Posts Tagged ‘Tatyanne’

h1

Único

novembro 4, 2011

Decepção. Com certeza você já teve ou vai experimentar essa desagradável sensação. E, se duvidar, em incontáveis situações. Seja no trabalho, na vida acadêmica, em um relacionamento e, até, consigo mesmo. Logo, não precisa usar o argumento “essas coisas só acontecem comigo”. Você não é o único, nem o último.

Afinal, existe alguém que crie expectativas, aguarde pacientemente, perceba que as promessas não serão cumpridas e ache tudo isso normal? Impossível. Ninguém deseja a decepção, tampouco os sentimentos agregados, como frustração, desilusão, desonestidade, fracasso, entre outros. Principalmente quando causados por quem menos esperamos, como um irmão, um amigo ou aquele que sempre foi uma referência, um exemplo a ser seguido.

No entanto, mesmo que rejeitemos a decepção, todos nós, meros seres humanos, temos a natureza egoísta. Estamos vulneráveis a magoar e a sermos magoados. Portanto, aprenda de uma vez. Em todo o universo, só há um incapaz de desamparar-nos. Um, entendeu? É certo que, às vezes, cobramos dEle e achamos que fomos abandonados. Contudo, Deus fala conosco. Somos nós quem não ouvimos. Além de que, mesmo em condição de adoradores, também nos achamos no direito de condenar o Criador. E ainda assim Ele tem compaixão por cada um dos Seus filhos.

Lembro que, quando criança, ouvia uma música com o seguinte trecho: “Imagine conosco se Jesus não viesse? Se Deus, lá no céu, se esquecesse de nós? Seria o pior pesadelo de todos (…)”.  Embora não acreditasse nessa possibilidade, me permitia refletir no que aconteceria se Jesus não voltasse pela segunda vez.

De lá para cá, está mais evidente que as profecias estão se cumprindo. É certo que o Redentor não se esqueceu de nós. Cristo vem porque nos ama e quer que tenhamos vida e vida em abundância. Ele vem porque é um Senhor de palavra e aliança. E, sem demora, é certo que Deus cumprirá as suas maravilhosas promessas. Quer você queira ou não.

 

Tatyanne de Morais

h1

Construindo Caráter

novembro 8, 2010

Confesso que nem sempre tenho paciência para ler reflexões que recebo por e-mail. Mas na semana passada, recebi uma no qual senti que deveria ler. O texto contava a história de alguém que confiou em Deus, e que pôde conferir a Sua fidelidade.

Porém, o que mais me chamou atenção foram as últimas linhas: “Espere, no tempo de Deus – que não é o seu – aquilo que você tanto almeja ser-lhe-á dado. Se você está passando por provas, não se desespere. O Senhor está formando o seu caráter, e no tempo certo Ele lhe dará a vitória”. Após essas confortadoras promessas, passei a semana pensando sobre todas as provas que temos que passar para termos o nosso caráter formado.

Quando tudo parece bem, algo ruim acontece e sempre nos perguntamos o motivo. Com a nossa pequena visão humana, culpamos Deus, questionamos a Sua fidelidade, sem nem saber como Ele está atento, trabalhando na nossa vida. Talvez as mudanças aconteçam porque naquele momento não somos merecedores, ou porque aquilo não nos faz tão bem quanto antes. Ou o mais importante, porque o nosso caráter ainda não está formado o suficiente, e com certeza Ele está preparando algo melhor para dar-nos quando estivermos prontos a receber.

É realmente necessário passar por tantas provações para ter o caráter formado? É, e que seja até o nosso “eu” se assemelhar ao de Cristo, sendo assim, um processo de desenvolvimento contínuo. Por isso, como diz I Tessalonicenses 5:18, “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”, em meio às provações, agradeça a Deus e confie. Apenas confie. Afinal, Ele sempre sabe o que é melhor para nós.

 

Tatyanne de Morais

h1

Sacrifício Perfeito

outubro 1, 2010

“Nos tempos do antigo Israel, todas as ofertas levadas ao templo como sacrifício eram examinadas cuidadosamente. Se fosse descoberto qualquer defeito no animal, este era recusado; pois Deus havia ordenado que a oferta fosse sem mancha”. De acordo com o trecho da Lição da Escola Sabatina dos Adultos deste trimestre, cada vez se torna claro que os sacrifícios relatados no Antigo Testamento deveriam ser impecáveis.

E falando em sacrifício, o estudo dessa semana reforça que o sacrifício não foi descartado nos dias atuais. Isto é, enquanto as pessoas no passado sacrificavam animais sem defeitos, hoje temos que sacrificar o nosso “eu” para o serviço dEle. Por mais que tenhamos a natureza pecaminosa, devemos nos apresentar perante Cristo de “maneira santa e agradável a Deus”. Como a lição afirma, precisamos nos mostrar na MELHOR condição possível.

Todavia, na maioria das vezes, não fazemos o serviço divino da maneira correta. Não temos uma comunhão, um caráter semelhante ao de Cristo. Não temos espiritualidade suficiente para isso. E nem nos preocupamos em obtê-los. Logo, se não nos sacrificamos como precisamos, se nos apresentamos sem pureza, o nosso serviço é recusado. Negado. Essa afirmação pode até soar radical demais, mas é a verdade. Se não comparecermos à presença divina sem agradá-Lo, tudo terá sido em vão. Deus não quer um trabalho perfeito apenas em questões técnicas e teóricas. Ele também quer na prática.

E para atingir, para se mostrar na melhor condição possível, assim como Ele merece, temos que seguir o Seu padrão. Mais uma vez a lição acertou em falar que não há exemplo mais correto a ser tomado do que Cristo Jesus. Não é Moisés, Davi, Daniel, Salomão, pais, amigos ou quem quer que seja. É Jesus. Ele é o melhor e mais alto padrão. E apenas Ele basta e supre todas as nossas necessidades. Siga-o.

Tatyanne de Morais

h1

Qual é a sua experiência?

abril 15, 2010

No início de fevereiro, tive a chance de participar de um final de semana de oração com o pastor Samuel Neves, um brasileiro que lidera uma igreja inglesa. Na mensagem da sexta-feira, uma das primeiras indagações do pastor foi quem era Deus para cada um ali presente. E sem nos deixar pensar, ele afirmou que, se perguntássemos a Noé quem era Deus, ele certamente responderia que foi quem o mandou construir a arca do dilúvio. Para Samuel, talvez Aquele que o chamou pelo nome. Para Moisés, Aquele que abriu o Mar Vermelho.

Isto é, a Bíblia é um livro de histórias, relatos de pessoas que provaram do amor e grandeza de Deus. A mensagem do pastor Samuel me fez pensar o quanto é importante que tenhamos o nosso relacionamento com Deus, individualmente. Se alguém passa por uma doença, por exemplo, é impossível outra pessoa “sentir muito” por algo que ela nunca teve, não experimentou. Tenho percebido isso quando alguns perguntam como tem sido a minha experiência em outro país, afinal, por mais que eu tente detalhar, a situação leva a emoções indescritíveis, que podem ser vivenciadas apenas por quem passa.

Neste sábado, sugiro que você possa refletir nas perguntas a seguir: Quem é Deus para você? Você já provou do amor dEle? Se alguém te perguntar quem é Deus, você vai relatar a história de outra pessoa ou é capaz de contar sobre a SUA própria experiência? Se essas questões ainda permanecem sem respostas, busque conhecer o nosso Deus em espírito e verdade, pois quando nos deleitamos em seus caminhos, nos deparamos com a Sua grandeza e o Seu amor. Logo, seremos capazes de dizer aos outros da nossa própria experiência, da NOSSA história com Deus.

Tatyanne de Morais

h1

Primeiro amor

agosto 5, 2009

primeiroamor

Na última segunda-feira dei início a mais um período da faculdade. Para ser bem específica, comecei a ter aulas do oitavo, último dos quatro anos de curso. Plena segunda, quase dois meses de férias, e claro, a minha expectativa era quase nenhuma. De verdade? Zero. Queria era ficar em casa e curtir a minha ‘caminha’ por mais alguns dias.

Quando estava nos primeiros períodos, recordo que conversava bastante com os alunos de classes mais avançadas, que alegavam que não viam o momento de se formar. Ficava me questionando o motivo, já que eu achava o máximo ir à faculdade naquele primeiro ano de graduação, em 2006. Ainda gosto muito, afinal não vou negar que sou apaixonada pelo curso de Jornalismo. Mas, pensava como alguém não gostava ou não aproveitava os últimos dias de aula. Confesso que julgava e acreditava que eram preguiçosos ou algo do tipo. Hoje, na mesma situação que eles, percebo que há o desgaste natural da rotina de quatro anos.

Infelizmente o mesmo acontece no âmbito espiritual. Quando conhecemos a Cristo nos empolgamos, ficamos realmente contemplados por amor tão grande e incrível. Ficamos deslumbrados, surpresos e não entendemos como existem no mundo e nas igrejas cristãos quase incrédulos, ou pessoas que não conservam mais o “primeiro amor”. Admiro aqueles recém-batizados ou aqueles que recebem a mensagem do evangelho e ficam animados e ansiosos por viver com Ele eternamente. A espera da volta de Jesus nos cansa? As pregações a respeito sobre a Segunda Vinda caíram no clichê no nosso coração? A nossa vida aqui na terra nos deixa desanimados ou nos fazem perder o foco celestial?

Não podemos permitir que a nossa vida espiritual, a nossa comunhão e principalmente o nosso amor por Deus se torne uma rotina, um clichê. Precisamos retomar o primeiro amor. São tantas provas da Sua existência e do Seu sacrifício, que deveríamos amá-Lo a cada dia, cada vez mais. Que não fiquemos desanimados com as promessas que escutamos a respeito do retorno de Cristo à terra porque Jesus não vai voltar, ele JÁ está voltando. Oremos para que Cristo possa restaurar o nosso amor. Nunca esqueçamos de agradecer e louvá-Lo pelas bênçãos e pela maior prova de amor que Ele nos deu. Por fim, que possamos continuar a ficar maravilhados e emocionados por sentir e vivenciar a grandeza divina e amor imensurável e incondicional.

Que possamos realmente nos preparar porque logo logo veremos a face do Salvador.

h1

No Caráter e Na Vida Diária

março 9, 2009

Desde o primeiro dia de janeiro tenho me dedicado à leitura de um dos livros do Espírito de Profecia, “Patriarcas e Profetas”, escrito por Ellen White, aliada à leitura diária do Livro Sagrado, a Bíblia. Confesso que a iniciativa tem enriquecido a minha vida espiritual, uma vez que cada termo traz sabedoria e conhecimento e cada palavra demonstra que a autora realmente foi orientada por Deus.

Na última semana, li um trecho que literalmente me fez refletir por um longo tempo. Ele dizia o seguinte: “De todos os pecados que Deus punirá, nenhum é mais ofensivo à Sua vista do que aquele que incentiva o outro a fazer o mal” (pág. 228). Em outras palavras, do mesmo modo que não podemos contribuir para que o nosso irmão peque, também não podemos escandalizar o nosso próximo, ou seja, levá-lo a praticar o mal.

Quanto ao escândalo, na Bíblia, em Romanos 14:13, também podemos perceber que o mesmo deve ser evitado. “Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão”. Em “Patriarcas e Profetas”, logo mais a frente, é revelado que “Quanto maior a luz e os privilégios concedidos ao homem, maior é sua responsabilidade, mais grave a sua fatia, mais severo o seu juízo” (pág. 305). Em outras palavras, quanto mais verdades temos em nossas vidas, mais seremos cobrados quanto às nossas ações, pelo modo no qual elas podem resultar na vida do nosso próximo.

Acredito que todos nós somos bastante alertados quanto a dar o bom exemplo. Não precisa ser adventista do sétimo dia para saber que o bom ou mau comportamento pode influenciar os demais. Logo quando nascemos aprendemos uma série de valores que devemos manter, a fim de ressaltar nossos costumes e hábitos, ou seja, desde cedo somos ensinados a dar o bom exemplo.

liberdade1Portanto, na nossa vida espiritual não podemos ser diferentes. “E ainda maior pecado é o daqueles que professam conhecer a Deus e guardar os Seus mandamentos, e contudo negam a Cristo em seu caráter e vida diária” (pág. 110 e 111). Não precisamos ser perfeitos – repito, somos seres humanos e falhos pecadores – contudo, precisamos dar o bom exemplo para todos aqueles que nos cercam. Precisamos deixar nossas vontades e desejos egoístas, abandonar de vez nossos pecados acariciados e permitir que vejam Cristo em nós.

h1

Em 2009, Amor e Graça

dezembro 29, 2008

JesusO ano de 2008 chegou ao fim. É quase impossível completar mais um ano e não parar para reavaliar todas as situações vividas e, até mesmo, aquelas que poderíamos ter efetuado, mas não realizamos. Pelo menos comigo é sempre assim.

Neste final de ano, por exemplo, apostava em respostas positivas quanto a alguns pontos da minha vida, contudo, elas não vieram. Para mim, esses fatores – tão estimados – seriam fundamentais para fechar o ano com sucesso. No entanto, antes de ficar frustrada, resolvi analisar os pontos bons que ocorreram durante todo o ano e vi que eles são muito, muito maiores. Grandes, principalmente, porque há quem as tornem.

Quem? Deus. Como não agradecer a Ele por tudo o que tem feito na minha vida? Depois de ouvir tantos “nãos” de Deus ao longo de 2008, cheguei à conclusão de que não adianta insistir. Afinal, Ele sabe o que é melhor. E para nós, meros seres humanos, o melhor é confiar na vontade dEle. Apenas isso. Acontece que muitas vezes isso não é fácil. Entretanto, afirmo uma coisa. Não precisamos de nada mais neste mundo a não ser o amor e a graça de Cristo.

Acredito que não somos merecedores de tanta misericórdia divina, mas o primeiro passo é reconhecer que Ele é essencial em nosso viver. Depois, é importante reconhecer que precisamos do amor dEle, que precisamos ser transformados a cada dia. Para isso, não precisa fazer as tradicionais promessas de final de ano. Eu, pelo menos, prefiro começar 2009 sem elas. Espero que tanto você quanto eu possamos confiar nEle, e se formos exigir algo, que seja amor e graça divinas. Com certeza, Deus completará a nossa vida de amor e poder.

E mantenha firmes os seus princípios. Desejo que em 2009, você não desista do sonho de ver Cristo voltar. Continue com esta ESPERANÇA em seu coração até o dia em que não seja necessário mais sonhar e que seus olhos contemplem a face do Criador.

h1

“Homens de Pouca Fé”

outubro 27, 2008

Por Tatyanne de Morais

Desde o início do ano tenho tentando ler toda a Bíblia. A cada dia encontro vários versículos e capítulos que me chamam a atenção. Nos últimos dias, tenho analisado as histórias dos discípulos, narradas em Mateus, Marcos e Lucas. Confesso que às vezes a falta de fé dos apóstolos me contraria. Na minha infância, lembro de uma coleção de livros que contava diversas situações bíblicas e uma das minhas preferidas se encontra em Mateus 8, quando Jesus acalma a tempestade.

Logo após estar com a multidão, Cristo resolveu ir ao outro lado do mar, a fim de descansar. Assim que dormiu, as ondas, provocadas por uma grande tempestade, inundaram o barco em que Ele estava. Temerosos, os apóstolos clamaram por Jesus, que disse: “Por que vocês estão com medo, homens de pouca fé?”.

Refletindo nesse caso, penso se nós mesmos não temos as mesmas atitudes dos discípulos. Fomos chamados para seguir a Jesus, do mesmo modo que eles também foram. Hoje, do mesmo modo também não demonstramos segurança e confiança nEle. Os apóstolos foram instruídos a ir e fazer discípulos em todas as nações. O que também nos foi orientado. Afinal, somos cristãos, e esse é o nosso foco, levar a mensagem da Segunda Vinda de Cristo.

Os discípulos tiveram a oportunidade de acompanhar Jesus, e enquanto Ele esteve aqui, não demonstraram o real amor por Cristo. Contudo, naquela época, também não era fácil, eles eram repreendidos pelos povos. Hoje, não temos como conviver com Jesus lado a lado na terra, mas ainda possuímos a liberdade para amá-LO e anunciar ao mundo que Ele não vai voltar, mas já está voltando. Sendo assim, que possamos ter orgulho da mensagem da Cruz. Do amor incondicional que Ele tem por nós. Contudo, lembrem-se: fé sem obras é morta. Logo, é necessário agirmos como corretos seguidores de Cristo, para anunciar e apressar a Sua Volta.

h1

O bom combate

setembro 22, 2008

No último sábado, lá estava eu assistindo a mais uma mensagem do pastor Elmar Borges, líder de Jovens Adventistas para o Nordeste. Durante o sermão, mais uma vez um verso me chamou atenção. “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé”, II Timóteo 4:7. O pastor falou sobre Paulo, que em diversos momentos da vida sofreu, mas sempre se manteve fiel aos princípios divinos. Este verso torna clara a situação, uma vez que o término da carreira revela a vida plena de comunhão e fé em Cristo Jesus.

Realmente é muito interessante notar como Paulo sofreu, mas ainda é fundamental perceber que ele reconheceu que valeu à pena ter sofrido por Jesus. Valeu à pena porque o amor de Cristo nos consola. Valeu à pena porque Ele é caminho, verdade e vida. Valeu à pena porque a salvação é a uma das maiores recompensas na vida de qualquer ser humano. Valeu a pena porque a vida eterna pode ser encontrada apenas em Jesus.

Ser cristão não é fácil. Em qualquer etapa da vida. Lembro que quando criança pensava que se manter fiel a Deus seria difícil em cada fase. Hoje, tenho a plena convicção que isto não importa. Em qualquer circunstância vai haver dificuldades. Em qualquer momento a nossa fé será questionada, e vamos ter escolher se realmente é a Deus que queremos seguir. Podemos até deixar de lado objetivos terrenos, que planejamos ao longo da nossa trajetória, mas nada é melhor do que Cristo tem reservado para nós. Nada é mais gratificante do que os sonhos que Ele tem para cada um que O teme e O guarda.

Portanto, ESCOLHA a Jesus. Na sua vida vão existir constantes provações, você vai cair e chorar. Mas nenhuma lágrima será mais valiosa do que aquela que teremos ao vermos na manhã gloriosa. Que Ele possa te ajudar a combater o bom combate e ser fiel até a eternidade. Tenha certeza, vale à pena.

h1

Única verdade

agosto 19, 2008

O interessante do blog é a oportunidade que temos de compartilharmos situações diversas. E ultimamente tenho buscado manter este conceito nas minhas postagens, trazendo um pouco da minha vivência. No último final de semana participei do Congresso Universitário da Associação Pernambucana, no qual tive a chance de aprender e muito.

Uma das palestras que mais me chamou atenção foi realizada pelo Doutor Tadeu Silva. Debatendo sobre verdade, ele disse a seguinte frase: “Verdade não se discute, apenas se vive. E Deus não é democrático, é soberano”. Palavras fortes e sábias. O que tanto me despertou foi o fato de que realmente sempre tentamos dar um “jeitinho” nas nossas atitudes. Fazemos o possível para alterar a verdade, tentando conciliar a nossa maneira de viver.

Tem gente que fala que é adventista, mas não age como tal. Parece que se faz de desentendido e foge das responsabilidades dos dez mandamentos. Deus nos deixou um livro sagrado para que saibamos nos guiar. Diversos livros, capítulos e versos tornam claro o que é correto ou não para um cristão. Pior que muitos sabem disso, mas sempre deixam para depois. Acontece que o depois pode ser tarde demais, quando a sua oportunidade de salvação já tenha passado.

Somos apenas criaturas e não criadores. Não devemos viver de acordo com a nossa vontade. Não devemos ficar questionando porque não podemos fazer isso ou aquilo. Deus instruiu, Ele é o único que sabe o que melhor para a nossa vida. Foi Deus que nos criou, que enviou seu único filho para morrer por nós. Portanto, temos a obrigação de dar o nosso melhor e retribuir esse amor. Que o Espírito Santo toque o seu coração. Que você possa aceitar a ÚNICA verdade do mundo: Deus.