro.
Há outras formas de comunicação

A expressão física de afeto, carinho e amor é uma das formas de comunicação, não a única. A propósito, esta é uma das formas mais arriscadas de comunicação. Poderosa, sim, mas muito perigosa.

Talvez você tenha algum amigo que quando começou a namorar a turma toda ficou feliz e empolgada com a felicidade dos dois que demonstravam harmonia de pensamentos e ideais quando estavam todos juntos. Então, aos pouquinhos, a turma foi perdendo a amizade do novo casal, que se afastou do grupo, isolando-se da sociedade. Passaram a precisar unicamente da companhia um do outro, e terceiros se tornaram incômodos. Isso aconteceu porque o casal permitiu que o namoro se fixasse puramente no contato físico. Todo crescimento no nível intelectual e social é interrompido quando isso ocorre. Tocar o corpo um do outro se torna a atividade principal em cada encontro, e a verdadeira amizade morre.

Existem outras formas de comunicação além de contato físico. Muitos pensam que por estarem namorando têm o direito de estarem fisicamente próximos o tempo todo. Quando a preocupação do namoro está excessivamente voltada para esse aspecto, normalmente a amizade diminui quando deveria crescer.

A verdadeira amizade, seja no namoro, noivado ou casamento, é a que se desenvolve em vários aspectos. No aspecto social, espiritual, emocional, e não apenas físico. Um namoro sadio e realmente maduro se desenvolve nesses aspectos. Os dois crescem socialmente, fazem novas amizades juntos, e ampliam as atividades no meio em que se encontram, discutem assuntos espirituais e preocupam-se em como crescer espiritualmente. Eles falam sobre suas emoções e os próprios sentimentos, procurando crescer na expressão adequada de tais sentimentos. Falam também sobre idéias e planos para o futuro, a nível intelectual. Um verdadeiro namoro é tudo isso, e não apenas contato físico. E a pessoa madura é aquela que pode construir um verdadeiro companheirismo e amizade em todos os níveis. Muito cuidado, portanto, com quem pensa que o nível físico é o único ponto digno de atenção em um namoro.

PR. JOSÉ CARLOS EBLING
Doutor em Educação Religiosa e Aconselhamento Matrimonial pela Andrews University. Professor universitário e conselheiro matrimonial no UNASP – campus Engenheiro Coelho, SP. Autor dos livros : Namoro No Escuro, Mosaico Do Amor, Amigos Para Sempre, Sentido Único, Saúde No Relacionamento Familiar, Depressão : Você Não Está Sozinho, Perdas e Danos. Casado com Nair Ebling Coordenadora da Extensão Universitária do Unasp – Campus II e autora de diversos livros Didáticos publicados pela CPB.

Fonte: www.nistocremos.net

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E ai pastor?! – Lançamento do Site

agosto 21, 2009

Janela Virtual que se Abre na Vida Real do Jovem

Janela Virtual que se Abre na Vida Real do Jovem

Lançamento do site do E ai Pastor?!

Temas:

1 – Musica Cristã – Influencias mundanas
2 – Musica Crista – Bateria na igreja
3 – Musica Crista – Danca
4 – Lazer – Hora Social
5 – Estilo de Vida – Maquiagem
6- Estilo de Vida – Uso de joias
7 – Futebol – Ir ao estadio
8 – Sexualidade – namoro
9 – Sexualidade – namoro – idade
10 – Sexualidade – homossexualidade
11 – Sexualidade – influencias na midia
12 – Sexualidade – masturbacao
13 – Tecnologia – Internet
14 – Tecnologia – Cinema
15 – Atualidade – Principios X Cultura
16 – Igreja – Nova doutrina
17 – Universidade – Criacionismo
18 – Perfeito como Deus é perfeito
19 – Recado Final

Acesse – eaipastor.portalja.com.br

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Abraços…

março 13, 2009

Estou lhe escrevendo para tentar solucionar um problema que está me

atormentando:

Estou namorando uma garota a 1 ano. É um namoro super sério. Temos Deus acima de tudo e sempre procuramos conversar sobre ele.

Até poucos dias não havia acontecido nada de errado em nosso relacionamento. Temos um amor puro um pelo outro e sempre procuramos

seguir os princípios Bíblicos para um relacionamento saudável.

O problema é que a alguns dias a gente deu um abraço e um super beijo. O

abraço foi tão apertado que chegamos a sentir nossos orgãos se tocarem. De lá para cá toda vez que nos encontramos, acabamos dando um abraço assim, super apertado, será que isso é certo?

Até onde pode ir um abraço de acordo com os princípios Bíblicos?

Será que podemos dar um abraço apertadinho ao ponto de ficarmos

excitados?

Estou procurando uma opinião Bíblica. Tenho orado muito por isso, para que

Deus de mostre a atitude correta.

MINHA RESPOSTA PARA VOCÊ:

Parabéns pelo rumo seguro, bem como pela preocupação em estabelecer limites para o seu namoro. Estabelecer limites é um grande desafio em uma sociedade

tremendamente permissiva como a nossa, mas aqueles que tem agido assim tem sido recompensados.

Pelo que pude entender sua preocupação é com os limites do abraço. Até onde pode ir um abraço, para que ele realmente seja uma expressão de carinho e não uma provocação sensual?

Na verdade o abraço surgiu como um toque que demonstra interesse, amor e carinho por alguém. É uma das melhores expressões para isso. Dizem até que alguns abraços por dia fortalecem o sistema de defesa do corpo. Eles criam felicidade e satisfação e por isso previnem doenças. Agora, este mesmo abraço, utilizado de maneira errada, pode realmente provocar e não apenas expressar.

Mas como saber o limite? Toda vez que um abraço desperta mais do que sentimentos, ele já se tornou perigoso. O abraço é uma oportunidade para aproximação de dois corpos, como sinal da aproximação de duas vidas. Quando ao invés de aproximar os corpos, duas pessoas aproveitam o momento para tocar seus órgãos sexuais, elas entram no terreno perigoso da provocação. É possivel se abraçar sem que os órgãos sexuais se provoquem, mesmo dentro do namoro. É até possível abraçar forte, manifestando um amor especial, sem cair nesta armadilha. Um abraço carinhoso e forte se preocupa em passar sentimentos e não sensualismo.

Para que você possa entender alguns mecanismos e alternativas para um abraço,

quero lhe apresentar algumas conselhos que você deveria considerar:

1. Conversas: De acordo com o tipo de conversas que você tem com sua namorada, ou mesmo os desejos que você alimenta por ela, acaba preparando o clima para este abraço excitante. Procurem quando juntos conversar sobre coisas que não sejam provocantes. Procurem, também, não gastar muito tempo descrevendo as sensações prazeirosas que tiveram quando o abraço provocante aconteceu. Se não cuidarem com isso, vocês acabam alimentando o desejo de um próximo abraço. É melhor conversar seriamente sobre o assunto, discutindo onde os dois erraram e o que podem fazer para evitar que este tipo de abraço provocante se repita.

2. Conversa com Deus: Antes de um abraço de despedida, vocês podem criar o

hábito de orar, e pedir que Deus lhes dê momentos de carinho, mas não de excitação. Deus está disposto a ajudar, mas precisa que entreguemos a nós e a dificuldade que temos em Suas mãos. Além de orar juntos, cada um pode fazer também um plano de tornar esta tentação um motivo de oração pessoal. Quanto mais oramos, menos força satanás tem contra nós.

3. Local e Hora dos Encontros: De acordo com o lugar ou a hora que vocês se

encontram o clima pode ficar mais próprio ou não. Lugares e horários solitários

provocam os sentimentos mais sensuais e dão vazão a eles. Quando você está perto (não necessariamente junto) de outras pessoas, ou no lugar em que vocês se encontram passam pessoas, os excessos são mais difíceis. Escolham, para se

encontrar, lugares mais públicos e horários menos solitários e isso naturalmente vai diminuir a pressão do abraço.

4. Tempo Abraçados: Um abraço é uma expressão, um momento de carinho. Quanto mais tempo você passa abraçado com alguém, mais longe você tende a ir. Se o abraço é uma expressão de emoção, ela é proporcional ao tempo do abraço, se é de consolo, a realidade é a mesma. Se é uma expressão de amor e intimidade, quanto mais tempo ficarem abraçados maior será a cobrança por intimidade. Se vocês já sentiram que tem dificuldade para controlar os impulsos, não fiquem muito tempo abraçados, para que não se sintam provocados com mais força.

5. Forma do Abraço: Essa questão é extremamente importante, para esclarecer sua preocupação. Existem várias formas para abraçar alguém que se gosta, mesmo entre namorados. O abraço ideal é aquele que expressa o carinho através dos braços, e não dos corpos. Você abraça a pessoa, passa toda a emoção pelos braços, mas mantém um certo recuo com relação ao restante do corpo. Aliás, esse é o abraço natural. Para tocar os órgãos genitais é preciso conscientemente faze-lo. Se você abraçar de forma correta, dando essa ênfase nos braços, você vai aliviar a pressão sexual.

6. Predisposição: Quando você vai abraçar, já sabe o que quer com este abraço.

Predisponha-se, antes de abraçar, a manter os limites, e ai na hora, vai ficar mais fácil manter os limites.

Espero que estes conselhos possam lhe ajudar a manifestar sempre de forma saudável seu carinho à pessoa que você ama.

Maranata!

Erton Köhler

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Sofrendo consequências do sexo antes do casamento

dezembro 22, 2008

Gosto de ajudar os jovens em minha igreja. Estou me sentindo incomodada, pois tenho
me envolvido sexualmente com meu namorado, e isso me deixa sem moral para falar
qualquer coisa a eles.

O que eu devo fazer? Terminar o namoro? Casar logo?

Já tentei terminar, mas não consigo. Eu o amo. Quero casar, mas ainda não temos
condições.

Me ajude!

MINHA RESPOSTA PARA VOCÊ:
Vejo que você está super angustiada. Mas fico tranqüilo em notar que você também está super
consciente e buscando uma vida correta.

O que aconteceu entre você e seu namorado realmente tem de ser superado. Não creio que
você deva terminar o namoro só por isso. Se ele é uma pessoa que você ama, e sente isso dele
também, creio que vocês tem de buscar ajuda, fazer um esforço especial e decidir não cair
mais. Essa decisão é necessária em função da salvação e do futuro casamento de vocês.
Casamentos que iniciam errados vão pagar um preço muito alto. Por isso, também, é importante
corrigir as coisas agora.

Não creio, também, que você deva deixar de ajudar os jovens de sua igreja. Se você está
consciente da queda, pediu perdão a Deus, decidiu mudar, o passado deve ser apagado. Se
você “sumir”, ai a igreja vai imaginar que está acontecendo alguma coisa, e o problema vai ficar
maior. Quando a gente está em falha, o que mais precisa é estar envolvida com as coisas de
Deus, a não ser que a igreja peça um afastamento.

Se vocês não conseguirem resistir, ai sim eu creio que você pensar em terminar o namoro, ou
outra atitude mais dura. Continue trabalhando, os jovens precisam. Continue firme em sua
decisão, pois Deus pode fazer de vocês um casal forte e feliz.

Os outros podem até ver em você uma pessoa – modelo, mas não fique angustiada. Deixe
sempre claro que o melhor modelo é Cristo. Você pode ser falha, mas mesmo assim é especial
para os outros. Encare desta forma e relaxe.

Ai vão algumas dicas que, pela graça de Deus, podem ajudar a resistir à tentação:
1. Se envolva em atividades físicas para gastar as “energias acumuladas” que acabarão
pressionando pelo sexo.
2. Planeje bem seus encontros, criando sempre atividades diferentes. A rotina abre as portas
para o prazer, e para a tentação.
3. Evite literatura, músicas, conversas ou filmes com apelos sensuais.
4. Tenha uma amiga para quem você possa contar suas lutas e buscar apoio.
5. Evite ficar sozinha com o namorado por muito tempo.
6. Gaste tempo meditando nas coisas de Deus para ser “transformado pela renovação da
mente” (Rom. 12:2). Bons pensamentos geram boas atitudes.
7. Ore sempre pedindo forças. A oração traz transformação.
8. Faça um compromisso com você mesmo e com Deus. Ele não falha.

Espero que estas orientações lhe ajudem.

Maranata!
Erton Köhler

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10 Motivos para a abstinência sexual

dezembro 10, 2008

1. A pureza ajuda a ter uma boa comunicação com sua/seu namorada/o


Quando um casal de namorados vive a abstinência sexual, sua comunicação é boa porque não se concentram somente no prazer, mas na alegria de compartilhar pontos de vista e experiências; além disso, suas conversas são mais profundas. Pelo contrário, a intimidade física é uma forma fácil de se relacionar, mas ofusca outras formas de comunicação. É um modo de evitar o trabalho que supõe a verdadeira intimidade emocional, como falar de temas pessoais e profundos, além de conhecer as diferenças básicas que existem entre ambos.


2. Cresce o lado amistoso do relacionamento


A proximidade física pode provocar que os jovens pensem que estão emocionalmente próximos, quando na verdade não estão. Um relacionamento romântico consiste essencialmente em cultivar uma amizade e não há amizade sem conversação e sem compartilhar interesses. A conversação pessoal cria laços de amizade e ajuda um a descobrir o outro, a conhecer seus defeitos e qualidades. Alguns jovens se deixam levar por paixões e, depois, quando se conhecem em profundidade, se desencantam. Muitas vezes, nem sequer chegam a se conhecer porque não foram amigos, somente namorados com direitos.


3. Existe um melhor relacionamento com os pais de ambas as famílias


Quando o homem e a mulher se respeitam mutuamente, amadurece o carinho e melhora a amizade com os pais de ambos. Geralmente, os pais de família preferem que seus filhos solteiros vivam a continência sexual e se sentem mal quando sabem que eles estão sexualmente ativos, sem estar casados. Quando um casal sabe que deve esconder suas relações sexuais, cresce a culpa e o estresse. Os jovens que vivem a pureza se relacionam mais cordialmente com os próprios pais e com os pais da namorada/o.


4. As relações sexuais têm o poder de unir duas pessoas com força e podem prolongar uma relação pouco sã, baseada na atração física ou na necessidade de segurança.


Uma pessoa pode se sentir “presa” em um relacionamento do qual gostaria de sair porque – no fundo – não o deseja, mas não sabe como fazer. Uma pessoa casta pode romper com maior facilidade o vínculo afetivo que o ata ao outro, pois não houve uma intimidade tão poderosa no aspecto físico.


5. Estimula a generosidade contra o egoísmo


As relações sexuais durante o namoro convidam ao egoísmo e à própria satisfação, inclinam a sentir-se em concorrência com outras pessoas que podem chamar a atenção da namorada/o. Estimulam a insegurança e o egoísmo porque o fato de começar a entrar em intimidade convida a pedir mais e mais.


6. Há menos risco de abuso físico ou verbal


O sexo, fora do casamento, pode se associar à violência e a outras formas de abuso. Por exemplo, há duas vezes mais ocorrência de agressão física entre casais que convivem sem compromisso, do que entre pessoas casadas. Há menos ciúmes e menos egoísmo nos casais de namorados que vivem a pureza do que naqueles que se deixam levar pelas paixões.


7. Aumenta o repertório de modos de demonstrar afeto


Os namorados que vivem a abstinência encontram detalhes “novos” para demonstrar afeto, e contam com iniciativas e idéias para passar bem e demonstrar mutuamente seu carinho. O namoro se fortalece e eles têm mais oportunidades de se conhecer no que diz respeito à personalidade, costumes e maneira de manter um relacionamento.


8. Existem mais possibilidades de triunfar no casamento


As pesquisas têm demonstrado que os casais que já viveram juntos têm mais possibilidades de se divorciar do que os que não fizeram esta experiência.


9. Se você decidir terminar o namoro, doerá menos.


Os laços criados pela atividade sexual, por natureza, vinculam fortemente. Então, se houver uma ruptura, será mais intensa a dor produzida pela separação, devido aos vínculos estabelecidos. Quando não tiverem relações íntimas e decidirem se separar, o processo será menos doloroso.


10. Você se sentirá melhor como pessoa


Os adolescentes sexualmente ativos freqüentemente perdem a auto-estima e admitem viver com culpas. Quando decidem deixar de lado a intimidade física e viver castamente, sentem-se como novos e crescem como pessoas. Além disso, melhoram seu potencial intelectual, artístico e social. Com o sexo não se deve jogar. Quando alguém lhe pressionar (“Só te peço sexo uma vez e não insistirei mais”), uma boa resposta seria: “Isso é justamente o que me preocupa. Prefiro me conservar para alguém que vai me querer toda a minha vida”.

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Lançado! E ai pastor? com Pr. Odailson Fonseca

dezembro 9, 2008

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Semelhanças e diferenças no namoro

fevereiro 18, 2007
Todos sonhamos encontrar o parceiro ideal, aquele criado sob medida, especialmente para nós. Como encontrá-lo? Seria melhor que ele fosse bem parecido comigo ou completamente diferente? A voz do povo ensina que “os opostos se atraem”. Também determina, em outro extremo, que “dois bicudos não se beijam”. Poderia haver alguma verdade nesses ditados? Qual deles melhor se aplica a uma relação a dois? Não dá para concordar com essas afirmações radicais.

Os casais que “dão mais certo” são aqueles que têm maior número de pontos semelhantes entre si. Mas parece que se fala por aí que no namoro o parceiro deve ser alguém diferente, oposto, para completar nossa personalidade. Quando os opostos se atraem É na paixão e não no amor que os opostos se atraem, pois querem que o outro complete nele aquilo que falta. Por exemplo: se sou tímido, fico de fora das reuniões, e gostaria de pertencer ao grupo, posso pensar que a namorada ideal deveria ser alguém muito extrovertida, que conseguiria me fazer “sair da toca”.

Pelo menos iria me levar junto às reuniões. Entretanto, se a timidez é meu próprio jeito de ser, ao passar por tantas encontros de grupo que não fazem parte de mim, de meu estilo de personalidade, vou começar a me irritar com tudo isso e com tanta gente em volta da minha namorada que, para complicar ainda mais, nem percebem que eu estou ali, pois sou mais calado. Da mesma forma, se o tipo extrovertido escolher ficar comigo para ver se consegue se acalmar, com o passar do tempo ela também vai se cansar. E assim, aquela característica que nos atraiu um ao outro num primeiro momento, por ser oposta ao que somos, será exatamente a característica que vai incomodar e afastar um do outro quando a agitação da paixão diminuir. E aí não conseguimos entender por que os opostos se afastaram…

PARTICIPAÇÃO:

• Qual é a melhor maneira de enxergar estas diferenças, que vão trazer problemas no futuro, durante o namoro?

Amizade e Namoro Fico tentando entender por que razão usamos critérios diferentes quando queremos arrumar amigos ou namorados. O fato surpreendente é que muitas amizades duram mais do que parte dos namoros. Para que sejam nossos amigos temos a tendência de escolher pessoas que se parecem conosco, que têm o mesmo gosto, um jeitão parecido. E funciona! Para namorar, saímos à procura “daquela pessoa que nos completa”. Nem sempre dá certo, porque fica faltando alguma coisa. Penso que isso tem a ver com o fato de não nos aceitarmos como somos. E pensar que o outro é sempre melhor do que nós. Você já parou para pensar a esse respeito? Se não gosta de si mesmo, e se quer namorar alguém que seja o seu oposto, é sinal de que não está satisfeito com o que você é. Por isso quer no outro o que você não consegue ser. Se não posso mudar quem sou, não posso vir a ser o outro. Você já viu um tímido tentando ser extrovertido? Fica meio forçado, não é? Pois bem, se não consigo ser o outro, por mais que tente, a admiração que tenho por determinada pessoa vai acabar se transformando em inveja, que afasta um do outro. Daí, o relacionamento chega ao fim “por absoluta incompatibilidade de gênios”! Parecido, mas diferente Agora, se eu me gosto, se me aceito, tenho prazer em ser quem sou e fazer o que faço, independente do que os outros querem, vou escolher e aceitar alguém que se pareça comigo, pois eu me gosto. Se na amizade procuramos os semelhantes e dá certo, por que no namoro não agimos assim? As chances de pessoas com afinidades entre si se relacionarem bem são muito maiores do que o relacionamento com os opostos.

Bem, ter afinidade não quer dizer que não possam existir divergências ou diferenças. Todavia, estas são mais fáceis de resolver, porque o casal tem na relação muitos pontos comuns, o que facilita a busca de igualdade e companheirismo. Mesmo nos casais com maiores afinidades, as diferenças vão existir, pois cada ser humano é único, distinto um do outro. Dessa forma, ter afinidade não é ser igual, mas ter determinadas características em comum. Diferenças não são defeitos. Elas existem e servem para nos distinguir. No relacionamento, devem ser aceitas e acomodadas dentro do limite de cada um. A diferença é importante para, através dela, se criarem coisas novas e especiais na relação. Mas para as diferenças serem aceitas, é preciso ter pontos de apoio comuns à relação. Por essa razão, a Bíblia é tão sábia ao dizer que a união de pessoas de “jugo desigual” não seria positiva. Os parceiros com pontos em comum: interesses, gostos, famílias afins, tipo de educação, grau de estudo, condição financeira e religião, funcionam melhor quando juntos.

PARTICIPAÇÃO:

• Que tipos de diferenças não comprometem uma relação?

• Você acha que entre as semelhanças que devem ser buscadas está a religiosa? É importante o casal, mesmo de namorados, ser da mesma religião? Por que?

• Quando um casal de namorados tem diferenças muito fortes, mas diz que se ama, o que deve fazer?

• Que características deve ter uma pessoa para que o namoro de certo?